Arquivos tão - AMD World Notícias de Tecnologia Fri, 27 Dec 2019 05:05:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 http://www.amdworld.co.uk/wp-content/uploads/2022/08/cropped-icone-whatsapp-gb-32x32.png Arquivos tão - AMD World 32 32 AMAZFIT GTS: o "matador" de APPLE WATCH que não é tão LETAL assim | Análise/Review http://www.amdworld.co.uk/amazfit-gts-o-matador-de-apple-watch-que-nao-e-tao-letal-assim-analise-review/ Fri, 27 Dec 2019 05:05:08 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1396 Lançado em agosto deste ano e sendo comparado, graças à sua inegável semelhança visual ao Apple Watch, o Amazfit GTS…

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Lançado em agosto deste ano e sendo comparado, graças à sua inegável semelhança visual ao Apple Watch, o Amazfit GTS chegou ao mercado internacional sob a perspective de ser o substituto direto do Amazfit Bip, buscando manter a reputação que a primeira geração deixou Mas será que o GTS realmente é um substituto à altura? Será que ele é o "matador de Apple Watch" que todos queriam? É isso que você descobre logo a seguir com a nossa análise completa

Antes de seguirmos com análise do relógio, caso você esteja buscando por uma opção de pulseira, chegou ao mercado nacional a Huawei Band 3 Ela tem um visual elegante com aparência de metal escovado, tela brilhante de AMOLED, bateria para 12 horas de uso (e que recarrega rápido) ,além de resistência à água – mas não para por aí O leitor de batimentos cardíacos ajuda a acompanhar o seu sono fazendo da Huawei Band 3 uma ótima companheira até para quem não é tão ativo assim Fica a dica! Voltando para o Amazfit, como citamos logo no início do vídeo, provavelmente em qualquer lugar que você for procurar por mais informações desse aparelho o GTS é, de fato, muito parecido com o Apple Watch Series 4, não deixando nenhuma sombra de dúvidas sobre a clara intenção da subsidiária da Xiaomi de copiar o design estabelecido pela maçã Mas não leve isso como uma coisa ruim – para aqueles que gostam do design quadrado, inclusive, seguindo a linha do Bip, o GTS tem um visual extremamente agradável, disponível em seis cores contando com uma tela AMOLED de 1,65" corpo feito em metal cromado com traseira feita em plástico e pulseira de silicone

E por falar em pulseira, o material da nova geração do relógio é um tanto quanto mais liso e menos denso se comparado à aquele visto no Bip, o que pode ser a explicação de ela ter incomodando um pouco enquanto esteve no pulso após algumas horas de atividade física e muito suor Uma coisa que não acontece com a primeira versão do dispositivo Mas se a pulseira pode deixar a desejar, a tela, por outro lado, ultrapassa todas as expectativas, deixando de lado o LCD transflectivo visto no Bip e adotando AMOLED, que conta, inclusive, com modo Always On, o display do GTS traz uma exibição bastante agradável, com cores que saltam da tela graças ao grande contraste que faz com o fundo de preto absoluto, uma característica desse tipo de display O modelo ainda mantém o acabamento de 25D, a proteção Gorilla Glass 3, a resistência a mergulhos de até 50 m de profundidade e a excelente responsabilidade ao toque, visto na geração anterior

E se o Amazfit Bip não podia se encaixado no segmento de relógios inteligentes graças às suas inúmeras limitações o GTS chega para eliminar grande parte destas Rodando um sistema proprietário trazendo interface simples já conhecida aos usuários da marca o novo dispositivo da chinesa ainda encarar algumas barreiras, como a possibilidade de baixar aplicativos de terceiros assim como visto em parte dos smartwatches da Samsung e até da Apple Colocando isso de lado, tudo funciona de forma fluida e intuitiva, apesar dos menus ainda não estarem disponíveis em português Basta deslizar o dedo pra cima para ter acesso aos menus de atividade física, configurações e outros – da direita para a esquerda para ter acesso ao contador de passos e ao monitor cardíaco deslizar para baixo para ter acesso a alguns atalhos e, por fim, apertar o botão na lateral para retornar à tela inicial E por falar na tela inicial, também conhecida como watch face, vale observar também que agora ela traz mais uma inegável semelhança com o modelo da maçã

