Arquivos Review - AMD World Notícias de Tecnologia Fri, 03 Sep 2021 14:32:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 http://www.amdworld.co.uk/wp-content/uploads/2022/08/cropped-icone-whatsapp-gb-32x32.png Arquivos Review - AMD World 32 32 MOTOROLA EDGE: PRIMEIRO CELULAR INTERMEDIÁRIO 5G do Brasil vale a pena? | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/motorola-edge-primeiro-celular-intermediario-5g-do-brasil-vale-a-pena-analise-review/ Fri, 04 Sep 2020 17:00:06 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2259 O Edge+ marcou a volta da Motorola ao segmento de flagships depois de anos sem novidades O problema está no…

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O Edge+ marcou a volta da Motorola ao segmento de flagships depois de anos sem novidades O problema está no preço salgado de R$ 8

000, e como você viu em nossa análise completa é difícil justificar tal valor Agora temos em mãos a versão mais básica do Edge, que traz mesmo design, porém com hardware mais simples Será que este entrega um melhor custo-benefício? Vamos conferir! Seu design é idêntico ao da variante Plus, com tela cascata que elimina as bordas laterais O furo para a câmera fica localizado na mesma posição do outro modelo Olhando de frente é difícil de saber qual versão do Edge você está segurando, mas é na traseira que vemos pequenas diferenças

O modelo mais barato tem design mais próximo aos da linha Moto G8 e One A moldura de alumínio tem mesma qualidade de construção do Edge+ Este é mais fino e leve, o que pode ser justificado pela bateria menor A traseira de plástico também ajuda a economizar alguns gramas de peso mas favorece o acúmulo de marcas de dedo Cobrar mais de R$ 5

000 em celular com traseira de plástico pode parecer um absurdo, mas a Motorola não é a única que faz isso O que diferencia o modelo de outros intermediários-premium é ter suporte à redes 5G Nos testes que realizamos na sede da operadora Claro conseguimos alcançar mais de 1 Gbps em espaço que simulava as condições ideais da rede – claro que, na prática, nem sempre será assim e em média teremos algo em torno de 200 Mbps E às vezes, caindo até abaixo da metade disso Aidna é cedo para se preocupar com um celular 5G? Bom, talvez não valha a pena pagar caro para ter quase a mesma velocidade do 4G em algumas operadoras

O que importa para a maioria dos consumidores é que o Motorola Edge tem NFC, entrada para fone de ouvido e leitor biométrico na tela que funciona bem Faltou resistência contra água, já que a Motorola continua insistindo apenas em proteção contra respingos A tela OLED de 90 Hz parece ser a mesma do modelo mais caro Esse é o primeiro intermediário-premium a chegar ao Brasil com essa taxa de atualização Sua tela tem brilho inferior e não traz suporte à HDR 10+ como temos no Edge+

Isso limita o aproveitamento de filmes e séries em HDR na Netflix e Amazon Prime Video, por exemplo O brilho mínimo é bastante baixo a ponto de não gerar desconforto no escuro A reprodução de cores tende para tons vibrantes e bastante saturados Há três perfis de calibração, mas em todos eles o branco sempre fica com tom levemente azulado Como é comum em celulares da Motorola, o alto-falante de chamadas serve como canal secundário para efeito estéreo

Ele não é tão potente quanto a saída de som na parte inferior do aparelho e peca mais em agudos, gerando um áudio desbalanceado A potência sonora é inferior ao Edge+ e entrega som abafado, mas sem distorções no máximo O fone que vem junto é até confortável O som distorce um pouco quando o volume está baixo porém, menos quando está no máximo Pelo preço poderia vir um acessório melhor na caixa

O Motorola Edge vem equipado com a plataforma Snapdragon 765G, sendo uma das melhores para o segmento intermediário – mas aqui faltou um pouco de gás Nosso teste de velocidade tivemos resultado melhor que o dos modelos da linha Moto G8 e alguns da One, mas fica abaixo de rivais na mesma faixa de preço A diferença é grande para o Edge+, mas convenhamos que ele custa bem mais caro No AnTuTu conseguimos uma média de 300 mil pontos É um número interessante para um intermediário mas talvez não vá deixar ninguém empolgado pelo preço que a Motorola cobra por ele

Testamos vários jogos no Edge e não vimos problema de fluidez na maioria No Call of Duty rodamos na qualidade máxima com boa taxa de FPS No entanto, nem todos os games vão rodar liso Sua bateria é menor e, consequentemente, rende menos que a do Edge+ Em uso moderado terá carga para o dia inteiro precisando recarregá-lo apenas quando for dormir mas já vimos muitos celulares com 4

500 mAh renderem mais de um dia Outra decepção fica para o tempo de recarga – a Motorola já deveria ter aposentado o carregador Turbo Power de 18-Watts nos modelos mais caros Ele demora mais de 2hr30min para recarregar totalmente o Edge, tudo bem que uma carga de apenas 30 minutos recupera 40% da bateria, mas já é comum vermos intermediários levando pouco mais de uma hora para ter a bateria totalmente recarregada Ele sai da caixa com Android 10 e a mesma interface limpa da Motorola Por mais que não tenha empolgado em velocidade, não notamos problemas de lentidão em uso no dia-a-dia

A maior demora de carregamento acontece mais nos jogos Assim como outros lançamentos recentes da marca há o Moto Ações e a possibilidade de customizar cores e ícones da interface – não é nada avançado como na linha Galaxy, mas é melhor do que ficar fuçando nas opções de desenvolvedor e ter tudo isso organizado em um único aplicativo Há três câmeras na traseira e um sensor ToF 3D – a principal tem sensor da Samsung de 64 MP que já vimos em alguns intermediários A qualidade das fotos é decente, com cores vibrantes e HDR eficiente Por padrão terá fotos de 16 MP mas você pode mudar para a resolução máxima você lotará a memória do celular muito mais rápido e muitas vezes até terá fotos piores com nitidez inferior e ruídos mais acentuados, nem vale a pena

A ultra-wide perde um pouco de nitidez e tende para cores mais quentes Ela não sofre tanto com distorção de lente e, no geral, entrega fotos com qualidade similar à da câmera principal O bom de ter foco automático nesta câmera é que você pode usá-la para registrar macros A qualidade é decente, só peca um pouco em nitidez A terceira câmera é do tipo teleobjetiva com zoom ótico de 2x

Ela tem resolução de 8 MP, mas salva as imagens em 16 MP usando interpolação, o que é estranho pois compromete a qualidade Dá para contornar isso usando o modo manual A câmera do Edge não decepciona tanto à noite há ruídos e queda de nitidez, mas você pode usar o modo noturno para minimizar tais problemas O Night Vision está disponível apenas com a câmera principal e não chega a fazer milagres na hora de salvar fotos que saíram escuras A câmera frontal também traz sensor Samsung e consegue registrar boas selfies e cores sem exageros em locais abertos e bem-iluminados

O HDR nem sempre ativa quando é necessário e você pode acabar tendo fotos com fundo completamente estourado O Edge é capaz de gravar vídeos em 4K a 30 fps e Full HD a 60 FPS com a principal mas demais câmeras ficam limitadas apenas a Full HD a 30 fps A qualidade é apenas mediana e as cores são mais frias do que temos nas fotos A captura do áudio é estéreo e tem boa qualidade, porém, o foco automático poderia ser um pouco mais ágil O Motorola Edge é um intermediário com preço de Flagship

Ele chegou por R$ 5500 e cobra isso tudo por causa do 5G – vale a pena? Achamos que não Ele é inferior a praticamente todos os tops mais acessíveis das outras marcas Se levarmos em consideração os valores atuais é possível comprar o Galaxy S20 Plus com mesma duração de bateria, desempenho superior e câmeras melhores O iPhone 11 Pro sai um pouco mais caro, mas entrega desempenho muito acima e também vence com folga em câmeras

Quer uma alternativa entre os importados? O Mi 10 custa menos e é superior em tudo O Motorola Edge+ mostrou ser uma má escolha para quem busca um top de linha e o Edge também segue o mesmo caminho – ele é muito caro pelo que oferece Tudo bem, seu preço vai despencar nos próximos meses, mas os seus rivais também vão Ele tem desempenho em multi-tarefas bom, a bateria é apenas mediana e as câmeras não vão muito além do que a linha Moto G8 entrega Talvez seja melhor economizar o seu dinheiro ao ir de Samsung ou Xiaomi

Faz questão de ter 5G? Em nossos testes não vimos motivos para se apressar quanto à tecnologia Em muitos casos, o 5G DSS acaba sendo mais lento que o 4G Deixe para migrar futuramente e invista em um celular com conexão LTE que fará melhor negócio E para encontrar as melhores ofertas para todos os aparelhos citados você já sabe basta clicar nos links aí abaixo Aproveita para comentar o que você achou da família Motorola Edge

Eu vou encerrando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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GALAXY M31: candidato a MELHOR CELULAR INTERMEDIÁRIO de 2020 tem poucos poréns | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/galaxy-m31-candidato-a-melhor-celular-intermediario-de-2020-tem-poucos-porens-analise-review/ Tue, 25 Aug 2020 17:00:05 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2226 O Galaxy M31 foi lançado no início do ano e chegou ao Brasil apenas em julho A demora foi tão…

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O Galaxy M31 foi lançado no início do ano e chegou ao Brasil apenas em julho A demora foi tão grande que ele até já ganhou uma versão atualizada, o M31S

Enquanto o mais recente não desembarca por aqui, vamos conferir o que o novo intermediário Samsung com imensa bateria de 6000 mAh tem a oferecer Ele estreia por R$ 2000 e acaba competindo com o Galaxy A51 – será que é uma melhor compra? O Galaxy M31 chegou ao mercado um ano após o M30, um dos melhores intermediários básicos da Samsung que testamos ano passado O novo tem mesmo tamanho e mantém o entalhe em formato de gota diferente de outros lançamentos recentes da marca que apostam no mais atual entalhe em furo na tela

O novo modelo ficou mais gordinho e pesado devido ao aumento da bateria A qualidade de construção segue a mesma de antes, com corpo todo feito em plástico E se o design frontal não sofreu mudanças, na traseira agora temos quatro câmeras organizadas em bloco saltado como nos demais lançamentos recentes da Samsung O M31 é um celular que atrairá os brasileiros por sua grande bateria, mas não faz sentido a Samsung deixar tecnologias como NFC de lado – pelo menos pelo preço que é cobrado no aparelho O seu leitor de digitais é mais tradicional e alguns podem até achar melhor do que a tecnologia de biometria na tela, mas a posição alta vai dificultar a vida de quem tem mãos pequenas

A tela é do tipo Super AMOLED com resolução Full HD+ Parece ser o mesmo painel do antecessor, porém, este é um pouco melhor O brilho é alto e até supera o A51 As cores são vibrantes, o preto é profundo e o ângulo de visão é amplo A calibração padrão não é perfeita, mas há vários ajustes para deixar ao seu gosto

A parte sonora poderia ser melhor Há apenas uma saída de som ao lado da porta USB-C Além do áudio mono, a potência é apenas mediana O M31 tem grande foco nas vozes, que se destacam em vídeos e músicas – porém, peca nos médios e graves Há suporte a Dolby Atmos que você pode usar com fones de ouvido

