Arquivos mas - AMD World Notícias de Tecnologia Fri, 03 Sep 2021 14:32:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 http://www.amdworld.co.uk/wp-content/uploads/2022/08/cropped-icone-whatsapp-gb-32x32.png Arquivos mas - AMD World 32 32 GALAXY A11: novo CELULAR BÁSICO SAMSUNG está MELHOR, mas VALE a PENA? | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/galaxy-a11-novo-celular-basico-samsung-esta-melhor-mas-vale-a-pena-analise-review/ Thu, 13 Aug 2020 17:00:07 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2201 O Galaxy A10 foi o celular Android mais vendido no mundo em 2019 e mesmo após um ano e meio…

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O Galaxy A10 foi o celular Android mais vendido no mundo em 2019 e mesmo após um ano e meio do seu lançamento, ele ainda segue entre os 10 mais buscados no TudoCelularcom

Ele conquistou o público mesmo com várias falhas, e chegou a ganhar uma versão atualizada no final de 2019, mas ainda havia espaço para melhorias Eis que agora temos o Galaxy A11, será que a Samsung finalmente acertou a mão em fazer um celular bom e barato? É isso que você vai descobrir nessa análise completa O que esperar de um celular básico da Samsung? O A10 é tão simples que nem vem com leitor biométrico A coreana corrigiu isso no A10S, mas não mexeu muito no design Agora com o A11 temos um celular básico com ar mais moderno

Ele deixa de lado o entalhe tradicional e traz um furo para a câmera de selfies que fica do lado esquerdo da tela Ele está maior e isso vai incomodar aqueles que estão cansados de celulares que só crescem a cada ano A ergonomia foi comprometida e a Samsung poderia ter reduzido a largura das bordas para abrigar a tela maior sem deixar o celular muito grande O acabamento segue feito do mesmo plástico simples e tem como novidade a cor azul-claro, além das tradicionais preta e vermelha da geração anterior E se tem algo que as fabricantes estão obcecadas é com a quantidade de câmeras

O A10 tem apenas um sensor na traseira, o A10S tem dois e agora no A11 temos um conjunto triplo Se esperava por Wi-Fi de 5 GHz e Bluetooth 5, esqueça – a Samsung continua economizando nos seus celulares de entrada Pelo menos, a porta MicroUSB finalmente foi trocada por uma USB-C De resto não há novidades, e o A11 também deixa de lado giroscópio e bússola A tela cresceu e manteve a resolução de antes

Se esperava por painel Super AMOLED, não foi dessa vez A Samsung continua usando tecnologia PLS TFT em seus basicões É um LCD simples metido a premium que não se diferencia do que a concorrência oferece O nível de brilho é decente e o modo automático funciona corretamente, diferente do que vimos no A21S que você precisa ficar regulando o brilho manualmente a todo momento As cores são meio apagadas, mesmo que o nível de contraste seja bom e o ângulo de visão não seja tão ruim

O som do A11 tende muito para os agudos e apresenta distorção quando o volume está no máximo A falta de equilíbrio fica ainda mais evidente ao ouvir músicas no Spotify ou YouTube Você pode reduzir o problema ao usar o fone que vem junto com o celular Ele não é dos melhores, mas serve para quebrar o galho caso não possua um bom fone de ouvido Talvez o que vá te animar mais seja o desempenho – a Samsung trocou o Helio P22 pelo Snapdragon 450 e ainda adicionou mais 1 GB de RAM

Em nosso teste padronizado de velocidade tivemos um ganho considerável em desempenho especialmente no multi-tarefas Agora é possível usar vários aplicativos ao mesmo tempo no básico da Samsung sem passar raiva A pontuação nos benchmarks também cresceu, mas não a ponto de superar os básicos de outras marcas E em jogos? O A10S é um celular voltado para gamers casuais, e o A11 segue o mesmo caminho Trocar a PowerVR GE 8320 pelo Adreno 506 ajudou um pouco, mas ainda temos engasgos em jogos como Asphalt 9

No PUBG terá que jogar com qualidade gráfica mais baixa se não quiser sofrer com lag A Samsung manteve a bateria de 4000 mAh e poderia até esperar um salto em autonomia com a troca do hardware da MediaTek pelo da Qualcomm – a verdade é que o Helio P22 é um chip bem otimizado e o A11 entrega a mesma duração de bateria do seu antecessor, ou seja, terá carga para o dia todo com um pouco sobrando para a manhã seguinte O que muda é que a Samsung finalmente incluiu um carregador decente junto com o aparelho agora com 15-Watts de potência, o tempo de recarga caiu para pouco mais de duas horas e fica abaixo do que normalmente vemos no segmento de entrada O Galaxy A11 sai da caixa com Android 10 e One UI 2

0, enquanto ainda há fabricantes como LG e Motorola lançando celulares aqui no Brasil com o Android Pie Isso quer dizer que ele pode receber o Android 11 futuramente? Se até a falecida linha J vem recebendo o Android 10 aqui no Brasil, então podemos esperar que o A11 também ganhe a atenção da marca coreana Os recursos presentes no Android modificado do A11 são os mesmos dos demais da linha Há tema escuro para reduzir fadiga visual, mas não espere ganho de bateria É possível usar duas contas do WhatsApp com o Dual Messenger e há também vários extras que podem ser úteis ou não

O que poderia ser melhor é a fluidez do sistema, notamos que a One UI engasga mais nele do que no A21S, o que é até justificável pelo hardware mais fraco E as câmeras, evoluíram? A Samsung manteve o sensor de 13 MP desde o primeiro, o A10S ganhou um sensor de profundidade para ajudar no desfoque e agora temos uma lente ultra-wide de novidade para completar o pacote Como o sensor foi mantido, temos praticamente a mesma qualidade de antes O A11 é um celular capaz de registrar boas fotos desde que você tenha situações favoráveis de luz As cores são mais frias do que estamos acostumados com os celulares da Samsung que amam saturar as fotos

O sensor de profundidade funciona bem com pessoas e objetos ele erra pouco no recorte e permite regular o efeito do desfoque antes de tirar a foto A ultra-wide, que é a grande novidade, poderia ser melhor Ela apresenta uma queda considerável na qualidade comparada à câmera principal, especialmente em locais fechados ou com luz mais fraca Aliás, fotos noturnas é o ponto fraco do A11 – celulares de entrada sempre sofrem com ruídos perda de nitidez e texturas de baixa qualidade quando não há luz suficiente e este é o caso do novo basicão da Samsung A frontal caputra selfies decentes, mas basta ter um forte brilho de fundo ou ficar longe da luz para perceber uma queda acentuada na qualidade

À noite você terá fotos com baixo nível de detalhes, nitidez sacrificada e até cores distantes da realidade O Modo Retrato não erra muito, mas tende a desativar o HDR e sofre ainda mais com ruído à noite A câmera do A11 grava em Full HD com a traseira e frontal, assim como tínhamos antes A mudança fica para a parte sonora, que agora captura áudio estéreo Porém, a qualidade não é boa e apresenta um estranho ruído metálico nas vozes

O foco é meio lerdo de dia, mas não chega a piorar em locais escuros A câmera do A11 não treme tanto quanto a de alguns basicões e, no geral, a filmadora até que quebra um bom galho Tivemos um bom avanço do Galaxy A10S para o A11? Nem tanto O novo ficou mais rápido e manteve a boa autonomia de antes, e agora passa menos tempo na tomada Ele ganhou câmera ultra-wide, porém a qualidade geral das fotos não evoluiu

Vale trocar um pelo outro? Achamos que não Pelo menos enquanto o preço estiver alto E de outras marcas, temos opções melhores? Você encontra o K51S na mesma faixa de preço e o básico da rival coreana entrega melhor desempenho e câmeras, porém a bateria dura menos E se bateria é mais importante para você, há o Moto G8 Power Lite, que também tem melhor desempenho mas suas câmeras não empolgam tanto Vale pagar mais e ir de A21S? Você terá um celular mais rápido, com melhor bateria e que registra melhores fotos

Sem falar que é mais completo com Wi-Fi 5 GHz e Bluetooth 5 Como a diferença de preço é pequena entre os dois, o A11 acaba entregando pior custo-benefício O Galaxy A11 foi lançado no Brasil por salgados R$ 1700 e, atualmente, já aparece em ofertas por volta dos R$ 1200, não devendo demorar muito para ficar abaixo dos R$ 1

000 A Samsung ainda continua pecando no custo-benefício no segmento de entrada com preços de lançamentos altos, mostrando que seu domínio é mesmo no mercado de intermediários Não podemos esquecer que o Galaxy A10 fez muito sucesso mesmo sendo um aparelho com diversas falhas e possivelmente veremos o A11 caindo no gosto dos brasileiros também Vale a pena comprar? Só quando o seu preço estiver pouco abaixo dos R$ 1000, até lá, há opções melhores da LG e Motorola

E de qualquer forma, vale acompanhar as melhores ofertas de todos os modelos citados para comprar com bons descontos É só clicar nos links aí abaixo Aproveita para comentar se você acha que o A11 é um bom basicão ou precisa de algo mais para desafiar a concorrência Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e nos vemos na próxima

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REDMI NOTE 9 PRO é a versão MAIS CARA da linha, mas é a MELHOR? | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/redmi-note-9-pro-e-a-versao-mais-cara-da-linha-mas-e-a-melhor-analise-review/ Sat, 18 Jul 2020 17:00:09 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2072 O Redmi Note 9 Pro chegou ao Brasil oficialmente por salgados R$ 4200 Se você achava um absurdo pagar isso…

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O Redmi Note 9 Pro chegou ao Brasil oficialmente por salgados R$ 4200 Se você achava um absurdo pagar isso por um celular top de linha, imagina agora por um intermediário metido a premium

O que ele tem de especial para custar tanto? Ainda mais quanto tem muito em comum com o Redmi Note 9S É isso que você vai descobrir nesta análise completa do TudoCelularcom Olhando o Redmi Note 9S e 9 Pro de frente é difícil saber qual é qual Eles são exatamente iguais em tamanho, peso e até no furo da tela para a câmera de selfies

O leitor biométrico fica na lateral, na mesma posição em ambos, e funciona bem A diferença fica na traseira – os dois possuem bloco saltado com quatro câmeras porém, o 9S também está incluso o flash LED na parte preta, que dá contraste com a traseira colorida No 9 Pro o Flash fica separado, além de termos um acabamento diferente que divide a traseira em dois tons A parte superior é mais espelhada e a inferior tem listras que tornam a cor mais escura A qualidade de construção também é similar com lateral de plástico com acabamento fosco e traseira em vidro

Ter lateral em plástico até tem seus benefícios, como reduzir o risco do celular escorregar mas pelo preço cobrado aqui no Brasil alguns poderiam esperar por corpo de metal Pelo menos vem capinha na caixa, caso você seja desastrado com o celulares grandes Sua tela de quase 6,7" com resolução Full HD+ e painel IPS LCD pode parecer a mesma encontrada no 9S mas aqui tem brilho mais forte Fica claro que a Xiaomi selecionou um painel de melhor qualidade para seu modelo mais caro O nível de contraste e ângulo de visão, no entanto, seguem iguais – não que isso seja ruim