Nos seus desenhos pré-definidos da fábrica nós temos um design extremamente parecido e seis elementos que podem ser personalizados pelo usuário, arranjados no display de forma praticamente igual ao da Apple Mas tem uma diferença positiva aqui: ao contrário do que acontece com o modelo da Apple, o design das watch faces não fica limitado à fabricante, contando com uma quantidade significativa de outros designs na galeria do seu aplicativo oficial, é possível também importar e usar watch faces feitas por terceiros, baixando os arquivos necessários através de sites ou importando diretamente através de outros aplicativos Assim como acontece em outros dispositivos da marca chinesa, o GTS é bastante dependente do seu aplicativo, o Amazfit, que nada mais é do que uma versão do Mi Fit da Xiaomi, só que com umas cores diferentes Qualquer tipo de configuração mais complexa que você precise fazer assim como o acompanhamento completo das suas atividades é feito diretamente através do app, rebaixando o relógio a um simples monitor dos momentos do seu dia e capaz de informar as horas e receber as notificações que chegam no seu smartphone Ou seja, nós temos aqui uma continuidade em relação que já era observado no Bip, mas um distanciamento ainda maior, se levado em consideração, outros modelos disponíveis no mercado, indo de opções Samsung e Apple, com independência sendo aumentada, e aplicativos próprios, há soluções como o KOSPET Optimus Pro, que traz um smartphone para o seu pulso

Mas não é apenas o grau de dependência que pode decepcionar Durante o período em que o relógio permaneceu com a gente para análise nós notamos algumas anomalias no pedômetro – o dispositivo informou que 200 passos foram dados em uma noite completinha de sono, sem levantar para ir ao banheiro, beber água ou nem sonambulismo – a gente entende que os sensores podem se enganar e creditar alguns passos, graças à movimentação que a gente faz com o sono, com viradas na cama, mexidas involuntárias nos braços, mas 200 passos é um pouco demais No entanto, é possível que uma atualização futura de software resolva esse problema Mas deixando isso de lado, se é que é possível, o GTS traz uma vantagem significativa em relação ao seu antecessor: os modos de exercício – quase que triplicando o número de atividades monitoráveis, o relógio permite que o usuário acompanhe de perto, com dados de tempo estimativa de calorias gastas e batimentos cardíacos, desde uma corrida ao ar livre até a prática de natação em uma piscina, totalizando 12 modos de exercícios diferentes No caso dos batimentos, o modelo novo vai um pouco mais além, apesar de não contar com aquele ECG que a gente vê no Apple Watch, ele traz com ele um sensor ótico proprietário da Huawei, capaz de realizar o monitoramento integral dos batimentos do usuário, identificando arritmias – incluindo aí a fibrilação atrial – e alertando, caso a freqüência cardíaca ultrapasse, por padrão, de 150 batimentos por minuto

Porém, no caso das atividades feitas em campo aberto, nós notamos que o GTS pode demorar uns poucos minutos para concluir a sua calibração fazendo com que o usuário possa perder uns dados dos primeiros minutos de atividade No entanto, uma vez sincronizado, tudo corre bem, sendo possível, inclusive, ver o mapa completo do percurso percorrido através do aplicativo oficial Na bateria, logo ao saber que o sucessor do Amazfit Bip contaria com uma tela AMOLED, abandonando aquele LCD transflectivo, a gente pensou que a bateria seria drasticamente alterada – no entanto, tivemos uma grata surpresa Apesar da autonomia do relógio ser sim inferior ao da geração passada, o tempo que o relógio ainda é capaz de ficar longe das tomadas é bastante satisfatório, suportando, segundo o fabricante, 14 dias de uso diário mediano e 46 dias no modo básico de relógio, esse que você não fica conectado ao Bluetooth e nem registra os batimentos cardíacos integralmente, por exemplo Em nossos testes com o brilho definido como automático, Bluetooth desconectado em boa parte do tempo, medição ininterrupta de batimentos, tela com Always On ligado e notificações ativadas alguns aplicativos, a bateria do GTS alcançou a marca dos 26% após 15 dias de uso, dando a entender que ela alcança os 20 dias com alguma tranquilidade

