Arquivos NÃO - AMD World Notícias de Tecnologia Sat, 23 May 2020 17:00:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 http://www.amdworld.co.uk/wp-content/uploads/2022/08/cropped-icone-whatsapp-gb-32x32.png Arquivos NÃO - AMD World 32 32 NOKIA 2.3: RETORNO ao BRASIL não poderia ser mais BÁSICO | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/nokia-2-3-retorno-ao-brasil-nao-poderia-ser-mais-basico-analise-review/ Sat, 23 May 2020 17:00:09 +0000 https://www.amdworld.co.uk/?p=1887 A Nokia está de volta ao Brasil, graças a uma parceria entre a HMD Global e a Multilaser E o…

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A Nokia está de volta ao Brasil, graças a uma parceria entre a HMD Global e a Multilaser E o primeiro celular a desembarcar por aqui é o Nokia 2

3, um dos mais básicos da marca atualmente Ele chega inicialmente por R$ 899 e precisa provar para o consumidor brasileiro que entrega um melhor conjunto que os modelos de entrada da Samsung, Motorola e LG Será que ele consegue? É isso que você vai descobrir nessa análise completa do TudoCelularcom O Nokia 2

3 tem acabamento simples em plástico com traseira texturizada que ajuda na pegada e faz o aparelho escorregar menos da mão Ele pode ser encontrado no mercado nacional nesta opção verde e também nas cores dourada ou cinza Por ser um produto de baixo custo, algumas tecnologias ficaram de fora, como o leitor de digitais – a única biometria presente é a facial, que não é das mais rápidas A entrada USB ainda é no padrão micro e não há conectividade Wi-Fi 5 GHz Pelo menos o Bluetooth é 5

0 Na lateral há um botão dedicado para o Google Assistente e a entrada para fones de ouvido fica no topo do aparelho Na parte frontal temos entalhe em formato de gota e uma borda mais larga abaixo da tela com o nome da Nokia estampado Se ele não te conquistar pelo design, provavelmente vai pela qualidade de construção, já que por baixo do plástico há uma estrutura metálica que faz o aparelho passar muito mais segurança do que rivais feitos inteiramente de plástico A marca sempre foi famosa por produzir celulares robustos e isso não mudou

No quesito tela temos um painel IPS LCD e resolução apenas HD, mas tem brilho forte e contraste elevado o que deixa o preto menos acinzentado do que outros celulares baratos Porém, a experiência fica comprometida por causa da má calibração da tela A imagem exibida foge muito da realidade devido à temperatura fria das cores o que torna o branco azulado A boa notícia é que o Android dele permite ajustar o balanço do branco nas configurações de tela o que reduz o problema O seu único alto-falante tem potência apenas mediana

Pelo menos o som não chega a distorcer e apresenta qualidade superior a muitos celulares básicos Já o fone de ouvido que vem de brinde não deixa esconder que é um acessório barato Dá para ouvir suas músicas com qualidade decente, desde que não force muito o volume O ponto mais decepcionante do Nokia 23 é o desempenho

Ele vem com plataforma Helio A22, sendo inferior ao P22 que equipa a maioria dos modelos de entrada atualmente Aqui você tem um processador apenas quad core, e isso aliado a 2 GB de RAM faz o celular da Nokia simplesmente "morrer" para carregar aplicativos e jogos O desempenho é tão sofrível que ele demorou mais de sete minutos para abrir e reabrir uma dúzia de aplicativos em nosso teste padronizado de velocidade em multi-tarefas, enquanto há rivais com o Helio P22 que levaram menos de dois minutos Em benchmarks também não espere pontuações altas se você se importa com números, vai ficar decepcionado com o que ele tem a oferecer É bom em jogos, pelo menos? Todos os games que testamos rodaram com fluidez aceitável, não espere 60 fps em tudo, e até mesmo alguns games mais atuais ficam bem abaixo disso

No PUBG ele permite escolher gráficos balanceados, mas o desempenho está longe do ideal e apresenta um pouco de lag A bateria, por outro lado, é melhor do que o desempenho É possível usar o Nokia 23 o dia todo e ainda sobrar um pouco de carga para a manhã seguinte Como seu desempenho é fraco e provavelmente você usará apenas aplicativos básicos como WhatsApp será capaz de ter carga para dois dias completos

E como é de se esperar de um celular barato, o carregador que vem junto com o Nokia é fraquinho e entrega no máximo 5-Watts de potência Ele é produzido pela Multilaser aqui no Brasil e não oferece carregamento acelerado, ou seja, ele chega a passar quatro horas na tomada para ter sua bateria completamente recarregada Com uma carga rápida de 15 minutos você recupera apenas 7% O Nokia 23 vem com Android One e recebeu a versão 10 este mês no Brasil

A Nokia pode não ser das mais ágeis em atualizações do robôzinho mas, pelo menos, vem tentando cumprir a promessa de updates garantidos, prometendo o Android 11 para o aparelho até o final do ano ou início de 2021 E como já esperado, o Android é limpo e traz apenas o essencial para você usar o sistema Pena que o hardware fraco não contribua para uma boa experiência Até mesmo o rolar de página apresenta lentidão O multi-tarefas é sofrível e até para voltar para a tela inicial é preciso esperar alguns segundos

A Nokia sempre foi referência quando o assunto é câmera e até mesmo seus celulares mais baratos das antigas mandavam bem em fotos Isso ainda continua? Tudo vai depender da iluminação Fotos ao ar livre apresentam boa nitidez, cores equilibradas e alcance dinâmico na medida A secundária serve apenas para ajudar no desfoque de fundo e o resultado é bom Funciona tanto com pessoas quanto com animais ou plantas

Em locais fechados já temos perda de nitidez e os detalhes são sacrificados As fotos saem um pouco escuras, então, ter uma fonte de luz por perto ajuda bastante Em locais escuros é onde o Nokia mais sofre – as fotos perdem muita nitidez e se você for usar o flash só terá fotos ainda piores com uma imagem totalmente estourada Já a frontal faz um melhor trabalho e registra selfies com mais detalhes que muitos básicos que testamos este ano – claro, isso quando há boa iluminação, mas mesmo dentro de casa ainda terá boas fotos O problema fica apenas à noite

As selfies perdem o foco, há muitos ruídos e se for usar o flash de tela terá fotos com luz estourada A filmadora decepciona, não por gravar apenas em Full HD mas pela qualidade inferior à das fotos e seu foco que não é muito ágil – e isso só piora ainda mais à noite Mesmo tocando na tela o celular demora para focar A câmera frontal sofre ainda mais ao filmar em locais escuros apresentando muita queda na fluidez dos vídeos A captura de áudio também é ruim – o som é mono e tem ruído metálico, que normalmente vemos em celulares chineses muito baratos

O preço de R$ 899 de lançamento pode soar atrativo, ainda mais quando Samsung e Motorola chegam pedindo R$ 1000 por seus básicos O Nokia 23 seria uma boa opção de entrada, pena que seja um aparelho que possui mais contras do que pros Ele é mais lento que todos os outros celulares de entrada que testamos no último ano e isso inclui o Galaxy A01 e o Moto E6S, que são seus maiores rivais atualmente

Já a bateria do Nokia dura bem mais, mas por outro lado, demora muito mais para recarregar Se quer uma melhor opção da Samsung então o Galaxy A10S faz mais sentido A melhor alternativa ao Nokia 23 é o LG K40S ele chegou mais caro, porém, custa bem menos atualmente e oferece um conjunto muito melhor, ficando abaixo só em bateria

Se você me pedisse para resumir essa análise em apenas uma palavra eu escolheria: decepção É esse o sentimento que o Nokia 23 passa, ainda mais quando nós brasileiros ficamos tantos anos esperando a volta da Nokia Ele é um celular incrivelmente lento, que não empolga em multimídia, até tem uma boa bateria, mas que demora horas para recarregar E suas câmeras até que conseguem tirar boas fotos, só não espere ter bons vídeos

Qual seria um valor justo a se pagar nele? Considerando os rivais, talvez R$ 500 mas vai demorar um pouco para chegar a esse preço Até lá, há muitas opções mais interessantes no mercado E, de qualquer forma, te ajudamos a encontrar os melhores preços, tanto para o Nokia 23 como para os demais aparelhos citados nesta análise Basta clicar aí nos links da descrição

Aproveita para comentar aí abaixo: o que você achou do Nokia 23 como o retorno da famosa marca ao Brasil? Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e nos vemos na próxima

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GALAXY S20: mais "BARATO", mas não PIOR | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/galaxy-s20-mais-barato-mas-nao-pior-analise-review/ Fri, 20 Mar 2020 19:15:11 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1628 O Galaxy S20 é o mais básico dos novos flagships da Samsung e dessa vez não teremos um S20e O…

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O Galaxy S20 é o mais básico dos novos flagships da Samsung e dessa vez não teremos um S20e O S10e era meio que um modelo "capado", para custar menos, enquanto aqueles que buscam a experiência completa tinham que investir nos mais caros

Isso muda com o S20 que é basicamente uma versão menor do S20 Plus Será que os dois entregam a mesma experiência e a única diferença está no tamanho? É isto que você descobrirá nesta análise do TudoCelularcom O S10e atraiu um grande público por dois motivos: é um celular compacto no meio de tantos aparelhos grandalhões e sua tela não é curva nas bordas, algo muito raro em lançamentos recentes da Samsung O S20 meio que segue essa linha e tem curvatura mais sutil nas bordas

O design é similar aos demais da família, mas sendo bem mais compacto e leve Diferente do ano passado, desta vez você não leva um aparelho mais limitado As mesmas tecnologias estão presentes no mais barato da linha O acabamento é o mesmo, de metal nas laterais e vidro na traseira com proteção Gorilla Glass 6 Até as opções de cores são as mesmas da variante Plus e nada daquele amarelo canário que deixava o S10e o mais exótico da família

A impressão que temos é que o público-alvo mudou, abandonando os jovens que curtem cores mais exóticas Como você já deve saber, a Samsung realmente deu fim à entrada P2 para fones de ouvido, pelo menos em seus flagships O leitor biométrico fica sob a tela, diferente do S10e, que vinha na lateral do aparelho Ele faz o seu devido papel, mas poderia ser mais rápido Por falar em tela, só temos boas notícias para dar: a primeira é que a qualidade é exatamente a mesma dos modelos mais caros, seja em nível de brilho, ângulo de visão ou reprodução de cores

A segunda é que a Samsung vem aprimorando o seu painel AMOLED a cada geração, e a do S20 compete pelo título de melhor tela do ano Claro que o grande destaque fica para a taxa de atualização de 120 Hz Ela não vem ativada por padrão e só pode ser escolhida se você reduzir a resolução para Full HD+ É uma medida para evitar o gasto extensivo de bateria Usar a velocidade maior garante melhor fluidez com a One UI, mas esteja preparado para recarregar o celular mais vezes