Sua tela tem suporte a HDR10, o que permite ver vídeos em HDR na resolução Full HD no YouTube mas na Netflix o suporte é mais limitado A calibração de cores tende para tons mais frios no perfil automático, o que deixa o branco azulado você pode alterar a temperatura ao seu gosto, mas se busca calibração mais próxima do ideal é melhor mudar para o perfil Padrão nas configurações de tela A Xiaomi poderia ter dado mais atenção ao alto-falante do 9 Pro a potência sonora é apenas mediana, além de ficar limitado a som mono O áudio reproduzido é muito similar aos demais da linha Note 9, porém, aqui é um pouco mais abafado que no 9S O Note 9 Pro vem com o mesmo hardware do 9S, o Snapdragon 720G

A diferença fica para a quantidade de memória, sendo 6 GB de RAM e 128 para armazenamento neste aqui E ter mais RAM acabou impactando em nosso teste de velocidade padronizado O Note 9 Pro foi o mais rápido dos intermediários da marca ficando um pouco acima do seu antecessor na abertura e reabertura de aplicativos e jogos para medir a capacidade em multitarefas O mesmo se repete em benchmarks com uma vantagem de 10% nas pontuações em média o que mostra que não apenas a quantidade é maior como a memória usada é mais rápida Até mesmo o armazenamento tem velocidade superior no Note 9 Pro

E jogos? Este é outro ponto que o Note 9 Pro manda bem Ele rodou todos os games que testamos a 60 fps incluindo Call Of Duty e PUBG Até mesmo Asphalt 9, que roda a 30 fps na grande maioria dos celulares com Android, entregou suaves 60 fps aqui Outro ponto em comum entre todos os membros da linha Note 9 é o tamanho da bateria os 5020 mAh do Note 9 Pro garantem autonomia para o dia inteiro e com boa folga para o dia seguinte

Em uso mais leve você terá que recarregá-lo apenas a cada dois dias E se você não gosta de ficar sem o celular por muito tempo, nem precisa se preocupar com isso a Xiaomi incluiu um carregador de 33-Watts na caixa que faz o aparelho ir de 0 a 100% em pouco mais de uma hora Em menos de meia hora você já terá mais da metade da bateria para usar o que rende o dia todo na mão de muitos O Note 9 Pro vem com Android 10 e MIUI 11 de fábrica A Xiaomi vem lançando globalmente a versão 12 do seu sistema, que também estará presente na família Note 9

E se o mesmo acontecer como tivemos na geração passada, o Note 9 Pro deve receber o Android 11 antes dos demais Mas isso ainda vai demorar a acontecer Os recursos presentes aqui são os mesmos dos demais da linha, incluindo o Modo Noturno, aplicativo para usar o celular como controle remoto universal e o Game Turbo 20 que permite ajustar os jogos para uma melhor experiência e até medir a taxa de fps Enquanto o Note 9 sofre com engasgos constantes este não é o caso do Note 9 Pro

Além da maior quantidade de memória outra diferença para o Note 9 Pro e 9S está na resolução da câmera principal – ter mais pixels garante fotos melhores? Não necessariamente Por padrão a câmera do Note 9 Pro comprime quatro pixels em um como normalmente os celulares com câmeras de 48 MP fazem, então a diferença final fica apenas de 12 para 16 megapixels Você ganha um pouco mais de detalhes mas normalmente só vai reparar isso se ampliar as fotos Há o modo de 64 MP para tirar o máximo proveito do sensor As fotos ocuparão muito mais espaço na memória interna e muitos nem devem notar qualquer diferença na qualidade das fotos, então deixe no modo padrão para economizar espaço

O Note 9 Pro tem boa câmera, sendo muito melhor do que vimos no seu antecessor Há muitos detalhes nos cenários registrados, as cores estão próximas da realidade e o balanço dinâmico acertado evita ter que se preocupar em usar HDR A câmera grande-angular não registra fotos com a mesma qualidade da principal, porém, ajuda bastante quando precisar de maior ângulo para enquadrar tudo De dia ela registra boas fotos mas já sofre em locais mais escuros A macro tem foco automático e registra ótimas fotos de perto – é a mesma câmera do 9S e temos exatamente a mesma qualidade O mesmo podemos dizer da quarta câmera que serve apenas para desfoque de cenário e faz bem a sua função

Você deve estar se perguntando – e qual a vantagem da câmera do 9 Pro contra o 9S? Fotos noturnas Esse é o grande ponto fraco do modelo mais barato da Xiaomi, ainda mais quando o seu Modo Noturno não serve de nada Já no Note 9 Pro, não apenas enxerga melhor no escuro por ter um sensor maior como também tem um Modo Noturno que faz o que deveria, prolonga a exposição para termos fotos mais claras O problema é que ele também força a saturação deixando as fotos com cores mais artificiais Isso fica mais evidente em locais muito escuros

A câmera frontal tem a mesma qualidade para selfies do que no 9S É uma câmera decente, mas pelo preço que você pagará no Pro, deveria receber um sensor mais avançado, como tivemos na traseira Pelo menos ele não faz feio em selfies noturnas, como é comum na maioria dos intermediários O desfoque funciona bem e raramente apresenta falhas na separação de planos mas tem o mesmo problema de desativar o HDR e deixar o fundo estourado O Note 9 Pro grava vídeos em 4K com qualidade decente – se quer acaba com os tremidos terá que reduzir a resolução para Full HD

O foco é ágil, seja de dia ou à noite, e a captura de áudio é razoável É possível filmar com as lentes grande-angular e macro, porém a qualidade é inferior e sofrem bastante em locais mais escuros Como vimos, o Note 9 Pro é um celular bacana com preço exagerado Pagar R$ 4000 nele é pesado e até a versão importada encontrada no varejo nacional está com preço salgado

Ele chega a custar mais de R$ 1000 acima do 9S, e os dois são muito parecidos Se está em dúvida entre qual escolher vá no mais barato Quais alternativas da Samsung temos? O A71 entrega desempenho e câmeras similares, mas sua bateria dura menos O S10 Lite tem de melhor desempenho e câmeras, mas a bateria também tem autonomia inferior

Pelo menos demora menos para recarregar Vale a pena trocar o Redmi Note 8 Pro pelo 9 Pro? O desempenho não evoluiu tanto a maior vantagem fica para o conjunto melhor de câmeras e a bateria que dura mais e recarrega mais rápido O Redmi Note 9 Pro é uma versão levemente melhorada do 9S, mas cobra caro por isso Sua relação custo-benefício é complicada, especialmente aqui no Brasil onde você encontra vários celulares melhores e mais baratos Qual seria um valor justo para ele? O valor que a Xiaomi cobra no Note 9

Quando o preço do importado aparecer por menos de R$ 2000 no varejo nacional ele será uma boa alternativa aos rivais da Samsung, mas por enquanto, vale mais a pena escolher algum intermediário da coreana E é claro que te ajudamos a encontrar as melhores ofertas para o Note 9 Pro e todos os demais aparelhos citados nesta análise, é só clicar nos links aí abaixo Aproveita para comentar o que você achou do novo intermediário-premium da Xiaomi Eu encerro por aqui, um grande abraço e nos vemos na próxima

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MOTO G8: entre irmãos, mas PERDIDO NA FAMÍLIA | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/moto-g8-entre-irmaos-mas-perdido-na-familia-analise-review/ Wed, 01 Apr 2020 05:05:09 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1659 Depois de analisarmos as versões Play, Power e Plus, chegou a hora de conferir o principal modelo da linha Moto…

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Depois de analisarmos as versões Play, Power e Plus, chegou a hora de conferir o principal modelo da linha Moto G8, que parece não receber a mesma atenção da Motorola Alguns pontos evoluíram, comparado ao Moto G7, enquanto tivemos pequenos retrocessos

Vale a pena comprar este G8 ou é melhor partir para o G8 Power, que custa quase o mesmo? É isso que você descobre nesta análise completa do TudoCelularcom O design do G8 mudou bastante comparado ao seu antecessor na parte frontal agora temos um furo para a câmera no canto esquerdo da tela, diferente do entalhe em formato de gota de antes O nome da Motorola foi removido da borda inferior, mas o queixo está um pouco mais protuberante nesta geração Além da opção branca também há o G8 em azul

O mais curioso é que o G8 Power tem exatamente o mesmo design e tamanho de tela, mas a Motorola caprichou mais nele ao reduzir bem as bordas e entregar melhor aproveitamento frontal A traseira dos dois é bastante parecida, mas muito diferente do G7, que ainda vinha com câmera no estilo bueiro e tem apenas duas câmeras O leitor biométrico continua no logo da Motorola e faz bem o seu trabalho O G8 cresceu, ficou mais gordinho e pesado Parte da culpa está no aumento da tela e outra pare na bateria mais generosa

O acabamento não evoluiu e muitos podem considerar um retrocesso trocar o vidro na traseira do antecessor pelo plástico comum no novo Veja pelo lado positivo, o risco de quebrar reduziu e ainda temos uma capinha de silicone de brinde na caixa Entrada USB-C e P2 para fones de ouvido continuam presentes e agora temos conectividade Bluetooth 5 Só faltou a Motorola ter sido mais generosa com o Wi-Fi, que não tem suporte a redes de 5 GHz Outro ponto que retrocedeu no novo foi a tela – ela cresceu, mas perdeu pixels

A resolução caiu de Full HD+ para apenas HD+ O ruim é que você verá um pouco de serrilhado se olhar muito de perto, mas por outro lado, ajuda a entregar melhor desempenho em jogos e consumir menos bateria Brilho nunca foi o forte do painel IPS LCD adotado na linha Moto G e, infelizmente, esse é o caso do G8 Dentro de casa você não terá problema com brilho apenas mediano, mas ao sair ao sol vai sofrer um pouco para enxergar o conteúdo na tela A reprodução de cores é boa e o ângulo de visão suficiente para uma boa experiência

O Moto G7 veio com som mono e o mesmo foi mantido no novo É uma pena que a Motorola não tenha dado a mesma atenção como visto no G8 Power e Plus, que trazem som estéreo Nesse aqui o áudio distorce um pouco e não é muito potente Dá para quebrar o galho para ver vídeos ou jogar, mas para ouvir músicas é bom usar o fone que vem junto Ele é confortável e tem qualidade decente

Na parte de hardware não houve um salto grande de uma geração para outra O Snapdragon 632 foi trocado pela mais atual 665 Não espere por forte ganho em velocidade, já que esta plataforma mais recente da Qualcomm é otimizada para fazer a bateria durar mais e não para entregar mais poder O problema é quando o novo acaba tendo desempenho inferior ao antecessor, pelo menos no multi-tarefa Isso ficou claro em nosso teste padronizado de velocidade, onde o G8 foi 12s mais lento que o G7

Isso não quer dizer que o novo seja mais fraco, mas no dia-a-dia você não sentirá que tem um celular mais potente em mãos Já em benchmarks temos um salto grande entre as gerações no AnTuTu houve um aumento de mais de 60% na pontuação, e em jogos? Bem, a GPU do Snapdragon 665 não é da mais potente e sofre para lidar com os jogos atuais na resolução FHD O bom da Motorola ter reduzido a resolução da tela do G8 é que ele roda jogos com fluidez superior ao G8 Power Mas não espere por jogos mais pesados como PUBG rodando na qualidade HD O G8 vem com 1000 mAh a mais de bateria e com seu processador mais econômico e menor resolução de tela temos quase o dobro de autonomia do que antes

