Arquivos intermediários - AMD World Notícias de Tecnologia Wed, 19 Aug 2020 17:00:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 http://www.amdworld.co.uk/wp-content/uploads/2022/08/cropped-icone-whatsapp-gb-32x32.png Arquivos intermediários - AMD World 32 32 GALAXY M31 vs REDMI NOTE 9S: dois FAVORITOS DISPUTAM o TRONO dos intermediários | Comparativo http://www.amdworld.co.uk/galaxy-m31-vs-redmi-note-9s-dois-favoritos-disputam-o-trono-dos-intermediarios-comparativo/ Wed, 19 Aug 2020 17:00:05 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2214 O Galaxy M31 já foi lançado e nós já temos uma análise completa dele Agora, vocês estão pedindo que ele…

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O Galaxy M31 já foi lançado e nós já temos uma análise completa dele Agora, vocês estão pedindo que ele seja comparado com os principais intermediários do ano já que pouca coisa está realmente barata, é melhor a gente escolher bem, né? Então, uma das melhores opções de comparação aqui é o novo Redmi Note 9S que chegou caro no Brasil mas que também pode ser encontrado em marketplaces

Será que o candidato da Xiaomi supera o que pode vir a ser o melhor intermediário do ano? Isso é o que você confere agora aqui no TudoCelularcom O dominó domina essa batalha – isso porque o módulo de câmera traseira dos dois celulares é bem parecido um retângulo protuberante No Redmi Note 9S ele é bem mais alto mas apenas uma parte dele fica saltada, enquanto que no M31 a coisa é mais uniforme, então ele fica também no canto ao invés de no centro Mas no geral, eles são diferentes em vários aspectos e apesar da moldura de ambos ser em plástico o Note 9S tem a traseira em vidro Gorilla Glass com visual holográfico

O M31 é em plástico brilhante com cores sólidas e traz a câmera frontal em U, centralizada, contra uma em furo na mesma posição do Redmi O sensor biométrico também é diferente porque embora eles não fiquem abaixo da tela fica na traseira no Galaxy M31 e na lateral direita do Nonte 9S E os dois são precisos, embora esse último possa atrapalhar um pouco a vida dos canhotos Tendo tela maior, o Note 9S tem também as maiores medidas e acaba compensando nisso trazendo a repelência à água – para completar, os dois são Dual-SIM e eles possuem berços separados tanto com MicroSD quanto para o segundo chip Então, o envidraçado Redmi Note 9S abre o nosso placar

Na tela, aquela velha queda de braço que traz o Super AMOLED no M31 para bater de frente com o IPS do Note 9S A definição Full HD+ é a mesma em ambos, mas a tela de quase 6,7" do Redmi é maior que as 6,4" do M31 O aproveitamento tela-corpo é o mesmo entre eles, que também trazem proteção Gorilla Glass sem uma versão mais nova no Redmi Esse também tem suporte a HDR10, que é legal, por exemplo, para você ver conteúdos que tragam essa tecnologia no Netflix ou no YouTube, por exemplo Na qualidade os dois tem boa legibilidade em ambientes externos e por mais que o Note 9S tenha um LCD bom, ele é superado pelo M31 que tem cores mais vibrantes melhor ângulo de visão e preto profundo

A tela do Note 9S é muito interessante, mas o Galaxy M31 impressiona pelo preço e fica com o ponto No áudio externo os nossos competidores são muito parecidos, mas isso não é exatamente uma boa notícia Sendo mono com apenas uma saída de som na parte inferior, os dois tem deficiência de graves e médios e estouram o som em volumes altos Eles são interessantes para vídeos, uma vez que as vozes acabam tendo destaque, mas para música eles deixam a desejar Fone de ouvido só vem na caixa do Galaxy M31, mas são do modelo mais simples possível e entregam som básico que até serve para você fazer ligações mas aqueles que curtem música vão precisar de uma coisa melhor para aproveitar o Dolby Atmos presente

É um outro ponto que nós temos para o celular da Samsung Estes são dois intermediários quase que bem atualizados – o Android 10 vem instalado de fábrica mas se o Note 9S está na MIUI 11, e ainda não recebeu a MIUI 12, o M31 vem com uma versão mais simples da interface One UI, chamada de One UI Core 20 Os dois, ainda bem, devem ter atualização para o Android 11 São duas interfaces com muitos recursos personalizáveis, mas na One UI Core você perde, por exemplo, a Pasta Segura e Samsung Pay e leva em troca muito bloatware

A MIUI também tem muitos ajustes e traz um sistema de temas que agrada quem gosta de trocar o visual do smartphone e uns anunciozinhos para te ajudar Nas conexões, os dois tem Wi-Fi de duas bandas, Bluetooth 50 e GPS e não contam com NFC De extra, o Redmi Note 9S traz o sensor infravermelho que é queridinho dos fãs da marca porque com ele você pode controlar diversos eletrônicos Eles empatam porque ambos são bem completos aqui

A interface com recursos a menos da Samsung acaba mostrando que veio nessa sessão O M31 conta com chipset Exynos 9611, com 6 GB de RAM e 128 GB de espaço, enquanto que o Note 9S apresenta um chipset Qualcomm Snapdragon 720G e 4 GB de RAM com 64 GB de armazenamento, embora ele também tenha uma versão que não é essa daqui que foi testada pela gente com a mesma memória e espaço do M31, com 6GB e 128 GB Nos benchmarks, tudo correndo como esperado: o Note 9S tem um processador fabricado de maneira mais moderna e performa 25% melhor do que o Samsung Porém, em nossos testes padronizados de abertura de apps a coisa toda se inverte de uma maneira surpreendente e o M31 vai mais de 30% mais rápido do que o Note 9S, mostrando que um sistema bem casado com o hardware é o que a gente tem aqui Nos jogos, nós temos uma nova dança das cadeiras e o M31 é apenas bom para diversão rodando bem títulos leves e engasgando em títulos mais pesados como Asphalt 9

Já o Note 9S se destaca por conseguir rodar os títulos pesados em até 60 fps usando a função Game Turbo 20 o M31 é rapidinho no dia-a-dia, mas o poder de fogo dá o ponto para o Redmi Note 9S Por ser maior, a bateria de 5020 mAh do Note 9S iria mesmo durar menos que os 6000 mAh do Galaxy M31 mas ele também não fez feio

Os dois passam de um dia completo de uso direto e o smartphone da Samsung supera o rival por pouco menos de uma hora Em tempo de tela, as treze horas e meia são as mesmas para ambos, mas na hora da recarga eles se afastam um pouco de novo, e tendo um carregador de 22,5-Watt na caixa, o Note 9S consegue ficar menos de duas horas na tomada, no feito que o M31 e seu carregador de 15-Watt não conseguem, se aproximando das duas horas e meia As vantagens de cada um são suficientes para que eles empatem nesse quesito Lançados lá fora em momento próximo eles não se diferenciam muito no conjunto de câmeras traseiras que acabam seguindo aquele script de câmera quádrupla bem comum O Galaxy M31 tem uma wide principal de 64 MP, abertura de f/1

8 e PDAF, ultra-wide de 8 MP, macro de 5 MP e um sensor de profundidade também de 5 MP O Note 9S tem um sensor principal wide de 48 MP, abertura f/18 com PDAF, uma ultra-wide de 8 MP, uma câmera macro de 5 MP e um sensor de profundidade de 2 MP Como vocês viram, as maiores diferenças estão na quantidade de megapixel em alguns sensores e como um todo, o Redmi Note 9S mostrou uma melhor performance, uma vez que o seu processador consegue aproveitar melhor os recursos que ele tem – a sua inteligência artificial estoura nas cores mas no modo automático faz ótimas fotos, traz muitos detalhes, cores equilibradas e bom alcance dinâmico A câmera principal do M31 melhorou em relação ao anterior, mas satura muito no modo automático e na resolução maior as fotos perdem nitidez, o que também acaba sendo um problema que aparece no Note 9s

Na ultra-wide o Redmi tem fotos com qualidade decente de detalhes, contraste sem exageros e alcance dinâmico tão bom quanto o da principal O M31 só faz fotos boas em ótimas condições de luz, e abaixo disso, já começa a ficar prejudicado Por fim, a macro também se sai melhor no Redmi Note 9S porque tem foco automático, e faz as melhores fotos que nós vimos até agora em uma macro de intermediário O sensor da Samsung tem foco fixo e também precisa de muita luz para fazer fotos interessantes O Note 9S sem dúvida se sai melhor nas fotos, e o ponto é dele