A parte sonora também evoluiu; tanto o S10e quanto o S10 entregam ótima qualidade sonora mas o S20 vai um pouco além Há dois alto-falantes para oferecer som estéreo potente e que não deve em nada para a variante Plus E não apenas isso, achamos o áudio até mais equilibrado do que o do S20 Ultra que exagera nos graves e carece de agudos O fone de ouvido é o mesmo da AKG da geração passada, só muda a conexão que agora é USB-C A qualidade sonora não evoluiu, mas ainda é boa para um acessório que acompanha o celular

Há ponteiras de três tamanhos para bom conforto, mas se você quer explorar toda a potência sonora que o S20 consegue entregar, valerá a pena investir em um fone melhor Equipando o S20 nacional temos o Exynos 990 da própria Samsung, a cada geração sempre há a polêmica: qual é melhor, o hardware da coreana ou o da Qualcomm? Se você prefere o Snapdragon 865 terá que importar a versão 5G do S20 Aqui vai a primeira má notícia sobre o Exynos 990: seu desempenho é um pouco decepcionante Em nosso teste padrão de velocidade, em multi-tarefas ele foi apenas 1 segundo mais rápido que o Galaxy S10, ficando muito atrás do rival da Apple Em benchmarks temos o mesmo nível de desempenho quando comparamos o S20 contra o iPhone 11, além de atropelar seus irmãos coreanos de geração passada

Fica claro que dá para melhorar o desempenho real, só resta a Samsung trabalhar um pouco mais na otimização E assim como o S20 Plus que testamos anteriormente, a tela de 120 Hz do S20 não faz bom uso dos jogos Em vários títulos que testamos que rodam em outros celulares a 120 FPS aqui no da Samsung ficamos limitados a apenas 60 Apenas dois jogos testados tiraram proveito da nova tela Tudo indica que seja um bug da One UI, já que os 120 Hz às vezes são ativados apenas se você alterar a velocidade da tela quando o jogo já estiver rodando ou fizer a troca mais de uma vez para forçar a ativação Já em bateria temos uma boa notícia: a autonomia superou a do S20 Plus, mesmo com bateria menor

Ter meia polegada a menos de tela ajuda, mas sentimos que o modelo maior peca um pouco mais na otimização Com a tela em modo 60 Hz você terá autonomia para o dia todo sem se preocupar, mas caso faça questão de usar no modo 120 Hz para maior fluidez pode esperar uma queda considerável na autonomia, mas ainda assim, rende mais que o Galaxy S10 e S10e O bom é que o Galaxy S20 vem acompanhado de carregador de 25-Watts, o mesmo presente na embalagem de outros lançamentos recentes da Samsung E você precisa esperar pouco mais de uma hora para ter a bateria completamente cheia e que recupera metade dela em menos de meia hora Talvez usar o S20 em modo 120 Hz não seja tão preocupante, já que ele recarrega rápido

O S20 sai da caixa com Android 10 e One UI 21, Samsung também vai lançar essa versão para modelos mais antigos, incluindo o S10 e S10e Assim você terá exatamente os mesmos recursos deste aqui caso já possua o modelo anterior atualizado Uma mudança que alguns podem estranhar no início é que o botão dedicado para a Bixby foi removido Agora é preciso pressionar por alguns segundos o botão de energia para invocar a assistente virtual

O ruim é que isso mata a função de desligar o aparelho Você pode remapear o botão para colocar o menu de energia no lugar da Bixby e evitar de ficar com o celular parado por muito tempo por conta de um possível travamento No mais, há suporte para DeX, que transforma o celular em um pequeno computador, há Tela Edge com seus atalhos e recursos fáceis de acessar, o modo escuro, e alguns extras já conhecidos dos usuários Samsung também estão presentes aqui O S20 possui as mesmas câmeras da variante Plus, a única diferença fica para o sensor ToF presente no modelo maior E como esperado, a qualidade das fotos é idêntica em ambos

Se estava pensando em investir no mais caro por conta das câmeras, pode esquecer A principal do S20 traz os mesmos 12 MP do S10, mas agora com sensor muito mais capaz de registrar mais detalhes Não espere um salto grande de uma geração para a outra, ainda vai levar um tempo para a Samsung "domar" bem esse novo sensor Até pouco tempo o Galaxy S10 Plus era o nosso rei em câmeras, pelo menos em fotos E o S20, consegue ser ainda melhor? Sim e Não

No gera, a câmera do S20 consegue registrar mais detalhes, saturar menos as cores e entregar resultados melhores O problema está no modo como o seu HDR funciona Ele tenta tanto evitar o estouro em pontos com forte luz que acaba destruindo todas as sombras Tiramos algumas fotos ao entardecer com o S20, S20 Plus e Note 10 Plus O modelo mais antigo da Samsung se saiu melhor em todas porque o seu HDR funciona como deveria

A iluminação ficou bem equilibrada e ainda podemos ver os detalhes dos cabelos da modelo e da madeira do balanço A ultra-wide evoluiu comparado ao que temos no S10, e apresenta maior qualidade e menos distorção da lente Ainda não entrega a mesma qualidade da principal, mas a diferença está menor nessa geração O problema é que o HDR também falha com esta câmera e temos fotos mais escuras que no Note 10 Um dos grandes destaques do S20 está no seu zoom de longo alcance

Pode não ser tão avançado quanto o zoom de 100x do S20 Ultra, mas vai mais longe que o de 10x da geração anterior A câmera responsável pelo zoom possui 64 MP, muito além dos 12 MP de antes O resultado é que a perda de qualidade é menor entregando imagens mais limpas com o zoom de 10x comparado à geração anterior e também aos concorrentes, como o iPhone 11 Pro Max Já o zoom máximo de 30x não tem boa qualidade É aqui que vemos que mesmo com resolução alta do sensor a queda nas texturas é grande

E a ausência da câmera ToF na traseira, faz falta? Para a maioria não fará o S20 Plus até falha menos no desfoque do fundo, mas você só perceberá isso ao sair ampliando as fotos O Modo Retrato funciona bem também com a frontal e não fica devendo para a concorrência O S20 registra ótimas fotos à noite, seja com a traseira ou frontal, há menos ruídos que o iPhone e imagens mais claras que o Note 10 sem precisar apelar para o Modo Noturno Já quando este está ativo temos o mesmo bom resultado da geração anterior

Mas por causa do sensor mais avançado há menos ruídos nas fotos Assim como os demais da família este também grava em 8K, e assim como nos mais caros, a fluidez também é limitada Vale mais a pena filmar em 4K a 60 fps Os vídeos gravados com o S20 apresentam ótima qualidade – poucos tremidos e foco ágil A frontal peca um pouco à noite com excesso de ruídos, mas a qualidade do áudio está acima da concorrência

Vale a pena economiza ou é melhor investir no S20 Plus? Os dois entregam a mesma experiência, com este sendo um pouco mais lento mas com bateria de maior duração As câmeras são iguais e a falta do sensor ToF não importará para a maioria, então vá no mais barato Comparado ao Note 10 temos uma diferença de mais de R$ 1000 e o S20 apresentou desempenho inferior em multi-tarefas, mesmo tendo hardware mais atual Ao pagar essa diferença você terá tela e desempenho para jogos um pouco melhores, além da bateria que dura mais A câmera evoluiu mas o HDR do S20 é menos eficiente que o do Note 10

Vale pular de um para o outro? Caso você tenha um S10 e esteja pensando em mudar para o novo, não espere um salto considerável em desempenho, mas no conjunto geral terá um bom aparelho A maior vantagem ficará para quem é gamer e busca jogos acima de 60 fps Se estiver em dúvida entre o S20 e o iPhone 11, o modelo da maçã é mais rápido, mas a bateria dura um pouco menos O da Samsung tem melhores câmeras no geral, especialmente por não deixar as fotos amareladas Porém, a diferença de preço é grande e o iPhone 11 tende a desvalorizar menos

Teremos que repetir o mesmo que dissemos em nossa análise do S20 Plus O S20 não traz um salto considerável comparado ao seu antecessor Ele tem desempenho em multi-tarefas similar, sendo um pouco melhor para jogos e com bateria que dura mais Registra fotos um pouco melhores e também trouxe um sutil avanço para a tela e som No geral, ele é um bom celular que carece de um software otimizado

Seu preço de lançamento é bastante salgado, mas aparelhos Samsung costumam despencar de valor nos meses seguintes ao lançamento, o que acaba tornando o seu custo-benefício menos problemático Vale a pena esperar ou é melhor comprar outro celular agora? Achamos que o S20 é um ótimo aparelho para quem não curte celular "tijolão", mas é preciso procurar uma boa oferta e cobrar da Samsung uma atualização para melhorar o multi-tarefas e o HDR da câmera Por isso, recomendamos acompanhar o site TudoCelularcom para não perder as ofertas do S20, e saber a melhor hora de comprar Basta clicar nos links aí da descrição

Aproveita para comentar aí abaixo: você acha que o tamanho do S20 é o ideal prefere algo menor ou maior como o S20 Ultra? Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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MOTO G8 e G8 POWER: a Motorola NÃO MEXE em time que está GANHANDO | Hands-on http://www.amdworld.co.uk/moto-g8-e-g8-power-a-motorola-nao-mexe-em-time-que-esta-ganhando-hands-on/ Fri, 06 Mar 2020 19:15:12 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1586 Percebendo que lançar muitos aparelhos leva ao lucro, a Motorola trouxe em 2020 mais dois aparelhos da 8ª geração da…

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Percebendo que lançar muitos aparelhos leva ao lucro, a Motorola trouxe em 2020 mais dois aparelhos da 8ª geração da linha Moto G; os escolhidos da vez foram o mais simples Moto G8 e o provável sucesso de vendas, o Moto G8 Power Nós sentimos falta da presença do Moto G8 Stylus, que vem com uma canetinha, mas a Motorola afirmou que em pesquisas feitas com o consumidor por aqui esse não é um produto que deve fazer sucesso no país, só na América do Norte, e deu a entender que o produto não deve mesmo ser lançado no Brasil

Vai ser uma pena porque ia ser um grande diferencial para a marca esse ano Mas falando dos lançamentos que realmente chegaram, a Motorola resolveu dar uma impulsionada no Moto G8 Power, que no passado fez um sucesso de vendas com o Moto G7 Power, e aí ela colocou esse aparelho aqui abaixo apenas do Moto G8 Plus na linha principal, ficando acima até mesmo do Moto G8, que ainda parece um pouco perdido na linha Em breve você vai poder conferir as nossas análises completas desses dois celulares, mas enquanto isso, nós trazemos aquele resumo completo de cada um desses aparelhos, que você confere agora aqui no TudoCelularcom Se você gostou da mudança visual que a Motorola adotou na linha G desde de o G8 Plus abandonando aquele módulo redondo na traseira e adotando aquelas câmeras semafóricas da linha One e também inspirada em muitos concorrentes, você vai curtir esses dois novos membros da família