Ele promete uma experiência 3D mais imersiva, mas o que faz na prática é apenas forçar o volume A LG faz esse mesmo tipo de promessa com o DTS-X, mas esses fones que vem de brinde são muito simples para tirar proveito de tais tecnologias O hardware saltou de um Exynos 7904 para o 9611, o mesmo presente no A51, porém aqui temos mais RAM Em nosso teste padronizado de desempenho em multitarefas ele superou o antecessor com pequena folga É um celular rápido no geral e que consegue segurar muitos aplicativos abertos em segundo plano

Em benchmarks houve um grande salto nas pontuações comparado ao M30 No AnTuTu chegamos a ter quase o dobro de pontos, ficando acima até mesmo do A51 Ele roda bem a maioria dos jogos, só não espere jogar tudo com a qualidade gráfica no máximo No Asphalt 9 ocorrem pequenos congelamentos quando no alto, mas basta reduzir os gráficos para o médio para ter um bom desempenho No PUBG é o mesmo caso – esse é um intermediário que consegue rodar todos os games tranquilamente mas não é indicado para gamers exigentes

E a bateria? Afinal, este é o ponto mais forte do M31, certo? Bem, podemos dizer que ela é boa, mas poderia ser melhor Ter 6000 mAh realmente soa bastante tentador e você pode até imaginar que vai recarregar o celular a cada três dias – isso só será possível em uso leve, com WhatsApp e navegação Se abusar de jogos, YouTube ou Netflix ele dificilmente durará dois dias completos Em nosso teste padronizado tivemos a mesma autonomia do M30, que tem 1

000 mAh a menos Pelo visto, o Exynos 9611 é menos eficiente E o tempo de recarga também continua o mesmo de antes – o M31 vem com carregador de 15-Watts que faz ele ir de 0 a 100% em quase duas horas e meia Não é um tempo ruim se considerar o tamanho da bateria, mas um carregador mais forte seria bem vindo O M31 sai da caixa com Android 10 e deve receber pelo menos uma nova versão do robôzinho futuramente

O que pode frustrar alguns é que a linha M geralmente vem com um software com menos recursos Este é o caso do M31, que vem com One UI 20, ou seja, aqui você perde Pasta Segura e o Samsung Pay O lado bom de ter um software mais enxuto é que ele flui melhor e notamos isso comparado a alguns modelos da linha Galaxy A, que trazem a One UI completa Ainda assim, achamos que a Samsung poderia pegar mais leve na quantidade de aplicativos pré-instalados

Há o pacote da Microsoft e até Candy Crush As câmeras cresceram em número e resolução A principal saltou de 13 para 64 MP a ultra-wide ganhou mais pixels, enquanto a de profundidade não sofreu mudanças A novidade fica para uma câmera dedicada para macro Esse não é o primeiro intermediário da Samsung com resolução tão alta

O problema é que o Exynos 9611 é um chip fraco para lidar com tantos pixels Por padrão a câmera salva as fotos em 16 MP, e quando mudamos para 64 até percebemos menos detalhes nas fotos devido às limitações do pós-processamento A câmera do M31 é melhor que a do seu antecessor Ela registra boas imagens em locais com boa iluminação mas tende a saturar demais no automático A ultra-wide poderia ter sensor maior como no A51, o que torna o seu uso limitado no M31

Fora de casa até dá para usar, mas basta fotografar em locais fechados para notar uma queda considerável na qualidade O mesmo podemos dizer da Macro – em locais abertos e com boa luz ela registrará fotos detalhadas O seu foco é fixo e fica entre três e cinco centímetros Já o sensor de profundidade faz devidamente o seu trabalho e separa bem pessoas e objetos do fundo A noite você terá fotos bastante escuras com o M31

Há modo noturno que prolonga um pouco a exposição, mas não faz milagres A ultra-wide fica praticamente inútil em cenários mais escuros A frontal teve a resolução dobrada e traz a mesma abertura focal de antes ela é capaz de registrar selfies no nível do A51 em locais bem iluminados e até que não sofre tanto à noite Por padrão, ela aplica um suave efeito de retoque na pele, o que ajuda a eliminar imperfeições mas pode incomodar alguns A filmadora agora grava em 4K com a câmera traseira e também com a frontal

Há boa estabilização quando se filma em Full HD Porém, o foco do M31 é bastante lerdo e fica ainda pior em 4K A captura de áudio é muito boa e o microfone consegue capturar bem as vozes mesmo em locais mais barulhentos O M31 faz sentido por R$ 2000 ou há opções melhores? Atualmente é possível encontrar o A51 pelo mesmo preço e traz design mais atual com menos bordas, tem NFC e alguns extras como TV digital

Porém, em nosso teste de desempenho ele foi mais lento e sua bateria rendeu menos Pelo menos as câmeras são melhores, especialmente em vídeos Da Xiaomi temos o Redmi Note 9S no varejo nacional por preço similar e que entrega melhor desempenho em jogos e traz câmera macro com foco automático que entrega fotos muito melhores E se você está interessado no M31 apenas por causa da bateria pode valer mais a pena economizar e escolher o Moto G8 Power, que tem autonomia próxima e custa bem menos Vale trocar o M30 pelo M31? O novo é um pouco mais rápido mas a bateria dura o mesmo

Você leva um conjunto mais completo de câmeras que tem foco problemático Talvez não valha a troca por agora O Galaxy M31 é o mais avançado da linha Galaxy M que temos atualmente no Brasil e seu preço chega a competir com aparelhos superiores Ele vai atrair muita gente por causa de sua imensa bateria de 6000 mAh mas não se deixe enganar – ele não rende tanto quanto deveria

No geral, é um celular que entrega bom desempenho, tem ótima tela, e é capaz de registrar belas fotos Quando o seu preço cair para menos de R$ 1400 será uma compra interessante E para acompanhar os melhores preços dele e dos demais modelos citados nesta análise basta clicar nos links aí abaixo Aproveita para comentar se a bateria do M31 rendeu o que você esperava ou ficou devendo

Eu vou encerrando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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MOTOROLA ONE FUSION PLUS: um Hyper MELHORADO? | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/motorola-one-fusion-plus-um-hyper-melhorado-analise-review/ Sun, 23 Aug 2020 17:00:07 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2222 O One Hyper foi o primeiro smartphone com câmera pop-up da Motorola que chegou ao mercado no final de 2019…

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O One Hyper foi o primeiro smartphone com câmera pop-up da Motorola que chegou ao mercado no final de 2019 – agora temos o One Fusion Plus, que apesar de não ser oficialmente um sucessor, chega para ocupar o lugar do antigo intermediário e estreia pelo mesmo preço de antes Será que o novo entrega um melhor custo-benefício ou a Motorola ainda continua devendo neste segmento? Vamos conferir! O One Fusion Plus deixa de lado o design diferenciado do Hyper e adota o padrão de câmeras em formato de exclamação invertida, como temos na linha Moto G

O diferencial fica para a opção branca do aparelho, que tem frente da mesma cor, enquanto este em tom de azul que testamos traz moldura preta, como é comum na grande maioria dos smartphones Para um intermediário-premium esperávamos mais de sua construção Ele tem uma única peça de plástico que cobre traseira e laterais O leitor biométrico segue o padrão tradicional, localizado no logo da Motorola enquanto nessa faixa de preço era esperado ver o sensor de digitais integrado à tela Pelo menos, ele responde bem e não demora para desbloquear o aparelho

O Fusion é ligeiramente maior que o Hyper, por mais que os dois tenham o mesmo tamanho de tela Não faz sentido aumentar a largura das bordas à troco de nada – ainda mais quando estamos falando de um celular que adota câmera pop-up para fugir de bordas, recortes ou furos na tela Sempre que a câmera frontal é acionada, é possível ouvir o barulho do mecanismo em ação Leva um segundo para ter a câmera pronta para usar e ela possui sistema anti-queda que se retrai ao detectar que o celular caiu da sua mão Há um botão dedicado ao Google Assistente, que fica localizado do lado direito acima da tecla de controle de volume – ele serve apenas como atalho para acionar o assistente virtual, já que não é possível alterar sua função

E se busca um celular com NFC, então é melhor esquecer o Fusion Plus A tela de 6,5" polegada tem resolução Full HD+ e painel IPS LCD A Motorola chama sua tela sem cortes de TotalVision e alega que o painel é otimizado para o YouTube para tirar o máximo proveito de vídeos em HDR e 360º, além de reduzir o tempo de carregamento O HDR10 também é compatível com Netflix Se você ficou decepcionado por não ver uma tela OLED no One Fusion Plus, imagina quando souber que o painel usado entrega brilho inferior ao de alguns membros da linha Moto G

Usá-lo fora de casa não será um problema, mas pelo preço que a Motorola cobra poderia ter caprichado mais na tela Pelo menos o nível de preto, contraste e ângulo de visão são bons Outro ponto que não fez sentido é o áudio – se temos modelos como o Moto G8 Power e G8 Plus com som estéreo, porque os mais caros trazem som mono? A boa notícia é que o alto-falante do Fusion é de qualidade e consegue reproduzir graves, médios e agudos de forma equilibrada – só poderia ser um pouco mais alto A Motorola finalmente abandonou os chips da série Snapdragon 600 e agora temos o 730 que é encontrado em muitos intermediários-premium Ele já mostrou bons resultados em modelos de outras marcas mas ficamos decepcionados com o Fusion Plus

Em nosso teste de velocidade em multi-tarefas ele foi mais lento que o Moto G8 Plus que traz hardware inferior, e ficou empatado com o One Hyper Há um modo de desempenho otimizado que não serve para quase nada E se você acha pontuações de benchmarks mais importantes então saiba que há uma diferença média de 20% entre o Snapdragon 675 e o 730 no AnTuTu O Fusion Plus é um bom celular para jogar – todos os títulos que testamos rodaram sem engasgos quer dizer, quase todos A única exceção foi o Asphalt 9 mas, aparentemente, é um problema do game em si e não do celular

PUBG rodou de boa na qualidade HD alta É possível bloquear chamadas e mensagens enquanto joga mas nada de configuração de resolução ou FPS Talvez o que vá atrair muitos é a generosa bateria de 5000 mAh, que rende bem Em nosso teste padronizado tivemos mais de vinte e quatro horas de autonomia em uso moderado

A Motorola promete duração média de dois dias e realmente é fácil de conseguir isso com o Fusion Plus O que poderia ser melhor é o carregador É o mesmo TurboPower de 18-Watts de sempre Ele demora quase duas horas e meia para fazer o Fusion Plus ir de 0 a 100% Com uma carga rápida de 15 minutos você não recupera nem 20% da bateria

Ele sai da caixa com Android 10 e a mesma interface limpa da Motorola que estamos acostumados Você encontra no aplicativo Moto algumas configurações além dos gestos tradicionais presentes em outros celulares da marca, há o My UX, com algumas opções de customização do Android 10 que vem escondidas no menu do desenvolvedor É possível alterar o tamanho e formato dos ícones da tela inicial, mudar a fonte do sistema e escolher uma cor de destaque para os atalhos do Android na tela de notificações Não há nada de exclusivo ou revolucionário, mas é interessante ver a Motorola reunir isso em um só lugar e tornar a usabilidade mais amigável O Fusion Plus traz a mesma câmera de 64 MP e ultra-wide de 8 MP do One Hyper mas agora vem complementado com uma dedicada para macro e outra para desfoque de cenário