Marca satisfatória se a gente levar em consideração alguns dos principais smartwatches do mercado com suas baterias de duração de dois dias Por conclusão, para quem quer um monitor de atividades diárias capaz de informar as horas e com design bonito, resistente e elegante, o Amazfit GTS pode ser a escolha certa – no entanto para aqueles que procuram um smartphone completo seguindo uma linha mais independente vista em modelos de grandes marcas, ele pode não ser exatamente o que se procura Trazendo a inegável a evolução visual em relação à geração anterior, sendo muito parecido com o Apple Watch Series 4, o novo relógio ainda é muito próximo em questão de funcionalidade, ao Amazfit Bip, eliminando parte das limitações vistas na geração passada sendo inegavelmente mais completo, mas ainda um pouco longe do que pode ser considerado por alguns como o ideal Pelos pouco mais de R$600 cobrados, caso a bateria de longa duração não seja exatamente o que você procura, a própria Amazfit entregua um conjunto um pouco mais completo com o Verge, que foi um relógio que a gente analisou recentemente aqui mesmo no canal, que disponibiliza além das funções vistas no GTS também a possibilidade de atender e realizar chamadas através do relógio se ele estiver parado com um telefone Com isso, o GTS pode não ser exatamente o resultado de uma busca por smartwatch, ainda mais se a gente levar em consideração as evoluções recentes do mercado de vestíveis – no entanto, se ignoradas as limitações, levando em conta os pontos fortes do produto, ele pode ser sim uma ótima opção, ainda mais para quem estava pensando em atualizar o seu Amazfit Bip por algo mais moderno e estava perdido no meio das opções

Se esse é o seu caso, nos links aqui na descrição você confere os melhores preços do Amazfit GTS para importação Aproveite! Eu vou ficando por aqui mas eu gostaria de ver a sua opinião sobre o novo relógio da Xiaomi Você acha que é uma boa escolha? Responde aí nos comentários! Até a próxima

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Moto G7, Play, Power ou Plus? A melhor opção não é tão óbvia http://www.amdworld.co.uk/moto-g7-play-power-ou-plus-a-melhor-opcao-nao-e-tao-obvia/ Thu, 29 Aug 2019 13:03:36 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=957 A série Moto G7 chegou com um público para cada modelo, mas sem grandes diferenças em hardware O que nos…

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A série Moto G7 chegou com um público para cada modelo, mas sem grandes diferenças em hardware O que nos deixa a pergunta: Existe alguma vantagem do mais barato para o mais caro? Vale a pena o investimento extra? Isso é o que vamos responder nos próximos minutos

Começando com a tela dividida para você acompanhar o teste de abertura de aplicativos simultaneamente Enquanto isso, vamos rever a diferença de hardware entre esses quatro modelos Três deles têm a mesma plataforma, que é um pouco inferior à usada no Moto G7 Plus O aumento é basicamente visto no desempenho gráfico, e veremos em breve se há realmente uma diferença ao analisar os jogos Neste teste de abertura de aplicativos, o que realmente faz a diferença é a quantidade de RAM

o G7 Play tem 2 GB, enquanto o G7 Power tem 3 GB e os outros 4 GB O tempo de abertura não é tão diferente do mais rápido deles, o Moto G7 Plus, para o segundo mais rápido, o G7 Power Estamos falando de apenas treze segundos de diferença, e o Moto G7 é um pouco mais ágil do que a variante com mais bateria Apenas no G7 Play precisávamos de mais dois minutos para completar o teste porque tem menos RAM O tempo total do G7 Plus garantiu o primeiro lugar quando comparado a outros dispositivos usando a mesma plataforma que foi testada pelo TudoCelular

O Moto G7 Play, por outro lado, perde para dispositivos como o Zenfone 5 Selfie e o Multilaser MS80 que tem Snapdragon 430, um chip de nível de entrada, inferior ao SD632 encontrado aqui Opondo-se ao que era esperado, não percebemos muita diferença no desempenho dos jogos para esses quatro dispositivos Cada um conseguiu executar a maioria dos títulos que testamos – 7 no total – no fps máximo O Modern Combat 5 mostrou um pouco de diferença gráfica por causa da resolução HD do G7 Play e do G7 Power, mas a fluidez era a mesma em todos eles, chegando a 60 quadros por segundo ou próximo a isso By the way, falando sobre diferenças gráficas, tivemos um jogo com pior fluidez em dois dos Moto G7; Injustice 2 correu a 31 fps no G7 ou no G7 Plus

