Arquivos [Análise/Review] - AMD World Notícias de Tecnologia Fri, 27 Dec 2019 05:05:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 http://www.amdworld.co.uk/wp-content/uploads/2022/08/cropped-icone-whatsapp-gb-32x32.png Arquivos [Análise/Review] - AMD World 32 32 AMAZFIT GTS: o "matador" de APPLE WATCH que não é tão LETAL assim | Análise/Review http://www.amdworld.co.uk/amazfit-gts-o-matador-de-apple-watch-que-nao-e-tao-letal-assim-analise-review/ Fri, 27 Dec 2019 05:05:08 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1396 Lançado em agosto deste ano e sendo comparado, graças à sua inegável semelhança visual ao Apple Watch, o Amazfit GTS…

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Lançado em agosto deste ano e sendo comparado, graças à sua inegável semelhança visual ao Apple Watch, o Amazfit GTS chegou ao mercado internacional sob a perspective de ser o substituto direto do Amazfit Bip, buscando manter a reputação que a primeira geração deixou Mas será que o GTS realmente é um substituto à altura? Será que ele é o "matador de Apple Watch" que todos queriam? É isso que você descobre logo a seguir com a nossa análise completa

Antes de seguirmos com análise do relógio, caso você esteja buscando por uma opção de pulseira, chegou ao mercado nacional a Huawei Band 3 Ela tem um visual elegante com aparência de metal escovado, tela brilhante de AMOLED, bateria para 12 horas de uso (e que recarrega rápido) ,além de resistência à água – mas não para por aí O leitor de batimentos cardíacos ajuda a acompanhar o seu sono fazendo da Huawei Band 3 uma ótima companheira até para quem não é tão ativo assim Fica a dica! Voltando para o Amazfit, como citamos logo no início do vídeo, provavelmente em qualquer lugar que você for procurar por mais informações desse aparelho o GTS é, de fato, muito parecido com o Apple Watch Series 4, não deixando nenhuma sombra de dúvidas sobre a clara intenção da subsidiária da Xiaomi de copiar o design estabelecido pela maçã Mas não leve isso como uma coisa ruim – para aqueles que gostam do design quadrado, inclusive, seguindo a linha do Bip, o GTS tem um visual extremamente agradável, disponível em seis cores contando com uma tela AMOLED de 1,65" corpo feito em metal cromado com traseira feita em plástico e pulseira de silicone

E por falar em pulseira, o material da nova geração do relógio é um tanto quanto mais liso e menos denso se comparado à aquele visto no Bip, o que pode ser a explicação de ela ter incomodando um pouco enquanto esteve no pulso após algumas horas de atividade física e muito suor Uma coisa que não acontece com a primeira versão do dispositivo Mas se a pulseira pode deixar a desejar, a tela, por outro lado, ultrapassa todas as expectativas, deixando de lado o LCD transflectivo visto no Bip e adotando AMOLED, que conta, inclusive, com modo Always On, o display do GTS traz uma exibição bastante agradável, com cores que saltam da tela graças ao grande contraste que faz com o fundo de preto absoluto, uma característica desse tipo de display O modelo ainda mantém o acabamento de 25D, a proteção Gorilla Glass 3, a resistência a mergulhos de até 50 m de profundidade e a excelente responsabilidade ao toque, visto na geração anterior

E se o Amazfit Bip não podia se encaixado no segmento de relógios inteligentes graças às suas inúmeras limitações o GTS chega para eliminar grande parte destas Rodando um sistema proprietário trazendo interface simples já conhecida aos usuários da marca o novo dispositivo da chinesa ainda encarar algumas barreiras, como a possibilidade de baixar aplicativos de terceiros assim como visto em parte dos smartwatches da Samsung e até da Apple Colocando isso de lado, tudo funciona de forma fluida e intuitiva, apesar dos menus ainda não estarem disponíveis em português Basta deslizar o dedo pra cima para ter acesso aos menus de atividade física, configurações e outros – da direita para a esquerda para ter acesso ao contador de passos e ao monitor cardíaco deslizar para baixo para ter acesso a alguns atalhos e, por fim, apertar o botão na lateral para retornar à tela inicial E por falar na tela inicial, também conhecida como watch face, vale observar também que agora ela traz mais uma inegável semelhança com o modelo da maçã

Nos seus desenhos pré-definidos da fábrica nós temos um design extremamente parecido e seis elementos que podem ser personalizados pelo usuário, arranjados no display de forma praticamente igual ao da Apple Mas tem uma diferença positiva aqui: ao contrário do que acontece com o modelo da Apple, o design das watch faces não fica limitado à fabricante, contando com uma quantidade significativa de outros designs na galeria do seu aplicativo oficial, é possível também importar e usar watch faces feitas por terceiros, baixando os arquivos necessários através de sites ou importando diretamente através de outros aplicativos Assim como acontece em outros dispositivos da marca chinesa, o GTS é bastante dependente do seu aplicativo, o Amazfit, que nada mais é do que uma versão do Mi Fit da Xiaomi, só que com umas cores diferentes Qualquer tipo de configuração mais complexa que você precise fazer assim como o acompanhamento completo das suas atividades é feito diretamente através do app, rebaixando o relógio a um simples monitor dos momentos do seu dia e capaz de informar as horas e receber as notificações que chegam no seu smartphone Ou seja, nós temos aqui uma continuidade em relação que já era observado no Bip, mas um distanciamento ainda maior, se levado em consideração, outros modelos disponíveis no mercado, indo de opções Samsung e Apple, com independência sendo aumentada, e aplicativos próprios, há soluções como o KOSPET Optimus Pro, que traz um smartphone para o seu pulso