Como é de se esperar, a câmera principal comprime quatro pixels em um só por padrão Você pode optar pelo modo alta resolução para explorar o máximo do sensor ele amplia a nitidez e reduz os ruídos, especialmente à noite, mas acaba desativando o HDR A qualidade fotográfica é similar ao One Hyper – é possível registrar boas fotos com cores próximas da realidade e contraste sem exagero A parte curiosa é que a ultra-wide faz upscaling para 16 MP, o que sacrifica a nitidez das fotos e torna a qualidade final apenas mediana As cores também mudam e tendem para tons mais frios

A macro tem resolução suficiente para registrar boas fotos, mas sua distância focal poderia ser um pouco mais próxima, já que mesmo com o foco automático não é possível chegar tão perto quanto temos, por exemplo, em alguns modelos da Xiaomi Já a de desfoque funciona muito bem com a principal em modo 16 MP o contraste não é afetado e a intensidade do efeito é bom, com poucas falhas À noite temos a mesma qualidade de celulares intermediários na faixa dos R$ 2000 o diferencial do Fusion Plus está no seu eficiente Modo Noturno, que realmente deixa as fotos mais claras sem comprometer a qualidade com excesso de ruídos A ultra-wide, que já não é muito boa de dia, fica ainda pior em cenários com pouca luz

A câmera pop-up traz sensor de 16 MP que também comprime quatro pixels em um Por padrão você terá fotos de apenas 4 MP, o que compromete a qualidade e resulta em selfies inferiores aos concorrentes Você pode mudar para o modo de 16 MP se desejar O desfoque de fundo apresenta mais falhas, mas gera um bom efeito O HDR fica mais limitado e será normal ver fotos com luz estourada de fundo

O fusion plus grava em 4K a 30 FPS A qualidade das filmagens é decente, tem boa estabilização e foco ágil É possível filmar em Full HD a 60 fps, porém, o foco fica mais lento As demais câmeras gravam apenas a 30 fps nesta resolução A captura de áudio é estéreo, porém, não há um cancelamento de ruído eficiente e o barulho do vento pode arruinar suas filmagens

O Fusion Plus é praticamente um One Hyper com duas câmeras extra e bateria com maior autonomia A qualidade fotográfica é similar entre os dois e se você não faz questão de uma câmera macro talvez seja melhor economizar e comprar o modelo mais antigo que está mais barato Tudo bem que sua bateria rende menos mas ele leva metade do tempo para recarregar Quais alternativas temos da concorrência? Da Samsung você encontra o Galaxy A71 na mesma faixa de preço Ele é mais rápido e tem melhores câmeras, porém, a bateria dura menos

Da Xiaomi há o Redmi Note 9 Pro, que oferece melhor desempenho e bateria mas as câmeras não são melhores que as do Fusion Plus, exceto pela macro O Fusion Plus chegou por R$ 2500 ele é um celular feito de plástico, sem tecnologias avançadas e que entrega desempenho de intermediários mais simples pela pouca quantidade de RAM Seu conjunto multimídia e sua bateria são bons, mas isso não é suficiente para justificar o preço de lançamento

Apesar de não ser um sucessor direto do One Hyper ele é meio que uma atualização do lançamento de 2019 e não traz muita novidade Qual seria um preço justo para o One Fusion Plus? O mesmo que você encontra no Hyper atualmente Claro que o preço cairá nos próximos meses, então, recomendo ficar de olho no TudoCelularcom para não perder promoções e saber o melhor momento de comprar o seu É só clicar nos links que estão aí abaixo

Aproveita para comentar o que você achou do novo intermediário da Motorola Eu vou encerrando por aqui, um grande abraço e até a próxima Legendado por Paulo Montenegro | paulomontenegro@hotmailcombr

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GALAXY A21s está a um DETALHE de ser o MELHOR INTERMEDIÁRIO BÁSICO | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/galaxy-a21s-esta-a-um-detalhe-de-ser-o-melhor-intermediario-basico-analise-review/ Mon, 17 Aug 2020 17:00:06 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2210 O Galaxy A21S é a mais recente aposta da Samsung no segmento de intermediários Ele estreou no Brasil com preço…

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O Galaxy A21S é a mais recente aposta da Samsung no segmento de intermediários Ele estreou no Brasil com preço salgado de quase R$ 2

000 e deixa de lado tecnologias que encontramos em celulares mais básicos da empresa, como a tela Super AMOLED O que ele oferece em troca? Vale a pena comprar? É isso que você vai saber nesta análise completa do TudoCelularcom O Galaxy A21S traz design mais atual que o A31 lançado há poucos meses Apesar de ser considerado um modelo inferior, neste temos entalhe em formato de furo enquanto o A31 ainda adota entalhe em formato de gota

A novidade da Samsung tem corpo de plástico e mesmo conjunto de câmeras de outros intermediários da marca, com quatro sensores na traseira O leitor biométrico é mais tradicional e funciona bem, apesar da tela demorar um pouco para ligar Ele é um aparelho grande devido à tela de 6,5" Poderia ter bordas mais finas para ajudar, mas até que está melhor do que temos no A20S A qualidade de construção é boa e a pintura tem um leve efeito cromático que é mais discreto do que vimos no A30s

Algo que fez falta no A20S foi Wi-Fi 5 GHz, que está presente neste aqui Mas a primeira decepção vai para a tela, pelo preço cobrado, era esperado ver um painel Super AMOLED mas a Samsung decidiu economizar e adotou uma tela LCD simples com resolução HD+ O nível de brilho é decente, o que faz falta é ter sensor de luminosidade Sempre que sair ao sol você terá que regular o brilho manualmente, pois o brilho automático não funciona muito bem As cores não tem a mesma vivacidade comparado à outros lançamentos recentes da linha

O ângulo de visão também não é muito amplo, mas é uma tela melhor do que vimos no A20S A sua única saída de som entrega qualidade razoável A potência sonora é suficiente para ouvir bem vídeos e jogos, mas não espere boa qualidade para músicas Pelo menos o A21S não chega a distorcer muito quando o volume está no máximo O fone de ouvido é o mesmo basicão que vem com os demais da linha Galaxy A

Ele serve para quebrar o galho enquanto você compra um fone melhor Se pensa em comprar o A21S para ouvir músicas talvez seja melhor investir em algum rival da Motorola O A21S estreia o chip Exynos 850 anunciado recentemente pela Samsung Seu processo de fabricação é mais recente que o do Exynos 9611 presente no Galaxy A51, o que ajuda a reduzir o consumo de bateria, porém, seu processador e chip gráfico são mais fracos Mas será que temos um bom avanço comparado ao antecessor do A21S com Snapdragon 450? Em nosso teste padronizado de velocidade em multi-tarefas tivemos uma diferença grande entre o A20S e o A21S

O novo modelo foi muito mais rápido, especialmente no gerenciamento de RAM que conseguiu segurar muitos aplicativos abertos em segundo plano Ter mais RAM também ajudou aqui Em benchmarks temos um bom salto nas pontuações, mas o Exynos 850 fica abaixo do Snapdragon 665 e Helio G85 no AnTuTu E jogos? A Mali G52 é capaz de entregar desempenho satisfatório Você notará pequenos engasgos em alguns games como o Asphalt 9, mas foi possível jogar PUBG próximo dos 30 FPS na qualidade HD

Os 8 nanômetros no processo de fabricação do Exynos 850 realmente fazem diferença? Em nosso teste de bateria tivemos autonomia um pouco inferior ao A31, que traz mesmo tamanho de bateria e tela com resolução maior Ou seja, o A21S decepciona um pouco, porém, ainda entrega autonomia para mais de um dia tranquilamente Ele vem com carregador de 15-Watts que demora pouco mais de duas horas para recarregá-lo O tempo caiu, comparado ao antecessor, o que é notável se levarmos em consideração o aumento de bateria O Galaxy A21S sai da caixa com Android 10 e One UI 2

0, o que deve garantir que ele receba pelo menos uma atualização do Android Os recursos são basicamente os mesmos que você encontra em qualquer outro intermediário lançado recentemente pela Samsung Porém, é notável que o Exynos 850 consegue entregar uma experiência fluida no dia-a-dia Notamos menos engasgos na interface do que vimos em outros com hardware da MediaTek O fato de ter boa quantidade de RAM também ajuda a não comprometer a experiência no multi-tarefas

Como é de se esperar de qualquer intermediário lançado em 2020, o A21S também vem com 4 câmeras O conjunto é parecido com o que vimos no Redmi Note 9, a principal tem sensor de 48 MP, há uma ultra-wide de 8 MP, uma macro e um sensor de profundidade com 2 MP em cada O A20S realmente decepcionava em câmeras Ele chegou com preço de intermediário mas entregava fotos de celular básico O A21S já deixa claro que é de uma categoria acima

As imagens registradas de dia apresentam boas cores, e o HDR funciona bem Por padrão ele salva as fotos em 12 MP Você pode até aumentar para 48, porém, o Exynos 850 parece não dar conta de uma resolução tão alta As fotos perdem nitidez e os detalhes do que está distante quando, na verdade, deveria ser o contrário O HDR também se perde e o bom balanço entre brilho e contraste é sacrificado, sem falar que o armazenamento lotará rapidamente a troca de nada

A grande-angular tem nitidez inferior, porém, o brilho e as cores das fotos são iguais às da câmera principal Vale a pena se aventurar com essa câmera para capturar mais dos cenários Apenas em locais com luz fraca é que ela realmente decepciona com fotos escuras e de baixa qualidade A macro tem foco fixo e permite chegar até 4 cm de distância do que for fotografar Ela até consegue registrar fotos legais, mas a resolução de apenas 2 MP limita a qualidade

Já a de desfoque faz bem o seu trabalho e funciona com objetos e animais você pode, inclusive, regular a intensidade do efeito antes e depois de tirar a foto A câmera que mais decepciona é a frontal – a qualidade das selfies é apenas mediana e fica no nível de muito celular de entrada Basta a luz cair um pouco e os ruídos ficam aparentes A nitidez também é comprometida

Usar o flash pode ajudar um pouco, mas não espere milagres O efeito retrato não chega a comprometer o HDR e apresenta um nível de recorte aceitável Por fim, temos a filmadora que continua gravando apenas em Full HD A qualidade é similar à das fotos com bom equilíbrio entre luz e contraste O foco não é lerdo, mas não espere por vídeos estáveis

O que notamos é que a câmera ultra-wide treme menos A captura de áudio é estéreo e tem qualidade muito boa, superando até modelos mais caros de marcas rivais Como dito no início, o A21S chegou por salgados R$ 2000, porém, já aparece em ofertas por volta dos R$ 1500 Vale a pena ou tem opções melhores? O A31 pode ser encontrado por valor próximo e tem melhor câmera para selfies e bateria que dura um pouco mais, além de tela Super AMOLED que faz falta no A21S

Prefere uma alternativa de outra marca? Da Motorola há o Moto G8 Plus Ele é mais rápido, tem melhores câmeras, entrega melhor experiência multimídia, mas sua bateria rende menos Da Xiaomi há o Redmi Note 9 importado, com desempenho superior em jogos Mas suas câmeras também não empolgam O Galaxy A21S apresenta um bom salto comparado ao A20S, mas é suficiente a ponto de custar R$ 500 a mais? Ele ficou mais rápido, ganhou mais bateria e trouxe melhores câmeras