Para vídeos são duas câmeras que vão além do básico, gravando em 4K mas apenas em 30 fps e o estabilizador eletrônico só aparece se você gravar em Full HD Nessa qualidade, apenas o Note 9S grava também em 60 fps e traz modos de câmera lenta Como um contra, o M31 também tem o foco muito lerdo, mas apresenta uma boa captura de áudio enquanto que a do Redmi não é lá essas coisas À noite, como esperado, a gravação fica uma porcaria em ambos, então o ponto de vídeo vai para as capacidades do Note 9S A câmera do Redmi Note 9S tem 16 MP e abertura de f/2

5, o que parece ser menos promissor do que o M31 que tem um sensor de 32 MP com abertura f/20 – só que, no final, cada um se sai bem em alguma coisa Embora suavize um pouco o rosto, o M31 conseguiu melhores fotos durante o dia trazendo mais detalhes, mas o Note 9S é superior à noite e faz recortes melhores no Modo Retrato As suas fotos apresentaram uma definição um pouco melhor, principalmente onde ele é mais exigido como em áreas internas e à noite O Modo Retrato não acerta os detalhes tanto quanto no Note 9S, mas manteve melhor o contraste das imagens

Já o M31 passa na frente em oferecer gravação em 4K, então ponto para o Galaxy M31 Chegando por R$ 2000, o Galaxy M31 não foi aquele destaque dos preços baixos, mas ele pode ser ofuscado aqui pela chegada do Redmi Note 9S por R$ 2800 no Brasil, sendo que a gente está falando daquela versão com 4GB/64GB – essa versão que é igual à do M31 com 6GB de RAM e 128 GB de espaço chegou por R$ 3000

Mas a gente sabe, os marketplaces já estão à toda e o M31 também já teve a sua queda então eles se igualam aí atualmente num preço de R$ 1800 com essa diferença de RAM e armazenamento Há mais chances do M31 ter uma queda de preço do que o Note 9S, ao menos aqui no Brasil, e uma vez que importados não estão valendo muito a pena Pelos valores atuais, o Galaxy M31 acaba sendo um melhor custo-benefício e arrebata este ponto final Pois é, vejam vocês que nós ficamos com um empeate aqui, só que se vocês pensarem, faz bastante sentido

O Note 9S é mais caro, enquanto que o M31 não consegue aproveitar todos os seus recursos muito bem por causa de um processador que não é tão otimizado Então, para um uso mais leve, se você precisa de uma bateria e uma performance equilibrada, o Galaxy M31 é uma opção boa, ainda mais se ele cair um pouquinho mais de preço Já se você quer jogos, fotos superiores e prefere um acabamento em vidro vai de Note 9S São dois aparelhos bem interessantes disponíveis atualmente no mercado brasileiro e vale a pena você ficar de olho em promoções para ambos Só que agora, me conta aqui, em qual deles você apostaria se você fosse dizer que um deles desempataria no comparativo? Queremos saber a sua opinião, escreve aqui embaixo! E para ficar de olho em qual desses vai cair de preço primeiro nós deixamos os links para a nossa ferramenta de ofertas para vocês conferirem também aqui embaixo

Eu fico por aqui e até a próxima

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GALAXY A31 vs REDMI NOTE 9S: MEDIATEK e QUALCOMM em novo EMBATE de intermediários | Comparativo http://www.amdworld.co.uk/galaxy-a31-vs-redmi-note-9s-mediatek-e-qualcomm-em-novo-embate-de-intermediarios-comparativo/ Mon, 20 Jul 2020 17:00:08 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2076 Os intermediários com preços abaixo de R$ 2000 estão entre os mais procurados por vocês aqui no TudoCelular Entre os…

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Os intermediários com preços abaixo de R$ 2000 estão entre os mais procurados por vocês aqui no TudoCelular Entre os mais populares, modelos da Samsung e até da Xiaomi que, mesmo aumentando um pouco, ainda segue desejada

O interesse aumentou com a chegada da nova linha Redmi Note 9, que a 7 deixou saudades que não foram resolvidas pela 8 Alguns lançamentos, como o Redmi Note 9S, realmente chamam atenção, assim como o Galaxy A31 e os dois em faixas de preços similares Vamos colocar então esses dois celulares lado a lado para você conferir qual deles te atende melhor? Confere agora então o comparativo completo aqui no TudoCelularcom Embora sigam aquele visual visto na maioria dos smartphones, os nossos rivais tem várias diferenças

Possuem corpo arredondado e traseira com efeito holográfico, mas no Note 9S é um efeito liso enquanto que o A31 tem uma linha que muda a textura visual O módulo de câmera deles é retangular e é centralizado e bem maior no Xiaomi e no canto e mais baixo no Samsung E falando em tamanho, o Note 9S é expressivamente maior e mais pesado do que o A31 tendo também bordas maiores junto com a tela maior Na proteção a Xiaomi se sai melhor porque além da camada resistente à respingos ele tem vidro Gorilla Glass 5 e o Samsung não tem nada disso Se você quer algo mais resistente, você vai preferir o plástico brilhante do A31 mas o vidro passa uma sensação de mais qualidade no Note 9S embora a moldura dos dois seja em plástico

A biometria também é diferente, sendo abaixo da tela no Galaxy A31 e na lateral direita no Redmi Note 9S então, nesse último, ela acaba sendo bem mais rápida mas pode atrapalhar canhotos, enquanto que a do A31 funciona mas não com muita agilidade Na frente há notch em gota no A31 e em furo no Note 9S, os dois centralizados Eles são dual-SIM e trazem espaço para os dois chips e também para o microSD simultaneamente Com acabamento superior e proteções, o Redmi Note 9S abre o placar com um ponto Para a tela, briga de tecnologias: se você é fã de cores mais vibrantes e brilho mais intenso você vai ficar de olho no display de 6,5" Full HD+ Super AMOLED do A31

Se você prefere uma coisa um pouco maior, o Note 9S tem IPS mas ele tem quase 6,7" e é também Full HD+ O brilho máximo dos dois é similar, mas sob o sol, com o brilho automático, o A31 se sai melhor em contrapartida, o Note 9S tem suporte ao HDR10, permitindo que você veja vídeos com essa tecnologia em canais como YouTube e Netflix Se proteção é importante, não apenas o Note 9S tem o Gorilla Glass 5 como também já vem uma película aplicada desde a caixa O aspecto de 20:9 nos dois e o aproveitamento tela-corpo é praticamente o mesmo A gente sabe que vocês vão chiar nessa, mas ser Super AMOLED não é tudo que importa em um display mas também, a proteção e outras tecnologias, então sim, nós ficamos com um empate aqui Som e intermediários são coisas que não costumam andar de mãos dadas

São raros aqueles aparelhos que acabam investindo em estéreo, e aqui não apenas os dois são mono com o Xiaomi tradicionalmente sequer vindo com fones na caixa – o do A31 não fica muito atrás já que eles são muito simples e são os mesmos desde a primeira geração da linha Galaxy M A qualidade do som externo é apenas razoável nos dois, que até chegam a volumes altos, mas falta clareza de som – porém, o esquisito é que o Note 9S se sai um pouco melhor por trabalhar melhor nos médios, embora estoure mais nos agudos Então, o ponto é do Note 9S que traz um áudio externo um pouco melhor Nas boas notícias, esses dois celulares saem da caixa já com Android 10 instalado e devem ter atualização ao menos para o Android 11 O A31 tem uma pequena vantagem porque ele tem a interface da Samsung na última versão que é a One UI 2

1, enquanto que o Note 9S chega com a MIUI 11, e mesmo sabendo que ele deve receber a MIUI 12 em breve, esta ainda não chegou Aliás, a MIUI é um pouco confusa por parte da Xiaomi, que algumas vezes, deixa de atualizar a versão de sistema do aparelho para ficar só atualizando a interface A Samsung, por outro lado, mesmo sem um calendário muito fixo e meio bagunçado tem entregado dois updates no Android A One UI é uma interface com muitas funções e ajustes para personalizar o aparelho, contando, inclusive, com Modo Noturno, para deixar o sistema escuro mais agradável aos olhos A MIUI também tem muitos ajustes e traz um sistema de temas que agrada quem gosta de ficar trocando o visual de smartphones – são interfaces interessantes para quem gosta de ter muito o que mexer e funções que vão além do Android mais simples