Mas não é apenas o grau de dependência que pode decepcionar Durante o período em que o relógio permaneceu com a gente para análise nós notamos algumas anomalias no pedômetro – o dispositivo informou que 200 passos foram dados em uma noite completinha de sono, sem levantar para ir ao banheiro, beber água ou nem sonambulismo – a gente entende que os sensores podem se enganar e creditar alguns passos, graças à movimentação que a gente faz com o sono, com viradas na cama, mexidas involuntárias nos braços, mas 200 passos é um pouco demais No entanto, é possível que uma atualização futura de software resolva esse problema Mas deixando isso de lado, se é que é possível, o GTS traz uma vantagem significativa em relação ao seu antecessor: os modos de exercício – quase que triplicando o número de atividades monitoráveis, o relógio permite que o usuário acompanhe de perto, com dados de tempo estimativa de calorias gastas e batimentos cardíacos, desde uma corrida ao ar livre até a prática de natação em uma piscina, totalizando 12 modos de exercícios diferentes No caso dos batimentos, o modelo novo vai um pouco mais além, apesar de não contar com aquele ECG que a gente vê no Apple Watch, ele traz com ele um sensor ótico proprietário da Huawei, capaz de realizar o monitoramento integral dos batimentos do usuário, identificando arritmias – incluindo aí a fibrilação atrial – e alertando, caso a freqüência cardíaca ultrapasse, por padrão, de 150 batimentos por minuto

Porém, no caso das atividades feitas em campo aberto, nós notamos que o GTS pode demorar uns poucos minutos para concluir a sua calibração fazendo com que o usuário possa perder uns dados dos primeiros minutos de atividade No entanto, uma vez sincronizado, tudo corre bem, sendo possível, inclusive, ver o mapa completo do percurso percorrido através do aplicativo oficial Na bateria, logo ao saber que o sucessor do Amazfit Bip contaria com uma tela AMOLED, abandonando aquele LCD transflectivo, a gente pensou que a bateria seria drasticamente alterada – no entanto, tivemos uma grata surpresa Apesar da autonomia do relógio ser sim inferior ao da geração passada, o tempo que o relógio ainda é capaz de ficar longe das tomadas é bastante satisfatório, suportando, segundo o fabricante, 14 dias de uso diário mediano e 46 dias no modo básico de relógio, esse que você não fica conectado ao Bluetooth e nem registra os batimentos cardíacos integralmente, por exemplo Em nossos testes com o brilho definido como automático, Bluetooth desconectado em boa parte do tempo, medição ininterrupta de batimentos, tela com Always On ligado e notificações ativadas alguns aplicativos, a bateria do GTS alcançou a marca dos 26% após 15 dias de uso, dando a entender que ela alcança os 20 dias com alguma tranquilidade

Marca satisfatória se a gente levar em consideração alguns dos principais smartwatches do mercado com suas baterias de duração de dois dias Por conclusão, para quem quer um monitor de atividades diárias capaz de informar as horas e com design bonito, resistente e elegante, o Amazfit GTS pode ser a escolha certa – no entanto para aqueles que procuram um smartphone completo seguindo uma linha mais independente vista em modelos de grandes marcas, ele pode não ser exatamente o que se procura Trazendo a inegável a evolução visual em relação à geração anterior, sendo muito parecido com o Apple Watch Series 4, o novo relógio ainda é muito próximo em questão de funcionalidade, ao Amazfit Bip, eliminando parte das limitações vistas na geração passada sendo inegavelmente mais completo, mas ainda um pouco longe do que pode ser considerado por alguns como o ideal Pelos pouco mais de R$600 cobrados, caso a bateria de longa duração não seja exatamente o que você procura, a própria Amazfit entregua um conjunto um pouco mais completo com o Verge, que foi um relógio que a gente analisou recentemente aqui mesmo no canal, que disponibiliza além das funções vistas no GTS também a possibilidade de atender e realizar chamadas através do relógio se ele estiver parado com um telefone Com isso, o GTS pode não ser exatamente o resultado de uma busca por smartwatch, ainda mais se a gente levar em consideração as evoluções recentes do mercado de vestíveis – no entanto, se ignoradas as limitações, levando em conta os pontos fortes do produto, ele pode ser sim uma ótima opção, ainda mais para quem estava pensando em atualizar o seu Amazfit Bip por algo mais moderno e estava perdido no meio das opções

Se esse é o seu caso, nos links aqui na descrição você confere os melhores preços do Amazfit GTS para importação Aproveite! Eu vou ficando por aqui mas eu gostaria de ver a sua opinião sobre o novo relógio da Xiaomi Você acha que é uma boa escolha? Responde aí nos comentários! Até a próxima

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MOTOROLA ONE MACRO: NÃO compre PELA CÂMERA | Análise/Review http://www.amdworld.co.uk/motorola-one-macro-nao-compre-pela-camera-analise-review/ Tue, 03 Dec 2019 05:05:08 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1351 Depois de vários celulares da linha One, a Motorola trouxe mais um para o Brasil O mais novo lançamento tem…