Curiosamente nos outros dois, teoricamente menos capazes, tinha melhor fluidez, mas isso basicamente aconteceu por causa da diferença na resolução PUBG Mobile sempre correu a 25 fps, mas se você quiser, pode forçá-lo a ter uma melhor fluidez com melhor nitidez no G7 Plus Reiterando o público para cada dispositivo temos o mais compacto e mais barato, o Moto G7 Play, que apesar de ter menos memória RAM, não fica atrás dos outros três em performance No entanto, se você quiser uma boa câmera, não aconselhamos isso O Moto G7 Power proporciona muita bateria, sendo o dispositivo com maior duração de bateria testado pelo TudoCelular até agora

Sua câmera é um pouco melhor que a do G7 Play e este modelo só fica atrás do G7 do departamento de memória Mas já existem versões com os mesmos 64 GB do dispositivo mid-range para o G7 Power O Moto G7 é basicamente um Moto G7 Plus mais barato Tem um desempenho um pouco piorado e câmeras, mas a mesma bateria e design Pelo menos, o G7 Plus é um pouco mais capaz, mas nada que a maioria dos usuários realmente perceba

Seu diferencial está na câmera, um pouco melhor que o encontrado nos outros três, e também no carregamento rápido, em menos de uma hora O teste de abertura do aplicativo mostrou que quando falamos de multitarefa a diferença entre três dos quatro dispositivos Moto G7 não deve ser sentido pela grande maioria dos usuários em tarefas diárias Nos jogos, não há muita diferença, mas aqueles que buscam um desempenho perfeito Com os gráficos maximizados, esses dispositivos não são procurados, por isso, não é realmente algo a ser considerado ao escolher o seu Moto G7 pelo menos, pode-se escolher o modelo preferido de acordo com seu orçamento ou focar nos diferenciais Se vale a pena gastar mais no G7 para os recursos extras, isso dependerá de você

De um modo geral, o G7 Power foi o que chamou nossa atenção, mas não importa qual dispositivo você escolha, você estará bem servido do que precisa em um smartphone Se você tiver alguma dúvida, basta usar a seção de comentários aqui para perguntar E não se esqueça de se inscrever no canal TudoCelular no YouTube e deixar seu like neste vídeo para nos ajudar Eu sou Felipe Junqueira fechando a transmissão Um grande abraço e até breve

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Huawei P20 Pro: elogiado cameraphone não é tão bom assim | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/huawei-p20-pro-elogiado-cameraphone-nao-e-tao-bom-assim-analise-review/ Wed, 28 Aug 2019 10:25:58 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1034 O P20 Pro chamou atenção do mercado ao ser eleito o melhor cameraphone no início do ano Mas será que…

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O P20 Pro chamou atenção do mercado ao ser eleito o melhor cameraphone no início do ano Mas será que sua câmera é seu único atrativo? O TudoCelular analisou o flagship da Huawei e agora você vai descobrir tudo que ele tem a oferecer

De cara o P20 Pro chama atenção pelo seu belo design, com corpo de metal com traseira de vidro que entrega excelente qualidade como existe em aparelho top de linha da Apple e Samsung O modelo analisado pelo TudoCelular veio na cor mais básica, mas a Huawei também lançou opções mais chamativas como a Twillight, que entregam um efeito degradê que vai do roxo ao verde O leitor biométrico fica espremido na parte frontal abaixo da tela Ele funciona bem, e não deixa a desejar para soluções encontradas nos seus rivais No entanto, seria mais interessante ver o leitor na traseira, o que permitiria reduzir a borda abaixo da tela e entregar um melhor aproveitamento frontal

Juntamente com o P20 Pro você recebe um carregador com suporte a carregamento acelerado, cabo USB no padrão C, fone de ouvido com conexão USB-C, e um adaptador para P2, já que o modelo da Huawei não oferece entrada padrão para fones O P20 Pro vem com tela AMOLED, diferente do seu antecessor que trazia painel IPS LCD Mas curiosamente, a Huawei decidiu reduzir a resolução de Quad HD para Full HD+, o que comprometeu a densidade de Pixels Isso, no entanto, não chega a afetar a nitidez da imagem, o painel usado fica no mesmo nível do que vemos em outros modelos chineses, mas não entrega a mesma qualidade do AMOLED da Samsung O brilho é alto o suficiente para garantir uma boa visibilidade em ambiente externo, também é possível controlar saturação e temperatura das cores entre alguns perfis oferecidos pela fabricante