Agora eles estão todos muito parecidos, com a mesma traseira reta com cantos arredondados e as câmeras alinhadas e separadas que lembram uma letra "i" minúscula O sensor biométrico continua na traseira no mesmo lugar em que fica o logotipo da empresa O flash é separado das câmeras e no Moto G8 um dos círculos abriga o foco a laser para manter o padrão visual ali – falando em padrão, tem um visual ótico diferente do restante da linha G8 nesses dois aparelhos Um efeito que lembra listras, mais holográfico, no G8 Power mas mais visível no Moto G8 Os botões de volume e energia ficam do lado direito com o berço para chips e cartões do lado oposto

Os dois são dual-sim mas eles possuem um berço híbrido, o que obriga você a escolher entre uma segunda linha ou um microSD Esses slots são protegidos com borracha e os dois celulares, como quase todo Motorola, traz proteção contra respingos d'água Temos aparelhos mais pesados e praticamente do mesmo tamanho, mas a tela aumentou A saída de som está abaixo, logo ali junto com a conexão USB-C, e a saída de som de ligações está escondida acima da tela Os dois são todos em plástico

Embora seja algo discreto, houve um aumento de tela da 7ª para a 8ª geração Ambos passaram de 6,2" para 6,4" Outra diferença também está no notch, que agora sai de gota e do tradicional que a gente tinha nos outros modelos para o furo na tela no canto superior esquerdo No Moto G8 Power a definição aumentou de HD+ para Full HD+ e o caminho inverso ocorreu no Moto G8, com aspecto ainda sendo de 19,5:9 A tecnologia é IPS em ambas e embora o brilho seja muito bom, a gente ainda vê aquela sombra nas bordas que a gente já viu em outros aparelhos da marca, ela ainda está presente, o que indica que são displays que precisam de mais qualidade notadamente no Moto G8

No Moto G8 Power as bordas diminuíram um pouquinho, incluindo o queixo, enquanto no Moto G8 não houve grande mudança O vidro da tela conta com uma proteção contra riscos e quedas, mas não é Gorilla Glass Você vai ver os testes completinhos na nossa análise em breve, mas em nossos testes iniciais foi surpreendente ver que o Moto G8 Power é estéreo Dolby, mostrando a escolha da Motorola em subir mesmo um degrau desse modelo da linha Pelo que pudemos testar, é um som bem interessante Já no Moto G8 o som continua sendo mono e não é decepcionante, embora seja apenas razoável em um primeiro momento

Na caixa a Motorola envia fones intra-auriculares pequenos, são bem iguais aos do Moto G8 Plus, que são confortáveis e entregam bom som Como você percebe, a conexão P2 foi mantida em ambos Para a nossa alegria os dois smartphones chegam com Android 10 de fábrica e vão ter update para o Android 11, que já está na versão de desenvolvimento pelo Google, a gente testou, você pode conferir aqui em cima na bolinha A interface não mudou muito e segue sendo mais simples, com poucas modificações que a Motorola sempre costuma fazer No momento desse hands-on o Moto G8 tinha a atualização de segurança de janeiro enquanto que o G8 Power ainda está na de dezembro

A função mais divulgada pela empresa é que através daquele app, o Moto, que é cheio de funções extras para o aparelho, é possível agora escolher qual das câmeras vai ser ativada quando você faz aquele "chacoalhar" do aparelho, bem tradicional da marca, se você quer a frontal ou a traseira, uma coisa que tinha sido implementada já no Motorola One Hyper Eles não tem Wi-Fi Dual Band e nem NFC Tem também o Moto Game Time, que melhora o desempenho dos jogos e tira notificações todas aquelas coisas que a gente está acostumado a ver em outros modos de jogo em outras marcas, e que está disponível, por enquanto, só para o G8 normal Vai chegar para o G8 Power, de acordo com eles, com uma atualização de software A Motorola também fez questão de frisar o quanto ela tem se importado com o usuário mais leigo oferecendo muita instrução clara na caixa e também na hora da configuração inicial além de dicas durante o uso do aparelho

O hardware interno é outro fator que a Motorola resolveu não mexer, e aqui nós temos o mesmo conjunto visto no G8 Plus, então, é um Snapdragon 665 com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento Lá na época da nossa análise do Moto G8 Plus ele performou pior do que o seu antecessor que tinha um processador inferior, nos nossos testes padronizados Mas como agora aqui a gente já tem o Android 10, é bem capaz que o sistema já esteja mais otimizado para esse processador; em nossos testes iniciais os dois aparelhos pareceram fluir bem com apps, navegação e jogos E a bateria, mudou? Sim e não A gente tem aqui os mesmos 5000 mAh no Moto G8 Power mas o Moto G8 passou para 4000 mAh o mesmo que a gente tem na variante Plus

Tem também telas maiores e processador mais evoluído em relação aos modelos anteriores mas aqui a gente tem, mais uma vez, a otimização em cena O Tiago Mazuchetti, que é o gerente de produtos da Motorola, informou para a gente que o Moto G8 Power chegou meses depois daqueles outros modelos que vieram em 2019 também porque a empresa queria garantir que a duração de bateria seria melhor que a do antecessor, uma vez que esse é o destaque do aparelho e é o que faz ele ir tão bem nas vendas E uma vez que o Moto G7 Power ainda é nosso campeão de autonomia aqui no TudoCelular, a gente espera ver alguma coisa acima de 29 horas nos nossos testes futuros, e no caso do Moto G8, alguma coisa próxima das 25 horas do G8 Plus O carregador é de 10-Watts pro Moto G8 e um turbo power de 15-Watt para o Moto G8 Power O Moto G7 Power tinha uma câmera traseira, então as quatro novas câmeras do G8 Power são uma coisa bem pouco esperada

Além de uma wide de 16 MP com abertura f/17, que também é quad-pixel e também dá a opção de você não ativar essa função e usar todos os 16 MP, temos também a ultra-wide de 13 MP, uma telephoto de 8 MP e zoom ótico de 2x, nessa telephoto, e também por último uma macro de 2 MP A frontal é também uma quad-pixel de 16 MP Já o Moto G8 saltou de duas para três câmeras e manteve o foco PDAF, que não está presente no G8 Power Ele conta com uma wide de 16 MP e abertura f/1

7, também quad-pixel, uma ultra-wide de 8 MP e uma macro de 2 MP Na frontal conta com 8 MP No menu do app da câmera dos dois é possível você escolher qual das lentes disponíveis vai ser usada tipo a ultra-wide, a wide ou a telephoto, exceto pela macro Tem inteligência artificial e funções especiais, que a gente já conhece, como Cinemagraphic, Cor em destaque, Timelapse e a filmagem com a ultra-wide e também com a macro Nas fotos que você está vendo na nossa galeria é possível ver em uma análise inicial que são câmeras condizentes com o valor e com a categoria dos aparelhos

A do G8 Power pareceu um pouco inferior em detalhes na principal, mas isso ainda vai ser analisado pela gente A adição de câmeras ao conjunto é uma coisa interessante porque aumenta a versatilidade para fotos mais criativas E sabendo que a concorrência não tá parada e que não mudou muito também os seus celulares, a Motorola foi esperta e também mexeu um pouco nos preços, que não subiram muito e estão bem condizentes com o mercado Oficialmente os aparelhos chegam hoje ao mercado custando R$ 1299 no caso do Moto G8 e R$ 1

599 para o Moto G8 Power As cores disponíveis são Preto Titânio e Azul Atlântico, para o Power, e Azul Capri e Branco Prisma para o G8 São preços interessantes que vão ficar ainda melhores rapidamente porque eles costumam cair já no 1º dia de vendas Com o segundo lugar em vendas consolidado há seis anos, a Motorola percebeu que não precisa mexer muito nos seus aparelhos para continuar vendendo bem Ela está seguindo as tendências de concorrentes como Samsung e Xiaomi, e lançando uma boa quantidade de aparelhos em apenas um ano, praticamente todos eles na linha Moto G

O Moto G8 e o G8 Power não trazem grandes inovações ou novidades e eles se aproveitam de elementos da linha Motorola One, que é uma linha mais experimental da empresa e que tem aparelhos com características similares, tornando as coisas aqui bem mais segura, uma vez que eles testam tudo na linha One para poder trazer com mais segurança para a linha G Isso não desabona em nada a empresa, que está lutando para se manter dando lucro por vários trimestres seguidos como ela tem feito recentemente A linha Moto G se consagrou como uma linha bem popular, buscada por pessoas que já conhecem e já utilizam a marca há alguns anos e continuam preferindo a Motorola no lugar de outras marcas porque elas já conhecem como o sistema funciona, já sabem o que esperar do aparelho, e também por confiar na marca E fica ligado, as análises completas saem em breve assim que a gente fizer os nossos testes com os aparelhos Ok? Não perde! E você? O que você acha dessa estratégia da Motorola de mexer pouco em time que está ganhando para continuar lucrando como ela tem feito? Deixa aí embaixo a sua opinião que eu quero ler! E não se esquece, você pode consultar os melhores preços para esses que eu falei e outros smartphones nos links para a nossa ferramenta de ofertas cujos links estão aqui na descrição

Eu fico por aqui e até a próxima

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GALAXY A30 vs. GALAXY A30s: quando REALMENTE NÃO SE MEXE em time que está ganhando | Comparativo http://www.amdworld.co.uk/galaxy-a30-vs-galaxy-a30s-quando-realmente-nao-se-mexe-em-time-que-esta-ganhando-comparativo/ Fri, 21 Feb 2020 05:05:08 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1525 Já falamos por aqui de comparativos entre os novos A10s e A20s com seus antecessores Faltava falarmos do modelo que…

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Já falamos por aqui de comparativos entre os novos A10s e A20s com seus antecessores Faltava falarmos do modelo que realmente começa a valer a pena na linha Galaxy A

Algumas coisas como o processador se mantiveram iguais, mas assim como em outros modelos "S", temos agora mais uma câmera E será que isso e mais bateria justificam o upgrade? Qual deles vale a sua primeira compra? Veja agora o nosso comparativo completo aqui no tudocelularcom Para smartphones que foram lançados perto da linha dos R$ 1500 plástico é mais do que esperado

A Samsung produz esses dois celulares com traseira e moldura nesse material e investiu nos efeitos visuais Se no A30 aparece um estilo mais holográfico, mais 3D, no A30s nós temos um padrão em diamante com blocos tridimensionais que refletem tons diferentes de acordo com a luz que bate neles – a traseira é bem parecida entre ambos, com cantos arredondados e a câmera semafórica na parte superior esquerda com o módulos um pouco saltados Na parte inferior eles são iguais, com saída de som, microfone, conexão USB-C e de áudio, assim como os botões de volume e energia no lado direito A diferença de tamanho e peso é tão pequena que não precisa ser considerada e também não há qualquer proteção contra água como também é esperado O entalhe muda ligeiramente, passa de "U" para o de gota, de um para o outro, e as bordas finas são iguais em ambos