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Depois de vários celulares da linha One, a Motorola trouxe mais um para o Brasil O mais novo lançamento tem como proposta permite tirar fotos cinco vezes mais próximo com sua lente macro

Os modelos dessa linha One normalmente são bons em uma única coisa e acabam decepcionando no resto, será este o caso do Macro? Você confere tudo sobre ele nesta análise completa do tudocelularcom A aparência do One Marco é bastante comum – ele parece mais com os recentes lançamentos da linha Moto G do que com seus irmãos mais velhos da linha One Seu corpo é feito em plástico, há entrada em formato de gota no topo da tela e uma borda razoavelmente larga na parte inferior Se busca um intermediário com qualidade premium, o One Macro vai te decepcionar, pelo menos, a traseira tem pintura degradê que deixa o visual interessante, mas só peca por não ter outras opções de cores para escolher – ele chegou ao Brasil apenas nesta cor azul espacial

Há na traseira o usual leitor biométrico localizado na logo da Motorola, enquanto no canto superior esquerdo temos as três câmeras do One Macro À primeira vista pode parecer que são quatro câmeras, mas o que temos é um laser para ajudar no foco automático, logo acima do flash É bom ter cuidado com o aparelho: a traseira risca com facilidade e também acumula muita marca de dedo Há certificação em IPX2, como em outros da marca, o que garante proteção contra chuva – mas evite molhar o celular sempre que possível O One marco tem tela de 6,2 polegadas com resolução HD+, isso faz com que a densidade de pixels seja baixa

Para algumas pessoas isso pode incomodar, mas quem tem um olhar mais atento vai perceber que vídeos e fotos acabam ficando pixelados A qualidade do painel IPS LCD não é ruim – as cores exibidas tem boa calibração, apesar do banco ter tom mais frio do que deveria O contraste é um pouco baixo e o brilho máximo não é dos melhores Infelizmente os intermediários da Motorola nunca foram bons exemplos em qualidade de tela A parte sonora é boa e você terá um som bastante potente, mas do que encontra em modelos da Xiaomi na sua faixa de preço

Porém, ao forçar o volume no máximo, terá som distorcido, mas ainda será útil em locais com muito barulho O fone que vem é o mesmo de alguns modelos da linha Moto G e tem boa qualidade – o som também é bom e bastante potente Ele é confortável e conta com ponteiras de tamanhos diferentes Enquanto demais modelos da linha One chegaram com hardware da Qualcomm, ou Samsung, o One Macro traz o Helio P70, lançado pela MediaTek no final de 2018 Mas calma, antes você faça cara feia e diga que preferia que fosse algum Snapdragon, a verdade é que o hardware aa MediaTek vem melhorando e este aqui até entrega desempenho superior

Em nosso teste de velocidade ele ficou acima dos demais da linha e também de rivais da mesma faixa de preço Já em benchmarks ele pode não ficar acima de todos, mas ainda consegue boa pontuação Mas o One Macro é um bom aparelho para jogos? A sua GPU dá conta do recado e roda a maioria dos jogos para Android com a melhor fluidez possível Em alguns títulos como Call Of Duty Mobile temos algumas quedas, mas ainda assim, o jogo roda bem O ponto ruim da Mali-G72 é que ela devora muita bateria, e One Macro acaba entregando um pouco mais de cinco horas de jogatina

Você já deve estar pensando "mais um MediaTek beberrão" – e é aí que você se engana: o Helio P70 até pode ter consumo alto em jogos, mas no uso geral faz muito bom uso dos 4000 mAh do One Macro Sua bateria não apenas dura muito como também faz o One Macro ser o melhor intermediário em autonomia de todos que testamos este ano dá para ter bateria para dois dias tranquilamente O carregador que vem na embalagem entrega apenas 10 watts de potência, isso faz com que o celular passe mais de duas horas na tomada É muito para os padrões atuais, mas a verdade é que a maioria dos intermediários lançados este ano também demora para recarregar Os primeiros lançamentos da linha One vieram com o Android One, o que fazia sentido, mas a Motorola decidiu mudar e trazer o seu Android levemente modificado nos mais recentes

Talvez a mudança tem acontecido em prol de uma autonomia de bateria maior já que celulares com Android One normalmente são bem ruins neste aspecto Não há muito o que comentar sobre o software do aparelho – é o mesmo Android Pie com alguns aplicativos e recursos da Motorola Como visto também nos recentes lançamentos da linha Moto G Motorola vem testando o Android 10 em alguns aparelhos e deve liberar em breve esta versão para o One Macro Além disso a companhia promete dois anos de atualizações de segurança Chegamos então ao ponto principal do a macro: a sua câmera, que permite chegar cinco vezes mais perto de um objeto ao fotografar