Realmente é um salto impressionante que coloca o G8 quase colado ao G8 Power, em duração de bateria Se você é do tipo que usa apenas redes sociais terá bateria para dois dias tranquilamente, e se é do tipo que não larga o celular um único minuto, vai ter carga para o dia inteiro sem se preocupar O que decepciona é o carregador de apenas 10-Watts, que faz o G8 levar quase duas horas e meia para chegar a 100% – é quase uma hora a mais do que você tinha que esperar com o G7 A Motorola já foi mais generosa com carregadores, como o Power Turbo de 27-Watts que vem com o G7+, o que faz com que ele seja o mais ágil no tempo de recarga até hoje com apenas 49 minutos para chegar aos 100% O software é praticamente o mesmo de sempre, com leves modificações por parte da Motorola

Mas, na essência, você recebe o Android 10 quase que puro Há o aplicativo Moto com os típicos gestos presentes em outros da linha, que facilitam ligar lanterna ou abrir rapidamente a câmera, a novidade nesta geração é que você pode escolher abrir a câmera traseira ou frontal O maior destaque fica para o Moto GameTime A novidade reconhece sempre que você abre um jogo e é capaz de desativar notificações, bloquear chamadas e até disponibilizar um painel com atalhos personalizados Isso não faz do G8 um celular gamer, e também não chega a ser algo inédito

Outras fabricantes oferecem controles similares A Motorola removeu o sensor de profundidade do G7 e colocou no lugar a câmera com lente grande-angular e uma macro, e vamos concordar, este é um conjunto mais útil Fechando o pacote ainda temos um laser para ajudar no foco automático Com exceção da teleobjetiva no G8 Power, demais câmeras são iguais entre os dois aparelhos Mas curiosamente a qualidade fotográfica é inferior no G8

A principal registra boas fotos em condições favoráveis, ou seja, em locais abertos e em dias ensolarados Basta entrar em casa para notar que as fotos saem granuladas O pós-processamento não consegue controlar os ruídos para deixar as imagens mais limpas Para minimizar o problema, tente sempre tirar fotos próximo a uma fonte de luz O problema fica ainda mais crítico com a ultra-wide e a câmera macro também apresenta bastante ruídos

Porém, ao usar estas câmeras fora de casa você terá boas fotos A lente mais aberta capta imagens mais escuras e satura um pouco mais as cores, mas quebra o galho quando não é possível enquadrar tudo com a principal A macro permite chegar bem de perto de pequenos detalhes, mas a baixa resolução do sensor não ajuda Já vimos câmeras melhores no segmento de intermediários E será complicado fotografar à noite com o Moto G8

A qualidade das fotos cai drasticamente O nível de ruídos aumenta e todos os detalhes são perdidos As fotos ficam ainda piores com a ultra-wide e sua saturação exagerada Pelo menos a macro não sofre tanto em ambientes mais escuros É uma pena que a Motorola não tenha incluído o Modo Noturno como aquele presente no G8 Plus

A frontal registra selfies satisfatórias, não espere por fotos com alto nível de detalhes Por ter sensor inferior ao do G8 Power, as selfies tiradas com o G8 sofrem um pouco com nitidez, especialmente quando a luz está mais amena À noite há bastante ruídos mas você pode usar o flash da tela para minimizar o problema Já o efeito retrato funciona bem dentro do esperado A filmadora continua gravando em 4K a 30 FPS como antes

A qualidade é boa para o segmento, mas se quiser se livrar dos tremidos terá que se contentar em filmar em Full HD O foco é bastante ágil e o laser realmente ajuda A frontal continua filmando em Full HD com a mesma qualidade de antes A captura de áudio é melhor que de alguns modelos da linha One O Moto G8 não chega a ser um celular ruim, ainda mais se você comparar com rivais de outras marcas nas mesma faixa de preço O Galaxy A30s tem desempenho similar com bateria que dura menos, no entanto, o intermediário da Samsung tem melhor tela e câmeras superiores

Se você olhar para os modelos importados encontrará o Redmi Note 8 por preço similar Ele é consideravelmente mais lento e sua bateria rende menos, porém, tem câmeras melhores O que é mais importante para você? Porém a briga mais interessante fica dentro de casa, com o Moto G8 Power custando um pouco a mais o G8 meio que não faz sentido Ele é até mais rápido por ter a tela com resolução inferior, mas a variante Power é melhor no geral Podemos dizer que o G8 é o celular mais decepcionante da nova geração da Motorola

Ele não é barato como o Play, não é bom como o Power e não é completo como o Plus É um produto meio sem sentido, ainda mais quando a diferença de preço é pequena entre cada um O Moto G8 chegou por salgados R$ 1400 e, sem dúvidas, não vale isso tudo Atualmente ele já aparece em ofertas por menos de R$ 1000 e, ainda assim, seu custo-benefício é complicado Se você gostou do aparelho espere o valor cair mais ou invista um pouco mais e vá no Power ou no Plus

E é claro que te ajudamos a encontrar as melhores ofertas, basta clicar nos links aí da descrição Aproveita para comentar aí abaixo: qual modelo da linha G8 você acha mais vantajoso? Eu vou encerrando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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MOTO G8 POWER: melhor em CÂMERA e MULTIMÍDIA, mas E A BATERIA? | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/moto-g8-power-melhor-em-camera-e-multimidia-mas-e-a-bateria-analise-review/ Mon, 30 Mar 2020 19:15:10 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1656 O Moto G7 Power foi o modelo mais balanceado da geração passada da Motorola Ele entrega bom desempenho, câmera decente,…

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O Moto G7 Power foi o modelo mais balanceado da geração passada da Motorola Ele entrega bom desempenho, câmera decente, tem TV digital, e ainda é o rei da bateria com a melhor autonomia entre todos os celulares que passaram pelo TudoCelular

com Agora temos o G8 Power com a promessa de ser superior Será que a Motorola fez um bom sucessor? É isso que você descobre nesta análise completa O design do G8 Power é muito parecido com o do G8 Play, Plus e até o One Macro A Motorola vem adotando o padrão de câmeras em formato de exclamação invertida em todos os seus intermediários

Enquanto os que citamos ainda possuem entalhe em formato de gota, este já está mais atualizado e vem com o furo na tela, mas não é o furo enorme visto em alguns da linha Motorola One Além desta opção em azul você também encontra a novidade na cor preta O acabamento é feito em plástico brilhante, assim como os demais da linha, que além de acumular marcas de dedo risca com facilidade Há uma capinha de silicone que vem na embalagem e ajuda a proteger o G8 Power No logo na traseira há o leitor de digitais que funciona muito bem, sendo mais ágil que intermediários com biometria na tela Há entrada padrão para fone de ouvido, conexão USB-C, a gaveta híbrida para chip e MicroSD, a parte decepcionante fica para a falta de Wi-Fi de 5 GHz, mas o Bluetooth, pelo menos, é 5

0 A tela aumentou, assim como a resolução, saltando para 6,4" Full HD+ O painel continua o mesmo IPS LCD de antes com brilho mediano Se você gosta de levar o celular para a praia pode sofrer um pouco para enxergar a tela em dias muito ensolarados A reprodução de cores é boa, apesar do contraste não ser muito alto A imagem não exagera na saturação por padrão, mas para quem prefere cores vivas pode conferir isso nas configurações

A parte sonora é que trouxe maior avanço agora temos dois alto-falantes e som estéreo, diferente do mono da geração passada A Motorola implementou a tecnologia Dolby em um novo aplicativo chamado Moto Áudio O som é potente, bem balanceado, e não sofre com distorção no máximo É muito raro encontrar um intermediário com som estéreo, e temos que parabenizar a Motorola por dar a atenção à parte sonora de seus celulares

O fone de ouvido é o mesmo de antes, tem boa qualidade e é confortável, mas vale a pena investir em um fone melhor para ouvir músicas com o G8 Power O Snapdragon 632 evoluiu para o Snapdragon 665, sendo o hardware da Qualcomm mais comum atualmente em intermediários básicos Inclusive, é a mesma plataforma presente no Moto G8 e G8 Plus, assim como a quantidade de RAM e armazenamento é idêntica entre os modelos Você deve estar esperando um salto considerável em desempenho, mas isso não aconteceu Em nosso teste de velocidade em multi-tarefas o G8 Power foi um minuto mais lento que seu antecessor, está bem clara a falta de otimização do sistema, que demora para reconhecer os comandos na tela

A Motorola implementou um recurso chamado Desempenho Adaptável, que usa inteligência artificial para estudar seus hábitos e pré-carregar na memória os aplicativos mais usados Essa tecnologia existe em celulares de outras marcas, como flagships da Samsung, e realmente faz diferença O resultado em nosso teste de velocidade caiu 39 segundos, mas ainda ficando 20 segundo acima do G7 Power É, a Motorola ainda precisa melhorar o software do G8 Power, ainda mais quando em benchmarks temos uma diferença de quase 50% na pontuação, como acontece no AnTuTu Não espere muito de jogos no G8 Power

No PUBG não foi possível subir a resolução para HD e no Asphalt 9 tivemos um pouco de lag O G7 Power é melhor para jogos, mas pelo fato de ter tela com resolução inferior, que pesa menos para a GPU Se você está assistindo esse review é porque está provavelmente interessado em uma coisa: o G8 Power é tão bom de bateria quanto o seu antecessor? A resposta, infelizmente, é não A bateria é a mesma de antes e o hardware é mais econômico, mas a tela cresceu e a resolução dobrou e, com isso, houve um acréscimo no consumo energético O novo rende em média 3 horas a menos mas, ainda assim é suficiente para o dia inteiro de uso e sobrará carga para o dia seguinte

Isso coloca o G8 Power entre os melhores de bateria que testamos no último ano, e será suficiente para qualquer tipo de usuário Só esperávamos um carregador mais potente na embalagem O que vem demora duas horas e meia para recarregar totalmente a bateria O carregamento acelerado não é lá essas coisas e recupera apenas 15% em 15 minutos na tomada e metade da bateria com uma hora de carga Quando se trata da linha Moto G não há muito o que falar sobre o software

Temos os mesmos recursos de sempre A interface é bastante limpa, bem próximo ao Android puro e traz o aplicativo Moto com alguns gestos que você já deve conhecer, como o de girar o pulso para abrir a câmera ou sacudir o celular para ligar a lanterna A novidade fica basicamente para o Moto Áudio citado anteriormente Há um atalho para ativar o recurso direto na tela de notificações Por padrão ele vem no Modo Inteligente, que identifica o tipo de áudio e faz os ajustes corretos na equalização

Você pode mudar o perfil manualmente para músicas, filmes, jogos ou criar o seu próprio De resto, não há muitos aplicativos desnecessários além do padrão do Google, mas esperávamos mais atenção da Motorola com relação à segurança do sistema Esta análise está sendo publicada no mês de março com o G8 Power ainda no pacote de segurança do Android referente ao mês de dezembro passado As fabricantes estão obcecadas por câmeras – o G7 Power tem apenas uma na traseira, e seu sucessor ganhou não apenas uma a mais, mas logo três Parece que ter quatro câmeras se tornou algo obrigatório

Além da principal você leva uma grande-angular, uma macro e uma teleobjetiva com zoom ótico O aumento de resolução ajuda o G8 Power a registrar fotos com mais detalhes do que antes Fotografar de dia será uma experiência satisfatória, com cores bem representadas e próximas da realidade HDR acertado e boa nitidez A grande-angular tem qualidade inferior, satura um pouco mais as fotos