Uma coisa que pode ser considerada uma melhoria está no sensor biométrico, que sai da traseira no A30 e se instala embaixo da tela no A30s; embora seja uma tecnologia mais nova, a leitura do sensor é mais lenta no caso do A30s Os dois são dual sim e possui slot dedicado para cartão de memória Já deu para perceber que eles são muito parecidos no visual e na construção e, por isso, eles empatam Na tela é que começamos a ver as trocas feitas para privilegiar outros fatores no aparelho mais novo Eles ainda são bem parecidos e ambos trazem um display Super AMOLED de 6,4" e aspecto 19,5:9 que ocupa quase 85% da frente do aparelho, porém, no caso do A30s a Samsung optou por diminuir a definição da tela que foi de Full HD+ pra HD+ e perdeu proteção Gorilla Glass que tínhamos A30

Nesse mais antigo temos bom nível de brilho, calibração de cores mais próxima do ideal e um bom ângulo de visão A qualidade geral de brilho e cor não mudou no A30s mas ele perde nitidez e apresenta até imagem serrilhada se observado de perto, o que pode prejudicar o consumo de mídia O ponto fica então com o Galaxy A30 Não espere muito da parte sonora pois não houve qualquer evolução aqui Esta não é uma prioridade da Samsung em sua parte mais barato da linha A, e dessa forma, o som que é mono e estridente no Galaxy A30 se mantém no Galaxy A30s – no maior volume os detalhes do áudio são sacrificados para dar a impressão de uma maior potência sonora e os fones que acompanham os celulares na caixa são iguais, sendo os mesmos que aparecem modelos mais baratos da sul-coreana, possuindo uma qualidade sonora fraca

Também não há protocolos e ajustes especiais por Bluetooth E sendo iguais, temos outro empate aqui Sendo smartphones mais baratos, os dois saem da caixa com Android 9 Pie instalado junto com a interface One UI 11, com os mesmos recursos O update para o Android 10 é certo e, inclusive, ele já está saindo na Índia para o Galaxy A30 – deve chegar ao Brasil em breve

Para o caso do A30s deve chegar mais próximo do meio do ano Há recursos interessantes como suporte a tema escuro e o reconhecimento facial para desbloqueio, embora ele não seja muito seguro; o diferencial da tv digital de alta resolução, que chegou com o A30, continua presente no A30s Na conectividade eles são idênticos e trazem o Wi-Fi ac de duas bandas, Bluetooth 50, rádio FM e GPS sem a presença do NFC O empate que é certo, mais uma vez

Continuando com as especificações iguais, a Samsung considerou que mexer no processamento aqui não era necessário e, por isso, os smartphones contam com o mesmo Exynos 7904 com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento Esse, inclusive, é o mesmo conjunto do Galaxy M30 mas, como sempre queremos saber, isso leva ao mesmo desempenho? Depende No caso dos testes de abertura padronizados do tudocelular, a vantagem estranhamente fica com o modelo mais antigo No total são quase 15 segundos de diferença, mostrando alguma falha na otimização do sistema para o caso do A30s Nos benchmarks as coisas voltam ao esperado e o A30 fica um pouco atrás do A30s

Para jogos o que fica é uma escolha: mais fluidez em gráficos mais pesados para o A30s ou melhores gráficos mas possibilidades reais de perda de fluidez no A30? Você decide! O Galaxy A30 fica o ponto por se sair melhor nos apps E mais uma categoria em que na teoria nada muda, o Galaxy A30 continua com os mesmos 4000 mAh do que o A30, mas isso aqui não é um problema Lembrando que a tela do celular mais novo traz uma melhor definição, isso nos leva a uma duração maior de bateria O A30 já chegava com folga a um dia longe da tomada, mas no caso do A30s, há a chance de passar dois dias se recarga caso seu uso seja leve Em nossos testes o A30s supera em mais de uma hora o seu antecessor e em quase uma hora no caso de tempo de tela, porém, no caso da recarga as vantagem se invertem: para chegar aos 100% de carga o A30s fica quase 20 minutos a mais na tomada do que o A30, que fica uma hora e 50 minutos nesse processo – não é um tempo enorme, mas se isso fizer a diferença para você, leve em consideração

Ainda assim, é justo deixar esse ponto com o Galaxy A30s, porque o tempo de autonomia é mais importante do que 20 minutos a mais para recarregar Chegamos finalmente ao ponto em que a Samsung realmente investiu para justificar a nova geração do A30 Assim como em outros upgrades da linha A, como o A20s, o A51 e outros, o destaque aqui é a inserção de câmeras extras, além de uma melhoria de megapixels Relembrando, o A30 tem duas câmeras: uma wide principal de 16 MP e abertura f/17 e outra ultra-wide de 5 MP

Para o A30s a wide principal agora conta com 25 MP e abertura f/17 e uma ultra-wide de 8 MP e mais um sensor de profundidade de 5 MP para ajudar no desfoque do modo retrato Essa é a mesma configuração do M30 mas com sensores melhorados No geral, eles oferecem os mesmos resultados com fotos que podem até estourar em detalhes mais claros com a câmera principal e uma ultra-wide que oferecem um campo de visão bem legal e granulados mais visíveis em locais com menos luz Se você curte, os registros feitos com o A30s possuem cores mais intensas enquanto que as do A30 ficam mais próximas da realidade; o mais novo tinha uma vantagem pelo sensor extra que traz, inclusive, há possibilidade de regular a intensidade do desfoque, então, o ponto fica para o Galaxy A30s

No caso dos vídeos não há muita coisa pra gente falar aqui, uma vez que há poucos destaques Os dois filmam em Full HD a 30 fps, trazem qualidade compatível com a categoria em questão e possuem um foco lento com áudio decente com a ultra-wide piorando à noite É um empate técnico o que a gente fica aqui A câmera frontal foi a única aqui que ficou a ver navios – o conjunto é o mesmo, com 16 MP e abertura f/20, com a única melhora sendo a inserção de um HDR

As duas se saem bem, tiram fotos com qualidade muito boa e superam o M30m ainda mais em boa iluminação Mais um empate entre os dois aparelhos Em suas respectivas datas de lançamento (abril e outubro de 2019) esses dois smartphones chegaram pelo mesmo valor salgado: R$ 1600 Porém, nós já sabemos que esses valores são apenas pra você acabar esperando um mês ou mais para uma baixa nos valores

E isso acabou acontecendo muito mais rápido para o A30s do que para o A30 No momento em que filmamos esse comparativo é possível encontrar o modelo mais novo mais barato que o antigo, com média de preço R$1520 pro A30 e de R$ 1320 pro A30s – e se você procurar bem, eles já estão bem próximos dos R$1000

Por esse valor os dois acabam sendo um custo-benefício interessante, e a escolha fica com o que você preferir em um aparelho nessa faixa de preço Bateria ou desempenho? O último ponto também é um empate e chega de empate aqui! E é isso! Dá para perceber que nós tivemos mais emoção no comparativo feito entre o A20, porque aqui, a Samsung resolveu manter muita coisa O A30 é um produto bem equilibrado e a fabricante entende que para fazer o upgrade não precisa mexer em muita coisa Só que isso acabou fazendo com que eles ficassem muito parecidos e isso confunde um pouco o consumidor Em resumo, eles empatam em quase tudo e no que eles se sobressaem, não é uma sobressalência tão forte assim

Mas se você realmente quiser as nossas dicas, você pode ficar com o A30s, no geral, que está mais barato e também oferece mais bateria, além de uma câmera um pouquinho melhor Se você quiser insistir no A30 você vai ter um desempenho um pouco melhor em aplicativos e uma tela com melhor definição Mas e você, o que você considera mais importante um smartphone nessa faixa de preço? Bateria e câmera ou tela e desempenho? Escreve aí embaixo qual deles você prefere! E não se esquece: confere também na descrição os links por nosso gráfico de preços para você encontrar a melhor oferta para você Eu fico por aqui e até a próxima

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AMAZFIT GTS: o "matador" de APPLE WATCH que não é tão LETAL assim | Análise/Review http://www.amdworld.co.uk/amazfit-gts-o-matador-de-apple-watch-que-nao-e-tao-letal-assim-analise-review/ Fri, 27 Dec 2019 05:05:08 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1396 Lançado em agosto deste ano e sendo comparado, graças à sua inegável semelhança visual ao Apple Watch, o Amazfit GTS…

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Lançado em agosto deste ano e sendo comparado, graças à sua inegável semelhança visual ao Apple Watch, o Amazfit GTS chegou ao mercado internacional sob a perspective de ser o substituto direto do Amazfit Bip, buscando manter a reputação que a primeira geração deixou Mas será que o GTS realmente é um substituto à altura? Será que ele é o "matador de Apple Watch" que todos queriam? É isso que você descobre logo a seguir com a nossa análise completa

Antes de seguirmos com análise do relógio, caso você esteja buscando por uma opção de pulseira, chegou ao mercado nacional a Huawei Band 3 Ela tem um visual elegante com aparência de metal escovado, tela brilhante de AMOLED, bateria para 12 horas de uso (e que recarrega rápido) ,além de resistência à água – mas não para por aí O leitor de batimentos cardíacos ajuda a acompanhar o seu sono fazendo da Huawei Band 3 uma ótima companheira até para quem não é tão ativo assim Fica a dica! Voltando para o Amazfit, como citamos logo no início do vídeo, provavelmente em qualquer lugar que você for procurar por mais informações desse aparelho o GTS é, de fato, muito parecido com o Apple Watch Series 4, não deixando nenhuma sombra de dúvidas sobre a clara intenção da subsidiária da Xiaomi de copiar o design estabelecido pela maçã Mas não leve isso como uma coisa ruim – para aqueles que gostam do design quadrado, inclusive, seguindo a linha do Bip, o GTS tem um visual extremamente agradável, disponível em seis cores contando com uma tela AMOLED de 1,65" corpo feito em metal cromado com traseira feita em plástico e pulseira de silicone

E por falar em pulseira, o material da nova geração do relógio é um tanto quanto mais liso e menos denso se comparado à aquele visto no Bip, o que pode ser a explicação de ela ter incomodando um pouco enquanto esteve no pulso após algumas horas de atividade física e muito suor Uma coisa que não acontece com a primeira versão do dispositivo Mas se a pulseira pode deixar a desejar, a tela, por outro lado, ultrapassa todas as expectativas, deixando de lado o LCD transflectivo visto no Bip e adotando AMOLED, que conta, inclusive, com modo Always On, o display do GTS traz uma exibição bastante agradável, com cores que saltam da tela graças ao grande contraste que faz com o fundo de preto absoluto, uma característica desse tipo de display O modelo ainda mantém o acabamento de 25D, a proteção Gorilla Glass 3, a resistência a mergulhos de até 50 m de profundidade e a excelente responsabilidade ao toque, visto na geração anterior