Este é realmente um diferencial ou apenas mais um a câmera que será inútil na maior parte do tempo? Relembrando os irmãos dele, temos o One Vision, que se destaca apenas pela sua visão noturna, enquanto o One Action tem a câmera de ação Este é o mesmo caso do One Macro Se você quer tirar fotos de algo muito próximo para pegar o máximo de detalhes possível, então é o One Macro que deve escolher; é preciso ter paciência e aproveitar a luz natural a seu favor mas conseguirá boas fotos com maior nitidez e riqueza de detalhes que outros com câmera macro que testamos O problema é que se o objeto a ser fotografado estiver em movimento ou a luz não é boa o suficiente, aí você vai acabar se estressando com a câmera macro – além disso, nem pense usá-la à noite os resultados sempre são ruins com vários ruídos e artefatos a câmera principal é bastante básica as fotos registradas são decentes para publicar em redes sociais mas o One Macro, em geral, decepciona mais que os demais modelos da linha

Fotos noturnas ficam terríveis – elas saem escuras, com baixa nitidez, têm cores distorcidas e muitos ruídos sem falar que, muitas vezes, terá fotos borradas – o One Macro é um celular para ser usado de dia se você tira mais fotos à noite ou até mesmo em locais fechados, é melhor buscar outra opção A terceira câmera é apenas um sensor de profundidade, que ajuda no desfoque com o efeito retrato e, muitas vezes, o resultado fica bastante suave A frontal também não empolga: as selfies tem boa representação de cores, porém, faltar nitidez e os detalhes da pele são sacrificados Usar o modo retrato ameniza um pouco o problema A filmadora é o maior ponto fraco do One Macro – a qualidade dos vídeos é mediana, o controle de exposição é problemático e as cores saem sem vida não há estabilização, então, espere por muitos tremidos; e apesar de ter foco a laser, ele não é dos mais rápidos

É possível gravar com o One Macro, porém, com a resolução mais baixa; já a captura de áudio também não é boa Notamos que o microfone tenta cortar ruídos e deixa as vozes abafadas O One Macro é melhor que os demais da linha One que testamos? Ele é mais rápido e entrega a melhor bateria com folga, apenas sua câmera que não é boa Se tirar fotos muito de perto é algo fundamental para você, então vai curtir a sua câmera macro – mas se este não é o caso, é melhor investir em outro O Moto G8 Plus tem melhor câmera e ainda traz uma de ação para filmar na vertical ele não é tão rápido quanto o One Macro, mas sua bateria dura bem

Outra alternativa seria o galaxy A50, que tem desempenho próximo e diferenciais como o leitor biométrico na tela Ele também é melhor em câmera, porém, a bateria dura bem menos Na Xiaomi podemos indicar o Mi A3 como uma solução alternativa para quem prefere um aparelho com Android One que não seja ruim de bateria ou ainda o Redmi Note 8, que também tem câmera macro – os dois são melhores em câmera que o One Macro e custam menos Parece que o foco da linha One da Motorola é ser boa em apenas uma coisa, e no caso deste aqui, é a sua câmera macro Pelo menos ele é um aparelho rápido e com ótima bateria – diferente dos demais que nos decepcionaram

Ele chegou por volta de R$ 1400 e até poderia ser uma boa compra se a tela e câmera fossem melhores quando o seu preço despencar para menos de R$ 1000 o One Macro será uma compra interessante para quem busca um bom equilíbrio entre desempenho e bateria até lá, será possível encontrar opções mais interessantes Se faz questão de ter a câmera macro, o Note 8 é uma boa alternativa se este não é seu caso, o Galaxy A50 ou Mi A3 valem mais pelo preço E mais uma vez lembramos que as melhores ofertas para o One Macro e todos os demais modelos que citamos nesta análise estão nos links aí da descrição Aproveita para comentar se você é fã de tirar fotos em modo macro de animais e objetos e se apenas esse aspecto te convenceria comprar um celular Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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APPLE WATCH SERIES 5: o MELHOR, MAS COM RESSALVAS | Análise/Review http://www.amdworld.co.uk/apple-watch-series-5-o-melhor-mas-com-ressalvas-analise-review/ Sat, 09 Nov 2019 05:05:09 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1321 Ok, você provavelmente vai achar que estamos puxando o saco da Apple ou até mesmo recebendo para falar bem dos…

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Ok, você provavelmente vai achar que estamos puxando o saco da Apple ou até mesmo recebendo para falar bem dos produtos dela – ainda mais depois das nossas últimas análises ressaltando a superioridade da linha iPhone 11, mas é impossível negar o quanto o Apple Watch Series 5 é superior a qualquer outro smartwatch que já passou por aqui ,apesar de não ser perfeito A Apple já vem fabricando relógios inteligentes há algum tempo, mais precisamente quatro anos, e apesar da primeira geração ter uma usabilidade duvidosa, mesmo que tenha estabelecido um patamar para a época, a quinta geração é um salto considerável em relação à terceira, mas traz mudanças mínimas em relação à quarta

Bem, vamos falar a verdade: a maior concorrente da empresa de Cupertino no ramo de vestíveis é praticamente ela mesma e cada geração do smartwatch traz apenas pequenos ajustes em relação à geração anterior Na geração 3 foi o barômetro e o giroscópio, na geração 4 foi a tela maior e o ECG e na geração 5 podemos afirmar que, bem, é um pouco difícil explicar Entenda: o Watch Series 5 trouxe sim melhorias em relação às gerações anteriores essas só não são tão pontuais quanto comparadas aos lançamentos passados Como de praxe, temos um processador mais potente, o S5, capaz de dobrar o desempenho em relação ao visto na terceira geração e blá blá blá – a mesma coisa de todo ano; mas para você que quer saber, ele é rápido, entrega animações bastante fluidas e passar longe mas muito longe de travar