Em conexões, eles estão bem atualizados – os dois contam com Wi-Fi ac dual-band, Bluetooth 50, GPS e rádio FM Da geração anterior para essa o Galaxy A31 perdeu a TV digital e o Redmi Note 9S traz o extra da conexão infravermelha para controlar eletrônicos É um ponto em que elas empatam, então, ponto para os dois Mas uma batalha de tecnologias, desta vez da MediaTek vs Qualcomm

O A31 traz um interessante Helio P65 mas o Note 9S chega com Snapdragon 720G Para RAM, os dois desse teste tem 4 GB mas a Xiaomi também oferece uma versão de 6 GB para o Note 9S Em armazenamento os dois tem versões de 128 GB, mas a usada nos testes aqui é uma de 64 GB por parte do Note 9S – então, como eles se saíram? Em benchmarks, vocês já esperavam, o 720G dá um banho de mais de 60% na pontuação Em nossos testes padronizados de abertura de apps o Note 9S performou quase 30% melhor que seu rival da Samsung, considerando que aí existe uma grande falta de otimização do sistema no A31 Para jogos, a superioridade do Redmi continuou, porque mesmo o Galaxy A31 rodando bem os jogos, chegando até em poder ser usado em HD no PUBG, o Note 9S se destaca por conseguir rodar alguns títulos pesados em até 60 FPS, uma coisa que não se vê muito em Androids intermediários, usando a gunção Game Turbo 2

0 Então, um claro ponto aqui para o Redmi Note 9S Em uma das poucas semelhanças, eles tem o mesmo tamanho de bateria – 5000 mAh E isso significou sim números até que próximos nos nossos testes de bateria, mas com certa vantagem para o Note 9S

Esse aparelho da Xiaomi chegou a quase 26 horas de autonomia, enquanto que o A31 apresentou uma hora a menos O mesmo vale também para a duração de tela de aproximadamente treze horas e meia no Note 9S e doze horas e meia no A31 Na recarga temos diferenças, porque o carregador que vem na caixa do celular da Samsung é de 15-Watt enquanto que o do Note 9S é de 22,5-Watt, e isso dá uma vantagem para o último O A31 passa meia hora a mais na tomada, chegando às duas horas e 15 minutos E damos então, um outro ponto para o Redmi Note 9S

Com um conjunto quase igual de câmeras nessa batalha a gente pode até acabar percebendo aqui um padrão nos intermediários atuais – são quatro câmeras com o que há de mais comum sendo utilizado Então, no Galaxy A31 a gente tem um sensor principal de 48 MP, abertura f/20 e PDAF uma ultra-wide de 8 MP, uma macro de 5 MP e um sensor de profundidade de 5 MP No Note 9S nós temos um sensor principal de 48 MP com abertura um pouco melhor, f/18 e o PDAF, uma ultra-wide de 8 MP, uma macro de 5 MP e um sensor de profundidade de 2 MP

A lente principal já vem com uma diferença que pode ser atribuída aos processadores diferentes que a gente tem aqui – em boa luz o Galaxy A31 faz capturas legais, mas basta a iluminação cair para que a qualidade também perca À noite, os dois vão ser ruins, pelas características deles, mas para média e boa iluminação o Note 9S consegue ir melhor, apresentando menos ruídos e com melhor alcance dinâmico além de trazer bom equilíbrio de cores e alto nível de detalhes Na macro não há dúvidas, e a melhor é a do Note 9S que não somente tem qualidade como também conta com foco automático, sendo uma das melhores que a gente está vendo nesse segmento As fotos com A31 nesse modo não são ruins, mas elas precisam de mais luz e o foco é fixo de 3 a 5 cm A ultra-wide também dá vantagem para o Note 9S, que faz fotos com qualidade boa e com pouca mudança em relação ao sensor principal, porém, à noite ela também não consegue fazer milagres assim como no A31

Então o ponto fica para o Redmi Note 9S Nos vídeos, somente o Note 9S grava em 4K, o que não é uma boa notícia para o Samsung A gravação em Full HD não contempla 60 fps no A31 e isso também é uma limitação e por mais que a estabilização eletrônica só apareça em Full HD no Note 9S, só ele tem isso e faz com que ele trema menos nas gravações Como um todo, o Note 9S permite gravação com outros sensores e tem uma qualidade melhor mas na parte de captação do som ele é sofrível, e o A31 se sai melhor nisso, mas apenas nisso À noite, a gravação com ambos fica bem ruim

Outro ponto então para o Note 9S em câmeras Finalmente, a câmera frontal do A31 tem um sensor de 20 MP e abertura f/22, enquanto que a do Note 9S tem 16 MP e abertura f/25, que é menos promissora E é possível dizer então que o Galaxy A31 consegue se sair melhor nessa

A suas fotos apresentaram uma definição um pouco melhor, principalmente onde é mais exigido como em áreas internas e à noite O Modo Retrato não acerta os detalhes tanto quanto no Note 9S, mas ele manteve melhor o contraste das imagens, então a gente tem aqui, olha só, um ponto para o Galaxy A31 Nenhum deles chegou com preço baixo justo – a gente não tem visto isso aqui no Brasil O Galaxy A31 perdeu funções em relação ao Galaxy A30 e ainda chegou mais caro, custando R$ 1999 e ainda aumentou para até R$ 2

399 algum tempinho depois Já o Note 9S chegou ao Brasil em um preço esperado altíssimo por R$ 2800 Por sorte, estes dois celulares que se enfrentam aqui tiveram uma baixa de preço e seguem assim diferente de alguns outros modelos na situação atual, que a gente, inclusive, tem mostrado aqui nos comparativos O A31 já vai chegando perto dos R$ 1

500 em promoções pontuais e o Note 9S teve uma queda de quase R$ 1000 e está R$ 1900, mas isso na versão de 64 GB, estando bem mais caro praticamente R$1000 mais caro, na versão com mais espaço Os dois ainda devem passar por quedas de preço até o final do ano e se houver uma baixa de dólar pode até compensar uma importação do Xiaomi

O preço do A31 é bem mais atraente, mas ele teve tão poucos pontos no comparativo que vai esperar uma promoção do Note 9S para fazer uma compra com melhor custo-benefício, então esse ponto final, o último do comparativo, é do Note 9S Apesar de eles terem a mesma bateria e um conjunto de câmeras parecido, nós temos dois smartphones bem diferentes aqui, e essas diversidades são, em grande parte, pelos diferentes processadores das fabricantes – o Galaxy A31 está vendendo muito bem, mas se você puder gastar um pouco mais vai de Redmi Note 9S ou considere um Galaxy A51, que também já teve uma boa baixa de preço e é uma opção tão popular quanto Você concordou com o resultado do nosso comparativo? O Note 9S ganha fácil assim do Galaxy A31 ou você acha que esse Samsung tem mais valor nessa batalha? Comenta aqui embaixo sobre isso E como eu sempre falo, não se esquece de conferir os links que nós deixamos para vocês na descrição com os melhores preços para comprar esses produtos Eu fico por aqui e até a próxima

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IPHONE SE: MATADOR de INTERMEDIÁRIOS ANDROID boicotado pelo PREÇO BRASIL | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/iphone-se-matador-de-intermediarios-android-boicotado-pelo-preco-brasil-analise-review/ Mon, 25 May 2020 17:00:09 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=1891 Depois de quatro anos de espera, finalmente temos o sucessor do iPhone SE que, adivinha só, também se chama iPhone…

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Depois de quatro anos de espera, finalmente temos o sucessor do iPhone SE que, adivinha só, também se chama iPhone SE O novo modelo está maior, porém, ele não é tão novo assim

A Apple reaproveitou a carcaça do iPhone 8, porém, atualizou o hardware para o mesmo do iPhone 11 e tudo isso custando menos do que smartphones intermediários com Android Claro, aqui no Brasil a história é um pouco diferente, já que tudo da Apple chega custando o dobro E é aí que surge a dúvida: vale investir no novo iPhone SE com seu preço estando igual ao do iPhone XR? Você vai descobrir isso e todos os detalhes do lançamento da Apple nesta análise do TudoCelularcom Como dito, o design é idêntico ao do iPhone 8 lançado em 2017 na parte frontal temos bordas bastante largas e o Touch ID, que desapareceu dos recentes iPhones A única diferença é que a cor da moldura ao redor da tela mudou de branca para preta