Agora realmente temos um celular intermediário que se comporta como tal, diferente do A20S que mais parece um celular de entrada Vale pagar os R$ 2000 que a Samsung pede nele? É claro que não Qual seria um preço justo, então? No máximo uns R$ 1200, já que pouco acima disso você encontra opções melhores no mercado

De qualquer forma, você pode ficar de olho nas melhores ofertas do A21S e dos seus rivais clicando nos links aí abaixo Aproveita para comentar: o que você achou do novo intermediário da Samsung? Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e nos vemos na próxima

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GALAXY A11: novo CELULAR BÁSICO SAMSUNG está MELHOR, mas VALE a PENA? | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/galaxy-a11-novo-celular-basico-samsung-esta-melhor-mas-vale-a-pena-analise-review/ Thu, 13 Aug 2020 17:00:07 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2201 O Galaxy A10 foi o celular Android mais vendido no mundo em 2019 e mesmo após um ano e meio…

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O Galaxy A10 foi o celular Android mais vendido no mundo em 2019 e mesmo após um ano e meio do seu lançamento, ele ainda segue entre os 10 mais buscados no TudoCelularcom

Ele conquistou o público mesmo com várias falhas, e chegou a ganhar uma versão atualizada no final de 2019, mas ainda havia espaço para melhorias Eis que agora temos o Galaxy A11, será que a Samsung finalmente acertou a mão em fazer um celular bom e barato? É isso que você vai descobrir nessa análise completa O que esperar de um celular básico da Samsung? O A10 é tão simples que nem vem com leitor biométrico A coreana corrigiu isso no A10S, mas não mexeu muito no design Agora com o A11 temos um celular básico com ar mais moderno

Ele deixa de lado o entalhe tradicional e traz um furo para a câmera de selfies que fica do lado esquerdo da tela Ele está maior e isso vai incomodar aqueles que estão cansados de celulares que só crescem a cada ano A ergonomia foi comprometida e a Samsung poderia ter reduzido a largura das bordas para abrigar a tela maior sem deixar o celular muito grande O acabamento segue feito do mesmo plástico simples e tem como novidade a cor azul-claro, além das tradicionais preta e vermelha da geração anterior E se tem algo que as fabricantes estão obcecadas é com a quantidade de câmeras

O A10 tem apenas um sensor na traseira, o A10S tem dois e agora no A11 temos um conjunto triplo Se esperava por Wi-Fi de 5 GHz e Bluetooth 5, esqueça – a Samsung continua economizando nos seus celulares de entrada Pelo menos, a porta MicroUSB finalmente foi trocada por uma USB-C De resto não há novidades, e o A11 também deixa de lado giroscópio e bússola A tela cresceu e manteve a resolução de antes

Se esperava por painel Super AMOLED, não foi dessa vez A Samsung continua usando tecnologia PLS TFT em seus basicões É um LCD simples metido a premium que não se diferencia do que a concorrência oferece O nível de brilho é decente e o modo automático funciona corretamente, diferente do que vimos no A21S que você precisa ficar regulando o brilho manualmente a todo momento As cores são meio apagadas, mesmo que o nível de contraste seja bom e o ângulo de visão não seja tão ruim

O som do A11 tende muito para os agudos e apresenta distorção quando o volume está no máximo A falta de equilíbrio fica ainda mais evidente ao ouvir músicas no Spotify ou YouTube Você pode reduzir o problema ao usar o fone que vem junto com o celular Ele não é dos melhores, mas serve para quebrar o galho caso não possua um bom fone de ouvido Talvez o que vá te animar mais seja o desempenho – a Samsung trocou o Helio P22 pelo Snapdragon 450 e ainda adicionou mais 1 GB de RAM

Em nosso teste padronizado de velocidade tivemos um ganho considerável em desempenho especialmente no multi-tarefas Agora é possível usar vários aplicativos ao mesmo tempo no básico da Samsung sem passar raiva A pontuação nos benchmarks também cresceu, mas não a ponto de superar os básicos de outras marcas E em jogos? O A10S é um celular voltado para gamers casuais, e o A11 segue o mesmo caminho Trocar a PowerVR GE 8320 pelo Adreno 506 ajudou um pouco, mas ainda temos engasgos em jogos como Asphalt 9

No PUBG terá que jogar com qualidade gráfica mais baixa se não quiser sofrer com lag A Samsung manteve a bateria de 4000 mAh e poderia até esperar um salto em autonomia com a troca do hardware da MediaTek pelo da Qualcomm – a verdade é que o Helio P22 é um chip bem otimizado e o A11 entrega a mesma duração de bateria do seu antecessor, ou seja, terá carga para o dia todo com um pouco sobrando para a manhã seguinte O que muda é que a Samsung finalmente incluiu um carregador decente junto com o aparelho agora com 15-Watts de potência, o tempo de recarga caiu para pouco mais de duas horas e fica abaixo do que normalmente vemos no segmento de entrada O Galaxy A11 sai da caixa com Android 10 e One UI 2

0, enquanto ainda há fabricantes como LG e Motorola lançando celulares aqui no Brasil com o Android Pie Isso quer dizer que ele pode receber o Android 11 futuramente? Se até a falecida linha J vem recebendo o Android 10 aqui no Brasil, então podemos esperar que o A11 também ganhe a atenção da marca coreana Os recursos presentes no Android modificado do A11 são os mesmos dos demais da linha Há tema escuro para reduzir fadiga visual, mas não espere ganho de bateria É possível usar duas contas do WhatsApp com o Dual Messenger e há também vários extras que podem ser úteis ou não

O que poderia ser melhor é a fluidez do sistema, notamos que a One UI engasga mais nele do que no A21S, o que é até justificável pelo hardware mais fraco E as câmeras, evoluíram? A Samsung manteve o sensor de 13 MP desde o primeiro, o A10S ganhou um sensor de profundidade para ajudar no desfoque e agora temos uma lente ultra-wide de novidade para completar o pacote Como o sensor foi mantido, temos praticamente a mesma qualidade de antes O A11 é um celular capaz de registrar boas fotos desde que você tenha situações favoráveis de luz As cores são mais frias do que estamos acostumados com os celulares da Samsung que amam saturar as fotos

O sensor de profundidade funciona bem com pessoas e objetos ele erra pouco no recorte e permite regular o efeito do desfoque antes de tirar a foto A ultra-wide, que é a grande novidade, poderia ser melhor Ela apresenta uma queda considerável na qualidade comparada à câmera principal, especialmente em locais fechados ou com luz mais fraca Aliás, fotos noturnas é o ponto fraco do A11 – celulares de entrada sempre sofrem com ruídos perda de nitidez e texturas de baixa qualidade quando não há luz suficiente e este é o caso do novo basicão da Samsung A frontal caputra selfies decentes, mas basta ter um forte brilho de fundo ou ficar longe da luz para perceber uma queda acentuada na qualidade

À noite você terá fotos com baixo nível de detalhes, nitidez sacrificada e até cores distantes da realidade O Modo Retrato não erra muito, mas tende a desativar o HDR e sofre ainda mais com ruído à noite A câmera do A11 grava em Full HD com a traseira e frontal, assim como tínhamos antes A mudança fica para a parte sonora, que agora captura áudio estéreo Porém, a qualidade não é boa e apresenta um estranho ruído metálico nas vozes

O foco é meio lerdo de dia, mas não chega a piorar em locais escuros A câmera do A11 não treme tanto quanto a de alguns basicões e, no geral, a filmadora até que quebra um bom galho Tivemos um bom avanço do Galaxy A10S para o A11? Nem tanto O novo ficou mais rápido e manteve a boa autonomia de antes, e agora passa menos tempo na tomada Ele ganhou câmera ultra-wide, porém a qualidade geral das fotos não evoluiu

Vale trocar um pelo outro? Achamos que não Pelo menos enquanto o preço estiver alto E de outras marcas, temos opções melhores? Você encontra o K51S na mesma faixa de preço e o básico da rival coreana entrega melhor desempenho e câmeras, porém a bateria dura menos E se bateria é mais importante para você, há o Moto G8 Power Lite, que também tem melhor desempenho mas suas câmeras não empolgam tanto Vale pagar mais e ir de A21S? Você terá um celular mais rápido, com melhor bateria e que registra melhores fotos

Sem falar que é mais completo com Wi-Fi 5 GHz e Bluetooth 5 Como a diferença de preço é pequena entre os dois, o A11 acaba entregando pior custo-benefício O Galaxy A11 foi lançado no Brasil por salgados R$ 1700 e, atualmente, já aparece em ofertas por volta dos R$ 1200, não devendo demorar muito para ficar abaixo dos R$ 1

000 A Samsung ainda continua pecando no custo-benefício no segmento de entrada com preços de lançamentos altos, mostrando que seu domínio é mesmo no mercado de intermediários Não podemos esquecer que o Galaxy A10 fez muito sucesso mesmo sendo um aparelho com diversas falhas e possivelmente veremos o A11 caindo no gosto dos brasileiros também Vale a pena comprar? Só quando o seu preço estiver pouco abaixo dos R$ 1000, até lá, há opções melhores da LG e Motorola

E de qualquer forma, vale acompanhar as melhores ofertas de todos os modelos citados para comprar com bons descontos É só clicar nos links aí abaixo Aproveita para comentar se você acha que o A11 é um bom basicão ou precisa de algo mais para desafiar a concorrência Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e nos vemos na próxima

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SAMSUNG Q80R, QLED TV que também é peça de decoração VALE A PENA um ano depois? | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/samsung-q80r-qled-tv-que-tambem-e-peca-de-decoracao-vale-a-pena-um-ano-depois-analise-review/ Fri, 07 Aug 2020 17:00:05 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2183 Quando você vai decorar sua sala de estar provavelmente pensa em duas prioridades uma delas é instalar uma TV de…

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Quando você vai decorar sua sala de estar provavelmente pensa em duas prioridades uma delas é instalar uma TV de qualidade, enquanto a outra se trata de decorar o ambiente Mas já pensou ter as duas características em um só produto? A Samsung lançou a sua QLED TV de modelo Q80R em 2019 pensando em unir a imagem bonita com o visual elegante

Será que ela conseguiu esse feito? Vale a pena comprá-la um ano após o lançamento e com novos modelos na área? É o que você confere agora nesta análise do TudoCelularcom Mesmo para o modelo do ano passado o design da Q80R não deixa de ser moderno Você encontra um corpo fino com poucas bordas e o melhor de tudo, um visual livre de cabos ou quase isso A Samsung fornece um aparelho separado com todas as conexões que você precisa e é chamado de One Connect

Lá é onde vão as entradas de energia, HDMI, USB e antena, além da saída de áudio ótico e de rede ethernet Tudo isso vai ligado na TV por um único cabo que passa despercebido facilmente Se você preferir colocar a TV em um hack verá que a base ocupa um espaço considerável em comparação a outros modelos da própria Samsung Mas aqui recomendamos colocar o televisor na parede Além de ficar compacto, tem mais um destaque que favorece deixar em um suporte mas disso a gente fala já já

O controle remoto único característico da Samsung também aparece nesta Q80R A vantagem aqui é dispensar qualquer outro controle Com o da TV já consegue sincronizar para o decodificador da TV paga, videogame e até Apple TV Ele permite fazer pesquisas e até controlar algumas funções por comandos de voz e também possui, além dos botões para serviços de streaming e controle geral da TV, um botão para ativar o Modo Ambiente 20 de forma rápida, algo que veremos também mais a frente