Também é possível notar um pouco de distorção nos cantos, mas vale a pena usá-la quando não for possível enquadrar tudo com a principal A macro tem resolução muito baixa mas, ainda assim, é suficiente para registrar detalhes da natureza e publicar no Instagram Já a teleobjetiva é a mais fraca do conjuto e apresenta grande queda de qualidade ao usar o zoom Tente não passar de duas vezes ou terá fotos muito ruins Não espere boas fotos à noite, e isso nem chega a ser o ponto fraco do G8, já que a grande maioria dos intermediários também peca nisso

A grande-angular registra fotos ainda mais escuras e a teleobjetiva abusa de ruídos E se espera pelo modo noturno, esqueça A Motorola deixou propositalmente de fora para não matar o G8 Plus A frontal registra selfies com pele bastante suavizada, recomendamos desativar o efeito de embelezamento para ter fotos menos artificiais Em locais mais escuros perde-se os detalhes da pele, especialmente quando o flash da tela é usado à noite

Já o Modo Retrato funciona bem com a frontal e traseira, sem apresentar muitas falhas na separação de planos A filmadora grava em 4K a 30 fps com boa qualidade, mas se quiser reduzir os tremidos terá que filmar em Full HD A grande-angular em qualidade inferior também em vídeos, mas possui estabilização eletrônica A captura de áudio está melhor que de outros lançamentos recentes da Motorola que testamos E aí fica a dúvida, troco o meu G7 Power pelo G8 Power? Sinceramente, não vale a pena

Tela não tele evolução além de resolução, desempenho e a bateria pioraram Agora você tem som estéreo e conjunto mais competente de câmeras, mas pagará caro por isso É melhor esperar alguns meses para o preço cair para perto de R$ 1000 A alternativa da Samsung com bateria melhor que a do G8 Power é o M30, ele é muito mais rápido e tem câmeras boas também Você terá que abrir mão da teleobjetiva e macro, mas em troco, terá tela AMOLED e Wi-Fi de 5 GHz

Se não está disposto a pagar mais do que R$ 1000 no G8 Power, a melhor alternativa seria o K50s da LG, que tem mesmo desempenho e bateria dura só um pouco menos Ele também não tem câmera macro ou teleobjetiva, mas tira boas fotos cobrando quase metade E se sua dúvida está entre o G8 Play ou G8 Power, a escolha fica fácil o mais barato é apenas melhor no tempo da recarga, enquanto o mais caro é superior no resto Mas a diferença de preço é grande, então, recomendamos esperar um pouco Há um ano que o G7 Power é o nosso rei de bateria e esperávamos que o G8 Power tomasse o seu trono, o que não aconteceu

Isso não quer dizer que ele seja um lançamento desnecessário, já que a Motorola melhorou dois pontos que precisava: som e câmeras O que realmente decepciona é o desempenho abaixo da média Ele chegou ao mercado custando R$ 1600 e não vale tudo isso Quando o seu preço estiver por volta de R$ 1000, aí será uma boa compra E quem sabe até lá a Motorola melhora o desempenho e a atualização de software, mas, diante do histórico de falta de suporte da empresa, é melhor não criar expectativas

De qualquer forma, nos links da descrição você confere as melhores ofertas para o G8 Power e todos os demais celulares citados nesta análise Aproveita para comentar aí abaixo: você acha que vale a pena sair do G7 Power para o novo modelo? Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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GALAXY S20: mais "BARATO", mas não PIOR | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/galaxy-s20-mais-barato-mas-nao-pior-analise-review/ Fri, 20 Mar 2020 19:15:11 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1628 O Galaxy S20 é o mais básico dos novos flagships da Samsung e dessa vez não teremos um S20e O…

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O Galaxy S20 é o mais básico dos novos flagships da Samsung e dessa vez não teremos um S20e O S10e era meio que um modelo "capado", para custar menos, enquanto aqueles que buscam a experiência completa tinham que investir nos mais caros

Isso muda com o S20 que é basicamente uma versão menor do S20 Plus Será que os dois entregam a mesma experiência e a única diferença está no tamanho? É isto que você descobrirá nesta análise do TudoCelularcom O S10e atraiu um grande público por dois motivos: é um celular compacto no meio de tantos aparelhos grandalhões e sua tela não é curva nas bordas, algo muito raro em lançamentos recentes da Samsung O S20 meio que segue essa linha e tem curvatura mais sutil nas bordas

O design é similar aos demais da família, mas sendo bem mais compacto e leve Diferente do ano passado, desta vez você não leva um aparelho mais limitado As mesmas tecnologias estão presentes no mais barato da linha O acabamento é o mesmo, de metal nas laterais e vidro na traseira com proteção Gorilla Glass 6 Até as opções de cores são as mesmas da variante Plus e nada daquele amarelo canário que deixava o S10e o mais exótico da família

A impressão que temos é que o público-alvo mudou, abandonando os jovens que curtem cores mais exóticas Como você já deve saber, a Samsung realmente deu fim à entrada P2 para fones de ouvido, pelo menos em seus flagships O leitor biométrico fica sob a tela, diferente do S10e, que vinha na lateral do aparelho Ele faz o seu devido papel, mas poderia ser mais rápido Por falar em tela, só temos boas notícias para dar: a primeira é que a qualidade é exatamente a mesma dos modelos mais caros, seja em nível de brilho, ângulo de visão ou reprodução de cores

A segunda é que a Samsung vem aprimorando o seu painel AMOLED a cada geração, e a do S20 compete pelo título de melhor tela do ano Claro que o grande destaque fica para a taxa de atualização de 120 Hz Ela não vem ativada por padrão e só pode ser escolhida se você reduzir a resolução para Full HD+ É uma medida para evitar o gasto extensivo de bateria Usar a velocidade maior garante melhor fluidez com a One UI, mas esteja preparado para recarregar o celular mais vezes

A parte sonora também evoluiu; tanto o S10e quanto o S10 entregam ótima qualidade sonora mas o S20 vai um pouco além Há dois alto-falantes para oferecer som estéreo potente e que não deve em nada para a variante Plus E não apenas isso, achamos o áudio até mais equilibrado do que o do S20 Ultra que exagera nos graves e carece de agudos O fone de ouvido é o mesmo da AKG da geração passada, só muda a conexão que agora é USB-C A qualidade sonora não evoluiu, mas ainda é boa para um acessório que acompanha o celular

Há ponteiras de três tamanhos para bom conforto, mas se você quer explorar toda a potência sonora que o S20 consegue entregar, valerá a pena investir em um fone melhor Equipando o S20 nacional temos o Exynos 990 da própria Samsung, a cada geração sempre há a polêmica: qual é melhor, o hardware da coreana ou o da Qualcomm? Se você prefere o Snapdragon 865 terá que importar a versão 5G do S20 Aqui vai a primeira má notícia sobre o Exynos 990: seu desempenho é um pouco decepcionante Em nosso teste padrão de velocidade, em multi-tarefas ele foi apenas 1 segundo mais rápido que o Galaxy S10, ficando muito atrás do rival da Apple Em benchmarks temos o mesmo nível de desempenho quando comparamos o S20 contra o iPhone 11, além de atropelar seus irmãos coreanos de geração passada

Fica claro que dá para melhorar o desempenho real, só resta a Samsung trabalhar um pouco mais na otimização E assim como o S20 Plus que testamos anteriormente, a tela de 120 Hz do S20 não faz bom uso dos jogos Em vários títulos que testamos que rodam em outros celulares a 120 FPS aqui no da Samsung ficamos limitados a apenas 60 Apenas dois jogos testados tiraram proveito da nova tela Tudo indica que seja um bug da One UI, já que os 120 Hz às vezes são ativados apenas se você alterar a velocidade da tela quando o jogo já estiver rodando ou fizer a troca mais de uma vez para forçar a ativação Já em bateria temos uma boa notícia: a autonomia superou a do S20 Plus, mesmo com bateria menor

Ter meia polegada a menos de tela ajuda, mas sentimos que o modelo maior peca um pouco mais na otimização Com a tela em modo 60 Hz você terá autonomia para o dia todo sem se preocupar, mas caso faça questão de usar no modo 120 Hz para maior fluidez pode esperar uma queda considerável na autonomia, mas ainda assim, rende mais que o Galaxy S10 e S10e O bom é que o Galaxy S20 vem acompanhado de carregador de 25-Watts, o mesmo presente na embalagem de outros lançamentos recentes da Samsung E você precisa esperar pouco mais de uma hora para ter a bateria completamente cheia e que recupera metade dela em menos de meia hora Talvez usar o S20 em modo 120 Hz não seja tão preocupante, já que ele recarrega rápido

O S20 sai da caixa com Android 10 e One UI 21, Samsung também vai lançar essa versão para modelos mais antigos, incluindo o S10 e S10e Assim você terá exatamente os mesmos recursos deste aqui caso já possua o modelo anterior atualizado Uma mudança que alguns podem estranhar no início é que o botão dedicado para a Bixby foi removido Agora é preciso pressionar por alguns segundos o botão de energia para invocar a assistente virtual

O ruim é que isso mata a função de desligar o aparelho Você pode remapear o botão para colocar o menu de energia no lugar da Bixby e evitar de ficar com o celular parado por muito tempo por conta de um possível travamento No mais, há suporte para DeX, que transforma o celular em um pequeno computador, há Tela Edge com seus atalhos e recursos fáceis de acessar, o modo escuro, e alguns extras já conhecidos dos usuários Samsung também estão presentes aqui O S20 possui as mesmas câmeras da variante Plus, a única diferença fica para o sensor ToF presente no modelo maior E como esperado, a qualidade das fotos é idêntica em ambos

Se estava pensando em investir no mais caro por conta das câmeras, pode esquecer A principal do S20 traz os mesmos 12 MP do S10, mas agora com sensor muito mais capaz de registrar mais detalhes Não espere um salto grande de uma geração para a outra, ainda vai levar um tempo para a Samsung "domar" bem esse novo sensor Até pouco tempo o Galaxy S10 Plus era o nosso rei em câmeras, pelo menos em fotos E o S20, consegue ser ainda melhor? Sim e Não

No gera, a câmera do S20 consegue registrar mais detalhes, saturar menos as cores e entregar resultados melhores O problema está no modo como o seu HDR funciona Ele tenta tanto evitar o estouro em pontos com forte luz que acaba destruindo todas as sombras Tiramos algumas fotos ao entardecer com o S20, S20 Plus e Note 10 Plus O modelo mais antigo da Samsung se saiu melhor em todas porque o seu HDR funciona como deveria

A iluminação ficou bem equilibrada e ainda podemos ver os detalhes dos cabelos da modelo e da madeira do balanço A ultra-wide evoluiu comparado ao que temos no S10, e apresenta maior qualidade e menos distorção da lente Ainda não entrega a mesma qualidade da principal, mas a diferença está menor nessa geração O problema é que o HDR também falha com esta câmera e temos fotos mais escuras que no Note 10 Um dos grandes destaques do S20 está no seu zoom de longo alcance

Pode não ser tão avançado quanto o zoom de 100x do S20 Ultra, mas vai mais longe que o de 10x da geração anterior A câmera responsável pelo zoom possui 64 MP, muito além dos 12 MP de antes O resultado é que a perda de qualidade é menor entregando imagens mais limpas com o zoom de 10x comparado à geração anterior e também aos concorrentes, como o iPhone 11 Pro Max Já o zoom máximo de 30x não tem boa qualidade É aqui que vemos que mesmo com resolução alta do sensor a queda nas texturas é grande