E se o Amazfit Bip não podia se encaixado no segmento de relógios inteligentes graças às suas inúmeras limitações o GTS chega para eliminar grande parte destas Rodando um sistema proprietário trazendo interface simples já conhecida aos usuários da marca o novo dispositivo da chinesa ainda encarar algumas barreiras, como a possibilidade de baixar aplicativos de terceiros assim como visto em parte dos smartwatches da Samsung e até da Apple Colocando isso de lado, tudo funciona de forma fluida e intuitiva, apesar dos menus ainda não estarem disponíveis em português Basta deslizar o dedo pra cima para ter acesso aos menus de atividade física, configurações e outros – da direita para a esquerda para ter acesso ao contador de passos e ao monitor cardíaco deslizar para baixo para ter acesso a alguns atalhos e, por fim, apertar o botão na lateral para retornar à tela inicial E por falar na tela inicial, também conhecida como watch face, vale observar também que agora ela traz mais uma inegável semelhança com o modelo da maçã

Nos seus desenhos pré-definidos da fábrica nós temos um design extremamente parecido e seis elementos que podem ser personalizados pelo usuário, arranjados no display de forma praticamente igual ao da Apple Mas tem uma diferença positiva aqui: ao contrário do que acontece com o modelo da Apple, o design das watch faces não fica limitado à fabricante, contando com uma quantidade significativa de outros designs na galeria do seu aplicativo oficial, é possível também importar e usar watch faces feitas por terceiros, baixando os arquivos necessários através de sites ou importando diretamente através de outros aplicativos Assim como acontece em outros dispositivos da marca chinesa, o GTS é bastante dependente do seu aplicativo, o Amazfit, que nada mais é do que uma versão do Mi Fit da Xiaomi, só que com umas cores diferentes Qualquer tipo de configuração mais complexa que você precise fazer assim como o acompanhamento completo das suas atividades é feito diretamente através do app, rebaixando o relógio a um simples monitor dos momentos do seu dia e capaz de informar as horas e receber as notificações que chegam no seu smartphone Ou seja, nós temos aqui uma continuidade em relação que já era observado no Bip, mas um distanciamento ainda maior, se levado em consideração, outros modelos disponíveis no mercado, indo de opções Samsung e Apple, com independência sendo aumentada, e aplicativos próprios, há soluções como o KOSPET Optimus Pro, que traz um smartphone para o seu pulso

Mas não é apenas o grau de dependência que pode decepcionar Durante o período em que o relógio permaneceu com a gente para análise nós notamos algumas anomalias no pedômetro – o dispositivo informou que 200 passos foram dados em uma noite completinha de sono, sem levantar para ir ao banheiro, beber água ou nem sonambulismo – a gente entende que os sensores podem se enganar e creditar alguns passos, graças à movimentação que a gente faz com o sono, com viradas na cama, mexidas involuntárias nos braços, mas 200 passos é um pouco demais No entanto, é possível que uma atualização futura de software resolva esse problema Mas deixando isso de lado, se é que é possível, o GTS traz uma vantagem significativa em relação ao seu antecessor: os modos de exercício – quase que triplicando o número de atividades monitoráveis, o relógio permite que o usuário acompanhe de perto, com dados de tempo estimativa de calorias gastas e batimentos cardíacos, desde uma corrida ao ar livre até a prática de natação em uma piscina, totalizando 12 modos de exercícios diferentes No caso dos batimentos, o modelo novo vai um pouco mais além, apesar de não contar com aquele ECG que a gente vê no Apple Watch, ele traz com ele um sensor ótico proprietário da Huawei, capaz de realizar o monitoramento integral dos batimentos do usuário, identificando arritmias – incluindo aí a fibrilação atrial – e alertando, caso a freqüência cardíaca ultrapasse, por padrão, de 150 batimentos por minuto

Porém, no caso das atividades feitas em campo aberto, nós notamos que o GTS pode demorar uns poucos minutos para concluir a sua calibração fazendo com que o usuário possa perder uns dados dos primeiros minutos de atividade No entanto, uma vez sincronizado, tudo corre bem, sendo possível, inclusive, ver o mapa completo do percurso percorrido através do aplicativo oficial Na bateria, logo ao saber que o sucessor do Amazfit Bip contaria com uma tela AMOLED, abandonando aquele LCD transflectivo, a gente pensou que a bateria seria drasticamente alterada – no entanto, tivemos uma grata surpresa Apesar da autonomia do relógio ser sim inferior ao da geração passada, o tempo que o relógio ainda é capaz de ficar longe das tomadas é bastante satisfatório, suportando, segundo o fabricante, 14 dias de uso diário mediano e 46 dias no modo básico de relógio, esse que você não fica conectado ao Bluetooth e nem registra os batimentos cardíacos integralmente, por exemplo Em nossos testes com o brilho definido como automático, Bluetooth desconectado em boa parte do tempo, medição ininterrupta de batimentos, tela com Always On ligado e notificações ativadas alguns aplicativos, a bateria do GTS alcançou a marca dos 26% após 15 dias de uso, dando a entender que ela alcança os 20 dias com alguma tranquilidade

Marca satisfatória se a gente levar em consideração alguns dos principais smartwatches do mercado com suas baterias de duração de dois dias Por conclusão, para quem quer um monitor de atividades diárias capaz de informar as horas e com design bonito, resistente e elegante, o Amazfit GTS pode ser a escolha certa – no entanto para aqueles que procuram um smartphone completo seguindo uma linha mais independente vista em modelos de grandes marcas, ele pode não ser exatamente o que se procura Trazendo a inegável a evolução visual em relação à geração anterior, sendo muito parecido com o Apple Watch Series 4, o novo relógio ainda é muito próximo em questão de funcionalidade, ao Amazfit Bip, eliminando parte das limitações vistas na geração passada sendo inegavelmente mais completo, mas ainda um pouco longe do que pode ser considerado por alguns como o ideal Pelos pouco mais de R$600 cobrados, caso a bateria de longa duração não seja exatamente o que você procura, a própria Amazfit entregua um conjunto um pouco mais completo com o Verge, que foi um relógio que a gente analisou recentemente aqui mesmo no canal, que disponibiliza além das funções vistas no GTS também a possibilidade de atender e realizar chamadas através do relógio se ele estiver parado com um telefone Com isso, o GTS pode não ser exatamente o resultado de uma busca por smartwatch, ainda mais se a gente levar em consideração as evoluções recentes do mercado de vestíveis – no entanto, se ignoradas as limitações, levando em conta os pontos fortes do produto, ele pode ser sim uma ótima opção, ainda mais para quem estava pensando em atualizar o seu Amazfit Bip por algo mais moderno e estava perdido no meio das opções

Se esse é o seu caso, nos links aqui na descrição você confere os melhores preços do Amazfit GTS para importação Aproveite! Eu vou ficando por aqui mas eu gostaria de ver a sua opinião sobre o novo relógio da Xiaomi Você acha que é uma boa escolha? Responde aí nos comentários! Até a próxima

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MOTOROLA ONE MACRO: NÃO compre PELA CÂMERA | Análise/Review http://www.amdworld.co.uk/motorola-one-macro-nao-compre-pela-camera-analise-review/ Tue, 03 Dec 2019 05:05:08 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1351 Depois de vários celulares da linha One, a Motorola trouxe mais um para o Brasil O mais novo lançamento tem…

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Depois de vários celulares da linha One, a Motorola trouxe mais um para o Brasil O mais novo lançamento tem como proposta permite tirar fotos cinco vezes mais próximo com sua lente macro

Os modelos dessa linha One normalmente são bons em uma única coisa e acabam decepcionando no resto, será este o caso do Macro? Você confere tudo sobre ele nesta análise completa do tudocelularcom A aparência do One Marco é bastante comum – ele parece mais com os recentes lançamentos da linha Moto G do que com seus irmãos mais velhos da linha One Seu corpo é feito em plástico, há entrada em formato de gota no topo da tela e uma borda razoavelmente larga na parte inferior Se busca um intermediário com qualidade premium, o One Macro vai te decepcionar, pelo menos, a traseira tem pintura degradê que deixa o visual interessante, mas só peca por não ter outras opções de cores para escolher – ele chegou ao Brasil apenas nesta cor azul espacial

Há na traseira o usual leitor biométrico localizado na logo da Motorola, enquanto no canto superior esquerdo temos as três câmeras do One Macro À primeira vista pode parecer que são quatro câmeras, mas o que temos é um laser para ajudar no foco automático, logo acima do flash É bom ter cuidado com o aparelho: a traseira risca com facilidade e também acumula muita marca de dedo Há certificação em IPX2, como em outros da marca, o que garante proteção contra chuva – mas evite molhar o celular sempre que possível O One marco tem tela de 6,2 polegadas com resolução HD+, isso faz com que a densidade de pixels seja baixa

Para algumas pessoas isso pode incomodar, mas quem tem um olhar mais atento vai perceber que vídeos e fotos acabam ficando pixelados A qualidade do painel IPS LCD não é ruim – as cores exibidas tem boa calibração, apesar do banco ter tom mais frio do que deveria O contraste é um pouco baixo e o brilho máximo não é dos melhores Infelizmente os intermediários da Motorola nunca foram bons exemplos em qualidade de tela A parte sonora é boa e você terá um som bastante potente, mas do que encontra em modelos da Xiaomi na sua faixa de preço

Porém, ao forçar o volume no máximo, terá som distorcido, mas ainda será útil em locais com muito barulho O fone que vem é o mesmo de alguns modelos da linha Moto G e tem boa qualidade – o som também é bom e bastante potente Ele é confortável e conta com ponteiras de tamanhos diferentes Enquanto demais modelos da linha One chegaram com hardware da Qualcomm, ou Samsung, o One Macro traz o Helio P70, lançado pela MediaTek no final de 2018 Mas calma, antes você faça cara feia e diga que preferia que fosse algum Snapdragon, a verdade é que o hardware aa MediaTek vem melhorando e este aqui até entrega desempenho superior

Em nosso teste de velocidade ele ficou acima dos demais da linha e também de rivais da mesma faixa de preço Já em benchmarks ele pode não ficar acima de todos, mas ainda consegue boa pontuação Mas o One Macro é um bom aparelho para jogos? A sua GPU dá conta do recado e roda a maioria dos jogos para Android com a melhor fluidez possível Em alguns títulos como Call Of Duty Mobile temos algumas quedas, mas ainda assim, o jogo roda bem O ponto ruim da Mali-G72 é que ela devora muita bateria, e One Macro acaba entregando um pouco mais de cinco horas de jogatina