A Samsung conseguiu aprimorar com o tempo os seus modelos de QLED TV para oferecer uma qualidade de imagem cada vez melhor – a Q80R consegue entregar um 4K real e com bom ângulo de visão, mesmo nesta variante testada que tem 55" O upscaling dá conta de melhorar imagens em resoluções menores sem deixar você ver os pixels mesmo com o seu sofá a uma distância de até dois metros da tela E mesmo que o ambiente seja grande, é possível enxergar o painel de qualquer ângulo sem distorções nas cores Essa TV é compatível com HDR 10+, que deixa a imagem ainda mais bonita Além disso, o contraste evoluiu em comparação com as antecessoras, mas os mais observadores podem sentir falta de alguns detalhes em imagens muito escuras

O sistema de som tem um áudio encorpado e equilibrado, mas é aquela, é som de TV E por mais que seja alto e bom, para fazer justiça à imagem de qualidade recomendamos um sistema dedicado com um sub, para oferecer graves que tornam seus filmes e jogos ainda melhores A Q80R vem equipada com o sistema Tizen da própria Samsung, assim como as outras Smart TVs da marca E não é uma novidade que isso pode ser um problema para os usuários de gostam de várias opções de aplicativos A versão brasileira da plataforma não oferece muitos aplicativos úteis e você pode sentir dificuldade para encontrar alguma ferramenta que seja necessária em determinado momento

Um dos casos é algum player de vídeo com mais suportes a formatos de vídeo e áudio Sim, pode acontecer de algum arquivo não ser compatível com o reprodutor nativo da TV e deixar você na mão Pelo menos os mais comuns estão presentes como Netflix, Prime Video, Apple TV, YouTube, Globo Play, TeleCine, Spotify e outros Também não espere encontrar uma variedade de jogos aqui São em torno de 5 opções, e nenhuma que empolgue

Por falar em jogos, ele conta com modo dedicado para quem tem consoles e quer extrair o máximo dos momentos de jogatina A TV reconhece quando você muda para o console e ativa o Modo Gamer automaticamente para diminuir o input lag Outro recurso que pode te animar no quesito games é o Steam Link, que faz a TV se conectar ao seu computador e rodar os jogos instalados no PC por meio de uma interface prática de usar Na maioria dos títulos o aplicativo é funcional e, mesmo com alguma queda nos gráficos ou raros lags, dá para ter uma experiência satisfatória Outro ponto positivo é poder conectar o Joystick direto na TV

Se o PC estiver muito longe essa é uma boa para ajudar na fluidez Jogos de FPS não são tão recomendados com o recurso, principalmente quando você precisa ser rápido no gatilho Nesses casos é melhor ligar direto o computador por um cabo HMDI Mas pode esbarrar com o bug que encontramos – alguns jogos do Steam não mandam áudio para a TV nesse tipo de conexão por fio E por falar em conectividade, tanto para os games quanto no uso dos aplicativos o suporte à rede de 5 GHz deixa tudo muito rápido

Dá para rodar seus filmes e séries preferidos com qualidade máxima sem travadas Algo que não é possível em modelos mais básicos da marca, como a RU7100, por exemplo O Bluetooth também funciona com perfeição para ligar caixas e fones sem fio Lembra que recomendamos fixar a TV na parede? Então, era para aproveitar da melhor maneira um dos grandes destaques deste modelo, o Modo Ambiente 20

Com ele você consegue personalizar imagens mostradas na tela para servir como objeto de decoração A Q80R pode mostrar imagens pessoais, obras artísticas, fotos de profissionais ou até simular a imagem da própria parede para ele ficar ainda mais invisível na aparência Ainda dá para inserir o horário e a temperatura de onde você vive se quiser ficar por dentro dessas informações com o aparelho em stand by Por conta do baixo nível de reflexo, o Modo Ambiente realmente vai deixar a sua TV parecida com um quadro na parede, e se você instalar com o No Gap, que deixa o aparelho ainda mais próximo da parede, a impressão de um objeto de decoração é ainda maior A Samsung Q80R sem dúvida é uma das melhores opções de TVs 4K disponíveis no mercado

A tecnologia QLED e os outros recursos embarcados conseguem entregar alta qualidade de imagem com contraste melhorado apesar de um pouco exagerado para alguns olhos e um som que poderia ser melhor, mas não decepciona Apesar de ser um modelo de 2019, este aparelho ainda apresenta um design moderno e que não ficou ultrapassado em apenas um ano Ponto negativo do visual fica para a sua base, que não precisava ser tão grande assim Mas nada que colocar na parede não resolva – e por falar nisso, ter no televisor também uma peça de decoração dá o charme que ele precisa para ser um produto premium em todas as suas características É uma TV de ponta quando em funcionamento e um verdadeiro quadro quando está desligada ou em stand by, melhor dizendo

O principal destaque negativo fica para o sistema operacional, ainda pobre de mais opções de apps Se essa for a sua prioridade, é mais vantajoso procurar alguma marca que use Android TV A Q80R chegou ao Brasil em 2019 por um preço de R$ 8000, mas você já pode encontrá-la por praticamente a metade do valor de lançamento no varejo O custo em torno de R$ 4

000 já é considerado um bom negócio por todas as possibilidades que você vai encontrar com este modelo E aí, gostou de todo o conjunto que a Samsung Q80R entrega? Acha que essa QLED TV consegue cumprir bem a função dupla de imagem com qualidade e peça de decoração? Você pode chegar lá nos comentários e dizer para a gente qual foi a sua opinião sobre nossa avaliação desse aparelho eu vou encerrando por aqui mas antes deixo o convite para você conferir também a nossa análise completa em texto, que está no link aí abaixo Lá você ainda encontra as melhores ofertas para a Q80R e suas irmãs Um grande abraço e nos vemos na próxima

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LG K41S mantém fama de CELULAR BOM e BARATO do antecessor? | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/lg-k41s-mantem-fama-de-celular-bom-e-barato-do-antecessor-analise-review/ Sat, 01 Aug 2020 17:00:06 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2118 O ano é 2020, e você me pede indicação de um celular bom e barato Um dos primeiros modelos em…

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O ano é 2020, e você me pede indicação de um celular bom e barato Um dos primeiros modelos em minha mente é o K40S – o básico da LG fez sucesso no Brasil por entregar um conjunto equilibrado e custar menos que os concorrentes da Samsung e Motorola

Agora temos o K41S, o seu sucessor, disponível no Brasil e que chegou por R$ 1300 O que ele traz de novo? Vale a pena pagar isso por ele? São essas perguntas que responderemos nesta análise completa do TudoCelularcom O K41S está maior do que seu antecessor

A LG decidiu deixar o seu novo basicão do mesmo tamanho dos demais smartphones da linha K Essa é uma péssima notícia para quem busca um aparelho mais compacto Atualmente está difícil encontrar um bom celular que não seja um phablet ele continua com corpo feito em plástico e seu design é muito parecido com o de antes Alías, ele parece muito um K50s com uma câmera a mais

Enquanto o K51s e K61 trazem furo na tela para a câmera frontal o mais simples da família ainda continua com entalhe em formato de gota Pelo menos a porta MicroUSB foi substituída por uma USB-C mas o Wi-Fi de 5 GHz, NFC e giroscópio ficaram de fora do conjunto A certificação militar foi mantida para garantir a mesma resistência contra impactos de antes Só que a LG decidiu incluir uma capinha na caixa para proteger seu celular Realmente não há muitas novidades na parte de fora e o que deve chamar a atenção é o número de câmeras que agora são quatro

O leitor biométrico fica localizado logo abaixo das câmeras, funciona bem e raramente falha O K40S tem uma boa tela LCD e podemos dizer o mesmo do K41S Assim como antes, a LG poderia ter escolhido um painel com brilho mais forte, para ajudar na visibilidade em dias ensolarados Pelo menos sua tela entrega brilho superior ao K51S, que é o mais fraco da linha neste ponto A reprodução de cores é boa, mas não espere tons vibrantes como vemos nas melhores telas IPS ou nas AMOLED da Samsung

O ângulo de visão é decente e o contraste está dentro do aceitável para um aparelho de entrada O som do K41S segue igual ao de antes – o seu único alto-falante na parte inferior entrega som mono com potência decente e baixa distorção quando o volume está no máximo Não é um áudio equilibrado, mas é comum aparelhos de entrada terem grande foco nos agudos O fone de ouvido é o mesmo presente nos demais da linha K Ele tem qualidade sonora limitada e até suporte a DTS-X Surround, mas não espere milagres

Servirá para ouvir músicas enquanto você adquire um fone melhor A LG vem reaproveitando o Helio P22 desde o K12 Plus É um chip básico e que mostra que já está defasado para um lançamento de 2020 mas ainda é uma melhor opção que o P35 usado no K51S e K61 Curiosamente ele foi mais lento que o K40S em nosso teste de velocidade padronizado o que mostra que seu software não está tão bem otimizado quanto deveria para multitarefas

Isso é justificado em testes sintéticos de benchmarks, onde temos a mesma pontuação do modelo anterior E em jogos? Bom, como temos a mesma GPU PowerVR e na mesma resolução de tela, já era esperado desempenho similar entre as duas gerações O K41S é um celular para quem busca jogos casuais Ele apresenta lag em vários títulos como Asphalt 9 e PUBG É possível jogar games atuais com gráficos no mínimo e a bateria entrega jogatina por várias horas

E por falar em bateria, este foi o primeiro ponto que vimos um grande avanço entre as duas gerações O K40S possui 3500 mAh e o novo vem com 500 mAh extras o que garantiu ganho de 20% na autonomia Com o K41S você não precisará recarregar o celular todos os dias, porém, esperávamos mais Por mais que seja um bom avanço sua bateria rende menos que a do K50S que tem o mesmo tamanho de bateria, chip e resolução de tela O que mostra, mais uma vez, que o K41S carece de melhor otimização do software

Pelo menos o tempo de recarga caiu comparado ao modelo mais antigo Por vir com carregador de 10-Watts, o K41s demora pouco mais de duas horas para ir de 0 a 100% É um tempo bom se compararmos com rivais de outras marcas que passam mais tempo na tomada O que realmente decepciona é ainda sair da caixa com Android 9 Pie e nem sequer ter uma estimativa de quando veremos o Android 10 no aparelho A LG é uma das mais lerdas em updates do Android, então, não crie muita expectativa com o K41S

O software está um pouco diferente da versão original vista no K40S A coreana remodelou os ícones, mudou a tela de notificações e removeu as abas que organizavam o menu no sistema Agora temos um visual mais limpo no estilo da One UI com direito a tema escuro Mas como não estamos no Android 10, os aplicativos não mudam automaticamente para o fundo preto Pelo menos, o sistema está fluindo melhor do que no K61, que por ter tela com resolução superior sofre com mais peso gráfico para a GPU

O K41S é capaz de entregar um experiência satisfatória para uso com aplicativos populares e vai agradar a maioria dos consumidores pelo que entrega Ok, chegamos no ponto que mais chama atenção no K41S: o seu conjunto com quatro câmeras A LG manteve o sensor de 13 MP de antes, assim como a ultra-wide de 5 MP As novidades são a câmera com lente macro e a que cuida do desfoque dos cenários Então temos a mesma câmera principal com o hardware de antes, e como esperado, há a mesma qualidade fotográfica