O novo iPhone chega com corpo em três opções de cores: vermelha, preta e branca A traseira também está como antes, e isso inclui apenas uma câmera Pode parecer pouco para os dias atuais, quando até mesmo celulares mais básicos já chegam com três ou quatro câmeras, mas o que importa é a qualidade das fotos e vídeos e veremos isso logo mais O iPhone SE traz corpo de metal com traseira em vidro, proteção contra água graças à certificação IP67, e até carregamento sem fio, ausente em smartphones Android que custam o mesmo lá fora Como por aqui ele é mais caro, já compete com flagships de algumas marcas que oferecem alguns destes recursos

Ele não é tão compacto quanto seu antecessor, mas é um dos menores celulares lançados este ano Vivemos em uma época em que flagships precisam ser grandes, como se tamanho justificasse o preço alto O último lançamento compacto que tivemos por aqui no segmento top de linha foi o Galaxy S10e, então, se você sentia falta de um celular com hardware potente, que seja confortável de usar com uma mão, o iPhone SE pode ser para você E mesmo sendo o iPhone mais barato lançado nos últimos anos, o SE não deixa de lado algumas tecnologias presentes nos rivais Android mais caros como Wi-Fi de 6ª geração, Bluetooth 5 e todos os sensores que você precisa para uma experiência completa Ele também vem com os mesmos acessórios do iPhone 11

Sua tela de 4,7" tem resolução HD+ e painel Retina IPS LCD No papel, parece ser o mesmo display que a Apple usou no iPhone 8 mas, na verdade, temos uma tela melhor O brilho é mais forte e supera muitos rivais mais caros que testamos recentemente O contraste também foi aprimorado para exibir mais cores e isso casa bem com o HDR e Dolby Vision para entregar ótima qualidade de imagem Os mesmos recursos de tela que você encontra no iPhone 11 também estão presentes aqui como TrueTone, que ajusta a calibração de cores de acordo com a iluminação no ambiente, ou Night Shift, que reduz a emissão de luz azul para evitar fadiga visual ao usar o celular à noite

No geral, a tela do iPhone exibe ótimas cores com calibração muito próxima do ideal O iPhone SE possui dois alto-falantes, sendo o secundário aquele dedicado para chamadas que fica acima da tela Ele é menor que o principal ao lado da entrada Lightning e, por isso, reproduz bem menos graves O som pode sair um pouco desbalanceado, mas a potência sonora é equivalente nos dois O volume é alto e a qualidade sonora agrada, só não chega a ser tão bom quanto os iPhones mais caros do ano passado

Já o fone de ouvido é o mesmo de sempre O melhor do iPhone SE é vir com o mesmo hardware dos modelos mais recentes da Apple Aqui temos o processador A13 Bionic aliado à 3 GB de RAM, o que é suficiente para rodar qualquer aplicativo ou jogo para iOS com fluidez impecável Mas não espere exatamente a mesma velocidade do iPhone 11 A Apple provavelmente reduziu a velocidade da CPU para que o modelo mais barato fique abaixo dos mais caros – isso ficou claro em nosso teste de velocidade em multi-tarefas onde o iPhone SE foi 10 segundos mais lento que o iPhone 11, porém, ainda supera flagships da Samsung que custam mais caro

Também percebemos essa pequena desvantagem em benchmarks, com pontuação abaixo dos modelos mais caros A diferença é pequena e nem vale a pena se incomodar com isso O que importa é que o SE roda bem qualquer jogo Todos os títulos que testamos ficaram na média dos 60 fps Por mais que não seja um celular gamer, o SE deixa claro que o iOS ainda é a melhor plataforma para jogos O seu problema, no entanto, é a bateria

Enquanto intermediários com Android oferecem até mesmo 5000 mAh, o iPhone SE vem com míseros 1821 mAh É uma bateria pequena que voa rápido se você jogar ou passar muito tempo no YouTube vendo vídeos Em uso moderado ela dura até o início da noite, o que exigirá uma segunda carga antes de dormir

Para fazer o iPhone SE passar o dia inteiro longe de tomadas você terá que se limitar apenas ao WhatsApp e Instagram, sem abusar do brilho na tela Outro ponto negativo é o tempo de recarga – ele vem com o mesmo carregador fraquinho do iPhone XR e 11, com míseros 5-Watts de potência Mas como a bateria é pequena, ele passa menos tempo na tomada, porém ainda demora mais de 2:30 hr para chegar a 100%, e com uma carga rápida de 15 minutos você tem apenas 15% de volta O iPhone SE vem com o iOS 13 de fábrica e vai receber atualizações por vários anos Esse é um ponto em que a Apple simplesmente humilha a concorrência A Samsung normalmente atualiza seus aparelhos top de linha por dois anos, enquanto há fabricantes que liberam apenas uma nova versão do Android e esquecem dos seus consumidores

Se você pretende passar muitos anos com o mesmo celular, escolher um iPhone é a melhor opção Diferente dos últimos lançamentos da maçã, o SE ainda vem com botão Home abaixo da tela é com ele que você navega pelo sistema e também faz o desbloqueio do celular com o Touch ID Basta pressionar o botão que rapidamente a sua digital é reconhecida e o aparelho estará livre para o uso Se você teve um iPhone 8 ou qualquer modelo anterior ao X, então já sabe o que encontrará aqui no SE O sistema é praticamente o mesmo em qualquer aparelho da maçã só muda o sistema de navegação por gestos nos mais atuais

Mas diferente do que temos no universo Android, o mais barato não recebe menos recursos que os mais caros com relação ao sistema Tivemos um avanço em câmera ou o SE tem a mesma qualidade fotográfica do iPhone 8? Bem, o conjunto de sensores e lentes são os mesmos de antes porém a Apple implementou o recurso Smart HDR presente nos iPhones mais atuais O chip A13 Bionic também ajuda no pós-processamento, e no geral, temos fotos melhores do que no iPhone 8 As imagens saem naturais, com bom contraste e baixo ruído Fotografar de dia resulta em fotos com alto nível de detalhes, sendo comparável aos iPhones mais atuais

Já em locais fechados com iluminação mais fraca é quando começamos a notar a limitação do hardware meio antigo A definição cai, as cores perdem vida e os ruídos já ficam perceptíveis O iPhone SE é capaz de tirar boas fotos à noite e ficaria ainda melhor se a Apple tivesse disponibilizado o Modo Noturno presente no iPhone 11 Mesmo assim, ele consegue controlar bem os ruídos sem destruir os detalhes Há boas cores sem saturar ou acabar com o contraste

Se compararmos com modelos top de linha como o Galaxy Note 10 Plus, é possível ver uma boa diferença, mas chega a ser injusto já que são categorias diferentes Se o Modo Noturno faz falta, pelo menos a Apple tentou compensar com o Modo Retrato que funciona bem sem precisar de outras lentes para ajudar a câmera principal Claro, o resultado está longe da perfeição e só funciona caso detecte um rosto mas a separação entre planos é boa e vemos poucas falhas Para um aparelho com apenas uma câmera chega a impressionar A câmera frontal também é a mesma de 7 MP de antes e pode parecer defasada para os dias atuais quando vemos modelos chineses na mesma faixa de preço oferecendo sensores de até 32 MP

Mas quem disse que números altos significam melhores selfies? O iPhone SE mostra que é possível tirar ótimas fotos com poucos pixels Há muitos detalhes, bom contraste e alcance dinâmico acertado mas como estamos falando de iPhone, há o velho "filtro amarelado" presente Também é possível desfocar o fundo nas fotos com a câmera frontal, e aqui o resultado também impressiona Não apenas por ter um bom efeito com poucas falhas mas por reconhecer pessoas até com máscaras quando o Galaxy Note 10 Plus simplesmente falha nisso O iPhone SE grava vídeos de até 4K a 60 fps com a traseira e Full HD a 30 fps com a frontal

A qualidade é muito boa de dia, seja em cores ou controle de exposição Já à noite há muitos ruídos e queda na fluidez dos vídeos Há estabilização em todos os modos de gravação e ela funciona muito bem sendo ainda mais impressionante com a frontal O foco, no entanto, não é muito ágil e fica bastante lento à noite A captura de áudio é estéreo e tem ótima qualidade

Como deu para ver, o iPhone SE é uma versão melhorada do iPhone 8 mas com seu preço estando próximo do XR – qual vale mais a pena? O SE tem desempenho um pouco melhor devido ao hardware mais recente apresenta mesma qualidade de tela e som, suas câmeras são melhores, mas a bateria dura menos O iPhone 11 custa em média R$ 800 que o SE atualmente, vale pagar mais nele ou é melhor economizar? O mais caro é mais rápido, tem melhores câmeras e a bateria dura mais No geral, ele é superior em quase tudo Há alternativas melhores com Android? O Galaxy S10e é quase tão compacto, tem melhor tela e som e suas câmeras são tão boas quanto as do SE O problema é que ele é mais lento e a bateria também não dura muito, sem falar que vai perder suporte muito antes, mas tem que levar em conta que ele está mais barato que o iPhone