Os alto-falantes são potentes e entregam som estéreo Mas a qualidade do áudio entregue pelo fone de ouvido que acompanha o produto deixa a desejar O P20 Pro vem equipado com chipset Kirin 970, uma poderosa plataforma que briga com as melhores soluções da Qualcomm, Samsung e Apple No entanto, no nosso teste de desempenho, ele deixou a desejar Ele foi mais lento que praticamente todos os grandes lançamentos do ano, ficando no mesmo nível de alguns flagships lançados em 2017

Se o P20 Pro não empolga em velocidade, nos benchmarks ele também não supera seus rivais Para quem é fissurado em números altos, ficará decepcionado com o desempenho do Kirin 970 em testes sintéticos Pelo menos em jogos o flagship da Huawei manda bem, e não apresenta nenhum problema mesmo em títulos mais pesados como PUBG Aqui temos três câmeras na traseiras, sendo a principal de 40MP responsável por registrar a maioria das fotos O P20 Pro usa inteligência artificial para detectar os cenários e realizar os ajustes corretamente, mas nem sempre acerta

O que vemos é que algumas fotos ficam com exposição muito prolongada, enquanto outras apresentam saturação exagerada A segunda câmera traz sensor monocromático, enquanto a terceira é do tipo teleobjetiva, e oferece zoom ótico de até três vezes Se o modo automático não funciona como deveria, o aparelho pelo menos oferece modo manual com diversos ajustes Outro ponto que o P20 Pro deixa a desejar é no foco automático, sendo mais lerdo dos que os rivais da Samsung e Apple A filmadora grava em 4K, mas não a 60 FPS

A estabilização não é das mais eficientes, entregando mais tremidos do que os modelos da concorrência A qualidade de captura do áudio é boa, mas fica claro que o tão elogiado cameraphone não humilha os concorrentes como se acreditava A Huawei incluiu uma generosa bateria no P20 Pro, para garantir que o aparelho passe o dia inteiro longe da tomada Em nossos testes ele apresentou bons resultados, entregando dezesseis horas de uso com 10 horas de tela ligada Em uso moderado, ao tirá-lo da tomada no início da manhã, ele morrerá no final da noite

Em uso mais leve será possível ter um pouco de carga para o dia seguinte Outra boa notícia é que o carregador potente com carregamento acelerado que vem com o P20 Pro faz com que ele não fique muito tempo preso à tomada, levando uma hora e quarenta minutos para ter sua bateria totalmente recarregada O aparelho vem com uma interface modificada pela Huawei, que recebe o nome de EMUI A fabricante chinesa já começou a liberar o Android Pie para o aparelho trazendo algumas melhorias para o desempenho e bateria O software não chega a ser um clone do iOS como vemos na interface de outras chinesas, e também não chega a ser tão desorganizado quanto a MIUI da Xiaomi

No geral, entrega bom desempenho, e não fica devendo para aparelhos com Android mais puro O que alguns podem curtir é a presença de infravermelho, o que permite usar o P20 Pro como controle remoto O app que vem instalado funciona bem e reconhece uma grande variedade de eletrônicos O Huawei P20 Pro é um celular elegante e que tenta conquistar o público com sua avançada câmera tripla, mas a qualidade entregue não chega a superar os rivais Ele é um bom aparelho top de linha, mas que poderia entregar um melhor desempenho

A bateria dá conta do recado, sendo capaz de manter o celular longe da tomada o dia inteiro Ele oferece boa tela, mas a qualidade do seu áudio não é das melhores No geral, é um aparelho com vários pros e contras e que exige um valor mais salgado do que é praticado por outras marcas chinesas Para quem busca um melhor equilíbrio entre custo e benefício, há opções interessantes da Xiaomi e OnePlus Mas se você ficou interessado no P20 Pro poderá importar o seu via GearBest no link na descrição do vídeo

Aproveite também para conferir a matéria completa no site do TudoCelular com todos os detalhes da nossa análise Aqui foi Francisco Lucena e até a próxima

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Redmi 7: quando o barato já não é tão vantajoso | Análise / Review http://www.amdworld.co.uk/redmi-7-quando-o-barato-ja-nao-e-tao-vantajoso-analise-review/ Tue, 27 Aug 2019 14:13:14 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=818 Xiaomi está voltando ao Brasil e uma das apostas da chinesa no mercado nacional é o Redmi 7 com comercialização…