O K40S é um dos melhores básicos em câmera e o novo mantém o seu legado Em dias ensolarados terá fotos com cores agradáveis, bons detalhes e HDR que faz o seu devido trabalho A inteligência artificial pode até ajudar em alguns cenários, mas muitas vezes deixa as fotos piores A secundária com lente grande-angular captura boas fotos A qualidade é inferior à principal mas vale a pena usar para ter mais espaço para capturar tudo na foto

O K41S não é um celular para fotografar à noite e nenhum básico chega a ser Porém, ele faz menos feio que muitos rivais – só não espere muito da segunda câmera já que ela sofre bastante com ruídos e texturas de baixa qualidade em locais mais escuros Mas vamos falar das novidades agora A câmera macro até consegue registrar fotos decentes mas como sua distância focal é menor do que esperamos, você não conseguirá chegar muito próximo do que deseja fotografar – no final, acaba sendo uma câmera extra que não tem muita utilidade Já a de desfoque é praticamente inútil

Ela tende a errar o que deve ser desfocado e você precisará tirar a mesma foto mais de uma vez até que a câmera entenda o que você quer A frontal teve a resolução reduzida de 13 para 8 MP mas, felizmente a qualidade não chegou a ser comprometida O K41S ainda consegue registrar boas selfies, seja ao céu aberto ou dentro de casa Ao tirar fotos com brilho forte de fundo resultará em imagens com luz estourada Esse é um mal que foi herdado do seu antecessor

O Modo Retrato continua fazendo o mesmo trabalho de antes erra um pouco mas funciona bem para um celular básico A filmadora grava vídeos em Full HD com a câmera principal, ultra-wide e frontal A qualidade é decente e os tremidos não são tantos A parte curiosa é que o K41S tem foco mais ágil que os modelos mais caros da linha Ele também captura áudio de melhor qualidade, o que não faz o menor sentido Filmar à noite é complicado com o K41S, especialmente com a câmera com lente mais ampla e a frontal

Você terá vídeos escuros e com muitos ruídos Depois de analisar todos os pontos do K41S vimos que ele é um celular bom, mas que poderia ser melhor pelo preço cobrado – vale pagar R$ 1300 nele? Ele é muito parecido com o K50S, porém, é mais lento, entrega menos bateria e custa mais Suas únicas vantagens são a câmera macro e o menor tempo de tomada, mas não vale pagar mais só por isso Da Motorola temos o G8 Power Lite, que entrega desempenho melhor e a bateria dura mais porém, custa um pouco mais que o K41S

Há também o Galaxy A10S, que é o melhor básico da Samsung atualmente Ele é mais lento a a bateria dura um pouco menos, mas tem tela com brilho mais forte, sendo mais indicado para quem usa celular mais na rua O K41S não mostrou um bom avanço comparado ao K40S ele está maior e a bateria dura mais, enquanto o resto do conjunto segue igual ele ganhou duas câmeras que não fazem muita diferença, e no final terá a mesma experiência fotográfica de antes

Se você tem o K40S então nem se preocupe com o novo, ainda não é o momento para trocar de celular Vale comprar o K41S? Até vale, mas não agora O ideal é esperar o preço cair e se igualar com o K50s, que atualmente custa em média R$ 900 Enquanto o K41S estiver mais caro, será melhor investir no modelo mais antigo da LG Mas ainda assim, é um bom celular básico e podemos dizer que é a melhor compra dos três modelos da linha K 2020

E como vocês já sabe, os melhores preços para o K41S e cada um dos celulares citados nesta análise estão aí abaixo Aproveita para comentar se você achou que ele é uma boa evolução em comparação ao K40S Eu fico por aqui, um grande abraço e até a próxima

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MOTOROLA EDGE PLUS mostra que CUSTA CARO voltar ao TOPO | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/motorola-edge-plus-mostra-que-custa-caro-voltar-ao-topo-analise-review/ Wed, 22 Jul 2020 17:00:11 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2080 Fazia muito tempo que a Motorola não lançava um verdadeiro celular top de linha O último da marca foi o…

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Fazia muito tempo que a Motorola não lançava um verdadeiro celular top de linha O último da marca foi o Moto Z2 Force lançado lá em 2017, e desde então, a empresa vem focando apenas no segmento de entrada e intermediário

E porque ter a Motorola que volta brigando no alto segmento é importante? Porque este é o primeiro celular com Snapdragon 865 lançado no Brasil Mas ele tem um grande ponto negativo: o seu exorbitante preço de R$ 8000 Vale a pena? É isso que você vai descobrir nesta análise completa do TudoCelularcom

O Edge+ não é o primeiro celular lançado no Brasil custando R$ 8000 e muito menos será o último Samsung e Apple já chegaram pedindo este valor em seus flagships mais recentes mas será que a Motorola consegue brigar no mesmo patamar? O que você espera de um celular top de linha? Corpo de metal com vidro, ele tem Tecnologia de carregamento sem fio, também está presente Resistência à água, há apenas , a usual resistência básica contra respingos, comum nos celulares da marca então, nada de certificação IP

Ele possui entrada padrão para fones de ouvido que foi removida nos rivais da Samsung e Apple Por outro lado, o Edge+ não tem slot MicroSD, pelo menos a versão nacional vem com 256 GB de armazenamento, o que deve ser suficiente para a maioria A parte superior e inferior é praticamente plana, o que permite deixar o celular em pé facilmente Já as laterais são bastante curvas, com a tela encostando na parte de metal e eliminando praticamente as bordas A sua curvatura é maior do que vimos em recentes lançamentos da Samsung, por exemplo

Por outro lado, isso dá elegância ao celular, mas vai atrapalhar ao usá-lo fora de casa com a forte incidência de reflexos no vidro Na traseira há três câmeras com design que foge do bloco escuro saltado que tomou conta dos recentes lançamentos de outras marcas É inegável que o Edge+ tenha sua própria identidade, e no geral, o resultado é positivo A tela OLED de 6,7" possui um pequeno furo do lado esquerdo Há leitor biométrico integrado ao painel, que responde bem O painel escolhido pela Motorola tem ótima qualidade, bom nível de brilho e taxa de atualização de 90 Hz mas não compete com a tela Dynamic AMOLED da Samsung, e entrega brilho mais forte

a calibração padrão de cores tende para tons mais saturados Se não curte, pode mudar para o perfil natural para ter cores mais equilibradas De qualquer forma, sua tela sempre tende para tons frios, o que deixa o branco azulado especialmente na parte curva da tela Há suporte a HDR10+ compatível com Amazon Prime e também HDR padrão para ver vídeos no YouTube E o mais interessante é que quando você assiste conteúdos em HDR o azulado do branco some

A Motorola é uma das poucas que investem em som estéreo nos seus intermediários e não poderia ser diferente em um top de linha da marca O Edge+ tem duas saídas de som que entregam boa potência sonora, ficando no mesmo nível dos rivais da Samsung e Apple O fone de ouvido que acompanha o aparelho é o mesmo da linha Moto G8, o que é decepcionante levando em consideração o preço que a Motorola pede no Edge+ Pelo menos há entrada P2, para que você use qualquer outro fone que possua Se você ficou decepcionado por Samsung não ter trazido a linha S20 com Snapdragon 865 esta é sua chance de ter o mais poderoso chip da Qualcomm

O Motorola Edge+ é mais rápido que os outros flagships que testamos? Bom, ele deveria – não apenas ficou atrás do Exynos 990 em nosso teste padronizado de velocidade como também comeu poeira para modelos mais antigos com Snapdragon 855 em multitarefas Já testamos vários celulares da Motorola com problema de otimização de software e pelo visto o Edge+ é mais uma vítima E olhe que estamos falando de uma empresa que altera pouco o sistema do Google para entregar uma experiência mais limpa, e mesmo assim, fica atrás de interfaces altamente modificadas Em benchmarks é onde vemos todo o poder bruto do Snapdragon 865 ao alcançar pontuações altas e atropelar os rivais Se você fica excitado com números grandes, então vai pirar com o Motorola Edge+

Em jogos temos ótimo desempenho com qualquer título para Android A tela de 90 Hz ajuda a entregar fluidez superior e até a curvatura tem sua utilidade O software permite configurar os gatilhos L e R para a borda, o que ajuda bastante em jogos de tiro como PUBG E o Edge+ não apresenta queda de desempenho mesmo que você jogue por horas diferente de alguns outros flagships que testamos A bateria também é um ponto forte, os 5000 mAh conseguem dar conta do hardware potente da tela de 90 Hz por um dia inteiro e ainda sobra um pouco de carga para o dia seguinte Você pode fazer a bateria durar ainda mais ao mudar para o modo 60 Hz

Já o tempo de recarga poderia ser melhor – é comum vermos celulares top de linha e até intermediários com carregador de 30-Watts ou até maior de potência A Motorola, por outro lado, ainda mantém o mesmo Turbo Power de 18-Watts da linha Moto G e isso faz com que o Edge+ demore quase três horas para recarregar, enquanto rivais da Samsung recarregam quase três vezes mais rápido O Motorola Edge+ sai da caixa com Android 10, e como dito antes, você terá uma interface limpa e muito próxima do Android puro Se você já teve algum Moto, já sabe o que deve esperar aqui A novidade fica para o aplicativo Moto Tela, que traz alguns recursos novos como os gatilhos L e R comentados anteriormente

Você pode customizar a parte curva da tela para realizar comandos da sua preferência como ter acesso a atalhos específicos, tipo o Tela Edge da Samsung Ou puxar mais facilmente as páginas de notificações, o que é bastante útil em um celular grande E o melhor é que você pode ativar ou desativar estes comandos com um toque duplo na borda Também é possível tirar proveito da curvatura da tela para visualizar notificações ou alertas com efeitos de cores customizáveis, mas uma vez, já vimos isso anteriormente em celulares da Samsung mas é bacana ter aqui também E as atualizações de sistema? Se tem algo que a Motorola deixa muito a desejar é na liberação de novas versões do Android

Atualmente temos vários aparelhos da empresa presos ao Android Pie Vamos torcer para que o Edge+ não sofra do mesmo mal e que não seja abandonado pela empresa depois de receber uma única atualização do Android O Edge+ traz câmera de 108 MP com sensor ISOCELL da Samsung mas diferente daquele que equipa o S20 Ultra, aqui temos a tecnologia Tetra Cell que comprime quatro pixels em um ao invés de nove Isso quer dizer que a qualidade fotográfica é inferior ao top de linha da coreana? Longe disso! Sensor de altíssima resolução aliado ao Snapdragon 865 resulta em imagens ricas em detalhes, cores vibrantes, alcance dinâmico amplo que dispensa o uso de HDR e imagens limpas que realmente impressionam Vale a pena usar a resolução máxima do sensor? Bem, você terá nitidez superior em coisas que estejam distantes, mas só perceberá isso ao ampliar bastante a foto – em troca, terá que abrir mão do HDR, o que resulta em fotos com pior equilíbrio entre luz e cores