E a ausência da câmera ToF na traseira, faz falta? Para a maioria não fará o S20 Plus até falha menos no desfoque do fundo, mas você só perceberá isso ao sair ampliando as fotos O Modo Retrato funciona bem também com a frontal e não fica devendo para a concorrência O S20 registra ótimas fotos à noite, seja com a traseira ou frontal, há menos ruídos que o iPhone e imagens mais claras que o Note 10 sem precisar apelar para o Modo Noturno Já quando este está ativo temos o mesmo bom resultado da geração anterior

Mas por causa do sensor mais avançado há menos ruídos nas fotos Assim como os demais da família este também grava em 8K, e assim como nos mais caros, a fluidez também é limitada Vale mais a pena filmar em 4K a 60 fps Os vídeos gravados com o S20 apresentam ótima qualidade – poucos tremidos e foco ágil A frontal peca um pouco à noite com excesso de ruídos, mas a qualidade do áudio está acima da concorrência

Vale a pena economiza ou é melhor investir no S20 Plus? Os dois entregam a mesma experiência, com este sendo um pouco mais lento mas com bateria de maior duração As câmeras são iguais e a falta do sensor ToF não importará para a maioria, então vá no mais barato Comparado ao Note 10 temos uma diferença de mais de R$ 1000 e o S20 apresentou desempenho inferior em multi-tarefas, mesmo tendo hardware mais atual Ao pagar essa diferença você terá tela e desempenho para jogos um pouco melhores, além da bateria que dura mais A câmera evoluiu mas o HDR do S20 é menos eficiente que o do Note 10

Vale pular de um para o outro? Caso você tenha um S10 e esteja pensando em mudar para o novo, não espere um salto considerável em desempenho, mas no conjunto geral terá um bom aparelho A maior vantagem ficará para quem é gamer e busca jogos acima de 60 fps Se estiver em dúvida entre o S20 e o iPhone 11, o modelo da maçã é mais rápido, mas a bateria dura um pouco menos O da Samsung tem melhores câmeras no geral, especialmente por não deixar as fotos amareladas Porém, a diferença de preço é grande e o iPhone 11 tende a desvalorizar menos

Teremos que repetir o mesmo que dissemos em nossa análise do S20 Plus O S20 não traz um salto considerável comparado ao seu antecessor Ele tem desempenho em multi-tarefas similar, sendo um pouco melhor para jogos e com bateria que dura mais Registra fotos um pouco melhores e também trouxe um sutil avanço para a tela e som No geral, ele é um bom celular que carece de um software otimizado

Seu preço de lançamento é bastante salgado, mas aparelhos Samsung costumam despencar de valor nos meses seguintes ao lançamento, o que acaba tornando o seu custo-benefício menos problemático Vale a pena esperar ou é melhor comprar outro celular agora? Achamos que o S20 é um ótimo aparelho para quem não curte celular "tijolão", mas é preciso procurar uma boa oferta e cobrar da Samsung uma atualização para melhorar o multi-tarefas e o HDR da câmera Por isso, recomendamos acompanhar o site TudoCelularcom para não perder as ofertas do S20, e saber a melhor hora de comprar Basta clicar nos links aí da descrição

Aproveita para comentar aí abaixo: você acha que o tamanho do S20 é o ideal prefere algo menor ou maior como o S20 Ultra? Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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GALAXY A71 vs MI NOTE 10: CÂMERA BOA os dois têm, mas qual VALE MAIS A PENA? | Comparativo http://www.amdworld.co.uk/galaxy-a71-vs-mi-note-10-camera-boa-os-dois-tem-mas-qual-vale-mais-a-pena-comparativo/ Wed, 18 Mar 2020 19:15:08 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1622 O Galaxy A71 é o intermediário-premium mais recente da Samsung a chegar ao Brasil Seu hardware foi atualizado, assim como…

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O Galaxy A71 é o intermediário-premium mais recente da Samsung a chegar ao Brasil Seu hardware foi atualizado, assim como o design, que evoluiu e agora traz um furo na tela como temos nos nos flagships da coreana

Será que a novidade é uma boa alternativa ao Mi Note 10 ou o intermediário com câmera top da Xiaomi é mais jogo? É isso que você descobre nessa análise do TudoCelularcom Quando se fala em smartphone premium você já imagina um aparelho com corpo de metal, certo? Pelo menos, a Xiaomi pensa assim A Samsung, por outro lado, decidiu economizar e manteve o mesmo plástico do A70 seja nas laterais ou na traseira Já o Mi Note 10 tem acabamento traseiro de vidro

A Samsung também economizou no Gorilla Glass do A71, sendo ainda de terceira geração, enquanto a Xiaomi foi mais generosa e investiu em Gorilla Glass 5 para a tela e traseira Mas se você espera por resistência à água ou carregamento sem fio nenhum dos dois traz esses extras Quer o mais compacto? Então é o da Xiaomi que deve escolher, porém, ele é mais pesado e gordinho devido ao acabamento mais caprichado e a bateria generosa Os dois apresentam bordas finas, com entalhe tradicional no modelo chinês e furo na tela no coreano O que você prefere? Se você ainda usa fone de ouvido com fio pode ficar tranquilo que os dois trazem entrada P2 na parte inferior, que fica ao lado da porta USB-C

Outro ponto em comum está no leitor biométrico sob a tela A tecnologia funciona bem nos dois, mas é um pouco mais lerda que um leitor de digitais convencional E o Mi Note 10 é o primeiro a levar ponto em nosso comparativo É fã de tela AMOLED com preto perfeito e cores vibrantes? Então vai curtir os dois As telas do A71 e Mi Note 10 são bastante parecidas, especialmente por causa da resolução Full HD+

O nível máximo de brilho também é similar, porém, ele é um pouco mais uniforme no celular da Samsung Em termos de reprodução de cores os dois apresentam cores bastante vívidas Se você é do tipo que prefere algo menos artificial e mais próximo da realidade, vai precisar mudar para o perfil padrão no Xiaomi ou o natural no Samsung No caso do Galaxy, ele chega mais perto do considerado ideal e o branco não tende para o azul como no rival chinês Porém, o Mi Note 10 tem vantagem de ter suporte HDR10 para vídeos no YouTube e Netflix

A parte sonora empolga menos É impressionante como as fabricantes ainda pecam na falta de som estéreo em celulares caros Há apenas um alto-falante na parte inferior de cada modelo O A71 tem volume um pouco mais alto, mas abre mão dos graves para entregar agudos mais estridentes Já o Mi Note 10 tem som mais balanceado

Apenas o Galaxy vem acompanhado de fones de ouvido e a qualidade do acessório é decente Se você é do tipo audiófilo que tem um fone de ouvido caro para ouvir detalhadamente cada instrumento musical, vai preferir o da Xiaomi por ter som mais limpo com menos distorção que o da Samsung Damos um empate em tela e um ponto a mais para o Mi Note 10 pelo som superior Agora temos aquela velha disputa entre a One UI e a MIUI, as duas interfaces Android mais modificadas que conhecemos Tanto Samsung quanto Xiaomi apostam em diferenciais únicos

No caso do Mi Note 10 você pode usar o infravermelho na parte superior do aparelho como controle remoto O aplicativo já vem pre-instalado e funciona com diversos equipamentos eletrônicos de várias marcas Aparte irônica é que ele também vem com aplicativo de rádio FM, mas precisa de fone de ouvido para funcionar como antena, e o acessório não acompanha o produto O A71 também tem rádio e não sofre desse problema O da Samsung tem o Tela Edge, que permite criar atalhos para aplicativos, executar ações, acessar ferramentas, entre outros

Ao apenas deslizar da borda E sua interface também ajuda a usar o celular com apenas uma mão, o que é bom em um aparelho com tela grande Porém, a maior vantagem que vemos é que a One UI responde melhor que a MIUI, ajudando a ter um multi-tarefas mais ágil O Galaxy leva pequena vantagem na parte de software e ganha um ponto O hardware dos dois é parecido, no Galaxy temos o Snapdragon 730 e no Mi Note 10 o 730G

A diferença é que o da Xiaomi vem com versão otimizada para jogos, mas o processador é o mesmo em ambos Isso deveria indicar desempenho similar, certo? Não é bem isso que acontece Não adianta ter hardware forte e o software não estar bem otimizado A MIUI vem pecando bastante e em nosso teste de velocidade fez o Note 10 comer poeira para o A71, com uma diferença de 40 segundos Do que adianta ter muita RAM e não segurar os aplicativos abertos em segundo plano? Em benchmarks a situação se inverte devido à GPU com velocidade superior no Snapdragon 730G

Isso garantiu alguns pontos a mais ao Xiaomi, com uma diferença de mais de 10% na pontuação do AnTuTu O Mi Note 10 deveria entregar uma melhor experiência com jogos, mas a falta de otimização da MIUI também compromete um pouco aqui e temos quedas mais constantes no FPS do que no Galaxy Além disso, o da Xiaomi esquenta um pouco mais ao jogar por várias horas O Galaxy leva a melhor por ser mais rápido e melhor para jogos A Xiaomi foi mais generosa na bateria do Mi Note 10, o que acabou deixando o aparelho mais gordinho e pesado

Mas em troca você leva mais de 5000 mAh Essa quantidade é suficiente para alimentar o celular e fazer sobrar um pouco de carga para o dia seguinte O A71 também dá conta de entregar autonomia para o dia inteiro, mas rende quatro horas a menos em uso moderado A Xiaomi também foi mais generosa com o carregador fornecido com o Mi Note 10, que entrega 30-Watts de potência, sendo mais que os 25-Watts do acessório da Samsung E mesmo com bateria maior para recarregar, o modelo chinês passa quase 20 minutos a menos na tomada

Por ter maior autonomia e ainda recarregar mais rápido, a Xiaomi ganha mais dois pontos A guerra por câmeras com resoluções cada vez mais altas não para a Samsung investiu em sensor de 64 MP para o A71 e a Xiaomi foi além com o sensor de 108 MP para o Mi Note 10 No papel, o modelo chinês parece ser superior, mas não deixa os números enganarem Por registrar mais pixels, a câmera do Xiaomi realmente consegue capturar mais detalhes dos cenários especialmente o que estiver distante A diferença, na prática, é pequena entre os dois

E você só notará se sair ampliando as fotos O destaque fica para as duas câmeras do tipo teleobjetiva do Xiaomi o que permite aproximar o que está longe com qualidade superior Os dois possuem câmera macro, e mais uma vez, o Note 10 é melhor por ter uma distância focal de apenas 2 cm Já no Galaxy você tem que ficar a uma média de 5cm do objeto para não perder o foco O Mi Note 10 também é melhor em cenários mais escuros, registrando menos ruídos, além de ter um modo retrato mais eficiente

O Mi Note 10 leva a melhor em câmera Na parte frontal temos apenas uma câmera de 32 MP em ambos, porém na Xiaomi a abertura focal é um pouco maior, o que ajuda a ter selfies melhores à noite Esperávamos mais de ambos, mas quando há boa luz os dois oferecem boas fotos o Modo Retrato faz boa separação entre os planos, com pequena vantagem no modelo chinês É possível escolher o ponto de foco e a intensidade do efeito mesmo após salvar a imagem