Já o Galaxy S20 custa em média R$ 1000 a mais mas é melhor em quase tudo Só fica atrás em velocidade A Apple acertou em cheio ao reaproveitar peças do iPhone 8, usar o hardware do iPhone 11, e pedir US$ 400 no novo SE Lá fora ele dá uma surra em qualquer Android nessa faixa de preço mas, infelizmente o mesmo não acontece aqui no Brasil

Como tudo da Apple é muito caro por aqui, ele já enfrenta concorrência mais pesada de flagships do ano passado, sem falar que o iPhone XR custa o mesmo atualmente e entrega experiência similar Só vale a pena pegar o SE se você prefere um celular mais compacto E se você não faz tanta questão de usar o iOS, economizar e ir no Galaxy S10e seria uma boa alternativa De todo modo, o novo SE é um ótimo celular que ficará ainda mais interessante quando custar menos de R$ 3000

E para encontrar as melhores ofertas para ele e os outros citados aqui basta clicar nos links da descrição Aproveita para comentar aí abaixo o que você achou do novo iPhone SE Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e nos vemos na próxima

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Galaxy A7 2018 não resiste à nova geração de intermediários | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/galaxy-a7-2018-nao-resiste-a-nova-geracao-de-intermediarios-analise-review/ Mon, 16 Sep 2019 05:05:07 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1239 Samsung renovou a sua linha Galaxy A 2019 trazendo os celulares com o novo design incorporando o famigerado entalhe no…

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Samsung renovou a sua linha Galaxy A 2019 trazendo os celulares com o novo design incorporando o famigerado entalhe no topo da tela e ampliando o seu catálogo com diversos novos produtos que vão do A10 até o A80, incluindo também suas variações Enquanto isso, os últimos lançamentos da linha A2018 vem caindo o preço e alguns podem ficar interessados no design mais clássico da marca

E temos aqui o último Galaxy A7 lançado; ele chegou ao mercado em 2018 custando mais de dois mil reais, mas agora, pode ser encontrado pela metade do preço Será que vale investir nele a essa altura ou é melhor escolher uma opção mais atual? Os antigos celulares da linha A traziam mais sofisticação que os mais básicos da linha J; a empresa apostava em metal e vidro para fugir do policarbonato eis que a mentalidade da Samsung mudou nos recentes lançamentos, e muitos modelos da linha A 2019 chegaram com o corpo de plástico O A7 2018 marca essa transição – na traseira temos uma peça única de vidro que é moldada por laterais de plástico O acabamento em pintura brilhante para dar a idéia de produto de alta qualidade Comparado aos modelos mais recentes o A7 têm bordas consideravelmente largas isso faz com que ele seja maior que o a A30 e A50 – mesmo tendo tela menor Se for trocar o metal ou plástico ele acaba sendo mais leve que o A6 Plus e A8 do ano passado

Um detalhe curioso está na posição do leitor biométrico, que fica na lateral direita é integrado ao botão de energia Já vimos isso antes em modelos da Sony, e a Samsung também reaproveitou essa ideia recentemente no Galaxy S10e Ele permanece sempre ativo para que a tela seja desbloqueada ao apenas posicionar seu dedo no local é possível deslizar para baixo para puxar a tela de notificações O reconhecimento de digital e até preciso, mas caso a posição que incomode, há também biometria facial O alto falante que ficava na lateral no antigo Galaxy A7 neste aqui fica na posição tradicional ao lado da entrada USB

Infelizmente Samsung decidiu economizar e foi no antigo padrão micro ao invés de investir no mais atual USB-C A tela é um grande destaque do A7 2018 – seu painel Super AMOLED entrega a ótima reprodução de cores com diversas opções de calibração e supera os recentes lançamentos da marca em nível de brilho Você não sofrerá para enxergar o conteúdo na tela mesmo fora de casa quando estiver ao sol Sua tela também consegue atingir um nível mínimo de brilho muito baixo tornando a visualização muito confortável no escuro e para melhorar ainda mais há suporte a tema noturno com a OneUI O único altofalante reproduz som mono, porém o volume é mais potente que os modelos mais baratos da linha A 2019

O fone que vem no pacote básico e entrega qualidade decente – caso você invista em fone de melhor qualidade terá um som acima da média Equipando o A7 2018 temos o Exynos 7885, mesma plataforma encontrada no A8 e A8 Plus Esse hardware é mais fraco que aquele que temos nos intermediários de 2019 e, como esperado, o desempenho fica abaixo Isso mostra que apesar de a Samsung ter feito alguns cortes, seus novos celulares entrega o melhor desempenho; Em benchmark ele fica abaixo do A50, se compararmos com o A70, que seria o seu sucessor espiritual, a diferença é ainda maior Em jogos não muda muito comparado aos modelos mais recentes – o A7 consegue rodar qualquer jogo para Android, porém alguns jogos mais pesados pecam em fluidez Jogos leves entregam 60fps enquanto alguns como Modern Combat 5 ou Vainglory ficam abaixo disso

enquanto Samsung vem trazendo celulares com 4000 mAh ou até mesmo 5000 mAh o A7 tem modestos 3300 de bateria – ele poderia decepcionar autonomia mas não é bem isso que acontece O Exynos 7885, aliado ao Android Pie, fazem bom uso da bateria e o A7 entrega autonomia similar a modelos mais recentes na mesma faixa de preço Você pode passar o dia todo fora de casa sem se preocupar em levar o carregador O que decepciona é o tempo de recarga – o carregador não é muito potente e peca por não ter suporte à carregamento rápido, fazendo o A7 passar mais de duas horas na tomada

Ele chegou ao mercado com Android Oreo e recebeu atualização para o Pie há poucos meses, trazendo a nova interface OneUI; os recursos são os mesmos que você encontra em recentes lançamentos da Samsung Há suporte a temas, Galaxy Folder para esconder aplicativos e arquivos de olhares curiosos, Game Launcher, para otimizar seus jogos equalizador de áudio com suporte a Dolby Atmos, entre outros Apesar de ser um pouco mais lerdo na abertura de aplicativos, a fluidez da interface não difere muito do que temos em modelos atuais Em algum momento ou outro notamos pequenos engasgos mas, isso é comum nos aparelhos da linha Galaxy Na traseira do A7 2018 temos três câmeras – a que fica no centro traz resolução máxima de 24 MP a que fica no topo serve apenas para ajudar no desfoque de cenário (ela sozinha não consegue capturar fotos) a última, tem lente ultra-wide e registra mais dois cenários

O aplicativo de câmera segue o padrão da Samsung e de outros aparelhos Há inteligência artificial que reconhece até 19 tipos de cenários mas, como já vimos em outros que analisamos, não faz diferença quando o recurso está ativado A qualidade da câmera não impressiona; o nível de detalhes é similar ao de modelos de entrada, a representação de cores tende a tons mais frios, o que foge do que normalmente vemos na linha Galaxy O HDR vem ligado por padrão, e nem sempre ajuda no balanço dinâmico – em muitos casos você terá fotos com o céu todo branco e isso acontece menos com a câmera ultra-wide o problema desta câmera é que ela entrega qualidade inferior à principal e sacrifica os detalhes das sombras Outro ponto que incomoda é que os cantos das fotos sofrem tanto com distorção, que até alterar o formato de alguns objetos

Por ter a abertura focar o menor, você terá fotos mais escura seja fora ou dentro de casa À noite, então, será difícil de enxergar algo com a câmera ultra-wide A câmera frontal tem foco fixo e se você quiser ter selfies com bom nível de detalhe é preciso deixar o celular próximo do seu rosto Basta afastar um pouco que a nitidez é perdida O modo retrato até faz um bom trabalho de separação da pessoa do fundo do cenário a reprodução de cores fica ainda mais desbalanceada, devido ao HDR ser desativado

Para selfies temos um flash dedicado que faz um bom trabalho tanto ao tirar fotos em locais mais escuros quanto ao gravar vídeos à noite O a7 só grava em Full HD e a qualidade dos vídeos é boa, assim como a captura do áudio Ele apresenta menos tremidos que outros intermediários, mesmo com a câmera ultra-wide Ainda vale a pena investir no A7 2018? Ele é mais lento que o Galaxy A30 e A50 também fica atrás de velocidade do Moto G7 Plus e comparada ao Redmi Note 7, que custa menos, a diferença é ainda maior Se o desempenho fica atrás de modelos mais atuais, em bateria não há o que reclamar