Sem falar que pode acabar perdendo mais de 20 MB de espaço por foto e lembre-se que o Edge+ não tem slot MicroSD para expandir seu armazenamento A câmera grande-angular também registra fotos com ótima qualidade – as imagens perdem um pouco de cores e nitidez em troca de uma área maior para fotografar, mas vale muito a pena se aventurar com esta câmera – o seu único ponto fraco é sofrer bastante à noite com fotos escuras e não há Modo Retrato disponível para a grande-angular, o que é uma pena O melhor da grande-angular é que ela tem foco automático e usa zoom para simular uma câmera macro Pode parecer uma gambiarra sem sentido, mas as fotos ficam realmente boas até melhores que muitos celulares com câmera macro dedicada Por fim, há uma teleobjetiva com zoom óptico de 3x e híbrido de 10x

A qualidade é boa e não apresenta tantos ruídos quando você tenta capturar algo que está distante Esta câmera serve para fazer o desfoque de fundo de cenários e funciona bem com pessoas e objetos Há modo noturno para a câmera principal, que ajuda a salvar as fotos devoradas pela escuridão Ele prolonga a exposição para tentar capturar o máximo de luz possível com o mínimo de ruídos e faz bem o seu trabalho Porém, peca nas cores e isso fica nítido ao comparar com o Galaxy Note 10 Plus que é o nosso campeão em fotos

Outro ponto que o Edge+ também perde para o modelo coreano é na câmera frontal Selfies nunca foram o forte da Samsung, mas a Motorola peca ainda mais nisso O Edge+ é até capaz de registrar ótimas selfies em locais abertos, mas deixa o fundo estourado quando usamos o Modo Retrato O efeito de desfoque é bacana e apresenta poucas falhas Chegamos ao ponto mais polêmico do Edge+, sua filmadora

O Snapdragon 865 é capaz de gravar vídeos na resolução de 8K, mas a Motorola decidiu limitar seu flagship a filmar apenas em 6K a 30 FPS – e não é possível gravar vídeos em 4K a 60 FPS como qualquer top de linha atual faz, porque isso acontece? Provavelmente para evitar que o celular esquente muito Se for filmar com a grande-angular ou teleobjetiva terá que se contentar com a resolução Full HD Vale a pena filmar em 6K? Na verdade, não Você não ganha mais nitidez e o contraste é inferior ao modo 4K Na resolução mais baixa você terá menos tremidos devido à estabilização eletrônica além de ocupar menos espaço na memória interna

A qualidade de filmagem com a grande-angular, teleobjetiva e frontal também é boa O foco automático é um pouco lerdo e o áudio capturado é alto e limpo Como deu para perceber, o novo flagship da Motorola tem mais altos do que baixos Mas o seu grande ponto fraco é o preço de lançamento de R$ 8000

É o mesmo valor que vimos no Galaxy S20 Ultra e iPhone 11 Pro Max mas ambos são mais rápidos e entregam conjunto mais completo com resistência à água, melhor tela, e estão mais baratos atualmente Sem falar que o iPhone entrega muito mais bateria e, por incrível que pareça, ainda recarrega mais rápido O Zenfone 6 custa 1/3 do valor e tem melhor desempenho por ter uma interface mais otimizada bateria dura mais, passa menos tempo na tomada e registra melhores selfies O LG G8S é outro com Snapdragon 855 que consegue ser mais rápido que o Edge+ É bom observar o que está acontecendo aqui, hein senhora Motorola

Qual seria um valor justo para o Motorola Edge+? No máximo R$ 6000 de lançamento com seu preço caindo para R$ 4000 após seis meses de mercado Por mais que ele tente competir com o S20 Ultra, está mais para um rival do S20 Plus que, mesmo assim, ainda sofre para superá-lo em alguns pontos O seu diferencial é ser compatível com o 5G, assim você já fica preparado para quando a tecnologia estiver disponível onde você mora

O Edge+ é um celular bacana com design diferenciado, com ótimo conjunto multimídia bateria que dura muito, roda jogos com boa fluidez e tem ótimas câmeras é um aparelho completo Só falta Motorola cobrar um valor justo por ele Enquanto isso, há opções melhores no mercado nacional De qualquer forma, te ajudamos a encontrar as melhores ofertas para o Edge+ e todos os demais aparelhos citados nesta análise – é só clicar nos links aí abaixo Aproveita para comentar o que você achou do top de linha da Motorola

Vale os R$ 8000? Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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REDMI NOTE 9 PRO é a versão MAIS CARA da linha, mas é a MELHOR? | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/redmi-note-9-pro-e-a-versao-mais-cara-da-linha-mas-e-a-melhor-analise-review/ Sat, 18 Jul 2020 17:00:09 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2072 O Redmi Note 9 Pro chegou ao Brasil oficialmente por salgados R$ 4200 Se você achava um absurdo pagar isso…

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O Redmi Note 9 Pro chegou ao Brasil oficialmente por salgados R$ 4200 Se você achava um absurdo pagar isso por um celular top de linha, imagina agora por um intermediário metido a premium

O que ele tem de especial para custar tanto? Ainda mais quanto tem muito em comum com o Redmi Note 9S É isso que você vai descobrir nesta análise completa do TudoCelularcom Olhando o Redmi Note 9S e 9 Pro de frente é difícil saber qual é qual Eles são exatamente iguais em tamanho, peso e até no furo da tela para a câmera de selfies

O leitor biométrico fica na lateral, na mesma posição em ambos, e funciona bem A diferença fica na traseira – os dois possuem bloco saltado com quatro câmeras porém, o 9S também está incluso o flash LED na parte preta, que dá contraste com a traseira colorida No 9 Pro o Flash fica separado, além de termos um acabamento diferente que divide a traseira em dois tons A parte superior é mais espelhada e a inferior tem listras que tornam a cor mais escura A qualidade de construção também é similar com lateral de plástico com acabamento fosco e traseira em vidro

Ter lateral em plástico até tem seus benefícios, como reduzir o risco do celular escorregar mas pelo preço cobrado aqui no Brasil alguns poderiam esperar por corpo de metal Pelo menos vem capinha na caixa, caso você seja desastrado com o celulares grandes Sua tela de quase 6,7" com resolução Full HD+ e painel IPS LCD pode parecer a mesma encontrada no 9S mas aqui tem brilho mais forte Fica claro que a Xiaomi selecionou um painel de melhor qualidade para seu modelo mais caro O nível de contraste e ângulo de visão, no entanto, seguem iguais – não que isso seja ruim

Sua tela tem suporte a HDR10, o que permite ver vídeos em HDR na resolução Full HD no YouTube mas na Netflix o suporte é mais limitado A calibração de cores tende para tons mais frios no perfil automático, o que deixa o branco azulado você pode alterar a temperatura ao seu gosto, mas se busca calibração mais próxima do ideal é melhor mudar para o perfil Padrão nas configurações de tela A Xiaomi poderia ter dado mais atenção ao alto-falante do 9 Pro a potência sonora é apenas mediana, além de ficar limitado a som mono O áudio reproduzido é muito similar aos demais da linha Note 9, porém, aqui é um pouco mais abafado que no 9S O Note 9 Pro vem com o mesmo hardware do 9S, o Snapdragon 720G

A diferença fica para a quantidade de memória, sendo 6 GB de RAM e 128 para armazenamento neste aqui E ter mais RAM acabou impactando em nosso teste de velocidade padronizado O Note 9 Pro foi o mais rápido dos intermediários da marca ficando um pouco acima do seu antecessor na abertura e reabertura de aplicativos e jogos para medir a capacidade em multitarefas O mesmo se repete em benchmarks com uma vantagem de 10% nas pontuações em média o que mostra que não apenas a quantidade é maior como a memória usada é mais rápida Até mesmo o armazenamento tem velocidade superior no Note 9 Pro

E jogos? Este é outro ponto que o Note 9 Pro manda bem Ele rodou todos os games que testamos a 60 fps incluindo Call Of Duty e PUBG Até mesmo Asphalt 9, que roda a 30 fps na grande maioria dos celulares com Android, entregou suaves 60 fps aqui Outro ponto em comum entre todos os membros da linha Note 9 é o tamanho da bateria os 5020 mAh do Note 9 Pro garantem autonomia para o dia inteiro e com boa folga para o dia seguinte

Em uso mais leve você terá que recarregá-lo apenas a cada dois dias E se você não gosta de ficar sem o celular por muito tempo, nem precisa se preocupar com isso a Xiaomi incluiu um carregador de 33-Watts na caixa que faz o aparelho ir de 0 a 100% em pouco mais de uma hora Em menos de meia hora você já terá mais da metade da bateria para usar o que rende o dia todo na mão de muitos O Note 9 Pro vem com Android 10 e MIUI 11 de fábrica A Xiaomi vem lançando globalmente a versão 12 do seu sistema, que também estará presente na família Note 9

E se o mesmo acontecer como tivemos na geração passada, o Note 9 Pro deve receber o Android 11 antes dos demais Mas isso ainda vai demorar a acontecer Os recursos presentes aqui são os mesmos dos demais da linha, incluindo o Modo Noturno, aplicativo para usar o celular como controle remoto universal e o Game Turbo 20 que permite ajustar os jogos para uma melhor experiência e até medir a taxa de fps Enquanto o Note 9 sofre com engasgos constantes este não é o caso do Note 9 Pro

Além da maior quantidade de memória outra diferença para o Note 9 Pro e 9S está na resolução da câmera principal – ter mais pixels garante fotos melhores? Não necessariamente Por padrão a câmera do Note 9 Pro comprime quatro pixels em um como normalmente os celulares com câmeras de 48 MP fazem, então a diferença final fica apenas de 12 para 16 megapixels Você ganha um pouco mais de detalhes mas normalmente só vai reparar isso se ampliar as fotos Há o modo de 64 MP para tirar o máximo proveito do sensor As fotos ocuparão muito mais espaço na memória interna e muitos nem devem notar qualquer diferença na qualidade das fotos, então deixe no modo padrão para economizar espaço

O Note 9 Pro tem boa câmera, sendo muito melhor do que vimos no seu antecessor Há muitos detalhes nos cenários registrados, as cores estão próximas da realidade e o balanço dinâmico acertado evita ter que se preocupar em usar HDR A câmera grande-angular não registra fotos com a mesma qualidade da principal, porém, ajuda bastante quando precisar de maior ângulo para enquadrar tudo De dia ela registra boas fotos mas já sofre em locais mais escuros A macro tem foco automático e registra ótimas fotos de perto – é a mesma câmera do 9S e temos exatamente a mesma qualidade O mesmo podemos dizer da quarta câmera que serve apenas para desfoque de cenário e faz bem a sua função

Você deve estar se perguntando – e qual a vantagem da câmera do 9 Pro contra o 9S? Fotos noturnas Esse é o grande ponto fraco do modelo mais barato da Xiaomi, ainda mais quando o seu Modo Noturno não serve de nada Já no Note 9 Pro, não apenas enxerga melhor no escuro por ter um sensor maior como também tem um Modo Noturno que faz o que deveria, prolonga a exposição para termos fotos mais claras O problema é que ele também força a saturação deixando as fotos com cores mais artificiais Isso fica mais evidente em locais muito escuros

A câmera frontal tem a mesma qualidade para selfies do que no 9S É uma câmera decente, mas pelo preço que você pagará no Pro, deveria receber um sensor mais avançado, como tivemos na traseira Pelo menos ele não faz feio em selfies noturnas, como é comum na maioria dos intermediários O desfoque funciona bem e raramente apresenta falhas na separação de planos mas tem o mesmo problema de desativar o HDR e deixar o fundo estourado O Note 9 Pro grava vídeos em 4K com qualidade decente – se quer acaba com os tremidos terá que reduzir a resolução para Full HD

