Arquivos "matador - AMD World Notícias de Tecnologia Mon, 25 May 2020 17:00:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 http://www.amdworld.co.uk/wp-content/uploads/2022/08/cropped-icone-whatsapp-gb-32x32.png Arquivos "matador - AMD World 32 32 IPHONE SE: MATADOR de INTERMEDIÁRIOS ANDROID boicotado pelo PREÇO BRASIL | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/iphone-se-matador-de-intermediarios-android-boicotado-pelo-preco-brasil-analise-review/ Mon, 25 May 2020 17:00:09 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=1891 Depois de quatro anos de espera, finalmente temos o sucessor do iPhone SE que, adivinha só, também se chama iPhone…

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Depois de quatro anos de espera, finalmente temos o sucessor do iPhone SE que, adivinha só, também se chama iPhone SE O novo modelo está maior, porém, ele não é tão novo assim

A Apple reaproveitou a carcaça do iPhone 8, porém, atualizou o hardware para o mesmo do iPhone 11 e tudo isso custando menos do que smartphones intermediários com Android Claro, aqui no Brasil a história é um pouco diferente, já que tudo da Apple chega custando o dobro E é aí que surge a dúvida: vale investir no novo iPhone SE com seu preço estando igual ao do iPhone XR? Você vai descobrir isso e todos os detalhes do lançamento da Apple nesta análise do TudoCelularcom Como dito, o design é idêntico ao do iPhone 8 lançado em 2017 na parte frontal temos bordas bastante largas e o Touch ID, que desapareceu dos recentes iPhones A única diferença é que a cor da moldura ao redor da tela mudou de branca para preta

O novo iPhone chega com corpo em três opções de cores: vermelha, preta e branca A traseira também está como antes, e isso inclui apenas uma câmera Pode parecer pouco para os dias atuais, quando até mesmo celulares mais básicos já chegam com três ou quatro câmeras, mas o que importa é a qualidade das fotos e vídeos e veremos isso logo mais O iPhone SE traz corpo de metal com traseira em vidro, proteção contra água graças à certificação IP67, e até carregamento sem fio, ausente em smartphones Android que custam o mesmo lá fora Como por aqui ele é mais caro, já compete com flagships de algumas marcas que oferecem alguns destes recursos

Ele não é tão compacto quanto seu antecessor, mas é um dos menores celulares lançados este ano Vivemos em uma época em que flagships precisam ser grandes, como se tamanho justificasse o preço alto O último lançamento compacto que tivemos por aqui no segmento top de linha foi o Galaxy S10e, então, se você sentia falta de um celular com hardware potente, que seja confortável de usar com uma mão, o iPhone SE pode ser para você E mesmo sendo o iPhone mais barato lançado nos últimos anos, o SE não deixa de lado algumas tecnologias presentes nos rivais Android mais caros como Wi-Fi de 6ª geração, Bluetooth 5 e todos os sensores que você precisa para uma experiência completa Ele também vem com os mesmos acessórios do iPhone 11

Sua tela de 4,7" tem resolução HD+ e painel Retina IPS LCD No papel, parece ser o mesmo display que a Apple usou no iPhone 8 mas, na verdade, temos uma tela melhor O brilho é mais forte e supera muitos rivais mais caros que testamos recentemente O contraste também foi aprimorado para exibir mais cores e isso casa bem com o HDR e Dolby Vision para entregar ótima qualidade de imagem Os mesmos recursos de tela que você encontra no iPhone 11 também estão presentes aqui como TrueTone, que ajusta a calibração de cores de acordo com a iluminação no ambiente, ou Night Shift, que reduz a emissão de luz azul para evitar fadiga visual ao usar o celular à noite

No geral, a tela do iPhone exibe ótimas cores com calibração muito próxima do ideal O iPhone SE possui dois alto-falantes, sendo o secundário aquele dedicado para chamadas que fica acima da tela Ele é menor que o principal ao lado da entrada Lightning e, por isso, reproduz bem menos graves O som pode sair um pouco desbalanceado, mas a potência sonora é equivalente nos dois O volume é alto e a qualidade sonora agrada, só não chega a ser tão bom quanto os iPhones mais caros do ano passado

Já o fone de ouvido é o mesmo de sempre O melhor do iPhone SE é vir com o mesmo hardware dos modelos mais recentes da Apple Aqui temos o processador A13 Bionic aliado à 3 GB de RAM, o que é suficiente para rodar qualquer aplicativo ou jogo para iOS com fluidez impecável Mas não espere exatamente a mesma velocidade do iPhone 11 A Apple provavelmente reduziu a velocidade da CPU para que o modelo mais barato fique abaixo dos mais caros – isso ficou claro em nosso teste de velocidade em multi-tarefas onde o iPhone SE foi 10 segundos mais lento que o iPhone 11, porém, ainda supera flagships da Samsung que custam mais caro

Também percebemos essa pequena desvantagem em benchmarks, com pontuação abaixo dos modelos mais caros A diferença é pequena e nem vale a pena se incomodar com isso O que importa é que o SE roda bem qualquer jogo Todos os títulos que testamos ficaram na média dos 60 fps Por mais que não seja um celular gamer, o SE deixa claro que o iOS ainda é a melhor plataforma para jogos O seu problema, no entanto, é a bateria

Enquanto intermediários com Android oferecem até mesmo 5000 mAh, o iPhone SE vem com míseros 1821 mAh É uma bateria pequena que voa rápido se você jogar ou passar muito tempo no YouTube vendo vídeos Em uso moderado ela dura até o início da noite, o que exigirá uma segunda carga antes de dormir

Para fazer o iPhone SE passar o dia inteiro longe de tomadas você terá que se limitar apenas ao WhatsApp e Instagram, sem abusar do brilho na tela Outro ponto negativo é o tempo de recarga – ele vem com o mesmo carregador fraquinho do iPhone XR e 11, com míseros 5-Watts de potência Mas como a bateria é pequena, ele passa menos tempo na tomada, porém ainda demora mais de 2:30 hr para chegar a 100%, e com uma carga rápida de 15 minutos você tem apenas 15% de volta O iPhone SE vem com o iOS 13 de fábrica e vai receber atualizações por vários anos Esse é um ponto em que a Apple simplesmente humilha a concorrência A Samsung normalmente atualiza seus aparelhos top de linha por dois anos, enquanto há fabricantes que liberam apenas uma nova versão do Android e esquecem dos seus consumidores

Se você pretende passar muitos anos com o mesmo celular, escolher um iPhone é a melhor opção Diferente dos últimos lançamentos da maçã, o SE ainda vem com botão Home abaixo da tela é com ele que você navega pelo sistema e também faz o desbloqueio do celular com o Touch ID Basta pressionar o botão que rapidamente a sua digital é reconhecida e o aparelho estará livre para o uso Se você teve um iPhone 8 ou qualquer modelo anterior ao X, então já sabe o que encontrará aqui no SE O sistema é praticamente o mesmo em qualquer aparelho da maçã só muda o sistema de navegação por gestos nos mais atuais