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Xiaomi está voltando ao Brasil e uma das apostas da chinesa no mercado nacional é o Redmi 7 com comercialização nas mãos da dl

Ele vem para competir com a linha Moto G7 da Motorola Será que entrega melhor conjunto por valor mais justo? É isso que você confere agora nesta análise A linha Redmi ganhou independência da Xiaomi recentemente, e agora atua como uma marca separada, algo como temos como o Pocophone O foco do Redmi será apostar num menor custo possível, mas sem comprometer a qualidade Assim, não espere muito do Redmi 7 quando o assunto é construção – ele é feito todo em plástico, mas muitos celulares nacionais mais caros também não fogem disso

Pelo menos ele não ostenta bordas largas como K12 Plus da LG, mas o Galaxy M10 consegue entregar mesmo tamanho de tela em corpo mais compacto Esse que testamos na cor azul com esse efeito degradê, o que o torna moderno e dentro da tendência atual de cores chamativas Há também uma opção em vermelho, mas se você não é chegado nessas cores, é possível encontrá-lo ainda no pretinho básico Apesar de simples ele é bem completo: há entrada para fones de ouvido e até infravermelho para usá-lo como um controle remoto universal – e um leitor biométrico na traseira, que funciona bem E sim, o Redmi 7 tem LED de notificações, que fica localizado na borda inferior

A capinha que vem com o Redmi 7 é feita de silicone em cor mais escura o que esconde um pouco a beleza das versões coloridas Ela protege a entrada micro usb, mas o encaixe não é perfeito e vai acabar incomodando você A tela IPS LCD é boa e entrega melhor qualidade que é do seu antecessor e brilho mais forte – mas não chega a superar rivais nacionais O mesmo podemos dizer do som; o alto falante está mais potente do que antes, mas distorce quando você força o volume ao máximo O processador do Redmi 7 é o mesmo do Moto G7 Power, assim como a quantidade de memória desse que analisamos, mas o modelo da Motorola acaba entregando o melhor desempenho

Isso acontece porque a MIUI 10 não está com um bom gerenciamento de memória e sofre para manter os aplicativos abertos Também vimos isso em intermediários da Xiaomi como o Mi 8 Lite, porém ele é mais rápido que o Galaxy M10 e também entrega melhor desempenho em jogos Em benchmarks também temos vantagem no Redmi 7 e Moto G7 Power contra o modelo da Samsung Xiaomi possui uma infinidade de aparelhos com 4000 mAh de bateria, e normalmente não decepciona quando o assunto é a autonomia No entanto o Redmi 7 rende menos que o Galaxy M10, que tem bateria menor

Isso não chega a ser algo ruim, já que é possível usá-lo o dia inteiro sem se preocupar em levar o carregador com você Mas a recarga é um ponto que decepciona; para ter a bateria do Redmi 7 cheia, é preciso esperar mais de duas horas Quase o mesmo tempo do Moto G7 Power, porém a bateria do rival da Motorola dura muito mais Diferente do Galaxy M10 e K12 Plus este aqui chegou ao mercado já com Android Pie e traz por cima a conhecida MIUI10 Ela é bastante customizada e foge do que vemos no Android mais limpo presente no Moto G7 Power

Cada um tem sua preferência, mas o que vemos, é que o android modificado da Xiaomi responde bem mesmo em celulares mais baratos da marca – a empresa só precisa melhorar o gerenciamento de memória O Redmi 7 deve acabar ficando preso ao Android Pie, mas ele continuará recebendo atualizações da MIUI por um bom tempo Sua câmera não chega a decepcionar se considerar o preço cobrado; ele oferece boa qualidade de imagem e registra cores mais frias do que vemos em modelos básicos da Samsung, por exemplo O foco nem sempre ajuda ao fotografar de perto; o nível de detalhes registrados poderia ser melhor, assim como falta nitidez em cenários mais amplos O Redmi 7 traz inteligência artificial que reconhece alguns tipos de cenários e tende a fotos mais saturadas quando o HDR está no automático

