Arquivos notch - AMD World Notícias de Tecnologia Tue, 28 Jan 2020 05:05:11 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 http://www.amdworld.co.uk/wp-content/uploads/2022/08/cropped-icone-whatsapp-gb-32x32.png Arquivos notch - AMD World 32 32 MOTOROLA ONE HYPER: boas câmeras e TELA GRANDE para quem quer FUGIR DO NOTCH | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/motorola-one-hyper-boas-cameras-e-tela-grande-para-quem-quer-fugir-do-notch-analise-review/ Tue, 28 Jan 2020 05:05:11 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1483 Depois de lançar um celular que enxergam no escuro, outro que traz uma câmera de ação no estilo GoPro e…

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Depois de lançar um celular que enxergam no escuro, outro que traz uma câmera de ação no estilo GoPro e até mesmo um dedicado só para macros, agora a aposta mais recente da Motorola para o segmento de intermediários é o One Hyper Mas qual a proposta aqui? De entregar o máximo de aproveitamento de tela sem entalhe ou furo

O seu preço é tão salgado quanto o do One Zoom; será que ele entrega o melhor conjunto? É isso que você confere agora nesta análise completa do TudoCelular Todos os modelos da linha One são bastante parecidos, porém, o Hyper tenta fugir um pouco dessa fórmula já batida da Motorola Ele não tem um entalhe em forma de gota como o One Zoom ou um furo na tela como o One Vision A empresa decidiu apostar na câmera pop-up como nós já vimos em intermediários da Xiaomi e de outras chinesas ano passado O conjunto duplo de câmeras na traseira é saltado e fica alinhado com a posição do mecanismo que faz a câmera de selfies surgir – o design apresenta uma faixa contínua que leva o nome da linha e o logo da empresa até outra extremidade

Esse é um detalhe bacana que torna One Hyper mais elegante e muitos podem até achar que esse é o mais bonito dos Motorolas de 2019 Ele chegou inicialmente apenas nesta cor azul, mas há mais outras duas cores disponíveis no mercado: um em vermelho e outro em rosa Para um intermediário caro era esperado a gente tem um conjunto mais caprichado aqui O Hyper tem a mesma qualidade de construção de outros mais baratos da marca e ele só traz uma proteção contra respingos O leitor biométrico fica na traseira, sendo cercado por um LED de notificações

Ele responde bem e raramente falha Muitos dos seus rivais já estão apostando na biometria na própria tela mas a verdade é que não adianta você inclui um sensor de baixa qualidade sob o display e comprometer toda a experiência Talvez o que possa decepcionar alguns aqui é a falta de tela AMOLED, que está presente só no One Zoom A boa notícia é que esse painel usado pela Motorola entrega o mesmo nível de brilho, porém, tem iluminação menos uniforme Nos cantos da tela é possível perceber que a imagem é mais escura e além disso o contraste não é muito alto e no escuro você vai sentir falta daquele preto absoluto das telas OLED

A saturação de cores é boa e se você escolher o perfil mais saturado vai ter cores quase tão vibrantes quanto as de uma tela AMOLED Já para aqueles que curtem umas cores mais equilibradas, mais perto do considerado ideal, vai acabar se incomodando um pouco com o branco levemente isolado A parte sonora fica por conta de um único alto-falante na parte inferior Esse som É mono, porém potente, mas têm grande foco nos agudos Não há distorção mesmo quando no máximo, mas quanto mais alto se tiver o volume, menor vai ser o equilíbrio sonoro

O fone que vem junto eu mesmo é o mesmo que a gente vê em outros da linha One O acessório é confortável, acompanham umas ponteirinhas de borracha de tamanhos diferentes entrega boa qualidade E se por fora o One Hyper tenta ser diferente, por dentro ele é igual ao Zoom Nós temos aqui a combinação de Snapdragon 675 com 4 GB de RAM Esse hardware é suficiente para garantir uma ótima experiência com qualquer app para Android, mas o One Hyper acaba sofrendo com a otimização de software – ele tende a recarregar os aplicativos com freqüência, especialmente se você deixar algum jogo em aberto em segundo plano, por exemplo

Isso não deveria acontecer em um aparelho com tanta memória E se você está preocupado com o rendimento em jogos, não precisa desistir do One hyper porque nisso ele mandou muito bem, e rodou todos os jogos que nós testamos sem dificuldades, a gente só acabou vendo que ele pode esquentar um pouco quando a gente joga, mas nada preocupante Em benchmarks foi onde ele surpreendeu e alcançou uma pontuação mais alta no tudo do que rivais com hardware mais potente Na bateria o Hyper é alimentado por 4000 mAh