Mas diferente do que temos no universo Android, o mais barato não recebe menos recursos que os mais caros com relação ao sistema Tivemos um avanço em câmera ou o SE tem a mesma qualidade fotográfica do iPhone 8? Bem, o conjunto de sensores e lentes são os mesmos de antes porém a Apple implementou o recurso Smart HDR presente nos iPhones mais atuais O chip A13 Bionic também ajuda no pós-processamento, e no geral, temos fotos melhores do que no iPhone 8 As imagens saem naturais, com bom contraste e baixo ruído Fotografar de dia resulta em fotos com alto nível de detalhes, sendo comparável aos iPhones mais atuais

Já em locais fechados com iluminação mais fraca é quando começamos a notar a limitação do hardware meio antigo A definição cai, as cores perdem vida e os ruídos já ficam perceptíveis O iPhone SE é capaz de tirar boas fotos à noite e ficaria ainda melhor se a Apple tivesse disponibilizado o Modo Noturno presente no iPhone 11 Mesmo assim, ele consegue controlar bem os ruídos sem destruir os detalhes Há boas cores sem saturar ou acabar com o contraste

Se compararmos com modelos top de linha como o Galaxy Note 10 Plus, é possível ver uma boa diferença, mas chega a ser injusto já que são categorias diferentes Se o Modo Noturno faz falta, pelo menos a Apple tentou compensar com o Modo Retrato que funciona bem sem precisar de outras lentes para ajudar a câmera principal Claro, o resultado está longe da perfeição e só funciona caso detecte um rosto mas a separação entre planos é boa e vemos poucas falhas Para um aparelho com apenas uma câmera chega a impressionar A câmera frontal também é a mesma de 7 MP de antes e pode parecer defasada para os dias atuais quando vemos modelos chineses na mesma faixa de preço oferecendo sensores de até 32 MP

Mas quem disse que números altos significam melhores selfies? O iPhone SE mostra que é possível tirar ótimas fotos com poucos pixels Há muitos detalhes, bom contraste e alcance dinâmico acertado mas como estamos falando de iPhone, há o velho "filtro amarelado" presente Também é possível desfocar o fundo nas fotos com a câmera frontal, e aqui o resultado também impressiona Não apenas por ter um bom efeito com poucas falhas mas por reconhecer pessoas até com máscaras quando o Galaxy Note 10 Plus simplesmente falha nisso O iPhone SE grava vídeos de até 4K a 60 fps com a traseira e Full HD a 30 fps com a frontal

A qualidade é muito boa de dia, seja em cores ou controle de exposição Já à noite há muitos ruídos e queda na fluidez dos vídeos Há estabilização em todos os modos de gravação e ela funciona muito bem sendo ainda mais impressionante com a frontal O foco, no entanto, não é muito ágil e fica bastante lento à noite A captura de áudio é estéreo e tem ótima qualidade

Como deu para ver, o iPhone SE é uma versão melhorada do iPhone 8 mas com seu preço estando próximo do XR – qual vale mais a pena? O SE tem desempenho um pouco melhor devido ao hardware mais recente apresenta mesma qualidade de tela e som, suas câmeras são melhores, mas a bateria dura menos O iPhone 11 custa em média R$ 800 que o SE atualmente, vale pagar mais nele ou é melhor economizar? O mais caro é mais rápido, tem melhores câmeras e a bateria dura mais No geral, ele é superior em quase tudo Há alternativas melhores com Android? O Galaxy S10e é quase tão compacto, tem melhor tela e som e suas câmeras são tão boas quanto as do SE O problema é que ele é mais lento e a bateria também não dura muito, sem falar que vai perder suporte muito antes, mas tem que levar em conta que ele está mais barato que o iPhone

Já o Galaxy S20 custa em média R$ 1000 a mais mas é melhor em quase tudo Só fica atrás em velocidade A Apple acertou em cheio ao reaproveitar peças do iPhone 8, usar o hardware do iPhone 11, e pedir US$ 400 no novo SE Lá fora ele dá uma surra em qualquer Android nessa faixa de preço mas, infelizmente o mesmo não acontece aqui no Brasil

Como tudo da Apple é muito caro por aqui, ele já enfrenta concorrência mais pesada de flagships do ano passado, sem falar que o iPhone XR custa o mesmo atualmente e entrega experiência similar Só vale a pena pegar o SE se você prefere um celular mais compacto E se você não faz tanta questão de usar o iOS, economizar e ir no Galaxy S10e seria uma boa alternativa De todo modo, o novo SE é um ótimo celular que ficará ainda mais interessante quando custar menos de R$ 3000

E para encontrar as melhores ofertas para ele e os outros citados aqui basta clicar nos links da descrição Aproveita para comentar aí abaixo o que você achou do novo iPhone SE Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e nos vemos na próxima

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AMAZFIT GTS: o "matador" de APPLE WATCH que não é tão LETAL assim | Análise/Review http://www.amdworld.co.uk/amazfit-gts-o-matador-de-apple-watch-que-nao-e-tao-letal-assim-analise-review/ Fri, 27 Dec 2019 05:05:08 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1396 Lançado em agosto deste ano e sendo comparado, graças à sua inegável semelhança visual ao Apple Watch, o Amazfit GTS…

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Lançado em agosto deste ano e sendo comparado, graças à sua inegável semelhança visual ao Apple Watch, o Amazfit GTS chegou ao mercado internacional sob a perspective de ser o substituto direto do Amazfit Bip, buscando manter a reputação que a primeira geração deixou Mas será que o GTS realmente é um substituto à altura? Será que ele é o "matador de Apple Watch" que todos queriam? É isso que você descobre logo a seguir com a nossa análise completa

Antes de seguirmos com análise do relógio, caso você esteja buscando por uma opção de pulseira, chegou ao mercado nacional a Huawei Band 3 Ela tem um visual elegante com aparência de metal escovado, tela brilhante de AMOLED, bateria para 12 horas de uso (e que recarrega rápido) ,além de resistência à água – mas não para por aí O leitor de batimentos cardíacos ajuda a acompanhar o seu sono fazendo da Huawei Band 3 uma ótima companheira até para quem não é tão ativo assim Fica a dica! Voltando para o Amazfit, como citamos logo no início do vídeo, provavelmente em qualquer lugar que você for procurar por mais informações desse aparelho o GTS é, de fato, muito parecido com o Apple Watch Series 4, não deixando nenhuma sombra de dúvidas sobre a clara intenção da subsidiária da Xiaomi de copiar o design estabelecido pela maçã Mas não leve isso como uma coisa ruim – para aqueles que gostam do design quadrado, inclusive, seguindo a linha do Bip, o GTS tem um visual extremamente agradável, disponível em seis cores contando com uma tela AMOLED de 1,65" corpo feito em metal cromado com traseira feita em plástico e pulseira de silicone