Além disso, em resumo, temos uma nova tecnologia de tela uma nova versão do watchOS, que oferece mais independência do relógio Apesar disso não se manter exclusivo dessa geração – e uma bússola embutida que permite a navegação direta no Apple Maps sem a necessidade do iPhone Eu falei que estava mais independente, não foi? Mas vamos direto ao ponto: o que essas mudanças implicam na sua vida como futuro proprietário de um Apple Watch Series 5? Se você tem um Series 4, quase nada – se você tem um 3 ou inferior, muita coisa Logo de cara temos o aumento do display e o ECG emprestado da geração anterior mas a novidade desse ano é a chamada tela "retina sempre ativa", que não desliga nunca, mantendo o mostrador sempre ativo É sério, pode parecer besteira, mas não ter que ficar girando o braço o tempo todo ou ter que apertar o botão ou a coroa para ativar a tela é uma praticidade enorme

Que o diga os dons do AmazFit Bip Além da tela, temos a bússola embutida, que pode ajudar bastante aqueles mais aventureiros que querem curtir um dia imerso dentro do mato e não querem ter que levar muita coisa Além do novo aplicativo de medição de ruído, desenvolvido pela Apple para ajudar seu usuário a manter sua audição preservada longe da exposição prolongada a barulhos muito altos E falando de aplicativos chegamos na parte do sistema Ok, não foi uma conexão muito boa mas vá lá – pelo menos a gente tentou

O watchOS 6 é um dos pontos que mais chama a atenção no novo Series 5 – e olha que a tela não apaga, hein? Isso porque o relógio está mais útil do que nunca e, apesar da independência sugerida pela Apple não ser aquela independência, sendo necessário ter o iPhone ao lado em alguns momentos, esse ponto está muito melhor do que em qualquer momento anterior Agora o relógio conta com uma App Store própria, o que deve trazer uma qualidade de desenvolvimento ainda maior, já que os desenvolvedores devem olhar com outros olhos para o sistema do relógio No entanto, é impossível negar os obstáculos que ainda existem para tornar o relógio verdadeiramente independente do smartphone, já que alguns aplicativos ainda são muito mais viáveis de ter acesso e inserir informações através do iPhone sendo uma das maiores provas disso a necessidade de ter que pegar o seu telefone para inserir a senha de autorização para uma compra feita na App Store do próprio relógio Enfim, um detalhe relevante que não diminui tanto mérito do dispositivo, mas que pode ser um destaque para quem estava procurando um motivo para falar mal Ainda mais com alguns outros modelos do mercado, como é o caso do Kospet que comparamos aqui no canal, capazes de substituir o telefone totalmente, levando praticamente um celular para o seu pulso

Mas não acaba por aí – lembra que falamos que o Series 5 não é perfeito? Então, de fato ele não é; e se você for comprar o relógio aqui no Brasil lá fora, e for usar exclusivamente em território nacional, a experiência pode ser um pouco pior Logo quando pegamos um novo relógio da Apple uma das primeiras coisas que fizemos foi de cara no ECG, recurso inaugurado no Series 4, para tentar identificar qualquer tipo de anomalia no batimento do nosso coração Doce ilusão – assim como alguns proprietários do relógio da geração passada já devem saber, o recurso de eletrocardiograma embutido no modelo precisa da autorização da ANVISA (agência nacional de vigilância sanitária) para funcionar em solo nacional e, por mais que você se meta a fazer alguma gambiarra com o relógio por aqui, o recurso não irá funcionar A única forma viável até o momento é comprar o smartwatch em algum dos países autorizados e ativar o ECG com o seu próprio iPhone pareado, Não adianta ser do amigo, se mudar o dispositivo pareado aqui no Brasil, adeus ECG Ou seja ou é viajar para comprar o relógio ou pedir muito para que a Apple inicie o processo de regularização aqui no país

Mas os problemas ou "problemas" não acabam por aí – afinal, por ser o relógio mais caro entre seus concorrentes, esperamos o máximo possível, algo que o Series 5 até tenta, mas não entrega Entendemos que por ter uma tela maior e sempre ativa o consumo de bateria será maior mesmo que a Apple diga que não, mas autonomia que alcançamos de quase 30 horas em nossos testes, é um tanto quanto decepcionante Isso porque eu particularmente acho um saco tem que colocar mais um eletrônico para carregar no final do dia, quase todo dia Só nos resta esperar que eles melhorem a autonomia na próxima geração e que assim também incluam um rastreamento de sono nativo, feito pela própria Apple, sem depender de aplicações de terceiros Ela provavelmente não se importa com isso ainda porque sabe que não teremos bateria suficiente para dormir com relógio no pulso