Você já deve estar pensando "mais um MediaTek beberrão" – e é aí que você se engana: o Helio P70 até pode ter consumo alto em jogos, mas no uso geral faz muito bom uso dos 4000 mAh do One Macro Sua bateria não apenas dura muito como também faz o One Macro ser o melhor intermediário em autonomia de todos que testamos este ano dá para ter bateria para dois dias tranquilamente O carregador que vem na embalagem entrega apenas 10 watts de potência, isso faz com que o celular passe mais de duas horas na tomada É muito para os padrões atuais, mas a verdade é que a maioria dos intermediários lançados este ano também demora para recarregar Os primeiros lançamentos da linha One vieram com o Android One, o que fazia sentido, mas a Motorola decidiu mudar e trazer o seu Android levemente modificado nos mais recentes

Talvez a mudança tem acontecido em prol de uma autonomia de bateria maior já que celulares com Android One normalmente são bem ruins neste aspecto Não há muito o que comentar sobre o software do aparelho – é o mesmo Android Pie com alguns aplicativos e recursos da Motorola Como visto também nos recentes lançamentos da linha Moto G Motorola vem testando o Android 10 em alguns aparelhos e deve liberar em breve esta versão para o One Macro Além disso a companhia promete dois anos de atualizações de segurança Chegamos então ao ponto principal do a macro: a sua câmera, que permite chegar cinco vezes mais perto de um objeto ao fotografar

Este é realmente um diferencial ou apenas mais um a câmera que será inútil na maior parte do tempo? Relembrando os irmãos dele, temos o One Vision, que se destaca apenas pela sua visão noturna, enquanto o One Action tem a câmera de ação Este é o mesmo caso do One Macro Se você quer tirar fotos de algo muito próximo para pegar o máximo de detalhes possível, então é o One Macro que deve escolher; é preciso ter paciência e aproveitar a luz natural a seu favor mas conseguirá boas fotos com maior nitidez e riqueza de detalhes que outros com câmera macro que testamos O problema é que se o objeto a ser fotografado estiver em movimento ou a luz não é boa o suficiente, aí você vai acabar se estressando com a câmera macro – além disso, nem pense usá-la à noite os resultados sempre são ruins com vários ruídos e artefatos a câmera principal é bastante básica as fotos registradas são decentes para publicar em redes sociais mas o One Macro, em geral, decepciona mais que os demais modelos da linha

Fotos noturnas ficam terríveis – elas saem escuras, com baixa nitidez, têm cores distorcidas e muitos ruídos sem falar que, muitas vezes, terá fotos borradas – o One Macro é um celular para ser usado de dia se você tira mais fotos à noite ou até mesmo em locais fechados, é melhor buscar outra opção A terceira câmera é apenas um sensor de profundidade, que ajuda no desfoque com o efeito retrato e, muitas vezes, o resultado fica bastante suave A frontal também não empolga: as selfies tem boa representação de cores, porém, faltar nitidez e os detalhes da pele são sacrificados Usar o modo retrato ameniza um pouco o problema A filmadora é o maior ponto fraco do One Macro – a qualidade dos vídeos é mediana, o controle de exposição é problemático e as cores saem sem vida não há estabilização, então, espere por muitos tremidos; e apesar de ter foco a laser, ele não é dos mais rápidos

É possível gravar com o One Macro, porém, com a resolução mais baixa; já a captura de áudio também não é boa Notamos que o microfone tenta cortar ruídos e deixa as vozes abafadas O One Macro é melhor que os demais da linha One que testamos? Ele é mais rápido e entrega a melhor bateria com folga, apenas sua câmera que não é boa Se tirar fotos muito de perto é algo fundamental para você, então vai curtir a sua câmera macro – mas se este não é o caso, é melhor investir em outro O Moto G8 Plus tem melhor câmera e ainda traz uma de ação para filmar na vertical ele não é tão rápido quanto o One Macro, mas sua bateria dura bem

Outra alternativa seria o galaxy A50, que tem desempenho próximo e diferenciais como o leitor biométrico na tela Ele também é melhor em câmera, porém, a bateria dura bem menos Na Xiaomi podemos indicar o Mi A3 como uma solução alternativa para quem prefere um aparelho com Android One que não seja ruim de bateria ou ainda o Redmi Note 8, que também tem câmera macro – os dois são melhores em câmera que o One Macro e custam menos Parece que o foco da linha One da Motorola é ser boa em apenas uma coisa, e no caso deste aqui, é a sua câmera macro Pelo menos ele é um aparelho rápido e com ótima bateria – diferente dos demais que nos decepcionaram

Ele chegou por volta de R$ 1400 e até poderia ser uma boa compra se a tela e câmera fossem melhores quando o seu preço despencar para menos de R$ 1000 o One Macro será uma compra interessante para quem busca um bom equilíbrio entre desempenho e bateria até lá, será possível encontrar opções mais interessantes Se faz questão de ter a câmera macro, o Note 8 é uma boa alternativa se este não é seu caso, o Galaxy A50 ou Mi A3 valem mais pelo preço E mais uma vez lembramos que as melhores ofertas para o One Macro e todos os demais modelos que citamos nesta análise estão nos links aí da descrição Aproveita para comentar se você é fã de tirar fotos em modo macro de animais e objetos e se apenas esse aspecto te convenceria comprar um celular Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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Galaxy A7 2018 não resiste à nova geração de intermediários | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/galaxy-a7-2018-nao-resiste-a-nova-geracao-de-intermediarios-analise-review/ Mon, 16 Sep 2019 05:05:07 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1239 Samsung renovou a sua linha Galaxy A 2019 trazendo os celulares com o novo design incorporando o famigerado entalhe no…

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Samsung renovou a sua linha Galaxy A 2019 trazendo os celulares com o novo design incorporando o famigerado entalhe no topo da tela e ampliando o seu catálogo com diversos novos produtos que vão do A10 até o A80, incluindo também suas variações Enquanto isso, os últimos lançamentos da linha A2018 vem caindo o preço e alguns podem ficar interessados no design mais clássico da marca

E temos aqui o último Galaxy A7 lançado; ele chegou ao mercado em 2018 custando mais de dois mil reais, mas agora, pode ser encontrado pela metade do preço Será que vale investir nele a essa altura ou é melhor escolher uma opção mais atual? Os antigos celulares da linha A traziam mais sofisticação que os mais básicos da linha J; a empresa apostava em metal e vidro para fugir do policarbonato eis que a mentalidade da Samsung mudou nos recentes lançamentos, e muitos modelos da linha A 2019 chegaram com o corpo de plástico O A7 2018 marca essa transição – na traseira temos uma peça única de vidro que é moldada por laterais de plástico O acabamento em pintura brilhante para dar a idéia de produto de alta qualidade Comparado aos modelos mais recentes o A7 têm bordas consideravelmente largas isso faz com que ele seja maior que o a A30 e A50 – mesmo tendo tela menor Se for trocar o metal ou plástico ele acaba sendo mais leve que o A6 Plus e A8 do ano passado

Um detalhe curioso está na posição do leitor biométrico, que fica na lateral direita é integrado ao botão de energia Já vimos isso antes em modelos da Sony, e a Samsung também reaproveitou essa ideia recentemente no Galaxy S10e Ele permanece sempre ativo para que a tela seja desbloqueada ao apenas posicionar seu dedo no local é possível deslizar para baixo para puxar a tela de notificações O reconhecimento de digital e até preciso, mas caso a posição que incomode, há também biometria facial O alto falante que ficava na lateral no antigo Galaxy A7 neste aqui fica na posição tradicional ao lado da entrada USB

Infelizmente Samsung decidiu economizar e foi no antigo padrão micro ao invés de investir no mais atual USB-C A tela é um grande destaque do A7 2018 – seu painel Super AMOLED entrega a ótima reprodução de cores com diversas opções de calibração e supera os recentes lançamentos da marca em nível de brilho Você não sofrerá para enxergar o conteúdo na tela mesmo fora de casa quando estiver ao sol Sua tela também consegue atingir um nível mínimo de brilho muito baixo tornando a visualização muito confortável no escuro e para melhorar ainda mais há suporte a tema noturno com a OneUI O único altofalante reproduz som mono, porém o volume é mais potente que os modelos mais baratos da linha A 2019

O fone que vem no pacote básico e entrega qualidade decente – caso você invista em fone de melhor qualidade terá um som acima da média Equipando o A7 2018 temos o Exynos 7885, mesma plataforma encontrada no A8 e A8 Plus Esse hardware é mais fraco que aquele que temos nos intermediários de 2019 e, como esperado, o desempenho fica abaixo Isso mostra que apesar de a Samsung ter feito alguns cortes, seus novos celulares entrega o melhor desempenho; Em benchmark ele fica abaixo do A50, se compararmos com o A70, que seria o seu sucessor espiritual, a diferença é ainda maior Em jogos não muda muito comparado aos modelos mais recentes – o A7 consegue rodar qualquer jogo para Android, porém alguns jogos mais pesados pecam em fluidez Jogos leves entregam 60fps enquanto alguns como Modern Combat 5 ou Vainglory ficam abaixo disso

enquanto Samsung vem trazendo celulares com 4000 mAh ou até mesmo 5000 mAh o A7 tem modestos 3300 de bateria – ele poderia decepcionar autonomia mas não é bem isso que acontece O Exynos 7885, aliado ao Android Pie, fazem bom uso da bateria e o A7 entrega autonomia similar a modelos mais recentes na mesma faixa de preço Você pode passar o dia todo fora de casa sem se preocupar em levar o carregador O que decepciona é o tempo de recarga – o carregador não é muito potente e peca por não ter suporte à carregamento rápido, fazendo o A7 passar mais de duas horas na tomada

Ele chegou ao mercado com Android Oreo e recebeu atualização para o Pie há poucos meses, trazendo a nova interface OneUI; os recursos são os mesmos que você encontra em recentes lançamentos da Samsung Há suporte a temas, Galaxy Folder para esconder aplicativos e arquivos de olhares curiosos, Game Launcher, para otimizar seus jogos equalizador de áudio com suporte a Dolby Atmos, entre outros Apesar de ser um pouco mais lerdo na abertura de aplicativos, a fluidez da interface não difere muito do que temos em modelos atuais Em algum momento ou outro notamos pequenos engasgos mas, isso é comum nos aparelhos da linha Galaxy Na traseira do A7 2018 temos três câmeras – a que fica no centro traz resolução máxima de 24 MP a que fica no topo serve apenas para ajudar no desfoque de cenário (ela sozinha não consegue capturar fotos) a última, tem lente ultra-wide e registra mais dois cenários