Isso é praticamente um padrão adotado em intermediários Ele entrega autonomia suficiente para um dia inteiro e você pode ver vídeos no youtube, jogar e tira fotos que dificilmente ele vai te deixar na mão no meio do dia, e o melhor é que a Motorola entre um poderoso carregador de 45W na embalagem E isso faz com que a bateria chega a 50% da carga em apenas 20 minutos na tomada – esse tempo desacelera conforme o celular começa a esquentar, o que é bem normal, e isso acaba derrubando o tempo total da carga para pouco mais de uma hora Ainda assim, esse é um tempo excelente e coloca ele nos que passam menos tempo na tomada aqui nos nossos testes O Hyper foi o primeiro smartphone da Motorola a ser lançado com Android 10 aqui no Brasil

Infelizmente, ele não faz parte do programa Android One, como nós tínhamos nos primeiros modelos da linha, o que não garante que ele receberá atualizações por muito tempo, em troca você leva a interface levemente modificada da fabricante Ela oferece aqueles gestos para acionar a câmera traseira e frontal mais facilmente entre outras funções, então, no geral, ele é um sistema bastante limpo, como já esperado, a experiência entregue é boa, mas aquele gerenciamento de RAM ainda precisa ser aprimorado E apesar de ser o mais caro dos lançamentos de 2019 da Motorola, o One hyper ele não traz um conjunto avançado de câmeras cheio de sensores para todo o tipo de uso Aqui você tem só duas câmeras na traseira, uma delas com sensor de 64 MP e outra uma lente ultra-wide com uma resolução muito mais baixa – esse sensor principal pode até impressionar pela quantidade de megapixels, mas ele acaba funcionando de forma igual a diversos aparelhos com câmeras de 48 MP que nós vimos em 2019 Quatro pixels são comprimidos em um só para permitir capturar mais luz

Na prática é como se você tivesse uma câmera de 16 MP com modo noturno sempre ativado Você também pode ,se você quiser, tirar proveito dos 64 MP, é possível, mas ele vai demorar alguns segundos a mais para processar a imagem O Hyper realmente consegue registrar ótimas fotos – de todos os modelos da linha One ele é o que apresenta melhor equilíbrio entre definição, exposição e cor O HDR realmente faz um trabalho bom aqui – pelo menos em locais mais aberto e bem iluminados Dependendo do cenário a diferença é grande Em locais fechados é impossível a gente não reparar nos granulados das fotos, isso acontece devido ao excesso de luz que entra no sensor

Pontos de luz ficam estourados mas isso pode ser corrigido ao ativar o Night Vision que, ironicamente, deixa a foto mais escura Ele funciona como uma espécie de HDR forçado que uniformiza a iluminação do cenário em troca de contraste exagerado Sinceramente, não vale muito a pena você usar esse recurso Quer dizer, até vale na hora que você tira uma selfie em locais com iluminação precária Claro, se você tiver em um ambiente muito escuro ele não vai conseguir salvar a foto

Nesses casos, usar o flash de tela pode ser uma alternativa Mesmo sem contar com um sensor dedicado para aquela medição de profundidade, o Hyper até que faz um bom trabalho no modo retrato Ele separa bem os planos e dá bastante destaque para o que tiver próximo da câmera mas nem sempre o corte é perfeito e ele acaba falhando mais locais mais escuros Porém, a gente tem uns extras bacanas aqui como aquele efeito de descolorir o fundo de uma foto Não há câmera teleobjetiva – você acaba ficando limitado ao zoom digital que perde bastante qualidade, sendo mais recomendado apenas se você usar o modo de 64 MP que, como eu falei, demora alguns segundos para processar as fotos

Esse é o tipo de recurso que você deve evitar usar A câmera frontal registra selfies de até 32 megapixels e ela não demora para levantar quando ela é acionada O Hyper realmente tira ótimas selfies e o seu modo retrato também funciona bem aqui Claro que às vezes ele falha, mas até mesmo flagships sofrem para entregar resultados perfeitos E se a câmera tira boas fotos, infelizmente não podemos dizer o mesmo da filmadora tanto com a traseira quanto com a frontal nós temos vídeos com bastante ruídos à noite