Apple, Apple, Apple Enfim, brincadeiras à parte, como falamos, o Apple Watch Series 5 pode ser sim considerado como o melhor relógio inteligente do mercado, mas há ressalvas Se você possui orçamento ilimitado para gastar com o combo smartphone + relógio inteligente e não liga de ficar preso ao ecossistema da Apple, adquirir a nova versão do smartwatch junto com um dos novos iPhones pode ser uma das melhores opções, já que a integração entre os aparelhos e a fluidez e qualidade das opções oferecidas é admirável No entanto, se esse não é o seu caso, optar por opções mais acessíveis do mundo Android ou até mesmo as gerações anteriores dos dispositivos da Apple, pode se encaixar melhor para a sua necessidade e para o seu bolso, já que o novo relógio começou a ser comercializado oficialmente por aqui a partir de R$ 4000 Mas e você, o que achou da nova geração de relógios da Apple? Quer um? Conta pra gente aqui nos comentários o que mais chamou a sua atenção no Series 5! Lembrando que ofertas para os relógios da Apple você confere nos links que estão embaixo na descrição

Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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Galaxy A8 Plus: bom intermediário para quem não busca a melhor câmera | Análise/Review http://www.amdworld.co.uk/galaxy-a8-plus-bom-intermediario-para-quem-nao-busca-a-melhor-camera-analise-review/ Mon, 26 Aug 2019 09:29:36 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=889 Além de trazer o Galaxy A8 para o Brasil no início deste ano, a Samsung também lançou a versão Plus…

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Além de trazer o Galaxy A8 para o Brasil no início deste ano, a Samsung também lançou a versão Plus para completar sua série midrange para 2018 O dispositivo veio com um preço maior do que seus concorrentes, mas atualmente, pode ser encontrado no mesmo intervalo que o Zenfone 5 e o Moto Z3 Play

Seria a melhor escolha entre os três? A linha Samsung A8 é muito parecida com os modelos mais avançados da empresa, com corpo de metal e vidro traseiro – e tela esticada, no padrão 18,5: 9 No entanto, ao contrário do S8 e S9, o A8 Plus não tem tela curva nos cantos Outra diferença é que o Samsung midrange não tem um botão dedicado para o assistente Bixby, mas mantém a certificação IP68 para proteção contra água e poeira Contra os rivais da Motorola e da ASUS, o modelo da Samsung oferece duas bandejas permitindo que você use dois SIMs e um cartão microSD ao mesmo tempo No geral, o aparelho oferece boa qualidade de construção, e mesmo com seu tamanho grande, não se torna desconfortável de segurar, mas alguns preferirão a A8 por sua pegada mais compacta

Quando você compra seu A8 Plus, você receberá junto com o dispositivo um carregador carregamento acelerado, cabo USB no padrão C, manuais, estojo protetor, Ferramenta de ejeção de Sim e um heaphone Infelizmente, ao contrário dos modelos mais caros da Samsung, o A8 Plus não vem com um fone de ouvido AKG, em vez disso, agrega o modelo tradicional O A8 Plus possui uma tela de 6 polegadas com tecnologia super AMOLED, o que resulta em cores vibrantes e pretos perfeitos O brilho alcançado pelo painel é suficiente para proporcionar uma boa experiência no ambiente externo Além disso, a tela da Samsung atinge um brilho menor do que seus concorrentes o que torna o A8 Plus mais confortável de usar no escuro em comparação com o Zenfone 5 e especialmente contra o Z3 Play

Em relação ao áudio, o dispositivo tenta oferecer um som mais envolvente, mas deixa muito a desejar quando comparado aos seus rivais Motorola e especialmente ASUS O Zenfone 5 não possui apenas um alto-falante mais potente, mas uma qualidade de som muito melhor Os auscultadores Samsung proporcionam um som decente com um bom conforto mas cai abaixo do que é oferecido pelo modelo AKG, que vem incluído nos modelos mais caros da marca O Galaxy A8 Plus vem com um processador um pouco mais potente que o do A5 e do A7 em 2017 Ele acaba entregando melhor desempenho do que o Snapdragon 636 presente no Zenfone 5 e Moto Z3 Play, sendo capaz de carregar aplicativos e jogos mais rapidamente

Contra o rival da Motorola, o modelo da Samsung melhora ainda mais, mantendo tudo aberto em segundo plano Nos benchmarks, ele permanece no mesmo nível de seus rivais, mas nos jogos acaba decepcionante O GPU Mali-G71 é mais fraco que o Adreno 509, proporcionando desempenho mais baixo em títulos mais pesados, como o PUBG Mobile Em jogos mais leves, como Subway Surfers ou Clash Royale, o A8 Plus oferece ótimo desempenho A maior fraqueza do Galaxy A8 Plus é a sua câmera

No modo auto temos fotos com baixo contraste e cores mais lavadas do que as obtidas pelo Zenfone 5 e Moto Z3 Play Para aqueles que estão acostumados com a câmera da Samsung, sabemos que os aparelhos sul-coreanos tendem a gerar imagens com cores mais saturadas mas o A8 Plus vai exatamente o oposto O foco automático do dispositivo também é mais lento que seus rivais, especialmente em lugares mal iluminados; mas o A8 Plus fotografa melhores fotos em cenas noturnas desde que o objeto fotografado não esteja muito distante A câmera frontal captura selfies com um resultado artificial, graças ao modo de embelezamento que está sempre ativo À noite, no entanto, você terá boas selfies, com maior nível de detalhes do que os obtidos pelo Zenfone 5 e Z3 Play