E por falar em pulseira, o material da nova geração do relógio é um tanto quanto mais liso e menos denso se comparado à aquele visto no Bip, o que pode ser a explicação de ela ter incomodando um pouco enquanto esteve no pulso após algumas horas de atividade física e muito suor Uma coisa que não acontece com a primeira versão do dispositivo Mas se a pulseira pode deixar a desejar, a tela, por outro lado, ultrapassa todas as expectativas, deixando de lado o LCD transflectivo visto no Bip e adotando AMOLED, que conta, inclusive, com modo Always On, o display do GTS traz uma exibição bastante agradável, com cores que saltam da tela graças ao grande contraste que faz com o fundo de preto absoluto, uma característica desse tipo de display O modelo ainda mantém o acabamento de 25D, a proteção Gorilla Glass 3, a resistência a mergulhos de até 50 m de profundidade e a excelente responsabilidade ao toque, visto na geração anterior

E se o Amazfit Bip não podia se encaixado no segmento de relógios inteligentes graças às suas inúmeras limitações o GTS chega para eliminar grande parte destas Rodando um sistema proprietário trazendo interface simples já conhecida aos usuários da marca o novo dispositivo da chinesa ainda encarar algumas barreiras, como a possibilidade de baixar aplicativos de terceiros assim como visto em parte dos smartwatches da Samsung e até da Apple Colocando isso de lado, tudo funciona de forma fluida e intuitiva, apesar dos menus ainda não estarem disponíveis em português Basta deslizar o dedo pra cima para ter acesso aos menus de atividade física, configurações e outros – da direita para a esquerda para ter acesso ao contador de passos e ao monitor cardíaco deslizar para baixo para ter acesso a alguns atalhos e, por fim, apertar o botão na lateral para retornar à tela inicial E por falar na tela inicial, também conhecida como watch face, vale observar também que agora ela traz mais uma inegável semelhança com o modelo da maçã

Nos seus desenhos pré-definidos da fábrica nós temos um design extremamente parecido e seis elementos que podem ser personalizados pelo usuário, arranjados no display de forma praticamente igual ao da Apple Mas tem uma diferença positiva aqui: ao contrário do que acontece com o modelo da Apple, o design das watch faces não fica limitado à fabricante, contando com uma quantidade significativa de outros designs na galeria do seu aplicativo oficial, é possível também importar e usar watch faces feitas por terceiros, baixando os arquivos necessários através de sites ou importando diretamente através de outros aplicativos Assim como acontece em outros dispositivos da marca chinesa, o GTS é bastante dependente do seu aplicativo, o Amazfit, que nada mais é do que uma versão do Mi Fit da Xiaomi, só que com umas cores diferentes Qualquer tipo de configuração mais complexa que você precise fazer assim como o acompanhamento completo das suas atividades é feito diretamente através do app, rebaixando o relógio a um simples monitor dos momentos do seu dia e capaz de informar as horas e receber as notificações que chegam no seu smartphone Ou seja, nós temos aqui uma continuidade em relação que já era observado no Bip, mas um distanciamento ainda maior, se levado em consideração, outros modelos disponíveis no mercado, indo de opções Samsung e Apple, com independência sendo aumentada, e aplicativos próprios, há soluções como o KOSPET Optimus Pro, que traz um smartphone para o seu pulso

Mas não é apenas o grau de dependência que pode decepcionar Durante o período em que o relógio permaneceu com a gente para análise nós notamos algumas anomalias no pedômetro – o dispositivo informou que 200 passos foram dados em uma noite completinha de sono, sem levantar para ir ao banheiro, beber água ou nem sonambulismo – a gente entende que os sensores podem se enganar e creditar alguns passos, graças à movimentação que a gente faz com o sono, com viradas na cama, mexidas involuntárias nos braços, mas 200 passos é um pouco demais No entanto, é possível que uma atualização futura de software resolva esse problema Mas deixando isso de lado, se é que é possível, o GTS traz uma vantagem significativa em relação ao seu antecessor: os modos de exercício – quase que triplicando o número de atividades monitoráveis, o relógio permite que o usuário acompanhe de perto, com dados de tempo estimativa de calorias gastas e batimentos cardíacos, desde uma corrida ao ar livre até a prática de natação em uma piscina, totalizando 12 modos de exercícios diferentes No caso dos batimentos, o modelo novo vai um pouco mais além, apesar de não contar com aquele ECG que a gente vê no Apple Watch, ele traz com ele um sensor ótico proprietário da Huawei, capaz de realizar o monitoramento integral dos batimentos do usuário, identificando arritmias – incluindo aí a fibrilação atrial – e alertando, caso a freqüência cardíaca ultrapasse, por padrão, de 150 batimentos por minuto

Porém, no caso das atividades feitas em campo aberto, nós notamos que o GTS pode demorar uns poucos minutos para concluir a sua calibração fazendo com que o usuário possa perder uns dados dos primeiros minutos de atividade No entanto, uma vez sincronizado, tudo corre bem, sendo possível, inclusive, ver o mapa completo do percurso percorrido através do aplicativo oficial Na bateria, logo ao saber que o sucessor do Amazfit Bip contaria com uma tela AMOLED, abandonando aquele LCD transflectivo, a gente pensou que a bateria seria drasticamente alterada – no entanto, tivemos uma grata surpresa Apesar da autonomia do relógio ser sim inferior ao da geração passada, o tempo que o relógio ainda é capaz de ficar longe das tomadas é bastante satisfatório, suportando, segundo o fabricante, 14 dias de uso diário mediano e 46 dias no modo básico de relógio, esse que você não fica conectado ao Bluetooth e nem registra os batimentos cardíacos integralmente, por exemplo Em nossos testes com o brilho definido como automático, Bluetooth desconectado em boa parte do tempo, medição ininterrupta de batimentos, tela com Always On ligado e notificações ativadas alguns aplicativos, a bateria do GTS alcançou a marca dos 26% após 15 dias de uso, dando a entender que ela alcança os 20 dias com alguma tranquilidade