A estabilização não é das melhores o foco também não é dos mais ágeis As cores e a nitidez no geral estão abaixo do que nós vimos nas fotos A principal filma em 4K, mas se você pretende ficar alternando entre as duas câmeras quando você for gravar vídeos você vai ficar limitado à resolução Full HD A captura de áudio está melhor do que outros da linha One Ficou decepcionado com o Hyper? Nós podemos listar aqui algumas alternativas que custam menos: Galaxy A70, Mi 9T, Mi 9 Lite e até mesmo o One Zoom entregam um melhor desempenho

E por mais que o Hyper ofereça autonomia para o dia inteiro, os modelo da Samsung e da Xiaomi que nós citamos aqui possuem bateria que dura ainda mais Se você ficou interessado nesta novidade pela câmera pop-up, a melhor alternativa seria o Mi 9T Ele tem câmeras melhores, especialmente a filmadora – e sem falar que ele custa bem menos, ainda mais para quem for decidir importar A vantagem do One Hyper contra os seus rivais está na maior pontuação em benchmarks e no menor tempo de recarga Na nossa conclusão a Motorola chegou apostando alto com o Hyper no Brasil e vem cobrando caro por isso

Ele chegou ao mercado R$ 2500, mas ele já aparecem ofertas por menos de R$ 2000, ainda é um valor salgado, e por isso nós recomendamos que você espere o preço cair mais um pouco O seu diferencial está na câmera pop-up, já que a experiência é similar aos outros da linha É difícil recomendar a compra quando há alternativas melhores Cada modelo da linha One se destaca por apenas um aspecto e, normalmente, decepciona no resto

No caso do Hyper a gente apenas esperava mais desempenho, mas isso pode ser corrigido por atualizações de software E você, o que você achou do Hyper? Acha que ele consegue enfrentar concorrentes como o A70 e o Mi 9T? Você teria um? Deixe aqui nos comentários a sua opinião! E não se esquece, se você quiser conferir os melhores preços desse e de outros smartphones, é só você conferir aqui na descrição os links para as nossas ofertas e também para a nossa ferramenta comparativa Eu fico por aqui e até a próxima

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Galaxy A50 disfarça pontos negativos com notch e biometria na tela | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/galaxy-a50-disfarca-pontos-negativos-com-notch-e-biometria-na-tela-analise-review/ Mon, 26 Aug 2019 20:26:25 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=802 Samsung anunciou o Galaxy A50 aqui no Brasil por R$ 2000, tendo como destaque sua câmera com lente wide bateria…

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Samsung anunciou o Galaxy A50 aqui no Brasil por R$ 2000, tendo como destaque sua câmera com lente wide bateria grande de 4000 mAh e até mesmo um leitor de digitais na tela, algo inusitado em um modelo intermediário Em nosso hands-on alguns usuários chegaram a se questionar se tinha alguma pegadinha por considerarem o preço justo pelo conjunto oferecido

Pois bem, descubra nesta análise se essa desconfiança se justifica A era dos smartphones de plástico está de volta O A50 é mais um lançamento da Samsung que deixa o metal de lado para compensar com tecnologias mais avançadas O acabamento brilhante e passa a impressão de ser vidro o que foge da aparência de "celular barato" que muito intermediário por aí tem

Algo que surpreende pelo seu preço é a presença do leitor biométrico na tela – enquanto o Galaxy S10e, que é um smartphone top de linha, não possui esta tecnologia Você pode até ficar empolgado com a idéia de desbloquear o celular ao apenas tocar na tela, mas o leitor não é muito bom aqui Ele demora para ler a digital e até você aprender a colocar o dedo no lugar certinho vai enfrentar muitas falhas Como vimos lá na MWC19 em Barcelona o A50 é um dos primeiros da Samsung é trazer o tradicional entalhe no topo A parte frontal lembra muitos celulares chineses lançados recentemente como o Redmi Note 7 da Xiaomi, por exemplo

Para reduzir os custos, a proteção contra água presente nos antigos modelos da linha A foi removida Pelo menos a tela continua sendo Super AMOLED, já que alguns lançamentos da Samsung neste ano chegaram com tela TFT básica As bordas finas fazem com que o A50 ostente uma tela maior que rivais, porém, sendo até mais compacto que alguns O painel usada de boa qualidade e alcança bom nível de brilho, o que permite usar o A50 de forma confortável em qualquer tipo de ambiente As cores são vibrantes e conquistará você pelas belas imagens exibidas