A vantagem do Galaxy fica para o melhor proveito do HDR nas selfies, evitando mais o problema de superexposição com fundo estourado Aqui damos empate Qual é melhor para gravar vídeos? Os dois gravam em 4K a no máximo 30 fps A vantagem do Galaxy está em também poder fazer isso com a frontal, enquanto do da Xiaomi fica limitado à resolução Full HD A qualidade da filmagem é um pouco melhor no modelo chinês, e a estabilização é igualmente eficiente em ambos

Você pode usar até zoom de cinco vezes no Mi Note 10, mas a qualidade é muito inferior ao que temos nas fotos A captura de áudio é boa em ambos Damos então um empate para a filmadora Se para você o que importa é o mais barato, então vá de Galaxy A71 Os dois tem preço salgado, mas o da Samsung está custando menos atualmente e ainda tem garantia nacional

Caso você queira o oficial da Xiaomi aqui no Brasil terá que pagar muito mais por ele, o que compromete o seu custo-benefício E não podemos esquecer que os celulares da Samsung apresentam queda de preço mais agressiva que os da Xiaomi o que fará com que a diferença de preço entre os dois esteja ainda maior nos próximos meses Damos ponto ao A71 por ser mais acessível Se você não se importa com celular importado, então a melhor compra será o Mi Note 10, por ser mais compacto e ter melhor qualidade de construção, entregar tela tão boa quanto o Galaxy, e com som melhor; ter bateria maior e que passa menos tempo na tomada, além de entregar câmera mais completa Porém, se a diferença de preço estiver grande entre os dois, vale a pena considerar o da Samsung que é mais rápido e melhor para jogos, também tem boas câmeras, sua bateria rende bem e o software está melhor otimizado que o da Xiaomi

É uma escolha difícil entre os dois mas, no geral, o Mi Note 10 tende a agradar mais pessoas E para comprar qualquer um dos dois com um precinho especial basta acessar os links que estão aí na descrição Aproveita para comentar aí abaixo se você prefere o modelo da Samsung ou da Xiaomi E os motivos Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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MOTO G8 PLAY: PRESSA É INIMIGA DA PERFEIÇÃO, mas a Motorola exagerou | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/moto-g8-play-pressa-e-inimiga-da-perfeicao-mas-a-motorola-exagerou-analise-review/ Sun, 01 Dec 2019 05:05:08 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1348 O Moto G7 é um celular básico que não se destacou no segmento de entrada e após sete meses já…

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O Moto G7 é um celular básico que não se destacou no segmento de entrada e após sete meses já ganhou um sucessor, o G8 Play A novidade fica por conta de um aparelho com design mais atual incluindo conjunto triplo de câmera

Será que dessa vez o mais básico da linha G se destaca no segmento ou será novamente esquecido diante de opções melhores? É isso que você confere nesta análise completa do tudocelularcom De frente o G8 Play lembra o One Macro, enquanto a traseira traz o mesmo conjunto de câmeras alinhadas verticalmente no canto superior esquerdo como visto no G8 Plus Comparado ao G7 Play o o novo traz mais tela e menos borda em corpo feito inteiramente de plástico A Motorola apostou em duas opções de cores, sendo a preto ônix e essa em vermelho magenta, que vai do vermelho ao rosa em estilo degradê

O aparelho cresceu e está mais pesado –parece que as fabricantes esqueceram dos consumidores que preferem celulares mais compactos até mesmo os de entrada já estão ultrapassando a barreira das seis polegadas de tela, isso faz com que o G8 play seja mais desconfortável de usar com apenas uma mão e o plástico liso não ajuda na pegada Ele é um aparelho que fica entre o segmento básico e intermediário e com isso peca por deixar de lado tecnologias mais recentes com o Bluetooth 5 e até mesmo Wi-Fi de 5 Ghz Pelo menos a entrada comum para fone de ouvido continua e também a conexão com rádio FM A antiga porta micro USB deu lugar a uma USB-C e o leitor de digitais continua na logo na traseira e faz bem o seu trabalho A tela cresceu porém a resolução continua a mesma HD+ de antes – isso reduziu a densidade de pixels fazendo as imagens exibidas terem nitidez inferior; a tela do G7 Play pecava pelo brilho baixo e, pelo menos, isso foi melhorado no novo

A qualidade geral e decente mas já vimos telas melhores nesse segmento O alto-falante continua com o som mono e a potência sonora é decente, porém, distorce fácil quando o volume é forçado ao máximo O fone que vem junto é o mesmo da variante plus ele tem boa qualidade, é confortável e entrega bom som Na caixa também vem algumas ponteiras de tamanhos diferentes para todo tipo de ouvido O hardware mudou: saiu o Snapdragon 632 entrou o Helio P70M da MediaTek

Na teoria, ele é mais potente tanto no processador quanto no chip gráfico – na prática ele acabou sendo comprometido pela pouca quantidade de memória; a Motorola precisa entender que ter apenas 2 GB de RAM não é mais suficiente para entregar uma boa experiência com o Android, ainda mais em um celular que chegou ao mercado custando mais de mil reais, A pouca memória faz o G8 Play ser mais lento que rivais e até mesmo que o seu antecessor ao abrir muitos aplicativos em sequência Em benchmarks história muda e temos pontuação muito acima do antecessor mas para você o que importa mais, ter melhor desempenho real ali no uso do dia-a-dia do aparelho ou números mais altos em benchmarks? Se você busca um smartphone bom para jogar pagando pouco, vai ficar um pouco decepcionado com o G8 Play Ele até a roda muito jogos sem engasgos mais, o Asphalt 9 é um que foge à regra, nem tanto por falta de poder gráfico mas porque alguns títulos da Gameloft, por exemplo, nem sempre rodam bem hardware da MediaTek Já no Call of Duty Mobile é preciso baixar um pouco os gráficos para ter boa fluidez O One Macro apresentou a melhor autonomia de bateria entre os intermediários desse ano com o seu chip Helio P70 e o P70M também faz com que o G8 Play impressione em duração de bateria

O novo básico da linha G traz 4000 mAh, assim como os demais Em uso moderado é possível ter carga para mais de um dia, chegando a vender dois dias facilmente se você não é de ficar jogando no celular Isso é realmente ótimo mas não supera um lendário Moto G7 Power O carregador de 10 watts é o padrão desse segmento e faz o aparelho passar mais de duas horas na tomada é um tempo alto mas que é comum de ver em modelos mais baratos Se você tem um G7 Play está querendo mudar para o novo saiba que na parte de software não há nenhuma novidade

Temos o Android 9 Pie direto da caixa, que será atualizado para o Android 10 e só – a Motorola garante apenas uma grande atualização do sistema Já com relação aos pacotes de segurança há promessa de dois anos de updates Os aplicativos do Google estão lá, assim como alguns da Motorola; há o suporte para gestos, seja para ativar a câmera ou ligar a lanterna rapidamente, são interessantes, mas já está na hora da Motorola trazer algo de novo A sensação que temos é que pouco mudou nos últimos anos em termos de experiência com a minha Moto G E em câmeras, será que pelo menos nisso tivemos um salto considerável? Bom, o sensor principal é o mesmo de 13 MP de antes, sem mudanças na abertura focal, e como esperado, a câmera continua fazendo o básico

Você terá boas fotos em situações favoráveis mas em locais mais escuros fica clara a limitação do hardware A lente grande-angular será de ajuda quando não for possível enquadrar tudo com a principal As fotos saem um pouco mais escuras devido à menor abertura focal, porém, a qualidade é basicamente a mesma – ou seja, fora de casa faz bom trabalho quando há luz já em locais fechados ou mais escuros pode esperar por grande perda de detalhes e muitos ruídos Já a terceira câmera é apenas um sensor de profundidade que sozinho não faz nada – ele serve para ajudar com o modo retrato O desfoque é bastante suave, como em outros da Motorola por padrão, mas pode ser regulado posteriormente

Há um grande problema com o foco: ao usar o modo retrato muitas vezes ele desfoca o primeiro plano ao invés do fundo – será preciso corrigir isso na galeria Já quando há pouca luz muitas vezes eles sequer funciona, sendo exibido um aviso na tela sobre a limitação A frontal fas selfies básicas: em locais com boa iluminação você terá fotos decentes para publicar no Instagram Em meia luz a qualidade já cai e os ruídos ficam visíveis – é possível usar o flash de tela para minimizar o problema, mas a qualidade não fica lá essas coisas O modo retrato faz um trabalho razoável em separar a pessoa do fundo – o G7 Play se destacava por gravar na resolução 4k, algo que não se encontra em celulares de entrada; a Motorola decidiu então capar o novo e agora temos a resolução full HD como máxima possível

Talvez a limitação esteja no hardware da MediaTek, mas o problema principal é a qualidade Em locais mais escuros há quedas nas taxas de quadros falta também um sistema de estabilização eficiente, para lidar com os três amigos que não são poucos A captura de som é razoável e tem os mesmos cortes no áudio vistos no One Macro Vale trocar o G7 Play pelo G8 Play? A verdade é que não! O novo tem bateria melhor, porém, é um pouco mais lento mesmo com hardware mais forte Se tivesse mais RAM a história seria diferente

A câmera piorou e agora não grava mais em 4k Podemos incluir o Galaxy M20 e o Redmi 8 como opções mais baratas que entregam desempenho muito melhor O rival da Samsung também é ótimo em bateria e tem câmera grande angular com qualidade superior Já o da Xiaomi é mais simples e tem apenas um sensor de profundidade, mas é capaz de tirar boas fotos Se você não curte o Android bastante modificado da Samsung e Xiaomi, uma boa alternativa seria o Mi A3 que faz parte do Android One e tem sistema mais limpo

Ele custa o mesmo do modelo da Motorola, é mais rápido, bateria dura bem e tem câmeras muito melhores O G8 Play é um celular fadado ao fracasso – o seu único ponto forte é a autonomia de bateria, no resto ele decepciona bastante Se o G7 Play não chamou sua atenção, o novo é que não vai te agradar mesmo Motorola parece meio perdida diante de tantos lançamentos seria melhor ter esperado mais uns meses e trazer um sucessor digno que fosse superior em tudo contra o modelo mais antigo Entre o G8 Play e o G7 Play é impossível recomendar mais recente com o seu preço bem mais alto

De qualquer forma, se você estiver na dúvida entre o G8 Play ou alguns dos modelos que citamos nessa análise, basta clicar nos links aí da descrição para conferir as melhores ofertas Aproveita para comentar abaixo: você tem algum preconceito com os chips da MediaTek, ou não vê problemas? Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e até a próxima!