Marca satisfatória se a gente levar em consideração alguns dos principais smartwatches do mercado com suas baterias de duração de dois dias Por conclusão, para quem quer um monitor de atividades diárias capaz de informar as horas e com design bonito, resistente e elegante, o Amazfit GTS pode ser a escolha certa – no entanto para aqueles que procuram um smartphone completo seguindo uma linha mais independente vista em modelos de grandes marcas, ele pode não ser exatamente o que se procura Trazendo a inegável a evolução visual em relação à geração anterior, sendo muito parecido com o Apple Watch Series 4, o novo relógio ainda é muito próximo em questão de funcionalidade, ao Amazfit Bip, eliminando parte das limitações vistas na geração passada sendo inegavelmente mais completo, mas ainda um pouco longe do que pode ser considerado por alguns como o ideal Pelos pouco mais de R$600 cobrados, caso a bateria de longa duração não seja exatamente o que você procura, a própria Amazfit entregua um conjunto um pouco mais completo com o Verge, que foi um relógio que a gente analisou recentemente aqui mesmo no canal, que disponibiliza além das funções vistas no GTS também a possibilidade de atender e realizar chamadas através do relógio se ele estiver parado com um telefone Com isso, o GTS pode não ser exatamente o resultado de uma busca por smartwatch, ainda mais se a gente levar em consideração as evoluções recentes do mercado de vestíveis – no entanto, se ignoradas as limitações, levando em conta os pontos fortes do produto, ele pode ser sim uma ótima opção, ainda mais para quem estava pensando em atualizar o seu Amazfit Bip por algo mais moderno e estava perdido no meio das opções

Se esse é o seu caso, nos links aqui na descrição você confere os melhores preços do Amazfit GTS para importação Aproveite! Eu vou ficando por aqui mas eu gostaria de ver a sua opinião sobre o novo relógio da Xiaomi Você acha que é uma boa escolha? Responde aí nos comentários! Até a próxima

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ASUS ZENFONE 6: CUSTO X BENEFÍCIO matador e ÓTIMAS SELFIES | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/asus-zenfone-6-custo-x-beneficio-matador-e-otimas-selfies-analise-review/ Mon, 23 Dec 2019 19:15:09 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1387 O Zenfone 6 foi anunciado no começo de 2019 e só chegou ao mercado nacional pertinho do final do ano…

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O Zenfone 6 foi anunciado no começo de 2019 e só chegou ao mercado nacional pertinho do final do ano A Asus alega que essa demora foi necessária para garantir um preço mais agressivo em seu aparelho top de linha e ele realmente chegou mais barato que vários de outras marcas

Será que o Zenfone 6 entrega o melhor custo-benefício entre os flagships de 2019? É isso que você confere nesta análise completa do tudocelularcom Seu design é diferenciado com câmera flip na traseira, que gira 180º quando você precisa tirar uma selfie Vimos algo parecido no Galaxy A80, mas o diferencial do modelo da Asus é que você pode rotacionar a câmera em qualquer ângulo, usando os botões de volume ou o próprio slide no aplicativo da câmera Por ser um produto mais barato, ele deixa de lado algumas tecnologias presentes em modelos top de linha, como o carregamento sem fio ou alguma certificação para resistência contra água

Pelo menos, a qualidade de construção é ótima com o corpo de metal e traseira em vidro com proteção gorila glass A câmera flip e consiste de dois módulos montados em uma plataforma giratória feita de metal líquido que a Asus alega ser mais resistente que aço O mecanismo realmente passa segurança, e mesmo que você faça força vai precisar se esforçar muito para quebrá-lo O aparelho detecta quando está em queda e retrai a câmera antes de bater no chão Há um botão na lateral direita que recebe o nome de SmartKey – por padrão ele aciona o Google Assistente, mas você pode escolher outra função para um simples toque, toque duplo ou quando segura por alguns segundos

Outra tecnologia ausente aqui é ter um leitor biométrico na tela – como o Zenfone 6 ainda aposta em painel IPS LCD, a empresa teve que manter o sensor de digitais na traseira A boa notícia é que ele é muito rápido, até mais que a biometria facial que precisa esperar pela câmera girar para a parte frontal Muitos devem sentir falta de ver uma tela AMOLED no Zenfone 6, e a empresa alega que a escolha foi feita baseada num menor custo de produto Tudo bem ter tela LCD, o problema é que o brilho não é alto – mesmo no modo automático será um pouco complicado usar o Zenfone 6 fora de casa quando o sol estiver forte; outro problema da tela é seu o contraste inferior ao de celulares avançados com painel IPS LCD Se a falta de preto de verdade não te incomoda, talvez a calibração padrão que deixa o branco azulado, possa te irritar um pouco – é possível reduzir isso mudando o perfil de cores para o padrão, mas está longe da excelente calibração que vimos no ROG Phone 2, por exemplo

O Zenonfe 6 tem dois alto falantes e eles emanam som alto e de alta qualidade Aqui o top de linha da Asus não deixa a desejar para a concorrência O fone que vem tem boa qualidade mas a potência é que mais impressiona – se você curte ouvir música com o som ensurdecedor, então o Zenfone 6 vai te agradar Como todo bom Android top de linha lançada em 2019, o Zenfone 6 também vem equipado com o Snapdragon 855 Quando tiramos o aparelho da caixa ele estava com o Adroid 9 Pie e já recebeu atualização aqui no Brasil para a versão 10 do robôzinho

A boa notícia é que o desempenho melhorou bastante mas, ainda assim, fica atrás dos rivais da Xiaomi e Samsung Ele não chega a ser o smartphone com Snapdragon 855 mais lento que testamos, mas fica claro que ZenUI ainda carece de melhor otimização, assim como vimos no ROG Phone 2 com a sua ROG UI Em benchmarks temos pontuação maior no Zenfone 6 comparado a outros Androids com o mesmo hardware E em jogos? Ele não chega a entregar a mesma fluidez do modelo mais caro da Asus por ter uma tela de apenas 60 Hz, mas aqui não decepciona e roda qualquer jogo sem engasgos E a melhor parte: a sua bateria dura muito

E por falar em bateria, a ASUS meteu 5000 mAh, mais do que as demais empresas oferecem em seus celulares top de linha Isso faz com que ele seja um dos melhores em autonomia que testamos nos últimos tempos, porém, ele não fica muito à frente de outros com bateria de 4000 mAh, o que mostra que a ZenUI, mais uma vez, peca em otimização O que importa é que a bateria dura o dia todo e ainda sobra a carga para o dia seguinte É possível recarregar o Zenfone 6 a cada dois dias, caso você não jogue muito no celular O que poderia ser melhor é o tempo de recarga; ele vem com carregador de 18 watts que demora duas horas e meia para chegar a 100%; com meia hora na tomada você recupera um terço da bateria para usar

Como dissemos antes, o Zenfone 6 chegou com o Android Pie e já recebeu a atualização para o Android 10 A nova ZenUI não está tão agressiva quanto nas gerações passadas e tem visual mais limpo e próximo do Android padrão A Asus promete que o aparelho será atualizado para a versão 11 do robozinho e que receberá atualizações de segurança por dois anos Pelo visto, a companhia realmente está empenhada com o seu novo lançamento enquanto há outras como a Samsung, por exemplo, que ainda não atualizaram nenhum aparelho para o Android 10 Há pequenas modificações na interface, como a maior quantidade de atalhos no sistema ou a possibilidade de ocultar ícones do Android na barra de status