Ele entrega a mesma autonomia do A30 e A50 e vai além do que os rivais da Motorola e Xiaomi oferecem Câmera é o que mais decepciona no A7 2018, se esse é o ponto mais importante para você, escolha qualquer outro modelo que citamos que você terá melhores fotos Lançado no final do ano passado por mais de dois mil reais o Galaxy A7 2018 apresentava custo-benefício ruim – e mesmo agora que seu preço caiu pela metade ele continua sendo uma má compra Se você busca um celular bom por menos de mil reais vá de A30 ou Redmi Note 7 – acima disso temos Moto G7 Plus e A50, que também entrega um melhor conjunto que o A7 2018

Para conferir a análise completa em texto e também as melhores ofertas para todos os celulares citados nesta análise basta clicar no link que está aí na descrição Aproveita para comentar abaixo se você prefere um visual antigo dos celulares Samsung ou aprovou as mudanças em 2019 Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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Pixel 3a e 3a XL: câmera top de linha em intermediários | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/pixel-3a-e-3a-xl-camera-top-de-linha-em-intermediarios-analise-review/ Wed, 28 Aug 2019 21:30:06 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=943 Você provavelmente deve lembrar da linha Nexus, naquela época, Google apostava em celulares acessíveis para levar o Android em sua…

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Você provavelmente deve lembrar da linha Nexus, naquela época, Google apostava em celulares acessíveis para levar o Android em sua essência o maior público possível, mas isso acabou mudando com a chegada da geração Pixel Os últimos lançamentos da marca, como o Pixel 3 XL, foram voltados para concorrer com smartphones top de linha das principais fabricantes

Agora o google volta aos segmentos de intermediários com os novos Pixel 3a e 3a XL Será que temos aqui a melhor combinação entre hardware, Android atualizado e preço sem perder a câmera mágica que tornou a linha famosa? É isso que você confere com o TudoCelular! Diferente dos antigos smartphones Nexus, estes aqui não são modelos premium com preço acessível mas apenas uma versão capada dos atuais flagships do Google E o que você perde ao pagar menos por ele? A primeira mudança está na qualidade de construção – sai o metal com vidro na traseira e entra o bom e velho plástico O design foi mantido e até temos um botão de energia colorida no 3a XL A traseira tem dois tipos de finalização: a parte superior de plástico brilhante enquanto inferior é fosca

Os novos telefones são maiores que os atuais flagships devido às bordas mais largas Felizmente, o Google não adotou aquele entalhe gigante estranho que vimos no 3 XL, mas é inegável que esse detalhe já parece bem ultrapassado Além da mudança nos materiais usados, os novos smartphones também perdem a proteção contra água mas em troca, trazem a entrada p2 para fone de ouvido Um segundo alto falante frontal foi jogado para perto da conexão usb A tela permanece do tipo OLED com cores vívidas, mas a proteção Gorilla Glass deu lugar ao vidro Dragon Trail, uma solução inferior muito comum nos smartphones da Sony e que risca com certa facilidade

O suporte a vídeos em HDR também ficou de fora aqui O brilho entregue fica no mesmo nível dos modelos mais caros, é alto o suficiente para garantir uma boa experiência em locais abertos mas enxergar o conteúdo na tela sob luz solar direta pode ser complicado O som é estéreo, mas não tão envolvente devido ao posicionamento do segundo alto falante – a boa notícia é que a potência sonora supera a dos modelos mais caros, mas não force o volume ao máximo, já que o áudio começa a distorcer nos graves Com o Pixel 3a e 3a XL você recebe um fone de ouvido no padrão P2 A qualidade é decente, mas tende entregar um som meio abafado

No geral, a qualidade sonora não difere muito do fone mais sofisticado que vem com os aparelhos mais caros – e até são mais confortáveis E o desempenho, é bom? Google trocou o Snapdragon 845 pelo 670 para reduzir os custos mas isso não fez muito bem aos seus novos smartphones Eles são mais lentos que a grande maioria nesta categoria e ficam até abaixo de modelos chineses mais baratos, como o Pocophone F1 Mesmo que o Pixel 3a e 3a XL tenham o mesmo processador e quantidade de memória, a versão menor apresentou pior gerenciamento de ram Em benchmark temos bons números, o que mostra que é mais problema de otimização do Android do que poder bruto em si

Algo que não é exatamente novidade na linha pixel Os dois entregam ótimo desempenho em jogos – a tela com resolução inferior exige menos da GPU mais fraca desses modelos Os celulares do Google nunca foram referência quando o assunto é bateria Os novos modelos trazem uma capacidade maior e, por terem hardware mais fraco, o rendimento é melhor O Pixel 3a XL é o que entrega melhor autonomia dos dois, com uma diferença de mais de três horas de duração e uso similar mas mesmo com o Pixel 3a, é possível passar o dia todo fora de casa sem se preocupar com a bateria, desde que não exija muito do aparelho

Se você gosta de jogar ou ver muitos vídeos recomendamos investir na versão maior – mas tenha em mente que ele passa um pouquinho mais de tempo na tomada para recarregar Como esperado, os novos Pixel saem da caixa com a versão mais atual do Android, a 9 Pie Ambos os modelos também fazem parte do programa beta e receberão updates do Android Q A versão final é esperada para o terceiro trimestre e chegará nesses dois modelos antes dos smartphones de outras fabricantes Os recursos são exatamente os mesmos dos celulares mais caros do Google – aqui você não é penalizado por pagar menos

Até mesmo os comandos ao apertar as laterais do aparelho estão disponíveis, só gostaríamos que o gerenciamento de memória conseguisse manter mais aplicativos abertos ao mesmo tempo Vamos torcer para que o Google arrume isso com o lançamento do próximo Android Pixel 3 é referência quando o assunto é fotografia e Google manteve o mesmo sensor dos modelos mais caros nesses dois aqui Na parte frontal é um pouco diferente – sai a câmera secundária ultra-wide e no lugar, Google deixou apenas uma câmera, mas com uma lente mais ampla O aplicativo de câmera também é o mesmo, incluindo o tão elogiado Modo Noturno que destrói a concorrência – e foi exatamente o que vimos aqui com os novos Pixels

Por ter o mesmo hardware, já era esperado ver a mesma qualidade em fotos, tanto o Pixel 3a quanto 3a XL registram imagens detalhadas com bom equilíbrio entre contraste rigidez Mas, às vezes, captura sombras mais escuras do que normalmente são As cores são bem representadas com balanço de branco mais frio, enquanto normalmente os smartphones da Samsung tendem a tons mais quentes Em cenários com pouca luz, os novos aparelhos mandam bem – com imagens mais claras que a maioria do segmento e baixo nível de ruído; mas é no escuro que os Pixels realmente se destacam Pode parecer injusto comparar o smartphone de 400 dólares com outros que custam o dobro, mas é justamente por isso que o Pixel 3a impressiona

Ele captura alto nível de detalhes e sem perder o foco em ambientes com iluminação precária A diferença é muito grande comparado ao que o Galaxy S10e e iPhone XR entregam Fica claro que Google não quis sacrificar a experiência fotográfica ao reduzir o preço e esse sem dúvida será o maior atrativo O modo retrato também está presente aqui e funciona tão bem quanto no Pixel 3 O efeito pode ficar um pouco exagerado às vezes, mas é possível regular a intensidade mesmo depois de capturar a foto

A câmera frontal tende a entregar imagens mais granuladas que a do Pixel 3, especialmente se você tirar fotos contra a luz – mas até nisso o modo noturno ajuda; ele não apenas deixa as selfies com iluminação mais balanceada como também acaba com o ruído da imagem, mas em troca perdemos um pouco de nitidez No quesito gravação, o desempenho deficiente foi herdado do Pixel 3 – como não poderia ser diferente Então, se esse é um recurso que você deseja ter qualidade máxima, os rivais estão em vantagem Há opções mais interessantes que os novos Pixels no mercado nacional? O Pocophone F1 pode ser uma alternativa, ele é um intermediário da Xiaomi com hardware de flagship Mas entrega câmera inferior – seu desempenho é melhor e a bateria só fica abaixo do Pixel 3a XL