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APPLE WATCH SERIES 5: o MELHOR, MAS COM RESSALVAS | Análise/Review http://www.amdworld.co.uk/apple-watch-series-5-o-melhor-mas-com-ressalvas-analise-review/ Sat, 09 Nov 2019 05:05:09 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1321 Ok, você provavelmente vai achar que estamos puxando o saco da Apple ou até mesmo recebendo para falar bem dos…

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Ok, você provavelmente vai achar que estamos puxando o saco da Apple ou até mesmo recebendo para falar bem dos produtos dela – ainda mais depois das nossas últimas análises ressaltando a superioridade da linha iPhone 11, mas é impossível negar o quanto o Apple Watch Series 5 é superior a qualquer outro smartwatch que já passou por aqui ,apesar de não ser perfeito A Apple já vem fabricando relógios inteligentes há algum tempo, mais precisamente quatro anos, e apesar da primeira geração ter uma usabilidade duvidosa, mesmo que tenha estabelecido um patamar para a época, a quinta geração é um salto considerável em relação à terceira, mas traz mudanças mínimas em relação à quarta

Bem, vamos falar a verdade: a maior concorrente da empresa de Cupertino no ramo de vestíveis é praticamente ela mesma e cada geração do smartwatch traz apenas pequenos ajustes em relação à geração anterior Na geração 3 foi o barômetro e o giroscópio, na geração 4 foi a tela maior e o ECG e na geração 5 podemos afirmar que, bem, é um pouco difícil explicar Entenda: o Watch Series 5 trouxe sim melhorias em relação às gerações anteriores essas só não são tão pontuais quanto comparadas aos lançamentos passados Como de praxe, temos um processador mais potente, o S5, capaz de dobrar o desempenho em relação ao visto na terceira geração e blá blá blá – a mesma coisa de todo ano; mas para você que quer saber, ele é rápido, entrega animações bastante fluidas e passar longe mas muito longe de travar

Além disso, em resumo, temos uma nova tecnologia de tela uma nova versão do watchOS, que oferece mais independência do relógio Apesar disso não se manter exclusivo dessa geração – e uma bússola embutida que permite a navegação direta no Apple Maps sem a necessidade do iPhone Eu falei que estava mais independente, não foi? Mas vamos direto ao ponto: o que essas mudanças implicam na sua vida como futuro proprietário de um Apple Watch Series 5? Se você tem um Series 4, quase nada – se você tem um 3 ou inferior, muita coisa Logo de cara temos o aumento do display e o ECG emprestado da geração anterior mas a novidade desse ano é a chamada tela "retina sempre ativa", que não desliga nunca, mantendo o mostrador sempre ativo É sério, pode parecer besteira, mas não ter que ficar girando o braço o tempo todo ou ter que apertar o botão ou a coroa para ativar a tela é uma praticidade enorme

Que o diga os dons do AmazFit Bip Além da tela, temos a bússola embutida, que pode ajudar bastante aqueles mais aventureiros que querem curtir um dia imerso dentro do mato e não querem ter que levar muita coisa Além do novo aplicativo de medição de ruído, desenvolvido pela Apple para ajudar seu usuário a manter sua audição preservada longe da exposição prolongada a barulhos muito altos E falando de aplicativos chegamos na parte do sistema Ok, não foi uma conexão muito boa mas vá lá – pelo menos a gente tentou

O watchOS 6 é um dos pontos que mais chama a atenção no novo Series 5 – e olha que a tela não apaga, hein? Isso porque o relógio está mais útil do que nunca e, apesar da independência sugerida pela Apple não ser aquela independência, sendo necessário ter o iPhone ao lado em alguns momentos, esse ponto está muito melhor do que em qualquer momento anterior Agora o relógio conta com uma App Store própria, o que deve trazer uma qualidade de desenvolvimento ainda maior, já que os desenvolvedores devem olhar com outros olhos para o sistema do relógio No entanto, é impossível negar os obstáculos que ainda existem para tornar o relógio verdadeiramente independente do smartphone, já que alguns aplicativos ainda são muito mais viáveis de ter acesso e inserir informações através do iPhone sendo uma das maiores provas disso a necessidade de ter que pegar o seu telefone para inserir a senha de autorização para uma compra feita na App Store do próprio relógio Enfim, um detalhe relevante que não diminui tanto mérito do dispositivo, mas que pode ser um destaque para quem estava procurando um motivo para falar mal Ainda mais com alguns outros modelos do mercado, como é o caso do Kospet que comparamos aqui no canal, capazes de substituir o telefone totalmente, levando praticamente um celular para o seu pulso

Mas não acaba por aí – lembra que falamos que o Series 5 não é perfeito? Então, de fato ele não é; e se você for comprar o relógio aqui no Brasil lá fora, e for usar exclusivamente em território nacional, a experiência pode ser um pouco pior Logo quando pegamos um novo relógio da Apple uma das primeiras coisas que fizemos foi de cara no ECG, recurso inaugurado no Series 4, para tentar identificar qualquer tipo de anomalia no batimento do nosso coração Doce ilusão – assim como alguns proprietários do relógio da geração passada já devem saber, o recurso de eletrocardiograma embutido no modelo precisa da autorização da ANVISA (agência nacional de vigilância sanitária) para funcionar em solo nacional e, por mais que você se meta a fazer alguma gambiarra com o relógio por aqui, o recurso não irá funcionar A única forma viável até o momento é comprar o smartwatch em algum dos países autorizados e ativar o ECG com o seu próprio iPhone pareado, Não adianta ser do amigo, se mudar o dispositivo pareado aqui no Brasil, adeus ECG Ou seja ou é viajar para comprar o relógio ou pedir muito para que a Apple inicie o processo de regularização aqui no país

Mas os problemas ou "problemas" não acabam por aí – afinal, por ser o relógio mais caro entre seus concorrentes, esperamos o máximo possível, algo que o Series 5 até tenta, mas não entrega Entendemos que por ter uma tela maior e sempre ativa o consumo de bateria será maior mesmo que a Apple diga que não, mas autonomia que alcançamos de quase 30 horas em nossos testes, é um tanto quanto decepcionante Isso porque eu particularmente acho um saco tem que colocar mais um eletrônico para carregar no final do dia, quase todo dia Só nos resta esperar que eles melhorem a autonomia na próxima geração e que assim também incluam um rastreamento de sono nativo, feito pela própria Apple, sem depender de aplicações de terceiros Ela provavelmente não se importa com isso ainda porque sabe que não teremos bateria suficiente para dormir com relógio no pulso

Apple, Apple, Apple Enfim, brincadeiras à parte, como falamos, o Apple Watch Series 5 pode ser sim considerado como o melhor relógio inteligente do mercado, mas há ressalvas Se você possui orçamento ilimitado para gastar com o combo smartphone + relógio inteligente e não liga de ficar preso ao ecossistema da Apple, adquirir a nova versão do smartwatch junto com um dos novos iPhones pode ser uma das melhores opções, já que a integração entre os aparelhos e a fluidez e qualidade das opções oferecidas é admirável No entanto, se esse não é o seu caso, optar por opções mais acessíveis do mundo Android ou até mesmo as gerações anteriores dos dispositivos da Apple, pode se encaixar melhor para a sua necessidade e para o seu bolso, já que o novo relógio começou a ser comercializado oficialmente por aqui a partir de R$ 4000 Mas e você, o que achou da nova geração de relógios da Apple? Quer um? Conta pra gente aqui nos comentários o que mais chamou a sua atenção no Series 5! Lembrando que ofertas para os relógios da Apple você confere nos links que estão embaixo na descrição

Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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MOTO G8 PLUS aproveita ACERTOS DA LINHA ONE mas PECA NOS DETALHES | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/moto-g8-plus-aproveita-acertos-da-linha-one-mas-peca-nos-detalhes-analise-review/ Tue, 05 Nov 2019 05:05:07 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1317 Apenas oito meses se passaram desde que o Moto G7 Plus chegou ao mercado e a Motorola já adiantou a…

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Apenas oito meses se passaram desde que o Moto G7 Plus chegou ao mercado e a Motorola já adiantou a nova geração do aparelho Ela acredita que em um ritmo mais acelerado de lançamentos manterá seus produtos atualizados e dentro das necessidades dos consumidores, que mudam com frequência

Será que é realmente necessário ter um novo aparelho agora, ou era melhor ter deixado para 2020? É isso que você confere nesta análise completa do tudocelularcom A primeira mudança que você perceberá ao olhar para o Moto G8 Plus é que a Motorola finalmente removeu o logo da borda abaixo da tela Fora isso, temos o mesmo design e com entalhe em forma de gota de antes – ele tem corpo feito em plástico com pintura brilhante nas opções azul safira e cereja As câmeras que ficavam na parte central, no estilo tampa de bueiro, agora ficam alinhadas no canto superior esquerdo, como temos na linha Motorola One

É engraçado a Motorola alegar que está acompanhando a tendência do mercado mas deixou a biometria na tela de fora do G8 Plus – ele continua com o mesmo leitor de digitais que fica no logo na traseira Até funciona bem, mas já há concorrentes com tecnologia mais avançada A tela cresceu um pouco, porém, as bordas não reduziram isso fez com que o G8 Plus seja um pouco maior Ele também está mais pesado, devido à bateria que cresceu; a qualidade de construção é boa porém, alguns podem se incomodar pela troca do metal com vidro de antes pelo plástico mais comum E nada de painel AMOLED, parece que a Motorola continua confiante na tecnologia LCD

O G8 Plus traz tela com resolução ligeiramente superior, não há gorilla glass dessa vez, protegendo a tela contra riscos, mas apenas uma solução mais genérica Por padrão as imagens exibidas no painel IPS apresentam cores mais frias, com o banco levemente azulado Se você não curte, basta mudar entre os três perfis de calibração oferecidos O brilho ainda é baixo comparado à concorrência e usar o G8 Plus fora de casa pode ser um pouco frustrante Pelo menos a parte sonora não decepciona – além de alto falantes estéreo, também há tecnologia Dolby Atmos, para dar mais dimensão em filmes

A potência sonora é muito boa, assim como a qualidade entregue o G8 Plus tem entrada padrão para fone de ouvido e o que vem na caixa é confortável entrega bom som O hardware não evoluiu tanto nesses oito meses – sai o Snapdragon 636 e entra o 665 Apesar de ter processador mais rápido, o novo acaba sendo mais lento que o antigo Em nosso teste padronizado deu uma diferença considerável na velocidade; em benchmarks os números aumentaram isso mostra que o novo hardware tem mais força ,porém, falta um pouco de otimização por parte da Motorola Talvez isso melhor e com o lançamento do android 10

O G7 Plus rodava bem jogos e o novo não é diferente Agora com GPU mais potente, há uma maior estabilidade em títulos mais recentes, como Call of Duty Mobile – sem falar que a bateria dura bem mais ao jogar Pois é, Motorola ouviu as reclamações e colocou uma bateria mais generosa neste modelo, com 4000 mAh Claro que não chega a ser um G7 Power da vida, mas agora, temos autonomia decente para usar o aparelho dia inteiro sem medo O rendimento é quase o dobro de antes e supera facilmente rivais da Samsung e Xiaomi O lado ruim ficou para o tempo de recarga – o G7 Plus é um celular que passa menos tempo na tomada que todos que testamos, porém o G8 Plus leva mais que o dobro do tempo para recarregar

E aí, o que você prefere, um celular que recarrega muito rápido e rende menos ou outro que demora para ter a bateria cheia, mais que dura o dia inteiro? A Motorola continua a entregar poucas modificações visuais no Android com Android Pie bastante parecido com o que vemos na linha Pixel e em smartphones Android One Há recursos extras, como os gestos da Motorola, com atalhos para a câmera e a lanterna principalmente e também tem alguns recursos de tela incluídos pela fabricante, tudo reunido no aplicativo Moto, fácil de usar e configurar A empresa garante apenas uma grande atualização do sistema, que no caso, será para o Android 10 além de dois anos de update de segurança Ainda não há uma data certa para a nova versão do robozinho ser liberada, mas deve chegar no começo de 2020 Chegamos na parte onde está o grande apelo do G8 Plus – seu conjunto triplo de câmeras