A camcorder faz um bom trabalho, mas captura vídeos mais escuros do que o rival da Motorola O Galaxy A8 Plus veio com uma tela maior e uma bateria menor que a A7 2017 O resultado é que a autonomia foi comprometida; acaba gastando menos tempo longe da tomada, mas ainda é suficiente para um dia inteiro de uso moderado O modelo Samsung ainda supera o Z3 Play e o Zenfone 5 em autonomia, mas não é uma grande diferença No entanto, o A8 Plus acaba gastando mais tempo no mercado do que o rival da Motorola para ter sua bateria totalmente recarregada

O A8 Plus chegou ao mercado com o Android Nougat e foi atualizado há alguns meses para Oreo com a nova interface da Samsung Por mais elegante e organizado que seja, o Android modificado da Coreia do Sul ainda precisa de uma otimização melhor É comum ver engasgos nas animações – algo que acontece até nos modelos mais caros da empresa No entanto, o A8 Plus pode oferecer um desempenho melhor que o Z3 Play, devido ao gerenciamento deficiente de memória no aparelho da Motorola Outro diferencial do A8 Plus é no suporte Samsung Pay, que permite que você use o smartphone sul-coreano para fazer pagamentos

O Galaxy A8 Plus chegou com preços bastante altos para o mercado nacional, mas já é possível encontrá-lo com um valor mais justo no final do ano Ele oferece design bonito e construção de boa qualidade, além de tela grande que agrada aos olhos de muitos Seu desempenho é bom para o segmento, mas vai deixar desapontado aqueles que buscam um celular para jogos Sua bateria faz o trabalho mas a câmera é seu maior ponto fraco, deixando muito a desejar quando comparado aos rivais diretos, especialmente contra o Zenfone 5 Para quem não gosta da interface pesada da Samsung, o Moto Z3 Play seria a melhor opção, mas o A8 tem como diferencial a possibilidade de usar dois SIMs e um cartão microSD ao mesmo tempo, sua certificação contra água e poeira, além da entrada P2 para fones de ouvido

Se você acha que o Galaxy A8 Plus é o celular certo para você, Você pode conferir suas ofertas na descrição do vídeo Enquanto estiver aqui, confira o artigo completo com todos os detalhes no TudoCelularcom Aqui estava Francisco Lucena e até a próxima

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Samsung Galaxy J7 Prime [Análise/Review] http://www.amdworld.co.uk/samsung-galaxy-j7-prime-analise-review/ Tue, 21 Feb 2017 12:35:24 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=346 Aparelhos de metal fazem parte das exigências de alguns consumidores de smartphones não todos eles, mas boa parte do publico…

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Aparelhos de metal fazem parte das exigências de alguns consumidores de smartphones não todos eles, mas boa parte do publico pede aparelhos assim e quando falamos de Samsung, temos varias letras e opções, no caso hoje vamos de Galaxy J7 Prime Começa agora a análise desse aparelho Vem com a gente! Com corpo equilibrado entre o "fino" e o "confortável" o Galaxy J7 Prime traz uma traseira predominantemente em metal pesando cerca de 167 g em 8 mm de espessura

Na sua lateral, não temos uma, e sim duas gavetas para acomodar seus SIM-cards e um cartão de memória microSD, ambas usando a mesma chave de abertura Ele conta com um leitor de digitais na sua frente integrado ao clássico botão home que tem lugar em aparelhos Samsung Um ponto curioso é que este botão físico é clicável, como esperado porém ele não impõe esta necessidade para que a tela seja ativada e desbloqueada Basta colocar a digital sobre o botão para que o aparelho seja despertado já desbloqueado sem pressionar a tecla Uma nota para esse procedimento é sua espera, é curto é algo em torno de um segundo mas você vai notar sim uma certa diferença entre o tempo de apertar o botão do aparelho e a ativação de fato da tela Não existe muito o que pontuar sobre o design do J7 Prime A Samsung tem levado a "carinha de Samsung", ou seja o design marcante da companhia para quase a totalidade de seus dispositivos Se a Apple é sempre criticada de não inovar, podemos aplicar à Samsung o mesmo rótulo De frente, as touch-keys e o "home" do aparelho não deixam nenhum espaço para novidades dando aquela sensação de "mesmice" outro modelo Samsung num eterno contínuo de aparelhos intermináveis A traseira do modelo difere um pouco disso mas nada que traga mais usabilidade ou mesmo sentido prático ao usuário Contando com o Chipset Exynos 7870 Octa, temos um aparelho com: CPU Octa-core 16 GHz Cortex-A53, GPU Mali-T830MP2, 32B de armazenamento interno com suporte microSD 3 GB RAM, Wi-Fi b/g/n, Bluetooth v41, GPS/GLONASS Durante o período em que este modelo cedido pela Samsung passou em nossa redação a versão do Android era a 60