Os aplicativos nativos também foram modificados pela empresa, mas a aparência não muda tanto para o Android limpo O Zenfone 6 é mais um entre vários lançamentos do ano com câmera de 48 MP a secundária traz lente ultra-wide e pode ser usada para tirar selfies da turma toda E o bacana de ter uma câmera flip é que você pode controlar o ângulo, para tirar fotos de qualquer posição e até fazer um giro em 180º para fotos panorâmicas O software até possui rastreamento de movimento a câmera vai girar e acompanhar o que você estiver filmando, o que pode ser interessante para gravar crianças pequenas ou animais que não ficam parados Por padrão a câmera do Zenfone 6 tiras fotos com hdr em modo automático – e os resultados são muito bons

Mesmo contra a luz tem um bom balanço entre brilho e contraste Já quando a ultra-wide é usada vemos a qualidade cair se você reparar nos cantos das fotos, verá excesso de ruídos, mesmo em imagens capturadas de dia As fotos também saem mais escuras que nos tops das marcas rivais Há um atalho na câmera para zoom de duas vezes, e por ser digital, é perceptível a perda de qualidade Comparado ao Galaxy Note 10 e o iPhone 11, a câmera do Zenfone 6 mostra ser um pouco inferior a diferença não é tão grande em alguns cenários e pela diferença de preço, é até compreensível

Fotos noturnas saem escuras, mas você pode ativar o modo noturno que amplia a exposição, e temos o mesmo nível de qualidade dos rivais Porém, os detalhes são menores –especialmente contra o iPhone Um dos diferenciais de ter câmera flip é usar o mesmo conjunto na traseira para tirar selfies – a qualidade é muito boa mas não chega a ser superior ao que temos nos concorrentes Já o modo retrato até faz um recorte melhor que nos modelos da Samsung, porém, o efeito é mais suave; ele grava em 4k 60 a fps com estabilização eletrônica, diferente de outros que testamos que desativam a estabilização na resolução máxima A qualidade é boa e não há tremidos brutos

E o melhor é poder usar essa mesma qualidade ao filmar usando como câmera frontal O foco é ágil e a captura do áudio é decente O Zenonfe é um forte concorrente para os novos top de linha de Samsung e Apple? A verdade é que nã – ele é mais lento, tem tela inferior e câmera mais limitada; mas a diferença no preço é grande! Então, ele pode ser uma alternativa mais barata para quem não quer pagar R$ 4000 em celular Para os fãs de importados podemos considerar o Xiaomi Mi 9 como uma forte alternativa Ele é mais rápido e tem câmera mais equilibrada – apenas peca em bateria

Porém, pode ser encontrado por algo em torno de R$ 700 a menos que o Zenfone 6, desde que você esteja disposto a abrir mão da garantia Mas se você busca o melhor celular da Asus, a escolha fica para o ROG Phone 2 Seu desempenho é igual ao do Zenfone 6, porém, roda jogos a 120 fps Ele tem tela muito melhor, som ainda mais potente, bateria que dura ainda mais e mesma qualidade de câmera Claro, ele é mais caro e são produtos para públicos diferentes

Diferente do Zenfone 5, que chegou ao mercado como um intermediário-premium, o Zenfone 6 vem apostando no segmento de alta gama para rivalizar com os maiores lançamentos do ano Ele não chega a entregar o mesmo conjunto do iPhone 11 ou Galaxy Note 10, mas custa quase metade Vale investir no Zenfone 6? Ele é uma boa opção de celular top de linha, com certeza Se você não se importa em ter um modelo importado, o Mi 9 pode ser mais interessante mas para modelos lançados oficialmente no Brasil, nessa faixa de preço do top da Asus, você não encontrará alternativas melhores E para garantir que você está comprando com uma boa oferta é só clicar nos links que estão aí na descrição com os melhores preços para o Zenfone 6 e também para todos os demais celulares que citamos nesta análise

Aproveita para comentar a ir abaixo o que você achou da câmera flip para tirar selfies Eu vou ficando por aqui ,um grande abraço e até a próxima

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Galaxy A50 vs Redmi Note 7: intermediário premium encara o “matador” | Comparativo http://www.amdworld.co.uk/galaxy-a50-vs-redmi-note-7-intermediario-premium-encara-o-matador-comparativo/ Wed, 28 Aug 2019 17:03:24 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=939 Será o Redmi Note 7 realmente o melhor intermediário pelo menor preço? Depois do empate com o Moto G7 Plus…

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Será o Redmi Note 7 realmente o melhor intermediário pelo menor preço? Depois do empate com o Moto G7 Plus comparamos o aparelho da Xiaomi com o Galaxy A50 E aí, a Xiaomi vai conseguir manter a coroa como rainha do custo-benefício? Ou o jogo começa a mudar? Vamos ver quem tem o melhor conjunto nos próximos minutos Galaxy A50 ou Redmi Note 7

Os dois aparelhos podem ser diferenciados de longe o Galaxy A50 tem linhas mais, digamos, atuais parecido com alguns tops de linha nesse ano em alguns aspectos O Redmi note 7 parece um intermediário de vista Bom, é isso mesmo que ambos são, afinal O Galaxy A50 tem laterais finas, traseira curvada mas isso esconde um segredinho: seu acabamento é aquele "vidro com plástico" Os efeitos de luz fazem bem o trabalho de enganar os nossos olhos

Aliás, falando em enganar os olhos, o A50 parece não ter o leitor de impressão digital é que ele fica embaixo da tela O Redmi Note 7 tem aparência mais "bruta", por assim dizer mas o acabamento mais fino, todo em vidro mesmo A parte frontal tem um pouco mais de borda que o seu concorrente deste vídeo sendo que ambos trazem o recorte apenas para câmera frontal Então, quem leva o primeiro ponto do comparativo? A elegância do Galaxy A50 com menos bordas na frente ou o acabamento mais fino do Redmi Note 7? No final, vantagem do Galaxy mesmo que ainda por cima é mais fino e menor, mesmo tendo tela um pouco maior Temos aqui um embate de plataformas bastante diferentes sendo uma a solução da própria Samsung e outra da Qualcomm

Mas vamos direto ao ponto: quem é mais rápido? Nosso teste de velocidade apontou o Redmi Note 7 com uma diferença considerável de quatorze segundos Mas para uso do dia-a-dia ambos dão conta de maneira parecida Em jogos também temos dois dispositivos que encaram bem os principais títulos disponíveis na Google Play Store O A50 apresentou fluidez um pouco melhor no PUBG Mobile mas ficou um pouco atrás em Injustice 2 então, ponto para o Redmi Note 7 também por pouco, por ser mais veloz no teste de abertura de aplicativos E agora uma disputa interessante: dois aparelhos com 4000 mAh de capacidade de bateria frente a frente