O aplicativo de câmera segue o padrão da Samsung e de outros aparelhos Há inteligência artificial que reconhece até 19 tipos de cenários mas, como já vimos em outros que analisamos, não faz diferença quando o recurso está ativado A qualidade da câmera não impressiona; o nível de detalhes é similar ao de modelos de entrada, a representação de cores tende a tons mais frios, o que foge do que normalmente vemos na linha Galaxy O HDR vem ligado por padrão, e nem sempre ajuda no balanço dinâmico – em muitos casos você terá fotos com o céu todo branco e isso acontece menos com a câmera ultra-wide o problema desta câmera é que ela entrega qualidade inferior à principal e sacrifica os detalhes das sombras Outro ponto que incomoda é que os cantos das fotos sofrem tanto com distorção, que até alterar o formato de alguns objetos

Por ter a abertura focar o menor, você terá fotos mais escura seja fora ou dentro de casa À noite, então, será difícil de enxergar algo com a câmera ultra-wide A câmera frontal tem foco fixo e se você quiser ter selfies com bom nível de detalhe é preciso deixar o celular próximo do seu rosto Basta afastar um pouco que a nitidez é perdida O modo retrato até faz um bom trabalho de separação da pessoa do fundo do cenário a reprodução de cores fica ainda mais desbalanceada, devido ao HDR ser desativado

Para selfies temos um flash dedicado que faz um bom trabalho tanto ao tirar fotos em locais mais escuros quanto ao gravar vídeos à noite O a7 só grava em Full HD e a qualidade dos vídeos é boa, assim como a captura do áudio Ele apresenta menos tremidos que outros intermediários, mesmo com a câmera ultra-wide Ainda vale a pena investir no A7 2018? Ele é mais lento que o Galaxy A30 e A50 também fica atrás de velocidade do Moto G7 Plus e comparada ao Redmi Note 7, que custa menos, a diferença é ainda maior Se o desempenho fica atrás de modelos mais atuais, em bateria não há o que reclamar

Ele entrega a mesma autonomia do A30 e A50 e vai além do que os rivais da Motorola e Xiaomi oferecem Câmera é o que mais decepciona no A7 2018, se esse é o ponto mais importante para você, escolha qualquer outro modelo que citamos que você terá melhores fotos Lançado no final do ano passado por mais de dois mil reais o Galaxy A7 2018 apresentava custo-benefício ruim – e mesmo agora que seu preço caiu pela metade ele continua sendo uma má compra Se você busca um celular bom por menos de mil reais vá de A30 ou Redmi Note 7 – acima disso temos Moto G7 Plus e A50, que também entrega um melhor conjunto que o A7 2018

Para conferir a análise completa em texto e também as melhores ofertas para todos os celulares citados nesta análise basta clicar no link que está aí na descrição Aproveita para comentar abaixo se você prefere um visual antigo dos celulares Samsung ou aprovou as mudanças em 2019 Eu vou ficando por aqui, um grande abraço e até a próxima

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Vivo X21: ter leitor biométrico na tela não é o seu único atrativo http://www.amdworld.co.uk/vivo-x21-ter-leitor-biometrico-na-tela-nao-e-o-seu-unico-atrativo/ Thu, 29 Aug 2019 13:06:15 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1058 Se eu perguntar se você conhece a marca vivo, provavelmente vai pensar que estou me referindo à empresa brasileira de…

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Se eu perguntar se você conhece a marca vivo, provavelmente vai pensar que estou me referindo à empresa brasileira de telecomunicações mas neste caso, estou falando do fabricante chinês, que vem conquistando cada vez mais espaço no mercado de smartphones Aqui temos o vivo X21, que tem como grande destaque, oferece biometria na tela, mas esse é o único diferencial do aparelho ou este midrange com flagship parece ter outros atributos? É o que vamos descobrir! Antes de nos concentrarmos em todos os detalhes desse lindo smartphone, Vamos primeiro verificar o que vem a seguir no pacote

Nós começamos com um bom par de fones de ouvido, algo que é muito raro ver em gadgets chineses O design dos fones de ouvido é legal, mas a construção não é das melhores Mas o que importa é se entrega um bom som e logo o veremos Há também um carregador que oferece 18 watts de potência, cabo USB ainda no micro-padrão, ferramenta para abrir o tabuleiro SIM e microSD, estojo de protecção, e manual do usuário que vem nos idiomas chinês e inglês Finalmente, há também um protetor de tela que já está aplicado, e o melhor é que não atrapalha o leitor biométrico

O reconhecimento de impressões digitais pode até ficar um pouco mais lento mas acho que muitos preferirão manter a tela a salvo de arranhões Vivo lançou duas versões do aparelho; existe o modelo tradicional com leitor biométrico na traseira, e este, com biometria na tela, que recebe o nome X21 UD Ambos compartilham o mesmo design e qualidade de construção, um corpo de metal com um acabamento brilhante e uma parte traseira de vidro Apesar de tentar oferecer um design premium, o X21 ainda deixa claro que estamos segurando um smartphone de gama média Mesmo tendo um vidro traseiro, às vezes temos a impressão de que o acabamento é de plástico

Pelo menos não encontramos falhas em relação à sua construção, o dispositivo tem bordas curvas, o que torna a aderência mais confortável Mesmo com a tela grande acima de 6 polegadas, usando o X21 com apenas uma mão não será complicado para a maioria das pessoas O leitor biométrico é mais fácil de acessar porque está na tela, enquanto no tradicional X21, você precisa esticar o dedo até a parte superior traseira A tecnologia funciona bem, reconhecendo sua impressão digital primeiro na maior parte do tempo, mas é mais lento quando comparado a vários leitores biométricos que já testamos O X21 vem com tela Super AMOLED, que resulta em cores vivas e pretos perfeitos, para um dispositivo entalhado, esta é a tecnologia certa para usar, já que esconde melhor o recorte no topo da tela

Além disso, ajuda a reduzir o consumo de bateria com o leitor biométrico, já que o ícone de impressão digital está sempre ativo na parte inferior da tela O software da Vivo não permite esconder completamente o entalhe, mas você pode definir alguns aplicativos para ignorar o recorte na tela, exibindo uma barra preta na parte superior Para fazer isso, basta acessar as configurações em Display e Brilho, e escolha o modo de visualização para cada aplicação A qualidade da imagem na tela é muito boa e o nível de brilho é suficiente para usar o dispositivo mesmo em um ambiente externo Infelizmente, não é possível calibrar a reprodução de cores ou o balanço de brancos

O vivo X21 tem apenas um alto-falante na parte inferior, o que resulta em um som mono A qualidade de áudio é boa e oferece um volume poderoso para desfrutar de vídeos e jogos sem problemas O aparelho fornecido oferece boa qualidade de som, mas não possui graves Pelo menos tem suporte de áudio de alta fidelidade, bem como oferece som pan com o aplicativo de música nativa O X21 pode tentar imitar um celular emblemática, mas vem com o chipset Snapdragon 660, que é um modelo de nível médio da Qualcomm

No entanto, tem poder de fogo extra para o Android funcionar com boa fluidez, e é isso que vemos aqui, smartphone da vivo Seja abrindo aplicativos ou gerenciando RAM, o modelo apresentou excelente desempenho Ele também recebe altos números em benchmarks, mas é claro que fica abaixo do Galaxy S9 e qualquer outro equipado com o Snapdragon 845 O que importa é que o X21 faz bem em multitarefa e também ao rodar jogos Mesmo os títulos mais pesados ​​fluem bem, o que deixa claro que a GPU no dispositivo tem muito potencial para executar qualquer aplicativo na resolução Full HD +

Como típico do smartphone chinês mirdange, a câmera do X21 é apenas "OK" As imagens capturadas são boas em condições bem iluminadas apresentando detalhes nítidos, boa faixa dinâmica e cores ricas A focagem automática também é rápida porque você quase nunca precisa tocar na tela para focar Ao tirar fotos em cenários de pouca luz, tivemos resultados menos impressionantes, que já esperávamos As imagens têm detalhes mais suaves, talvez para suprimir o ruído, além de cores mais desbotadas

Mas eles ainda são bons o suficiente para serem usados ​​nas redes sociais A câmera secundária desfoca o fundo permitindo ao usuário escolher o nível de intensidade do efeito Também é possível usar a câmera frontal para obter o efeito de retrato, mas o resultado é muito mais artificial O X21 é capaz de gravar em resolução 4K, entrega de vídeos com bom contraste, detalhes nítidos e cores precisas O ponto ruim é que o dispositivo não oferece estabilização de imagem, resultando em gravações de vídeo instáveis

O microfone faz um bom trabalho, capturando áudio com qualidade decente: Este é um teste com a câmera traseira vivo X21 Este é um teste de gravação 4K com a câmera frontal do vivo X21 O X21 vem com apenas 3200mAh de capacidade da bateria, o que pode parecer pequeno pelos padrões atuais No entanto, em nosso teste, o dispositivo passou o dia inteiro longe da tomada elétrica Nós carregamos a bateria de manhã cedo, e ela estava morta à meia-noite

Mesmo quando reproduz vídeos, a bateria do X21 rende muito, é possível curtir suas séries favoritas por mais de 14 horas, o que é suficiente para ver mais de uma temporada sem precisar recarregar a bateria O carregador incluído é poderoso o suficiente para garantir que o X21 não demore muito para recarregar, em média, você terá a bateria totalmente recarregada em pouco mais de uma hora e meia A Vivo é outra empresa chinesa que tenta copiar o Apple iOS Chamado de FunTouch OS, o software da empresa mostra que ele tem muito em comum com o que você encontra no iPhone, incluindo o painel de controle, que está na parte inferior Mesmo a tela de notificações parece mais com o iOS do que o que vemos em outros dispositivos Android

Em termos de recursos, há muitas modificações feitas pela marca, a interface é um pouco desorganizada e menos intuitiva que as de outras empresas, mas o desempenho é muito bom, oferecendo animações rápidas e o menor atraso possível O X21 chegou oferecendo a biometria na tela como sua principal atração, a tecnologia funciona bem, mesmo com o protetor de tela pré-aplicado, mas este não é o único PRO deste smartphone chinês Ele oferece uma ótima tela AMOLED, som poderoso com fones de ouvido que têm efeito de áudio panorâmico, Belo design e câmera com vários ajustes e qualidade decente para o preço, mais bateria que rende o dia todo, mesmo com um uso mais pesado Seu acabamento pode não ser premium, e sua filmadora deixa algo a desejar por não oferecer estabilização de imagem, mas no geral, você tem um aparelho rápido com uma interface que responde bem aos seus comandos Aqueles que não gostam do visual do iOS podem não estar animados com o Android altamente modificado do vivo

O X21 foi fornecido pela GearBest, e você pode obter o seu no link abaixo Enquanto você está aqui, confira o artigo completo no TudoCelularcom, e também se inscreva no canal para não perder outros vídeos deste dispositivo Aqui estava Francisco Lucena e até a próxima