1 (Marshmallow) Na frente do J7 Prime, temos uma tela PLS TFT de 55" PLS é nada mais que a versão da Samsung para a tecnologia IPS LCD sendo segundo a fabricante a PLS uma alternativa ligeiramente superior ao IPS Esse display opera na resolução de 1080 x 1920 pixels fechando em aproximadamente 401 ppi de densidade Para esse tamanho de tela terminamos com um bom equilíbrio e qualidade de imagem levando em conta apenas a resolução Mas não é só isso que vale Reflexos, por exemplo, entram nessa soma um pouco deles está presente no J7 Prime Não falamos de poder ver seu reflexo na tela e sim de notar zonas alteradas na imagem graças aos reflexos de luz ambiente Exceto esse detalhe, temos contraste e cores equilibradas porém sem a vivacidade que costumamos ver em telas da fabricante Os tons tendem a ser um pouco mais escuros, nivelando para baixo as cenas mesmo com uma presença maior de branco Isso não afeta o brilho da tela, apenas a forma como os tons são apresentados e suavizados, no caso Inovação não é o foco do modelo mas não há como não apontar um detalhe que faz ele destoar de varios outros modelos no mercado: a saída de som Sua posição é lateral, logo acima do botão de bloqueio/desbloqueio do J7 Prime Essa posição é um tanto quanto inteligente visto que não existe meio de apoiar os dedos sobre a caixa de som em uso vertical ou horizontal do aparelho cenários onde de alguma forma o usuário tende a cobrir a moldura do smartphone com as mãos A qualidade sonora não é superior à média "ok" que smartphones tem entregado mas ao menos não será comum abafar ou obstruir a saída de som do modelo Contando com configurações/apps/painéis e tudo quanto é possível de customização da fabricante Não temos como dizer que isso não deveria ser assim visto todo o desapreço da marca pelo Android sem modificações severas como ainda se insiste em ser feito O Prime não foi orientado para usuários pesados em sua concepção, é o que concluímos Ele não aguenta todos os jogos nem títulos mais parrudos da Play Store sendo visível em diversos títulos a queda de FPS e lentidão para ações e touch acionarem gatilhos in-game Um bom exemplo para esta seção é o game The Trail, título que optamos para parte dos testes desta vez Sem dúvidas fizemos nossa bateria de testes, utilizando outros títulos porém em vídeo fica mais fácil explicar ao tentar movimentar os cenários desse título em específico De qualquer forma, essa lentidão ou esperas ss chamadas "travadas" não acontecem na interface do modelo, ou mesmo no uso de aplicativos sociais Para essa finalidade de comunicação, duvidamos que o usuário final sinta dificuldades ou problemas Como em muitos casos, o uso pesado não reflete a realidade do usuário médio que pretende ter um smartphone para comunicação e uso social Porém, segue o que temos mostrado aqui no canal: veja a bateria de testes de Benchmarks e resultados do smartphone Câmera é um ponto crítico quando falamos de aparelhos mais modestos e isso não é diferente no Galaxy J7 nós preferimos já dar esse aviso agora pra quem tava assistindo a analise até este momento justamente pra esse detalhe O J7 Prime não é um aparelho para fotografar O modelo conta com uma câmera principal de 13 MP, f/19, 28mm e produz vídeos em 1080p@30fps As capturas produzidas pelo Prime tendem a parecer com menos foco do que o normal efeito esse criado pelo nocivo pós processamento e suavização agressiva aplicado nas imagens Isso é ainda mais evidente na câmera frontal de 8 MP, f/1

9 com pouca luz, ambos sensores tendem mais para baixo Ruídos e cores mal registradas povoam as imagens feitas em condições mais escuras mesmo que você tente tomar o controle das imagens pelos modos avançados disponíveis na interface da câmera Em geral, a combinação feita pela Samsung no aparelho se mostra incapaz de produzir imagens de alta qualidade, deixando o Prime com opção "que tem uma câmera tolerável", e nada mais Equipado com uma bateria de 3300 mAh o J7 Prime não se propõe a destruir lares ou causar impactos fora de série apenas traz uma unidade bem adequada ao seu tamanho Realizamos diversas sessões de teste nos dias que passamos com ele, e notamos que, em conexão Wi-fi realizando streaming contínuo em seu brilho máximo, temos uma descarga média de 13% da carga por hora no modelo O uso do aparelho fora do teste também reforçou essa média indicando que em uso normal é perfeitamente possível chegar ao final do dia com o Prime Como seu foco não é a jogatina forma-se assim uma imagem equilibrada em termos de autonomia para o modelo Na hora de carregá-lo, sem agrados ou boas notícias: temos um fraco carregador incluso de 5v e 1000mAh portanto não espere seu aparelho cheio antes de 3 horas de recarga Com preço médio de 1300 reais nas lojas brasileiras temos mais uma opção de aparelho entrada-intermediário no mercado brasileiro Quando dizemos "mais uma opção", isso é literal O modelo não traz nenhum destaque válido entre os seus concorrentes dessa faixa de preço e desempenho é apenas um aparelho comum, neutro que pode estar em promoção e ai ok estar entre os aparelhos de rendimento mais modesto É simplesmente isso Não há nada que chame atenção ou que coloque ele em um patamar diferente Apenas mais um aparelho neutro nessa faixa Mas é claro, essa aqui é a nossa opinião da analise do Canaltech que termina por aqui Você pode deixar ai em baixo nos comentários, a sua opinião sobre o que você achou do Galaxy J7 Prime Pode ser que ele atenda seu perfil de usuário e você pode ter gostado dele Conta pra gente nos comentários e se você já tiver ele, também deixe a sua opinião E tem mais vídeos como esse, é só clicar aqui em cima nos cards que aparecem no canto superior direito ou então aqui em baixo, Canaltech Se inscreva, deixe seu comentário e até a próxima!

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