Um com tela AMOLED, um pouco maior e outro com tela LCD E quem venceu em tempo de uso foi o primeiro, que é o A50 Com cerca de uma hora a mais apenas, mas a vitória é do Galaxy E mais um ponto pelo tempo de recarga – o A50 ficou um pouco menos de duas horas na tomada enquanto o Redmi Note 7 ultrapassou sessenta minutos Dianteira, portanto, do dispositivo da Samsung

Um painel AMOLED versus um display LCD – ambos com resolução Full HD a qualidade da imagem é boa em ambos os aparelhos, mas o Note 7 fica um pouco atrás porque os reflexos em ambientes externos atrapalham um pouco a visualização Mesmo usando o brilho máximo O branco também tem tom azulado e não dá pra melhorar muito mesmo calibrando as cores Já o áudio é mono nos dois aparelhos, mas com maior qualidade no modelo da Xiaomi O A50 perde um pouco de clareza e detalhes nos níveis mais altos, principalmente

E vai mais um ponto para cada um Samsung Experience é considerada uma das mais completas interfaces Android mas é também bastante pesada Isso tem mudado, e a OneUI, que roda por cima do Android Pie, tem fluidez um pouco melhor do que as versões anteriores Mas o que poderia ser uma vantagem para o A50 é o leitor de impressão digital na tela poderia, porque não é tão legal quanto parece A leitura é demorada e vai ter usuário que vai acabar optando por uma senha ou padrão para desbloquear o aparelho

Por sua vez, o Redmi Note 7 tem a MIUI uma interface com bastante recursos extras aparência que não lembra nem de longe o Android e tem ótima fluidez e otimização de bateria Apesar de a décima versão ter perdido um pouco dessas vantagens De diferencial o dispositivo oferece um infravermelho, que permite o uso como controle remoto universal função bem comum em smartphones chineses, aliás E vai mais um ponto para cada um E agora o quesito mais difícil de analisar, mas também, o mais importante: câmeras

O A50 tem um conjunto triplo com uma lente ultra-wide para acompanhar a wide e o sensor de profunidade presentes no Note 7 Mas será suficiente para conseguir fotos melhores? Bom, com boas condições de luz o A50 fica a frente porque tem a exposição mais equilibrada sem estourar o céu ou áreas mais claras, coisa comum em dispositivos intermediários e algo que acontece, inclusive, no Redmi Note 7 Além disso a possibilidade de fazer fotos com campo de visão maior é uma boa vantagem e esse sensor trabalha bem com boa luminosidade Com pouca luz é melhor esquecer a ultra-wide, mesmo a lente principal acaba ficando atrás do Redmi Note 7 que captura mais luz e consegue registrar mais detalhes Além disso o dispositivo da Xiaomi tem um Modo Noturno que não é nenhuma maravilha mas oferece uma opção a mais para o usuário

O sensor de proximidade também tem boa qualidade nos dois aparelhos com qualidade nos recortes dentro do que a gente espera em intermediários O A50 consegue ser melhor até do que alguns tops de linha em alguns cenários e o Note 7 erra com mais frequência, inclusive, no objeto da foto em um dos nossos testes Nas selfies o dispositivo da Xiaomi decepciona; a exposição é mal calibrada estourando o fundo da foto com muita frequência Já o A50 consegue ser mais equilibrado e entrega imagens decentes até mesmo com pouca luz Desde que não tenha uma iluminação contra no momento da foto

Mais um ponto então para o Galaxy Nos vídeos ambos conseguem imagens com boa estabilização e qualidade razoável O Note 7 acaba ficando na frente por que ainda consegue gravar em resolução 4K enquanto o A50 fica no Full HD Os preços oficiais de lançamento desses dois aparelhos é decepcionante no Brasil o modelo da Xiaomi jogou fora o custo-benefício que deixou a empresa famosa entre os fãs de tecnologia do país e chegou por mais de R$ 2000, ainda por cima O A50 foi lançado por R$100 a menos, no final, quem entrega mais por menos no preço oficial é o modelo da Samsung

Mas claro, você pode encontrar o Redmi Note 7 importado a valor mais baixo mas aí fica sem a garantia Como o A50 já caiu para cerca de R$ 1700 atualmente, parece uma escolha mais interessante Ainda mais vindo com garantia E o resultado deste comparativo é surpreendente, mesmo sem considerar a questão do preço O Galaxy A50 conseguiu apresentar um conjunto melhor do que um dos queridinhos dos importadores de plantão claro, para quem importa o Redmi Note 7 ainda é uma ótima opção pois entrega um conjunto bem decente por um preço não tão elevado

Mas se você gosta de tirar fotos nos mais diversos cenários e quer mais bateria, vai de Galaxy A50 O Redmi note 7 é mais veloz, mas não tanto, como muitos poderiam imaginar, e tem o alto-falante melhor, por incrível que pareça De resto você não perde muito independente de quem escolher E aí, qual desses é a sua escolha? Conta pra a gente aqui embaixo nos comentários! Explica o motivo também! E aproveita para deixar sua curtida aqui nesse vídeo e assinar o canal do TudoCelular para acompanhar nossas próximas análises e comparativos Eu sou Felipe Junqueira e fico por aqui

Um abraço e te vejo no próximo vídeo do TudoCelularcom

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ONEPLUS 7 PRO: a volta do MATADOR de TOPS de LINHA | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/oneplus-7-pro-a-volta-do-matador-de-tops-de-linha-analise-review/ Tue, 27 Aug 2019 12:09:50 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=913 Será esse o novo matador de flagships? A OnePlus lançou este ano não apenas um mas logo dois aparelhos top…

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Será esse o novo matador de flagships? A OnePlus lançou este ano não apenas um mas logo dois aparelhos top de linha que tentam superar os maiores lançamentos do ano, porém, custando menos A empresa sempre foi referência quando o assunto é custo benefício e agora você confere com o TudoCelular que o OnePlus 7 Pro vale os quase 700 dólares pedidos ou se há opções mais interessantes

O OnePlus 7 é praticamente uma versão atualizada dos 6T lançado ano passado, trazendo processador mais atual e pequenas melhorias na câmera o OnePlus 7 Pro é o que realmente traz grandes novidades ao olhar para esta belezinha pela primeira vez você notará que ele não tem entalhe no topo como visto nos últimos lançamentos da empresa O 7 Pro tem câmera pop-up e isso permite entregar uma tela grande de quase 6,7 polegadas com bordas extremamente finas Tanto na traseira quando na frontal temos uma pequena curvatura no vidro nas extremidades, isso pode deixar o aparelho elegante, mas aumenta o reflexo da luz a usá-lo fora de casa Se não curte esse tipo de design, o OnePlus 7 traz tela plana Essa cor que analisamos é a Aura Blue o tom de azul atrativo com acabamento fosco na traseira