Forçar o HDR no manual te dará um maior controle sobre o alcance dinâmico deixando as fotos mais claras em ambientes fechados Nesse tipo de cenário a inteligência artificial não faz a menor diferença mas pelo menos o Redmi 7 controla bem os ruídos quando há pouca luz Nas fotos noturnas temos menos granulados, com resultados melhores que no Galaxy M10 e no mesmo nível do Moto G7 Power – porém o foco sofre ainda mais em cenários escuros A frontal registra boas selfies mas não espere muito do modo retrato – o efeito é exagerado e apresenta falhas na separação dos planos A filmadora grava em full hd e, como esperado de um aparelho barato, há muitos tremidos – especialmente com a frontal

O Redmi 7 captura áudio estéreo mas a qualidade é baixa: Teste de vídeo com Redmi 7 Teste de vídeo com Redmi 7 O Redmi 7 traz pequenos avanços comparado ao seu antecessor Por ter o mesmo hardware do Moto G7 Power, esperávamos desempenho similar – o que não aconteceu A sua bateria também deveria render mais que as rivais com capacidade inferior

Fica claro que a MIUI 10 poderia explorar melhor o que o Redmi 7 tem a oferecer Isso quer dizer que este é um celular ruim? Não necessariamente Ele ainda entrega um melhor conjunto que o galaxy M10 e K12 Plus, mas o rival da Motorola acaba sendo uma opção mais interessante O Redmi 7 pode ser uma boa alternativa no Brasil se for encontrado abaixo de R$1000, acima disso, o Moto G7 Power é um negócio melhor Você pode conferir os links das ofertas na descrição

Mais detalhes sobre o Redmi 7 você confere tudocelularcom – lá também é possível compará-lo contra seus rivais diretos E é isso, espero que tenha gostado da análise, diga para nós o que achou de interessante no Redmi 7 comentando aí abaixo Eu sou Wesley Moraes e vou ficando por aqui Um abraço e até a próxima

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iPhone XS tem bateria mediana e velocidade tão insana quanto seu preço http://www.amdworld.co.uk/iphone-xs-tem-bateria-mediana-e-velocidade-tao-insana-quanto-seu-preco/ Tue, 27 Aug 2019 09:59:02 +0000 http://www.amdworld.co.uk/?p=1012 O iPhone XS vem com grandes melhorias de hardware em relação ao seu antecessor, sendo a nova plataforma biônica da…

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O iPhone XS vem com grandes melhorias de hardware em relação ao seu antecessor, sendo a nova plataforma biônica da Apple A12 consideravelmente mais poderosa que a última geração, pelo menos em teoria Além disso, tivemos novamente um aumento na RAM, fazendo os novos iPhones agora 4GB como temos em vários modelos Android

Bem a desculpa de que o iPhone não precisa de muita memória RAM acabou O ponto curioso, no entanto, é que mesmo aumentando muito o desempenho, A Apple reduziu a capacidade da bateria do iPhone XS sobre o iPhone X, o que deixou muitas pessoas desapontadas Mas como o novo carro-chefe da Apple funciona em nossos testes de bateria? E no desempenho, é capaz de superar os modelos mais poderosos do mercado? Vamos descobrir! Começando com o teste de velocidade, até então tínhamos o OnePlus 5T e o iPhone XS Max empatou para a liderança com 53 segundos de tempo total, mas aparentemente a Apple decidiu dar uma atenção especial ao seu modelo menor, porque o iPhone XS quebrou nosso recorde e com alguma folga O iPhone XS conseguiu fechar o primeiro ciclo em apenas 31 segundos, precisando de mais 13 segundos para voltar com todos os aplicativos na tela, totalizando 44 segundos

São quase 10 segundos à frente no segundo lugar e apenas para o iPhone X, demonstrando que o iOS 12 em conjunto com o novo hardware proprietário da Apple faça um par perfeito Se no teste prático de velocidade o iPhone XS superou com alguma folga seus concorrentes, não poderia ser diferente nos benchmarks Por aqui nós tivemos pontuações muito acima do que eles conseguiram os modelos com Snapdragon 845 na maioria dos testes, com apenas o 3D Mark sendo onde o novo chip da Apple não correu muito bem, provavelmente devido a uma falta de otimização de aplicativos Quando olhamos para o iPhone X, o crescimento também é notável Como dito antes, o iPhone XS teve uma redução na capacidade da bateria comparado ao seu antecessor, agora contando apenas dois mil seiscentos e cinquenta e oito miliamperes por hora