A principal traz sensor de 48 MP, mesma do One Zoom, já a secundária é a mesma ultra-wide do One action que permite filmar com o celular na vertical mas com filmagens sendo feitas na horizontal E por fim, há uma terceira para ajudar no modo retrato A câmera principal captura imagens nítidas e coloridas durante o dia, especialmente objetos que estiverem próximo do celular Já ao tirar fotos de algo distante a qualidade cai consideravelmente Isso só ficará mais evidente se você ampliar a foto – para uso em redes sociais a câmera do G8 Plus dá conta do recado

A ultra-wide funciona igual como no One Action, ela serve apenas para você filmar É até possível salvar algumas imagens, mas o que o celular faz, é tirar prints do que estiver sendo filmado, o que joga qualidade lá para baixo Já a terceira câmera faz bem o seu papel e ajuda bem no desfoque – você ainda pode escolher o nível de intensidade do efeito tanto na hora de tirar a foto como posteriormente, pelo editor de imagens O G8 Plus também tem um modo Night Vision, assim como no One Vision A câmera deste aqui consegue enxergar no escuro

Claro que a qualidade não é lá essas coisas, com fotos muito granuladas, mas ajuda Já em locais com pouca luz também é possível ter fotos mais claras o ponto negativo é que as fotos ficam com um contraste muito exagerado em alguns casos De qualquer forma, é mais um extra que pode ser bem aproveitado A frontal evoluiu em termos selfies melhores do que antes o modo retrato é mais limitado aqui, com efeito mais suave Porém, a grande decepção fica para a filmadora que não grava mais vídeos em 4K

Se quiser filmar nesta resolução terá que usar a traseira A estabilização óptica deu lugar a uma laser, para agilizar o foco – ele realmente funciona muito rápido, porém, você pode sentir falta da estabilização ao ver os vídeos tremidos capturados pelo G8 Plus Usar a ultra-wide para filmar com o celular na vertical é bacana, afinal, e uma forma natural de segurar o telefone e muitos acabam filmando desta forma – a qualidade do áudio é boa e o microfone não capta tanto barulho do vento O G8 Plus traz avanços consideráveis comparado ao G7 Plus? O novo é mais lento, porém, entrega muito mais bateria – a novidade fica para a câmera de ação do One Action, e o Night Vision para enxergar melhor à noite, de resto, não há muitas novidades Uma boa alternativa ao modelo mais recente da Motorola é o Galaxy A50, que tem melhor desempenho, sua bateria também dura bem, traz leitor biométrico na tela, tem suporte a tv digital e sua câmera ultra-wide pode ser usada para fotos

Se está cogitando um modelo importado, o Redmi Note 8 é a aposta mais recente dá Xiaomi, neste segmento, e traz hardware muito parecido com o do G8 Plus, porém, ele é mais lento em sua bateria rende menos Mas sai mais barato no varejo nacional, e ainda mais se importar Ele pode não ter a câmera diferentona do Motorola, mas tirar boas fotos O Moto G8 Plus chega para matar os modelos One Action e One Vision – ele traz o que os dois têm de melhor a oferecer e com bateria muito mais duradoura, algo que a linha One da Motorola vem pecando O seu preço está muito alto comparado ao que pode ser encontrado atualmente no G7 Plus

Se você não se importa com as novas câmeras e quer apenas um bom celular para tirar fotos, o antigo é uma melhor compra neste momento Enquanto o preço não reduz, há opções mais atrativas como o Galaxy A50 da Samsung, porém, se você não é fã de Android muito modificado, aí o G8 Plus realmente é um intermediário interessante para comprar, e claro que te ajudamos a encontrar os melhores preços, basta clicar nos links que estão aí na descrição Aproveita para dar sua opinião: a Motorola acertou nessa nova estratégia de lanças duas linhas Moto G no mesmo ano? Eu aguardo sua resposta nos comentários Um grande abraço e até a próxima!

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XIAOMI REDMI 8 é BOA EVOLUÇÃO do antecessor, MAS INSUFICIENTE para rivais atuais | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/xiaomi-redmi-8-e-boa-evolucao-do-antecessor-mas-insuficiente-para-rivais-atuais-analise-review/ Sun, 03 Nov 2019 05:05:07 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1315 Quando um novo smartphone é lançado todo mundo espera que ele seja superior ao seu antecessor, certo? Bem, parece que…

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Quando um novo smartphone é lançado todo mundo espera que ele seja superior ao seu antecessor, certo? Bem, parece que a Xiaomi não pensa da mesma forma; o Redmi 8 foi lançado com hardware mais fraco que o Redmi 7, e aí surge aquela dúvida: vale investir no novo ou é melhor e no antigo? É isso que você confere nesta análise completa do tudocelularcom

Visualmente tivemos algumas mudanças: o Redmi 8 ainda um celular de plástico, ele vem em três opções de cores além desta em azul, você também encontrará o aparelho em tom de preto e um vermelho mais chamativo Na traseira encontramos as mesmas duas câmeras de antes, porém, elas ficam alinhadas no centro logo acima do leitor biométrico Há essa faixa preta que separa o conjunto do restante da carcaça e também o nome da linha Redmi estampado A frontal continua com entalhe em forma de gota e teve a borda inferior reduzida, com isso, o Redmi 8 acaba sendo mais compacto que seu antecessor, mesmo mantendo o mesmo tamanho de tela e o logo da empresa agora vem estampado na frontal também Uma mudança bem-vinda está na troca a porta micro usb por uma mais atual, no padrão C

De resto, nada mudou Temos o mesmo alto-falante mono na parte inferior, a mesma gaveta para dois chips e um microsd, além do emissor de infravermelho para usar o celular como um controle remoto A tela continua IPS LCD, na mesma resolução, nível de brilho ou reprodução de cores – nada muda Isso não chega a ser ruim, já que a tela do Redmi 7 também é boa; dá para usar o aparelho sem dificuldade mesmo fora de casa E o vidro tem proteção gorilla glass 5, o que é muito bom para um aparelho nessa faixa de preço E apesar do som ser mono, o alto-falante é bastante potente – não espere por um som balanceado ele foca principalmente nos agudos, o que acaba distorcendo quando o volume está no máximo

Pelo menos você ouvirá o que estiver assistindo mesmo em locais mais barulhentos O Redmi 7 possui a plataforma Snapdragon 632, a mesma que equipa alguns modelos da linha Moto G7, porém para o Redmi 8 a fabricante chinesa decidiu economizar e no Snapdragon 439, que é o mesmo hardware do Redmi 7a Você já deve estar esperando que o novo seja mais mesmo que o antigo, certo? É aqui que vem a surpresa: o Redmi 8 é mais rápido e fica no mesmo nível de rivais da Motorola Já em benchmarks, como no AnTuTu, a pontuação cai – isso mostra que o desempenho bruto realmente é mais fraco com este hardware E nos jogos, está melhor ou pior do que antes? Jogos mais leves continuar rodando com a mesma fluidez de antes, antes apenas títulos mais pesados, como PUBG, é que é preciso baixar a qualidade gráfica para assegurar uma boa taxa de quadros por segundo

No geral, ele é uma boa opção de celular para passar o tempo jogando O Redmi 8 traz imensa bateria de 5000 mAh, e como esperado, rende bastante Você terá autonomia para 2 dias de uso moderado, e mesmo que abuse bastante do celular, vai poder ficar o dia inteiro fora de casa sem se preocupar com o carregador Porém, esperávamos mais de sua bateria; ele rende poucas horas a mais que o Redmi 7, que tem 1000 mAh a menos isso mostra que as últimas atualizações da MIUI estão pecando em otimização A pior parte é o tempo de recarga – para ter a bateria do Redmi 8 totalmente cheia é preciso esperar três horas; isso é 40 minutos a mais do que antes

Por mais que o novo básico da Xiaomi tenha suporte a carregadores de 18 watts, a fabricante inclui apenas uma opção de 10 watts na caixa, que é fraco para alimentar uma bateria deste tamanho Ele sai da caixa com Android 9 Pie e interface MIUI 10 – os recursos são os mesmos que você encontra em outros básicos e alguns intermediários da marca O destaque fica para o sensor de infravermelho você pode baixar o aplicativo Mi Remote na Play Store para usar o Redmi 8 como controle remoto universal Se o Android modificado da Xiaomi não extrair o máximo da bateria, pelo menos em desempenho não temos do que reclamar Este básico engasga menos que rivais e até modelos mais caros; ele receberá a MIUI 11 na segunda metade de novembro e a Xiaomi promete um sistema ainda mais otimizado

O Redmi 8 segue com câmera dupla e com mesma resolução de antes – a principal tem 12 megapixels e a secundária apenas 2 megapixels apenas 2 megapixels – a novidade fica para a maior abertura focal da lente, o que permite entrar mais luz e registrar fotos mais claras à noite Não espere muito da câmera dele, afinal, é um celular barato de entrada – a qualidade das imagens está no nível da concorrência Você terá boas fotos, seja dentro ou fora de casa O que notamos é que o hdr é praticamente inútil aqui, é tanto que no modo automático ele raramente ativa sozinho

A câmera do Redmi 8 também oferece recursos de inteligência artificial para obter melhores resultados, e como em outros celulares mais caros que testamos, na prática, não faz diferença A secundária é apenas um sensor para medir a profundidade e faz um trabalho muito bom na hora de ajudar a desfocar os cenários Temos resultados até melhores que alguns celulares mais caros da Xiaomi E fotos noturnas, realmente estão melhores que no Redmi 7? Sim! É possível capturar mais dos cenários quando há pouca luz Usar o hdr, mais uma vez, não traz melhorias e a inteligência artificial, neste caso pode até atrapalhar

A frontal não evoluiu em tiras selfies com a mesma qualidade de antes O modo retrato também tem resultado satisfatório e pode até ajudar na nitidez em locais mais escuros A filmadora continua limitada a Full HD, e agora não grava mais a 60 fps como antes, isso por causa do hardware mais fraco a qualidade é decente – há muitos tremidos e o foco fica perdido em locais mais escuros enquanto a qualidade de captura do áudio também não é muito boa Vale a pena investir no Redmi 8 ou é melhor economizar e ir de Redmi 7? O novo é mais rápido e a bateria dura mais, porém, passa mais tempo na tomada A câmera continua básica como antes, mas é capaz de tirar melhores fotos em locais mais escuros

Na mesma faixa de preço você encontra o Moto G7 Power, que entrega desempenho similar e tem bateria que dura muito mais e o modelo da Motorola tem câmera mais avançada, que grava em 4k Em dúvida entre Xiaomi e Samsung? O melhor rival sul-coreano para o Redmi 8 é o Galaxy M20 que é mais rápido, com bateria que rende mais e ainda traz câmera com lente e ultra-wide E para fechar o pacote, o modelo da Samsung ainda passa uma hora a menos na tomada Quando analisamos o Redmi 7 no começo do ano falamos que ele era um bom smartphone, porém ficar abaixo dos seus rivais Agora a história se repete com o Redmi 8 ele tem seus prós e contras, mas é difícil escolher ele no lugar dos rivais da Motorola e Samsung

Se você pretende importá-lo ou conseguir encontrá-lo por um preço melhor que o Moto G7 Power ou Galaxy M20, então valerá a pena a compra Caso contrário, até mesmo o Redmi 7 pode ser uma opção mais interessante dependendo da diferença no preço Mas seja qual o modelo você escolher, basta clicar nos links aí da descrição para encontrar as melhores ofertas Aproveita para comentar aí abaixo se você gostou do basicão da Xiaomi ou achou os rivais Samsung e Motorola mais atraentes Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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