O foco é ágil, seja de dia ou à noite, e a captura de áudio é razoável É possível filmar com as lentes grande-angular e macro, porém a qualidade é inferior e sofrem bastante em locais mais escuros Como vimos, o Note 9 Pro é um celular bacana com preço exagerado Pagar R$ 4000 nele é pesado e até a versão importada encontrada no varejo nacional está com preço salgado

Ele chega a custar mais de R$ 1000 acima do 9S, e os dois são muito parecidos Se está em dúvida entre qual escolher vá no mais barato Quais alternativas da Samsung temos? O A71 entrega desempenho e câmeras similares, mas sua bateria dura menos O S10 Lite tem de melhor desempenho e câmeras, mas a bateria também tem autonomia inferior

Pelo menos demora menos para recarregar Vale a pena trocar o Redmi Note 8 Pro pelo 9 Pro? O desempenho não evoluiu tanto a maior vantagem fica para o conjunto melhor de câmeras e a bateria que dura mais e recarrega mais rápido O Redmi Note 9 Pro é uma versão levemente melhorada do 9S, mas cobra caro por isso Sua relação custo-benefício é complicada, especialmente aqui no Brasil onde você encontra vários celulares melhores e mais baratos Qual seria um valor justo para ele? O valor que a Xiaomi cobra no Note 9

Quando o preço do importado aparecer por menos de R$ 2000 no varejo nacional ele será uma boa alternativa aos rivais da Samsung, mas por enquanto, vale mais a pena escolher algum intermediário da coreana E é claro que te ajudamos a encontrar as melhores ofertas para o Note 9 Pro e todos os demais aparelhos citados nesta análise, é só clicar nos links aí abaixo Aproveita para comentar o que você achou do novo intermediário-premium da Xiaomi Eu encerro por aqui, um grande abraço e nos vemos na próxima

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XIAOMI MI NOTE 10 LITE: cortes pontuais para o MELHOR CUSTO-BENEFÍCIO | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/xiaomi-mi-note-10-lite-cortes-pontuais-para-o-melhor-custo-beneficio-analise-review/ Sun, 12 Jul 2020 17:00:08 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=2050 O Mi Note 10 chamou muita atenção por ser o primeiro celular com câmera de 108 megapixels e claro que…

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O Mi Note 10 chamou muita atenção por ser o primeiro celular com câmera de 108 megapixels e claro que cobrava caro pela novidade Agora, seis meses depois, a Xiaomi traz a versão Lite que vem com câmeras mais tradicionais mas mantendo o restante do pacote por um preço mais atrativo

Será que o novo modelo entrega um melhor custo-benefício? É isso que vamos descobrir nesta análise completa do TudoCelularcom Se você viu a nossa análise completa do Mi Note 10 então talvez alguma parte do que você verá aqui soará repetitivo, até porque os dois celulares são praticamente idênticos Em termos de design, a única diferença está no módulo de câmeras na traseira que perdeu um sensor e teve seu layout redesenhado Aliás, ficou até mais moderno e com cara de celular de 2020

E é isso, você tem exatamente o mesmo celular com corpo feito de metal e traseira em vidro com proteção Gorilla Glass Até mesmo essa cor chamada de Midnight Black, que parece uma mistura de preto com azul é similar à do Mi Note 10 Outras opções de cores disponíveis no Brasil são a branca e a roxa O Mi Note 10 Lite é um intermediário-premium com leitor de digitais na tela que funciona bem há entrada padrão para fones de ouvido, emissor de infravermelho no topo e apenas um alto-falante É um celular bem construído e apesar da mudança na traseira a parte frontal deixa claro que estamos diante de um projeto de 2019

O entalhe em formato de gota corta um pedaço da tela AMOLED de 6,5" com resolução Full HD+ e como esperado, temos exatamente o mesmo painel do modelo lançado ano passado O nível de brilho é bom o suficiente para usar o Mi Note 10 Lite confortavelmente fora de casa O contraste é infinito, com preto perfeito, e o ângulo de visão é amplo como se espera de uma boa tela AMOLED Há suporte a HDR que funciona com o YouTube e Netflix O Mi 10 veio com duplo alto-falante e som estéreo, mas este não é o caso da linha Note 10

O Lite tem a mesma caixa de som do modelo lançado anteriormente A potência sonora é boa, mas já testamos aparelhos melhores na mesma faixa de preço Pelo menos ele não peca na reprodução de graves como a maioria dos intermediários e também não distorce quando o volume está no máximo É um bom celular para ouvir música e até vale a pena investir em um bom fone de ouvido Normalmente quando vemos uma versão Lite de um celular ele vem equipado com hardware inferior não é este o caso do Note 10

Aqui temos exatamente o mesmo Snapdragon 730G de antes, com 6 GB de RAM Em nosso teste padronizado de velocidade vimos o Lite ser mais rápido que o antigo em multi-tarefas Como isso é possível? Culpa da MIUI, que não estava otimizada A prova disso é que em benchmarks tivemos pontuações similares entre os dois mostrando que o hardware tem o mesmo poder de fogo mas o software não fazia bom uso quando testamos o outro modelo no final do ano passado A falta de otimização também afetava jogos mas, felizmente, isso foi corrigido no Lite

Todos os games que testamos entregam boa fluidez, a parte mais irônica é ver o Mi Note 10 Lite rodando PUBG e Asphalt 9 a meros 30 fps enquanto o Redmi Note 9 Pro entrega o dobro com a mesma GPU Como o snapdragon 720G é um hardware mais atual, ele deve trazer um driver mais recent para o chip gráfico que melhora o desempenho em jogos Vamos torcer para que um update faça o mesmo no Note 10 Lite Temos a mesma bateria, hardware e tela de antes – isso quer dizer que a autonomia é idêntica entre os 2? Deveria, porém, como o software está mais redondo, a versão Lite consegue render em torno de 7% a mais Os dois conseguem entregar autonomia para mais de um dia com folga, mas com o Lite você terá maior chance de passar o final de semana fora de casa sem se preocupar em ficar sem celular

O carregador é o mesmo de antes e faz a bateria recarregar no mesmo tempo, indo de 0 a 100% em pouco mais de 1 hora Com uma carga rápida de 15 minutos você terá no máximo 18% de bateria recuperada o que garante um fôlego extra de até 5 horas de uso moderado Quando analisamos o Mi Note 10 reclamamos dos engasgos constantes no Android 9 da Xiaomi modificado pela MIUI 11 Como a versão Lite vem com Android 10, não vimos o mesmo problema O novo flui melhor e entrega uma experiência mais prazerosa no uso do dia-a-dia Os recursos presentes são os mesmos de antes e também de outros celulares da marca com MIUI 11

Há suporte a tema noturno que tira proveito da tela AMOLED para economizar bateria, ele já vem com aplicativo de controle remoto universal pré-instalado e até mesmo de rádio FM mas precisa de fones de ouvido para funcionar A maior diferença entre o Mi Note 10 e sua versão Lite fica nas câmeras A principal teve a resolução cortada quase pela metade e a grande-angular ficou mais simples As duas lentes teleobjetivas foram removidas e no lugar temos um sensor de profundidade A macro foi a única câmera mantida do conjunto anterior

É aqui onde você sai em desvantagem ao escolher o Lite O Note 10 não apenas tem conjunto de câmeras mais avançado como captura melhores fotos O que importa é que, para a maioria das pessoas, o Note 10 Lite entrega qualidade suficiente As fotos que tiramos apresentaram alto nível de detalhes, poucos ruídos e cores bastante próximas da realidade Se você curte fotos mais saturadas pode ativar a inteligência artificial que turbina as cores e força o HDR ao máximo

Por padrão, as fotos são salvas em 16 MP Há o modo de 64 MP que tira o máximo proveito do sensor Você perderá mais espaço interno mas em troca ganha mais nitidez e menos ruídos em locais mal-iluminados Vale a pena? É bom lembrar que o Note 10 Lite não tem slot MicroSD, então é bom não sair lotando a memória interna rapidamente Como a Xiaomi removeu as câmeras teleobjetivas na versão Lite aqui você terá apenas zoom digital com atalho de 2x Ao aproximar um objeto distante a qualidade cai bastante, como acontece em qualquer celular sem zoom ótico

A câmera ultra-wide também perdeu qualidade comparada à do modelo anterior Ainda assim é capaz de registrar boas fotos, mas evite fotografar à noite Você pode usar o Modo Noturno com a principal para salvar as fotos que saíram mais escuras Ele prolonga a exposição sem sacrificar detalhes e contraste Os ruídos ficam mais evidentes mas você enxergará muitos detalhes que antes haviam sido devorados pela escuridão A câmera macro tem foco automático e permite chegar muito perto do que você deseja fotografar

Infelizmente a resolução de apenas 2 MP não ajuda muito na qualidade das fotos e já vimos celulares mais baratos da Xiaomi com melhor câmera macro Mas ainda assim será capaz de registrar fotos bacanas A câmera frontal também foi capada e no Lite temos metade da resolução A qualidade caiu junto com a quantidade de pixels, e temos selfies similares à de modelos mais baratos da marca O Modo Retrato funciona bem, mas às vezes acaba desativando o HDR

Realmente esperávamos uma melhor câmera frontal no Mi Note 10 Lite A filmadora captura vídeos em 4K com boa qualidade e estabilização eficiente O foco é bastante ágil e não sofre tanto à noite A ultra-wide grava com qualidade decente e também não sofre com tremidos A macro já tem qualidade medíocre mas pode ser útil em alguns momentos

Com a frontal você fica limitado à Full HD, e sofrerá com tremidos e qualidade apenas razoável Todas as câmeras gravam em com estéreo decente Vale a pena economizar e escolher o Lite ou o Mi Note 10 é melhor? Se você não liga tanto para câmera é melhor escolher o novo – ele é mais rápido e a bateria dura mais sendo igual no restante do conjunto O Note 10 Lite é capaz de capturar boas fotos e vídeos, sendo suficiente para quem se preocupa apenas com mídias sociais E comparado ao Redmi Note 9 Pro, há muita diferença? Com o note 10 Lite você tem um celular mais completo com melhor acabamento e multimídia além de câmeras um pouco melhores

Ele também é ligeiramente mais rápido e a bateria rende mais E contra a Samsung, qual entrega o melhor Note 10 Lite? O Galaxy tem melhores câmeras para fotos e vídeos mas perde em desempenho e bateria Em troca você leva a S-Pen com vários recursos extras Outra boa alternativa da Samsung seria o Galaxy S10 Lite, que é mais rápido e a bateria dura bem A proposta do Mi Note 10 é de ser um câmera phone que também serve como telefone já o Mi Note 10 Lite é um smartphone equilibrado que também serve como câmera

São duas propostas diferentes para produtos tão similares, então cabe a você decidir o que é mais importante na hora de comprar O novo tem uma relação entre custo e benefício mais atrativa e este é o seu grande diferencial Claro que você perde a câmera teleobjetiva e terá selfies inferiores mas no geral, levará quase o mesmo celular para casa pagando menos E para economizar é só conferir os melhores preços clicando nos links aí abaixo Também queremos saber o que você achou do Note 10 Lite da Xiaomi

É um bom negócio ou você prefere uma das alternativas que listamos? Eu vou encerrando por aqui e aguardo a sua resposta no espaço para comentários Um grande abraço e até a próxima

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