Na parte inferior temos um único alto-falante que até entrega uma potência decente, mas a qualidade sonora decepciona em clareza e detalhes O A50 estréia o chip Exynos 9610 da Samsung, uma solução bastante potente que fica abaixo apenas das plataformas para flagships da própria empresa O desempenho em benchmarks é similar ao do Snapdragon 710 mas a gpu do A50 mais fraca que a do Snapdragon 660 Na abertura de aplicativos ele conseguiu ser mais lento que os rivais e até mesmo os celulares mais baratos da Samsung Será a falta de otimização da One UI? Em jogos também pecou em desempenho – alguns títulos rodaram na velocidade máxima mas, para um hardware desse porte, esperávamos que todos os jogos entregassem fluidez impecável

Enquanto alguns modelos da linha M chegaram com generosa bateria de 5000 mAh, no A50 samsung incorporou apenas 4000 Ainda assim, é uma capacidade muito boa e o resultado é que temos autonomia para o dia inteiro com folga Este não chega a ser o melhor intermediário da empresa em duração de bateria mas fica acima dos concorrentes – o carregador poderia ser mais potente, o que evitaria que o A50 fique quase duas horas preso à tomada para carregar de 0 a 100% Ele é um dos primeiros da Samsung a vir com a interface One UI baseada no Android Pie, enquanto outros recentes lançamentos da empresa ainda chegaram com a antiga Samsung Experience, baseada no Android Oreo Boa parte dos recursos que você encontra nos modelos mais caros estão presentes aqui

A interface facilita o uso com apenas uma mão, o que é bem vindo em um aparelho grande como esse Mas assim como em outros da linha Galaxy, o Android da Samsung ainda apresenta pequenos engasgos e lentidão para algumas tarefas Mas no geral, o desempenho não decepciona Esse intermediário da Samsung traz câmera tripla na traseira – a principal registra a imagem de até 25 MP a secundária tem lente ultra-wide para você tirar fotos mais amplas e a terceira serve para desfocar o fundo de cenários Por padrão, a câmera vem configurada para capturar fotos de 12 MP se você optar pela resolução máxima, terá que abrir mão do hdr; além disso, as fotos perdem nitidez e você ter a impressão de que o foco falhou na hora de capturar a imagem

Mas isso também aconteceu com o Galaxy A9 que testamos anteriormente Em cenários abertos e bem iluminados a câmera do A50 registra boas cores e exposição uniforme Muitos celulares nessa faixa de preço tendem a deixar o céu é estourado, o que não é o caso desse modelo O hdr, tanto no automático quanto no manual, tende a deixar as fotos mais escuras – as sombras tem seus detalhes destruídos, então recomendamos deixar desligado Já em cenários fechados hdr funciona melhor e registra fotos mais claras com alcance dinâmico mais amplo

A câmera ultra-wide faz o seu trabalho e permite registrar muito mais do cenário nas fotos A qualidade das imagens não muda muito comparado a câmera principal À noite é que vemos a maior diferença entre as duas; a lente mais aberta perde muito dos detalhes e gera fotos borradas e com maior nível de ruídos Recomendamos que você use a câmera principal em cenários com pouca luz A terceira câmera é o verdadeiro destaque aqui – ela desfoca o fundo de forma muito eficiente, superando até alguns celulares top de linha

Claro, nem sempre o resultado é perfeito, mas está muito acima do que celulares nessa faixa de preço entregam no Modo Retrato Para selfies, o A50 também manda bem – nada de céu estourado em fotos ao ar livre ou muitos ruídos em fotos tiradas em locais fechados Claro, não espere selfies excelentes a noite – ainda mais se houver uma fonte de luz atrás de você Por fim o celular da Samsung também é bom na captura de vídeos e seu sistema de estabilização é bastante eficiente O A50 é melhor do que o Moto G7 Plus ou o Redmi Note 7? Bom, ele é o mais lento dos três

Em jogos também temos desempenho um pouco inferior A sua bateria, no entanto, rende mais que os rivais citados Mas uma grande vantagem para o Moto G7 Plus é que a recarga da bateria é feita em metade do tempo se compararmos os dois Em câmera o A50 fica no mesmo nível dos outros – mas registrando melhores selfies Por R$ 2000 esperávamos mais do Galaxy A50, mesmo que venha com hardware potente da própria Samsung, ele entrega desempenho abaixo de intermediários na faixa de R$ 1500