Se você está em busca de um celular com câmera top e preço mais acessível, então deve ter cogitado o Galaxy S10e e o iPhone XR, certo? Nesse ponto o google ainda domina e os novos Pixels não ficam abaixo dos modelos mais caros da linha na qualidade de fotos Aqui você tem melhores resultados que os modelos da Samsung e Apple Google fez sacrifício com seus novos smartphones para entregar a qualidade fotográfica dos Pixels por um preço mais acessível E a empresa conseguiu! O que vimos é que você paga metade do que Samsung Apple pedem em seus flagships, e leva uma câmera muito melhor Um ponto que melhorou foi a bateria, que rende mais nesses dois que nas versões mais caras – mas o desempenho poderia ser melhor

Há muito o celular chinês por aí que é mais rápido, como é o caso do Pocophone F1 Os novos pixels são ótimas opções de intermediários – além da incrível câmera, você ainda terá acesso antecipado a novas versões do Android, com atualizações garantidas por no mínimo três anos É uma pena que os novos Pixels não sejam vendidos oficialmente por aqui ainda, mais se você está cogitando importar, é bom pensar nesses dois como uma boa opção Mais detalhes do Pixel 3A e 3A XL você confere no tudocelularcom acessando os links que estão aí na descrição

Aproveita o espaço para comentários aí abaixo e nos diga o quê você achou da nova estratégia do Google Eu sou Wesley Moraes e vou ficando por aqui Até a próxima em um grande abraço

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Redmi Note 7 inaugura a categoria “matador de intermediários” | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/redmi-note-7-inaugura-a-categoria-matador-de-intermediarios-analise-review/ Mon, 26 Aug 2019 22:39:46 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=804 A Redmi ganhou independência da Xiaomi em sua missão de oferecer ótimos smartphones por preços mais acessíveis Recentemente analisamos o…

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A Redmi ganhou independência da Xiaomi em sua missão de oferecer ótimos smartphones por preços mais acessíveis Recentemente analisamos o Redmi 7, que não se mostrou superior seus rivais

Será que a história se repete com o intermediário básico da chinesa o Redmi Note 7? É isso que você confere agora A primeira diferença que você perceberá entre o Note 7 e o Redmi 7 está na qualidade de construção – enquanto o mais básico traz corpo todo feito de plástico, esse aqui tem vidro na frente e atrás com proteção Gorilla Glass 5 Uma capinha também está presente para dar uma proteção extra Por mais que a Redmi tenha orgulho do design do aparelho, ele não tem nada de chamativo – lembra bastante diversos smartphones intermediários lançados em 2018 Ele não chega a ser um smartphone compacto e confortável de ser usado com apenas uma mão, mas também não é maior que seus concorrentes

Acima da tela ao mesmo entrar em forma de gota do modelo mais básico, assim como LED de notificações localizado na parte interior Uma vantagem do Note 7 é a entrada USB-C, além de ser compatível com wifi 5 GHz caso este seja um diferencial para você O painel LCD de 6,3 polegadas entrega boa qualidade de imagem; o nível de brilho é bastante mais um branco tem tom azulado – mesmo que você altere a calibração de cores não é possível chegar próximo ao tom correto O nível de contraste também é bom e fica no mesmo nível de outros smartphones intermediários da Xiaomi – mas o que se destaca mesmo aqui é a potência sonora O volume supera o de muitos aparelhos que estamos e mantém a clareza do áudio mesmo quando no máximo

Os último smartphones da Xiaomi que testamos decepcionam em desempenho, devido ao gerenciamento deficiente de RAM da MIUI 10 Felizmente esse não é um problema do Redmi Note 7 O Snapdragon 660 presente aqui dá conta de rodar qualquer aplicativo ou jogo disponível para android assim como os 4GB de RAM garantem um bom desempenho ao alternar entre vários aplicativos Em benchmark os resultados ficam a par ao de outros com o mesmo hardware; em jogos também não há o que reclamar – Redmi Note 7 roda desde títulos mais leves a games mais pesados com boa fluidez A bateria rende bem ao jogar, entregando mais de seis horas de jogatina antes de implorar por uma tomada

E por falar em bateria, os 4000 mAh presentes aqui não decepcionam perante concorrentes só fica abaixo do Galaxy M30, mas o rival da Samsung também oferece 1000 mAh a mais É possível passar o dia fora de casa com o Redmi Note 7 e sem se preocupar em levar o carregador com você mas o tempo de recarga não é dos mais rápidos Apesar de contar com suporte a QuickCharge 40 o carregador que acompanha o modelo é fraco e faz com que ele passe mais de duas horas na tomada O Redmi Note 7 vem com Android Pie e interface MIUI 10 de fábrica os recursos são os mesmos que você encontra em outros modelos da Redmi, inclusive, vale destacar que o apreciado infravermelho está presente para garantir que você possa usar o smartphone como um controle remoto universal

Se você já teve um smartphone da Xiaomi antes, já estará familiarizado com a interface Mas, se veio dos Androids menos customizados (comuns da Motorola) vai acabar estranhando um pouco no início a cara de iOS Pelo menos, a MIUI 10 não penaliza o hardware do aparelho, e entrega bom desempenho na maior parte do tempo Sua câmera tem resolução máxima de 48 MP, mas por padrão o Redmi Note 7 captura fotos de 12 MP Se você quiser registrar fotos na resolução máxima, terá que mudar para o modo próprio

Ao fazer isso a qualidade das imagens cai, já que o hardware do aparelho sofre para processar arquivos grandes por isso recomendamos manter na resolução nativa Em cenários abertos e com forte luz há muitos detalhes registrados – o contraste é bom as cores são fortes embora um pouco imprecisas – o ruído é praticamente inexistente O HDR vem no automático por padrão e nem sempre ajuda; em muitos cenários ele acaba desregulando a exposição – o que registra fotos mais escuras E o mesmo acontece com as sombras devido ao contraste exagerado Para resolver esse problema recomendamos sempre usar o hdr ativado manualmente

Você terá fotos mais claras e o contraste regulado na maneira certa No entanto, ao tirar fotos em ambientes fechados com o hdr no manual, você terá fotos mais granuladas O Redmi Note 7 vem com inteligência artificial em sua câmera, que reconhece alguns tipos de cenários e busca registrar melhores resultados – na maior parte do tempo, o recurso é praticamente inútil (como vimos em outros modelos) À noite temos fotos com pouco ruídos, entregando melhores resultados que muitos nessa faixa de preço Mas não recomendamos usar o modo noturno, ou você estragará suas fotos

Quem sabe aí uma Gcam? A câmera secundária de 5 megapixels serve apenas para desfocar o fundo de cenários O resultado é até decente mas, às vezes, acontece da câmera desfocar a pessoa fotografada ao invés do plano de fundo Para selfies o Redmi Note 7 decepciona – em cenários com o forte luz, você terá fotos com o fundo estourado já em locais fechados às fotos saem com muito granulado e sem nitidez A filmadora não registra tanto os tremidos e o foco é ágil – o som é estéreo, mas a qualidade não é lá essas coisas E contra outros aparelhos na mesma faixa de preço, o Redmi Note 7 acaba sendo melhor ou pior? Em desempenho ele não apenas supera o Galaxy M30 e o Moto G7 Plus como entrega velocidade muito acima do Mi 8 Lite

Em bateria até deve para o rival da Samsung, mas em câmera história é diferente – ele também não fica abaixo do rival da Motorola e compete de igual com seu primo chinês Mas em selfies o Mi 8 Lite leva a melhor Diferente do Redmi 7, esse aqui está melhor posicionado na sua faixa de preço e entrega um conjunto mais equilibrado pelo valor cobrado O Redmi Note 7 é celular intermediário que entrega bom desempenho, bateria para o dia todo e câmera capaz de registrar boas fotos Ele pode ser encontrado extra-oficialmente pelo mesmo valor do Moto G7 Plus e Galaxy M30, o que o torna a opção da Redmi mais atrativa

Porém, se levarmos em consideração o preço oficial praticado por aqui, aí não vale tanto a pena escolher o Note 7 É bom lembrar que você também pode importá-lo o que pode acabar saindo anda mais barato que os rivais que citamos Caso tenha interesse em trazer o seu de fora, é só conferir os links na descrição aí do vídeo Também convida você para acessar o TudoCelularcom para ver todos os detalhes técnicos do Redmi Note 7 e compará-lo contra seus rivais

Não esqueça de comentar aí abaixo o que achou do Redmi Note 7, e se você recomendaria para um amigo ou preferiria algum outro modelo Eu sou Wesley Moraes e encerro essa análise por aqui Nos vemos nos próximos vídeos, um abraço e até lá