Se você gostou dela, terá que pagar mais caro, já que o modelo mais simples está disponível apenas em preto Há também uma terceira opção de cor com tons de amêndoa A lateral é feita em peça de metal única e aliada ao vidro Com acabamento fosco, passa uma ótima impressão de boa qualidade O aparelho é grande e pode escorregar fácil da sua mão mas a OnePlus incluiu uma capinha transparente na embalagem

A tela recebeu um belo salto comparado às gerações anteriores, agora com resolução QHD+ e não mais Full HD+ Porém, o maior diferencial fica para o painel de 90 Hz, que exibe animações mais ágeis e entrega fluidez superior a qualquer Android com tela de 60 Hz, incluindo o OnePlus 7 Ao ligar o 7 Pro pela primeira vez você escolhe se deseja uma resolução de cores mais vívidas ou algo mais natural e próximo do ideal O painel usado é de excelente qualidade, mas o brilho não é tão alto quanto recentes lançamentos da Samsung e Apple Esse ano a OnePlus finalmente incluiu alto-falante duplo em seus smartphones para entregar som estéreo, e a empresa caprichou

A potência é superior ao que modelos mais caros entregam e a qualidade sonora também empolga Só faltou vir um par de fones de ouvido com o aparelho Vamos ao que realmente interessa, desempenho: OnePlus sempre foi sinônimo de velocidade e o 7 Pro tem que levar isso a outro patamar Em seu interior encontramos a plataforma Snapdragon 855 e com a tela de 90 Hz e memória de última geração, temos um Android muito rápido e fluido que realmente empolga Ele é o smartphone Android mais rápido que testamos, fazendo rivais mais caros comerem poeira

E praticamente empata com o iPhone XS que é o nosso atual campeão em velocidade Em jogos o 7 Pro roda qualquer título disponível para Android com ótimo desempenho mas sua tela de 90 Hz não faz grande diferença aqui – infelizmente, a grande maioria dos jogos vem com fps travado e aqueles que rodam a 30 fps em outros Androids também ficam limitados aqui Por padrão o OnePlus 7 Pro regula a resolução de acordo com o conteúdo da tela na maior parte do tempo exibir imagens em Full HD+ mas ao abrir um vídeo, a resolução sobe pra QHD+, que é a nativa do painel Isso ajuda mais na bateria do que no desempenho em si; também é possível reduzir a atualização de tela para 60 Hz o que faz com que a bateria renda algumas horas a mais De qualquer forma, o 7 Pro passa o dia longe de tomadas com folga, independentemente de qual configuração você usa

o carregador com tecnologia Warp Charge entrega potência de 30 watts e faz com que o OnePlus 7 Pro passe apenas cerca de uma hora na tomada Outro ponto que sempre se destaca nos smartphones da OnePlus é o software A OxygenOS entrega excelente otimização e flui até melhor que o Android presente na linha Pixel, isso graças ao trabalho da empresa que sempre ouviu o feedback dos usuários Ao tirá-lo da caixa você encontrará o Android 9 Pie instalado com a versão 95 da OxygenOS

A OnePlus vem entregando atualizações rápidas e mantém até programa beta de teste para aqueles que desejam receber novidades antes dos outros É possível desbloquear o aparelho por dois modos: usando leitor de digitais na tela (que é muito mais ágil que do seu antecessor) e também o reconhecimento facial com a câmera pop-up A interface permite realizar algumas modificações e traz tema escuro para ajudar a bateria a render mais Na traseira temos três câmeras A principal subiu de 16 para 48 megapixels este ano, fechando o conjunto temos uma secundária de 8 megapixels para zoom sem perda de qualidade e uma terciária de 16 megapixels com lente ultra-wide

A empresa prometeu um grande salto em câmera e o aparelho até conseguiu nota alta no DxOMark, mas a verdade é que a qualidade não evoluiu tanto assim comparado ao OnePlus 6T Claro, o 7 pro é sim capaz de registrar boas fotos e dependendo do cenário e iluminação até captura mais detalhes que os flagships da Samsung Mas isso não justifica o aumento de preço entre gerações A câmera principal entrega qualidade suficiente para agradar a grande maioria já ultra-wide é que decepciona perante os concorrentes; você tem fotos com cores mais apagadas em o nível de detalhes é menor A teleobjetiva também decepciona – ela ajuda a reduzir a pena de qualidade e ao aproximar um objeto, mas a nitidez é sacrificada; em muitos casos dá impressão que o foco não trabalham corretamente

Fotos em locais fechados apresentam um nível muito alto de ruídos e artefatos mas curiosamente, em ambientes mais escuros não fica tanto atrás da concorrência A câmera frontal registra selfies com bom nível de detalhes, mas o modo retrato tem dificuldade em separar cabelos do fundo do cenário – e o efeito normalmente fica mal aplicado É possível gravar vídeos em 4K até 60 fps com a câmera principal e com a teleobjetiva, mas não com a ultra-wide A qualidade é muito boa e a estabilização é eficiente A qualidade sonora é apenas "ok"

O OnePlus 7 Pro mantém a fama de matador flagships? Ele é o Android mais rápido e atropela o Galaxy S10 Plus, P30 Pro e Mi 9 mas o rival da Xiaomi é consideravelmente mais barato e a diferença de velocidade não é tão grande Para quem faz questão de ter o celular mais rápido no momento, o iPhone XS ainda é o rei em velocidade e também entrega melhor desempenho em alguns jogos mas o flagship chinês leva a melhor em bateria e fica no mesmo patamar do rival da Samsung mas tem autonomia inferior ao da Huawei Em câmera é onde o 7 Pro decepciona e fica atrás dos rivais – a OnePlus ainda precisa trabalhar muito para acompanhar a concorrência, ainda mais quando a Xiaomi entrega qualidade similar cobrando muito menos Depois de conferir essa análise você acha que vale importar o OnePlus 7 Pro por quase US$ 700? Se você não faz tanta questão de ter uma tela de 90 Hz ou não tem aversão a entalhe, recomendamos ir no OnePlus 7, que tem o mesmo hardware e entrega desempenho similar por um preço muito menor Os rivais da Apple, Samsung e Huawei até saem mais caro, isso é verdade, mas também entregam mais No final das contas, o 7 Pro é um celular muito bacana que parece que a OnePlus deixou o equilíbrio entre custo e benefício de lado, e o matador de flagship não é mais tão agressivo assim

Comenta aí abaixo quanto você acha que seria um valor justo para o OnePlus 7 Pro Eu vou ficando por aqui, um abraço e nos vemos nos próximos vídeos

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Redmi Note 7 inaugura a categoria “matador de intermediários” | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/redmi-note-7-inaugura-a-categoria-matador-de-intermediarios-analise-review/ Mon, 26 Aug 2019 22:39:46 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=804 A Redmi ganhou independência da Xiaomi em sua missão de oferecer ótimos smartphones por preços mais acessíveis Recentemente analisamos o…