O seu grande diferencial, que é o leitor biométrico na tela, falha bastante e pode irritar às vezes As vantagens ficam para a tela Super AMOLED que entrega bela imagem e sua bateria que dura bem – o som é ruim pelo preço cobrado e o tempo de recarga poderia ser muito melhor Se você tira muitas selfies o A50 é uma ótima opção a se considerar, mas o conjunto triplo de câmera na traseira decepciona No geral, ele é um celular cheio de altos e baixos e achamos que o Moto G7 Plus e o Redmi Note 7, que são encontrados por valores muito mais baixos, seriam melhores escolhas Caso ainda esteja em dúvida entre qual aparelho escolher, recomendo que visite o tudocelularcom para comparar todos os detalhes de cada aparelho e conferir tudo sobre o Galaxy A50

Inclusive, perceber que ele já pode ser encontrado com descontos acima de R$ 300 em cima do valor de lançamento E nós queremos saber o que você achou do Galaxy A50, comente aí abaixo! Eu sou Wesley Moraes e vou encerrando esta análise por aqui Nos vemos nos próximos vídeos, um grande abraço e até lá

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Pixel 3 XL: câmera ótima, mas notch estranho não é único defeito | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/pixel-3-xl-camera-otima-mas-notch-estranho-nao-e-unico-defeito-analise-review/ Sun, 25 Aug 2019 22:25:16 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=980 O Pixel 3 XL é o smartphone mais potente do Google atualmente, e vem com a promessa de entregar experiência…

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O Pixel 3 XL é o smartphone mais potente do Google atualmente, e vem com a promessa de entregar experiência máxima com o Android Será que ele é capaz de superar flagships com versões modificadas do robôzinho e também os rivais da Apple com iOS? É isso que você descobre agora em nossa análise completa

O design do aparelho é parecido com o do Pixel 3 temos uma estrutura de metal com finalização brilhante reforçada por vidro na frente e traseira E assim como no modelo menor, o acabamento mescla vidro liso com parte fosca Na parte frontal, vemos a primeira diferença entre os dois modelos do Google A empresa decidiu aderir à moda do entalhe no Pixel 3 XL, mas fez isso de forma errada O corte é maior do que vemos normalmente em outros aparelhos, devorando uma grande parte da tela

Claro que beleza é algo subjetivo, mas olhar para o aparelho causa estranheza no início E o pior é que a empresa não incluiu uma opção para ocultar o entalhe nativamente, como vimos em smartphones de outras fabricantes mas é possível usar apps de terceiros para isso O Pixel 3 XL mantém o alto-falante frontal do seu antecessor, mas agora ganhou uma lente secundária grande-angular para tirar selfies em grupo Na lateral ainda temos o botão de energia colorido nas versões branca e rosa do aparelho mas nesse que analisamos, todos os botões são da cor do celular o lado ruim da traseira de vidro com acabamento fosco é que acaba riscando com muita facilidade especialmente no modelo na cor preta – escolher a opção na cor branca ajuda a esconder esse problema

O Pixel 3 XL vem com os mesmos acessórios do seu irmão menor; aqui temos um carregador de 18W de potência, cabo usb no padrão C em ambas as pontas, fones de ouvido com conexão USB-C, adaptador para P2, adaptador para USB mais antigo, chavinha da gaveta do cartão SIM, guia do usuário e adesivos Aqui temos tela OLED como na geração passada, mas o Google deixou a LG como fornecedora e adotou painéis da Samsung desta vez Essa mudança deve agradar aqueles que temiam unidades com telas defeituosas, como aconteceu com o Pixel 2 XL Agora temos 6,3 polegadas com resolução superior à da geração passada e também do Pixel 3 Mas apesar de ter painel da Samsung, a qualidade não é a mesma que você encontra na linha Galaxy

Notamos que o brilho da tela não é muito alto, o que compromete um pouco o uso em ambiente externo além disso, o ângulo de visão é mais limitado do que normalmente vemos em telas do tipo OLED a reprodução de cores é muito precisa no modo manual, também oferecendo um modo saturado para quem curte cores vibrantes Se a tela não chega a ser um grande destaque, a parte sonora, por outro lado, chama atenção Por ter duplo alto-falante frontal, temos um som mais potente e envolvente do que nos rivais diretos O fone de ouvido é o mesmo que vem com o Pixel 3; ele é feito de plástico, o que o torna desconfortável em longos períodos de uso, mas entrega uma boa qualidade sonora O Pixel 3 XL conta com o mesmo Snapdragon 845 do seu irmão menor, assim como a mesma quantidade de memória, mas acabou entregando um desempenho inferior