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Galaxy A70 ou Mi 9T (Redmi K20): duelo de intermediários competentes | Comparativo http://www.amdworld.co.uk/galaxy-a70-ou-mi-9t-redmi-k20-duelo-de-intermediarios-competentes-comparativo/ Sun, 25 Aug 2019 17:46:12 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=778 O Galaxy A70 trouxe um conjunto melhor do que o Mi 9 SE, mas um novo concorrente da Xiaomi está…

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O Galaxy A70 trouxe um conjunto melhor do que o Mi 9 SE, mas um novo concorrente da Xiaomi está pintando para o dispositivo da Samsung, o Mi 9T Que já se mostrou melhor que a variante menor da família Mi 9

Agora pegamos os dois vencedores dos outros dois comparativos para um confronto direto E aí, qual será o intermediário-premium mais interessante deste momento? O Galaxy A70 aposta em um design mais sóbrio e bastante elegante que lembra os top de linha lançados este ano Já o Mi 9T , também chamado de Redmi K20 em alguns mercados, tem a parte frontal toda ocupada pela tela, sem entalhe para a câmera, que fica escondida e é ativada com mecanismo em pop-up A parte de trás já é um pouco mais arrojada e traz o conjunto triplo de câmeras centralizado Curiosamente ambos trazem a mesma taxa de ocupação a tela com cerca de 86% da parte frontal

As telas possuem tamanhos diferentes, o que influencia nas dimensões de cada aparelho mas o A70 consegue trazer uma bateria maior em um corpo mais fino A construção é mais premium no Mi 9T, que tem traseira de vidro e até vem com capinha na caixa para evitar acidentes O A70 é de plástico mas, ao menos, tem boa qualidade Ambos também possuem entradas para fones de ouvido O ponto em design vai para o A70, por conta da espessura menor

Em recursos temos o já virtual embate One UI vs MIUI A interface da Samsung melhorou bastante nos últimos anos, e essa versão mais atual foi desenvolvida para ajudar no uso com uma só mão A interface da Xiaomi vem se aperfeiçoando sempre, mas, tá devendo em otimização nessa décima versão Ambos oferecem recursos para duplicar mensageiros, modo escuro e outros O Mi 9T não tem o emissor infravermelho presente nos irmãos, o que poderia ser um diferencial

Em biometria o desbloqueio facial e leitura de digital sobre a tela está presente nos dois modelos Empate nesse quesito, então, vai um ponto para cada um A plataforma que a Xiaomi utilizou no Mi 9T é consideravelmente mais potente que a solução escolhida pela Samsung para o A70, como vimos nos resultados de benchmarks E aí o nosso teste de abertura de aplicativos entra em ação para mostrar como falta otimização na MIUI 10 ainda A diferença no tempo total dos dois aparelhos foi de apenas um segundo com vantagem pro A70 quando, no papel, poderíamos esperar uma vitória com alguma folga do dispositivo da Xiaomi

Os dois aparelhos também mostraram uma ótima performance em jogos com uma boa vantagem pro Mi 9T, que tem mesmo hardware mais parrudo O ponto aqui vai para o Mi 9T que, apesar do gerenciamento de RAM não ser o ideal, o hardware é mais potente e até compensa um pouco nesse problema A prova disso é a distância pequena no teste de abertura de aplicativos Se você só ler as fichas técnicas é capaz de apostar no Galaxy A70 em tempo de uso, já que tem bateria maior, certo? Bom, já mostramos diversas vezes que carga sozinha não é suficiente para dizer quem aguenta mais tempo de uso O Mi 9T, mesmo com 500 mAh a menos, conseguiu aguentar uma hora a mais no nosso teste, que é padronizado

Claro que ambos conseguiram um resultado muito bom, e vão te oferecer até dois dias longe da tomada, dependendo, claro, do seu tipo de uso Ponto para o Mi 9T aqui Mas enquanto ao tempo de recarga? Não é muito ruim para nenhum dos dois, e o A70 demorou só dois minutos a mais para fazer a carga de 0 até 100% Considerando que sua bateria é maior, o ponto tem que ser para o modelo da Samsung aqui As telas são levemente diferentes em tamanho, mas possuem a mesma tecnologia

A qualidade é muito boa, ficando umas pequenas diferenças na calibragem que você pode fazer alguns ajustes nos dois dispositivos para buscar a exibição da sua preferência O brilho para uso em ambiente externo ou com pouca luz também é igualmente satisfatório nos dois aparelhos Então, mais um ponto para cada Em áudio temos uma pequena diferença: a qualidade sonora do Mi 9T é boa e só sentimos falta de um áudio estéreo Já o A70 é mediano, ficando um pouco abaixo do rival aqui

Conjuntos triplos de câmeras na traseira, sendo que o Mi 9T tem uma lente com aproximação de 2x pro objeto Enquanto o A70 tem um sensor dedicado somente ao desfoque das fotos em Modo Retrato Ambos trazem, além da câmera principal, uma lente ultra-wide que capta um campo de visão maior também E a disputa é boa, mas o Mi 9T tem qualidade ligeiramente melhor, no geral, com boa iluminação principalmente se você optar por deixar o HDR ligado ou pelo menos no automático, o que ajuda a evitar superexposição em alguns cenários O A70 tem um bom equilíbrio mas a qualidade fica um pouco atrás do oponente Com pouca luz a distância fica um pouco maior, mantendo o Mi 9T a frente

Não é o ideal mas há opção para reduzir o ruído, mesmo que perca detalhes, acaba tornando as fotos mais atraentes neste caso O A70 fica devendo bastante também As lentes com campo de visão maior trazem o mesmo problema – são bem ruins com pouca luz Mas tiram boas fotos mantendo qualidade próxima do sensor principal em cenários bem iluminados O Modo Retrato é uma pequena vantagem pro A70, o que é obrigação, já que ele tem o sensor dedicado

O Mi 9T não faz um trabalho ruim, ficando dentro do esperado para a categoria Por fim, a possibilidade de tirar fotos com zoom de 2x é outra vantagem do Xiaomi O ponto para o conjunto principal é dele, sem sombra de dúvidas Nas selifes temos dois bons aparelhos também Os níveis de detalhes são muito bons e o Mi 9T fica em vantagem por ter equilíbrio maior nas fotos

Isso se você deixar o HDR ativado, é bom observar O Modo Retrato de selfies é bacaninha nos dois modelos, com melhorias ainda a serem feitas mas já é suficiente para as fotos nas redes sociais Ponto pro Xiaomi, por pouco, nas fotos com a câmera frontal E aqui vale uma observação rápida: o fato de ser câmera pop-up não traz nenhuma desvantagem Pra vídeos ambos filmam em 4K, com a ultra-wide limitado a Full HD no A70, assim como as frontais de ambos

E todas pecam na estabilização O áudio do Mi 9T decepciona, mas a qualidade de imagem fica um pouco acima Como o foco do A70 é mais lento, o ponto fica pro Xiaomi de novo O Mi 9T foi lançado a pouco tempo e ainda está com preços altos entre os importadores Brasil afora chegando por cerca de R$ 2400 O Galaxy A70 já baixou bem, podendo ser encontrado por menos de R$ 2000 atualmente e isso no modelo homologado pela ANATEL

Mas o preço mais baixo atualmente não é suficiente para tornar o A70 mais atrativo que o Mi 9T que tem um conjunto geral melhor, especialmente em câmeras Além disso o hardware mais potente indica que a vida útil do aparelho será um pouco maior Mas claro a decisão fica por sua conta – demos aqui os pontos positivos e negativos de cada um que podemos resumir da seguinte maneira: o Mi 9T tem conjunto de câmera melhor, e isso vale pra quase todos os quesitos, além de desempenho, duração de bateria e qualidade sonora superiores O A70 ganha no Modo Retrato em câmera e não deixa tanto a desejar em duração de bateria Além de ter uma tela igualmente boa

Também pode ser uma boa opção se você quer uma tela maior e não gosta da câmera com mecanismo De resto, fica a seu critério E aí, qual te atrai mais? E porque? Conta pra a gente aqui embaixo nos comentários! E aproveita pra deixar sua curtida aqui e assinar o canal do TudoCelular para acompanhar os nossos próximos vídeos com análises e comparativos Eu sou Felipe Junqueira e fico por aqui Corre lá no TudoCelular

com pra ver a matéria completa e fica ligado que publicamos guias para ajudá-lo na escolha do seu próximo celular com frequência Um abraço e até mais

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