Isso está bem abaixo da média de três mil a três mil e trezentos miliamperes de hora geralmente visto em modelos emblemáticos, com alguns rivais chegando à casa de quatro mil miliamperes por hora Ainda assim, a otimização da parceria entre hardware e software da Apple fez o trabalho e ao contrário do iPhone XS Max, a versão menor poderia lidar pelo menos um dia inteiro de uso sem grandes problemas, com pouco mais de 14 horas de autonomia em nosso teste prático e mais de 7 horas de tela ativa Não é um resultado extraordinário, mas pelo menos coloca o iPhone XS em pé de igualdade com rivais como o Galaxy S9 Plus e LG G7, deixando para trás seu antecessor Infelizmente, um ponto em que ainda não tivemos nenhuma revolução foi no tempo de carregamento, já que a Apple ainda insiste em empacotar um carregador fraco de 5W na caixa Quer algo mais rápido? Então você tem que comprar

Com ele você obtém cerca de 40% da bateria com 1 hora na tomada, precisa esperar mais de 3 horas para que a bateria inteira seja preenchida Para fins de comparação, o Galaxy Note 9 tem uma bateria de quatro mil miliamperes de hora e precisa de pouco menos de 2 horas para ir de 0 a 100% A grande tela de 5,8 polegadas do iPhone XS é um convite para assistir a vídeos, e pelo que vimos você pode maratizar suas séries favoritas ou assistir alguns filmes sem problemas, e um tempo total de reprodução contínua de vídeos acima de 11 horas foi atingido Ao gravar vídeos em Full HD, a situação não é tão boa, com pouco mais de 4 horas e meia até que a bateria descarregue completamente, mas pelo menos neste caso temos algo mais próximo da média de outras flagships como o LG V35 e o Galaxy Note 9 Finalmente, no Skype vimos algo bem abaixo da média, mesmo comparado ao iPhone XS Max que em geral mostrou uma autonomia semelhante nos testes, por isso, se estiver habituado a fazer videochamadas, é bom ter sempre uma tomada eléctrica nas proximidades

Os iPhones sempre se saíram muito bem em jogos, e isso não mudaria na última geração Todos os títulos testados foram executados na taxa máxima permitida pelo desenvolvedor e com excelente estabilidade, Vale a pena notar aqui que muitos deles estão bloqueados em 30 fps no Android, mas corra a 60 quadros por segundo no iOS, dando uma vantagem considerável aos dispositivos da Apple A única menção é para o PUBG Mobile, que correu a 33 fps, mas, de qualquer forma, é a mesma taxa que temos, em média, nas flagships Android de hoje Além do bom desempenho, o iPhone XS também não decepcionou na autonomia, alcançar uma média de 6 horas com os títulos que testamos O iPhone XS reformulou a sensação do que consideramos um smartphone caro no Brasil, chegar ao nosso país por não menos que R $ 7

300 em sua versão mais básica e chegando a R $ 9300 Embora de forma alguma justifique isso, pelo menos quem desembolsar essa pequena fortuna poderá se gabar do modelo mais rápido que já passou pelas bancadas do TudoCelular, oferecendo desempenho de sobras para absolutamente qualquer tipo de tarefa, seja para navegar na internet, alternar entre dezenas de aplicativos instantaneamente, ou jogar os títulos mais pesados ​​na App Store O modelo ainda surpreendeu em relação à autonomia, superando as más impressões deixadas pela sua variante Max e provando ser muito bem otimizada em termos de consumo, que deve garantir pelo menos um dia inteiro de uso sem problemas Tudo isso mostra que a Apple está se reinventando para entregar modelos cada vez mais poderosos, enquanto, ao mesmo tempo, tenta corrigir a má reputação dos iPhones em relação à autonomia da bateria

Quando comparado com modelos Android recentes, no entanto, vemos que o ganho de desempenho não será tão perceptível para a maioria dos usuários, e a autonomia será mesmo sacrificada, então o preço acima da média cobrada pela Apple acaba sendo viável apenas para aqueles que querem um modelo com iOS e não querem segurar quando gastam dinheiro Gostei do iPhone XS? Então dê uma olhada na descrição que tem links para suas ofertas De lá você pode encontrar o artigo completo no TudoCelularcom, com capturas de tela, gráficos e muito mais Aqui estava Wesley Moraes, um grande abraço e até a próxima

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