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Moto G7, Play, Power ou Plus? A melhor opção não é tão óbvia http://www.amdworld.co.uk/moto-g7-play-power-ou-plus-a-melhor-opcao-nao-e-tao-obvia/ Thu, 29 Aug 2019 13:03:36 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=957 A série Moto G7 chegou com um público para cada modelo, mas sem grandes diferenças em hardware O que nos…

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A série Moto G7 chegou com um público para cada modelo, mas sem grandes diferenças em hardware O que nos deixa a pergunta: Existe alguma vantagem do mais barato para o mais caro? Vale a pena o investimento extra? Isso é o que vamos responder nos próximos minutos

Começando com a tela dividida para você acompanhar o teste de abertura de aplicativos simultaneamente Enquanto isso, vamos rever a diferença de hardware entre esses quatro modelos Três deles têm a mesma plataforma, que é um pouco inferior à usada no Moto G7 Plus O aumento é basicamente visto no desempenho gráfico, e veremos em breve se há realmente uma diferença ao analisar os jogos Neste teste de abertura de aplicativos, o que realmente faz a diferença é a quantidade de RAM

o G7 Play tem 2 GB, enquanto o G7 Power tem 3 GB e os outros 4 GB O tempo de abertura não é tão diferente do mais rápido deles, o Moto G7 Plus, para o segundo mais rápido, o G7 Power Estamos falando de apenas treze segundos de diferença, e o Moto G7 é um pouco mais ágil do que a variante com mais bateria Apenas no G7 Play precisávamos de mais dois minutos para completar o teste porque tem menos RAM O tempo total do G7 Plus garantiu o primeiro lugar quando comparado a outros dispositivos usando a mesma plataforma que foi testada pelo TudoCelular

O Moto G7 Play, por outro lado, perde para dispositivos como o Zenfone 5 Selfie e o Multilaser MS80 que tem Snapdragon 430, um chip de nível de entrada, inferior ao SD632 encontrado aqui Opondo-se ao que era esperado, não percebemos muita diferença no desempenho dos jogos para esses quatro dispositivos Cada um conseguiu executar a maioria dos títulos que testamos – 7 no total – no fps máximo O Modern Combat 5 mostrou um pouco de diferença gráfica por causa da resolução HD do G7 Play e do G7 Power, mas a fluidez era a mesma em todos eles, chegando a 60 quadros por segundo ou próximo a isso By the way, falando sobre diferenças gráficas, tivemos um jogo com pior fluidez em dois dos Moto G7; Injustice 2 correu a 31 fps no G7 ou no G7 Plus

Curiosamente nos outros dois, teoricamente menos capazes, tinha melhor fluidez, mas isso basicamente aconteceu por causa da diferença na resolução PUBG Mobile sempre correu a 25 fps, mas se você quiser, pode forçá-lo a ter uma melhor fluidez com melhor nitidez no G7 Plus Reiterando o público para cada dispositivo temos o mais compacto e mais barato, o Moto G7 Play, que apesar de ter menos memória RAM, não fica atrás dos outros três em performance No entanto, se você quiser uma boa câmera, não aconselhamos isso O Moto G7 Power proporciona muita bateria, sendo o dispositivo com maior duração de bateria testado pelo TudoCelular até agora

Sua câmera é um pouco melhor que a do G7 Play e este modelo só fica atrás do G7 do departamento de memória Mas já existem versões com os mesmos 64 GB do dispositivo mid-range para o G7 Power O Moto G7 é basicamente um Moto G7 Plus mais barato Tem um desempenho um pouco piorado e câmeras, mas a mesma bateria e design Pelo menos, o G7 Plus é um pouco mais capaz, mas nada que a maioria dos usuários realmente perceba

Seu diferencial está na câmera, um pouco melhor que o encontrado nos outros três, e também no carregamento rápido, em menos de uma hora O teste de abertura do aplicativo mostrou que quando falamos de multitarefa a diferença entre três dos quatro dispositivos Moto G7 não deve ser sentido pela grande maioria dos usuários em tarefas diárias Nos jogos, não há muita diferença, mas aqueles que buscam um desempenho perfeito Com os gráficos maximizados, esses dispositivos não são procurados, por isso, não é realmente algo a ser considerado ao escolher o seu Moto G7 pelo menos, pode-se escolher o modelo preferido de acordo com seu orçamento ou focar nos diferenciais Se vale a pena gastar mais no G7 para os recursos extras, isso dependerá de você

De um modo geral, o G7 Power foi o que chamou nossa atenção, mas não importa qual dispositivo você escolha, você estará bem servido do que precisa em um smartphone Se você tiver alguma dúvida, basta usar a seção de comentários aqui para perguntar E não se esqueça de se inscrever no canal TudoCelular no YouTube e deixar seu like neste vídeo para nos ajudar Eu sou Felipe Junqueira fechando a transmissão Um grande abraço e até breve

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Huawei P20 Pro: elogiado cameraphone não é tão bom assim | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/huawei-p20-pro-elogiado-cameraphone-nao-e-tao-bom-assim-analise-review/ Wed, 28 Aug 2019 10:25:58 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1034 O P20 Pro chamou atenção do mercado ao ser eleito o melhor cameraphone no início do ano Mas será que…

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O P20 Pro chamou atenção do mercado ao ser eleito o melhor cameraphone no início do ano Mas será que sua câmera é seu único atrativo? O TudoCelular analisou o flagship da Huawei e agora você vai descobrir tudo que ele tem a oferecer

De cara o P20 Pro chama atenção pelo seu belo design, com corpo de metal com traseira de vidro que entrega excelente qualidade como existe em aparelho top de linha da Apple e Samsung O modelo analisado pelo TudoCelular veio na cor mais básica, mas a Huawei também lançou opções mais chamativas como a Twillight, que entregam um efeito degradê que vai do roxo ao verde O leitor biométrico fica espremido na parte frontal abaixo da tela Ele funciona bem, e não deixa a desejar para soluções encontradas nos seus rivais No entanto, seria mais interessante ver o leitor na traseira, o que permitiria reduzir a borda abaixo da tela e entregar um melhor aproveitamento frontal

Juntamente com o P20 Pro você recebe um carregador com suporte a carregamento acelerado, cabo USB no padrão C, fone de ouvido com conexão USB-C, e um adaptador para P2, já que o modelo da Huawei não oferece entrada padrão para fones O P20 Pro vem com tela AMOLED, diferente do seu antecessor que trazia painel IPS LCD Mas curiosamente, a Huawei decidiu reduzir a resolução de Quad HD para Full HD+, o que comprometeu a densidade de Pixels Isso, no entanto, não chega a afetar a nitidez da imagem, o painel usado fica no mesmo nível do que vemos em outros modelos chineses, mas não entrega a mesma qualidade do AMOLED da Samsung O brilho é alto o suficiente para garantir uma boa visibilidade em ambiente externo, também é possível controlar saturação e temperatura das cores entre alguns perfis oferecidos pela fabricante

Os alto-falantes são potentes e entregam som estéreo Mas a qualidade do áudio entregue pelo fone de ouvido que acompanha o produto deixa a desejar O P20 Pro vem equipado com chipset Kirin 970, uma poderosa plataforma que briga com as melhores soluções da Qualcomm, Samsung e Apple No entanto, no nosso teste de desempenho, ele deixou a desejar Ele foi mais lento que praticamente todos os grandes lançamentos do ano, ficando no mesmo nível de alguns flagships lançados em 2017

Se o P20 Pro não empolga em velocidade, nos benchmarks ele também não supera seus rivais Para quem é fissurado em números altos, ficará decepcionado com o desempenho do Kirin 970 em testes sintéticos Pelo menos em jogos o flagship da Huawei manda bem, e não apresenta nenhum problema mesmo em títulos mais pesados como PUBG Aqui temos três câmeras na traseiras, sendo a principal de 40MP responsável por registrar a maioria das fotos O P20 Pro usa inteligência artificial para detectar os cenários e realizar os ajustes corretamente, mas nem sempre acerta

O que vemos é que algumas fotos ficam com exposição muito prolongada, enquanto outras apresentam saturação exagerada A segunda câmera traz sensor monocromático, enquanto a terceira é do tipo teleobjetiva, e oferece zoom ótico de até três vezes Se o modo automático não funciona como deveria, o aparelho pelo menos oferece modo manual com diversos ajustes Outro ponto que o P20 Pro deixa a desejar é no foco automático, sendo mais lerdo dos que os rivais da Samsung e Apple A filmadora grava em 4K, mas não a 60 FPS

A estabilização não é das mais eficientes, entregando mais tremidos do que os modelos da concorrência A qualidade de captura do áudio é boa, mas fica claro que o tão elogiado cameraphone não humilha os concorrentes como se acreditava A Huawei incluiu uma generosa bateria no P20 Pro, para garantir que o aparelho passe o dia inteiro longe da tomada Em nossos testes ele apresentou bons resultados, entregando dezesseis horas de uso com 10 horas de tela ligada Em uso moderado, ao tirá-lo da tomada no início da manhã, ele morrerá no final da noite

Em uso mais leve será possível ter um pouco de carga para o dia seguinte Outra boa notícia é que o carregador potente com carregamento acelerado que vem com o P20 Pro faz com que ele não fique muito tempo preso à tomada, levando uma hora e quarenta minutos para ter sua bateria totalmente recarregada O aparelho vem com uma interface modificada pela Huawei, que recebe o nome de EMUI A fabricante chinesa já começou a liberar o Android Pie para o aparelho trazendo algumas melhorias para o desempenho e bateria O software não chega a ser um clone do iOS como vemos na interface de outras chinesas, e também não chega a ser tão desorganizado quanto a MIUI da Xiaomi

No geral, entrega bom desempenho, e não fica devendo para aparelhos com Android mais puro O que alguns podem curtir é a presença de infravermelho, o que permite usar o P20 Pro como controle remoto O app que vem instalado funciona bem e reconhece uma grande variedade de eletrônicos O Huawei P20 Pro é um celular elegante e que tenta conquistar o público com sua avançada câmera tripla, mas a qualidade entregue não chega a superar os rivais Ele é um bom aparelho top de linha, mas que poderia entregar um melhor desempenho

A bateria dá conta do recado, sendo capaz de manter o celular longe da tomada o dia inteiro Ele oferece boa tela, mas a qualidade do seu áudio não é das melhores No geral, é um aparelho com vários pros e contras e que exige um valor mais salgado do que é praticado por outras marcas chinesas Para quem busca um melhor equilíbrio entre custo e benefício, há opções interessantes da Xiaomi e OnePlus Mas se você ficou interessado no P20 Pro poderá importar o seu via GearBest no link na descrição do vídeo

Aproveite também para conferir a matéria completa no site do TudoCelular com todos os detalhes da nossa análise Aqui foi Francisco Lucena e até a próxima

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