Não é de hoje que temos relatos de que o aparelho apresenta problemas no gerenciamento do multitarefas e até agora, Google não arrumou esta falha Em nosso teste de velocidade ele não conseguiu segurar os aplicativos em aberto, o que faz com que o Pixel 3 XL entregue um dos piores resultados entre os flagships de 2018 Já em benchmarks tivemos resultados superiores em todos os testes, comparados ao Pixel 3 Aqui ele fica no mesmo patamar de outros aparelhos com processador similar Em jogos, como esperado, também temos ótimo desempenho

Não vimos qualquer lentidão ou engasgo mesmo ao rodar títulos mais pesados, como PUBG O ponto forte da linha Pixel sempre foi suas câmeras, e isso não mudou com o 3 XL A novidade para a parte de software fica para a captura de imagens sem compressão para quem deseja manter a qualidade máxima Mas também é possível salvar a mesma foto em formato mais tradicional, o que ocupa menos espaço e fica mais fácil de upar nas redes sociais Google também incorporou um novo tipo de foco, que permite você "travar" em um objeto e não apenas no plano do cenário – isso é bom para filmagens quando o objeto estiver em movimento assim a câmera não perderá o foco com facilidade

Também ajuda na hora de tirar fotos de bichinhos de estimação, ou mesmo de crianças pequenas As fotos capturadas pelos modelos anteriores já eram muito boas, e no Pixel 3 XL vimos alguns refinamentos O salto não foi grande, mas é possível ver que o aparelho registra um maior nível de detalhes e entrega um alcance dinâmico mais balanceado quando o HDR+ está ligado Como antes, as imagens saem com contraste exagerado, o que cria uma aparência mais escura que favorece os detalhes e destaques sobre as sombras As cores ficam mais vibrantes, enquanto o balanço de branco puxa para os tons mais frios

Em fotos noturnas temos menos ruídos que aparelhos rivais mas em vídeos não é possível dizer o mesmo A filmadora grava em 4K, mas não a 60 fps como vemos em flagships recentes, a qualidade da imagem é muito boa, com alto nível de detalhes, sem falar na estabilização do aparelho, que funciona muito bem a captura de áudio está dentro do esperado para um aparelho do seu porte, mas o cancelamento de ruídos poderia ser mais eficiente Google reduziu a bateria do seu flagship comparado a seu antecessor E como esperado, o Pixel 3 XL acabou entregando autonomia inferior, mas ainda fica acima do que o Pixel 3 oferece, a diferença é de apenas duas horas em tempo de uso entre os modelos de 2018, mas é suficiente para quem não faz uso mais pesado com muitos jogos

O carregador entrega a mesma potência, e por ter bateria menor, o Pixel 3 XL acaba passando menos tempo na tomada que seu antecessor De qualquer forma, ainda é preciso esperar quase duas horas para isso O que é um tempo algo, considerando outros flagships com carregamento acelerado Apesar de não ser tão rápido como muito flagship que testamos em 2018, o aparelho do Google entrega boa fluidez na execução de apps e jogos, se a empresa corrigir o gerenciamento de RAM, teremos uma experiência ainda melhor Para quem busca "força bruta" e alta velocidade, o OnePlus 6T seria a escolha ideal

Resumindo tudo que vimos aqui: o Pixel 3 XL tem como grande destaque a sua câmera que manda muito bem em fotos O aparelho vem com Android sem modificações, que entrega atualizações rápidas mas peca no gerenciamento de memória Isso faz com que ele seja mais lento que muito flagship do ano passado A tela é boa, mas poderia ser melhor Pelo menos, na parte sonora ele não deixa a desejar para os concorrentes

A bateria não chega a ser ruim, mas também, está abaixo do que muitos entregam Para quem busca ótima câmera, o Pixel 3 XL é o diferencial entre os modelos com Android mas poderia entregar um conjunto mais aceitável, sem falar que o aparelho é caro e não é vendido oficialmente por aqui Importá-lo vai acabar saindo mais caro que flagships nacionais, o que pode não ser atrativo para muitos Para conferir mais detalhes sobre o Pixel 3 XL, é só acompanhar a matéria pelo link na descrição do vídeo

Lá no site do TudoCelular você poderá compará-lo com os seus rivais, aproveita também para se inscrever aqui no canal, para não perder outros vídeos do flagship do Google Aqui foi Francisco Lucena, e até a próxima

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