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A Redmi ganhou independência da Xiaomi em sua missão de oferecer ótimos smartphones por preços mais acessíveis Recentemente analisamos o Redmi 7, que não se mostrou superior seus rivais

Será que a história se repete com o intermediário básico da chinesa o Redmi Note 7? É isso que você confere agora A primeira diferença que você perceberá entre o Note 7 e o Redmi 7 está na qualidade de construção – enquanto o mais básico traz corpo todo feito de plástico, esse aqui tem vidro na frente e atrás com proteção Gorilla Glass 5 Uma capinha também está presente para dar uma proteção extra Por mais que a Redmi tenha orgulho do design do aparelho, ele não tem nada de chamativo – lembra bastante diversos smartphones intermediários lançados em 2018 Ele não chega a ser um smartphone compacto e confortável de ser usado com apenas uma mão, mas também não é maior que seus concorrentes

Acima da tela ao mesmo entrar em forma de gota do modelo mais básico, assim como LED de notificações localizado na parte interior Uma vantagem do Note 7 é a entrada USB-C, além de ser compatível com wifi 5 GHz caso este seja um diferencial para você O painel LCD de 6,3 polegadas entrega boa qualidade de imagem; o nível de brilho é bastante mais um branco tem tom azulado – mesmo que você altere a calibração de cores não é possível chegar próximo ao tom correto O nível de contraste também é bom e fica no mesmo nível de outros smartphones intermediários da Xiaomi – mas o que se destaca mesmo aqui é a potência sonora O volume supera o de muitos aparelhos que estamos e mantém a clareza do áudio mesmo quando no máximo

Os último smartphones da Xiaomi que testamos decepcionam em desempenho, devido ao gerenciamento deficiente de RAM da MIUI 10 Felizmente esse não é um problema do Redmi Note 7 O Snapdragon 660 presente aqui dá conta de rodar qualquer aplicativo ou jogo disponível para android assim como os 4GB de RAM garantem um bom desempenho ao alternar entre vários aplicativos Em benchmark os resultados ficam a par ao de outros com o mesmo hardware; em jogos também não há o que reclamar – Redmi Note 7 roda desde títulos mais leves a games mais pesados com boa fluidez A bateria rende bem ao jogar, entregando mais de seis horas de jogatina antes de implorar por uma tomada

E por falar em bateria, os 4000 mAh presentes aqui não decepcionam perante concorrentes só fica abaixo do Galaxy M30, mas o rival da Samsung também oferece 1000 mAh a mais É possível passar o dia fora de casa com o Redmi Note 7 e sem se preocupar em levar o carregador com você mas o tempo de recarga não é dos mais rápidos Apesar de contar com suporte a QuickCharge 40 o carregador que acompanha o modelo é fraco e faz com que ele passe mais de duas horas na tomada O Redmi Note 7 vem com Android Pie e interface MIUI 10 de fábrica os recursos são os mesmos que você encontra em outros modelos da Redmi, inclusive, vale destacar que o apreciado infravermelho está presente para garantir que você possa usar o smartphone como um controle remoto universal

Se você já teve um smartphone da Xiaomi antes, já estará familiarizado com a interface Mas, se veio dos Androids menos customizados (comuns da Motorola) vai acabar estranhando um pouco no início a cara de iOS Pelo menos, a MIUI 10 não penaliza o hardware do aparelho, e entrega bom desempenho na maior parte do tempo Sua câmera tem resolução máxima de 48 MP, mas por padrão o Redmi Note 7 captura fotos de 12 MP Se você quiser registrar fotos na resolução máxima, terá que mudar para o modo próprio

Ao fazer isso a qualidade das imagens cai, já que o hardware do aparelho sofre para processar arquivos grandes por isso recomendamos manter na resolução nativa Em cenários abertos e com forte luz há muitos detalhes registrados – o contraste é bom as cores são fortes embora um pouco imprecisas – o ruído é praticamente inexistente O HDR vem no automático por padrão e nem sempre ajuda; em muitos cenários ele acaba desregulando a exposição – o que registra fotos mais escuras E o mesmo acontece com as sombras devido ao contraste exagerado Para resolver esse problema recomendamos sempre usar o hdr ativado manualmente

Você terá fotos mais claras e o contraste regulado na maneira certa No entanto, ao tirar fotos em ambientes fechados com o hdr no manual, você terá fotos mais granuladas O Redmi Note 7 vem com inteligência artificial em sua câmera, que reconhece alguns tipos de cenários e busca registrar melhores resultados – na maior parte do tempo, o recurso é praticamente inútil (como vimos em outros modelos) À noite temos fotos com pouco ruídos, entregando melhores resultados que muitos nessa faixa de preço Mas não recomendamos usar o modo noturno, ou você estragará suas fotos

Quem sabe aí uma Gcam? A câmera secundária de 5 megapixels serve apenas para desfocar o fundo de cenários O resultado é até decente mas, às vezes, acontece da câmera desfocar a pessoa fotografada ao invés do plano de fundo Para selfies o Redmi Note 7 decepciona – em cenários com o forte luz, você terá fotos com o fundo estourado já em locais fechados às fotos saem com muito granulado e sem nitidez A filmadora não registra tanto os tremidos e o foco é ágil – o som é estéreo, mas a qualidade não é lá essas coisas E contra outros aparelhos na mesma faixa de preço, o Redmi Note 7 acaba sendo melhor ou pior? Em desempenho ele não apenas supera o Galaxy M30 e o Moto G7 Plus como entrega velocidade muito acima do Mi 8 Lite

Em bateria até deve para o rival da Samsung, mas em câmera história é diferente – ele também não fica abaixo do rival da Motorola e compete de igual com seu primo chinês Mas em selfies o Mi 8 Lite leva a melhor Diferente do Redmi 7, esse aqui está melhor posicionado na sua faixa de preço e entrega um conjunto mais equilibrado pelo valor cobrado O Redmi Note 7 é celular intermediário que entrega bom desempenho, bateria para o dia todo e câmera capaz de registrar boas fotos Ele pode ser encontrado extra-oficialmente pelo mesmo valor do Moto G7 Plus e Galaxy M30, o que o torna a opção da Redmi mais atrativa

Porém, se levarmos em consideração o preço oficial praticado por aqui, aí não vale tanto a pena escolher o Note 7 É bom lembrar que você também pode importá-lo o que pode acabar saindo anda mais barato que os rivais que citamos Caso tenha interesse em trazer o seu de fora, é só conferir os links na descrição aí do vídeo Também convida você para acessar o TudoCelularcom para ver todos os detalhes técnicos do Redmi Note 7 e compará-lo contra seus rivais

Não esqueça de comentar aí abaixo o que achou do Redmi Note 7, e se você recomendaria para um amigo ou preferiria algum outro modelo Eu sou Wesley Moraes e encerro essa análise por aqui Nos vemos nos próximos vídeos, um abraço e até lá

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